#Subnautica
O ano foi cheio de lançamentos e a lista dos 20 jogos mais desejados no Steam mostra bem isso. Ela reúne grandes nomes, remakes cult e indies ousados, cobrindo survival, RPGs, shooters e jogos cooperativos. Algumas apostas chegam com data, outras ainda vão demorar, mas todas despertam curiosidade e expectativa.
Na ponta da lista está Subnautica 2, que deve chegar em acesso antecipado em 2026, e segue como a aposta de sobrevivência e exploração mais aguardada. Resident Evil Requiem tem lançamento marcado para 27 de fevereiro de 2026, enquanto Reanimal sai em 13 de fevereiro de 2026. Slay the Spire 2 tem previsão para março de 2026. Gothic 1 Remake e Half Sword já têm demos que deram o que falar, e jogos como Mouse (19 de março de 2026), Chrono Odyssey (quarto trimestre de 2026) e Witchbrook também aparecem na lista. Há ainda títulos sem janela definida, como Deadlock, Light No Fire, Ark 2 e Blight: Survival, além de projetos com propostas únicas como Kingmakers e Quarantine Zone.
A variedade mostra que os jogadores querem tanto sequências de estúdio quanto ideias novas de desenvolvedoras menores. Vale testar as demos disponíveis e acompanhar anúncios para não perder as janelas de lançamento. No fim, as listas de desejos no Steam deixam claro o interesse por aventuras cooperativas, experiências assustadoras e remakes ambiciosos.
Um documento pré-julgamento afirma que o CEO da Krafton, Changham Kim, tentou evitar pagar um earnout (bônus de aquisição atrelado a metas) aos ex-líderes do estúdio Unknown Worlds, e que até consultou uma IA para achar uma saída. A orientação teria sido de que seria difícil cancelar o pagamento. O valor em disputa seria de cerca de R$ 1,4 bilhão.
A disputa começou em julho, quando Charlie Cleveland, Ted Gill e Max McGuire deixaram seus cargos no estúdio. A Krafton disse que eles foram demitidos pelo estado de Subnautica 2 e por insistirem em lançar o jogo antes da hora, mas depois passou a focar em acusações de que os fundadores teriam enganado a empresa e baixado informações confidenciais. Os ex-líderes dizem que a Krafton sabia do que acontecia no estúdio e até apoiou algumas decisões.
O documento alega que, como não haveria como evitar o bônus se Subnautica 2 saísse no prazo, a Krafton teria iniciado o “Project X” para atrasar o acesso antecipado além da janela de earnout ou forçar uma tomada de controle do estúdio.
Em comunicado, a Krafton nega e afirma que os ex-líderes tentaram apagar conversas de IA. As supostas conversas com a IA não foram apresentadas. A empresa também diz ser focada em IA e planeja investir cerca de R$ 392 milhões em um cluster de GPUs.
Com isso, Subnautica 2 agora está previsto para chegar em acesso antecipado em 2026. O que você acha desse atraso e da briga judicial?
A Krafton decidiu virar uma empresa “AI-first” e prometeu investir cerca de R$440 milhões em IA, além de suspender novas contratações e lançar um programa voluntário de demissão para funcionários na Coreia do Sul.
A Eleventh Hour Games, desenvolvedora de Last Epoch, foi adquirida pela Krafton, o que trouxe esperanças de mais recursos, mas também dúvidas entre a comunidade. A notícia chegou em meio a conversas sobre o futuro do jogo, já que a expansão Orobyss foi anunciada e a aquisição envolve um earnout de até R$1,25 bilhão, o que aumenta a pressão por resultados.
O fundador Judd Cobler disse que ter a Krafton como dona pode ajudar a longo prazo, com mais pessoal e recursos, desde que a equipe mantenha o foco na visão do jogo. Mesmo com a mudança, a equipe continua contratando enquanto planeja conteúdo adicional antes da expansão.
Além disso, a Krafton enfrenta um processo envolvendo a Unknown Worlds relacionado ao Subnautica 2, o que aumenta a incerteza sobre como a aquisição pode impactar Last Epoch. Não há provas de que o jogo vá regredir, já que a terceira temporada já chegou e mais conteúdo vem por aí. Você acha que a aquisição vai manter Last Epoch vivo ou pode mudar o rumo da experiência?