Earth Must Die é a nova aventura cômica da Size Five Games, inspirada nos point-and-click dos anos 90, com animação mais moderna. No jogo você é Vvalek Lizardtongue, um alien megalomaníaco que herda o reino de Tyrythia e perde o controle quando terranoides robóticos invadem e matam seu pai. Revoltado, ele decide descontar a frustração destruindo a Terra, e a história promete revelar os motivos durante a campanha. O jogo sai em 27 de janeiro e, se quiser testar antes, há uma demo disponível no Steam.
O que chama atenção é o elenco de vozes. O elenco inclui nomes como Ben Starr, Alex Horne, Matthew Holness, Tamsin Greig e Joel Fry como a voz de Vvalek. Size Five já ganhou fãs com jogos anteriores e aqui aposta no humor e nas falas para elevar a experiência. Nos últimos anos, performances vocais fortes ajudaram outros títulos a crescer, mostrando que um bom elenco pode melhorar bastante a recepção.
No fim, Earth Must Die tem ingredientes promissores: humor, estilo clássico renovado e um elenco de peso. O sucesso vai depender de um conjunto sólido entre roteiro, piadas e jogabilidade, mas a chegada em 27 de janeiro deixa pouco tempo para esperar. Quem quiser conferir pode baixar a demo no Steam antes do lançamento.
Um mod chamado Brothers in Arms restaurou centenas de falas e cenas cortadas de The Witcher 3. O trabalho devolve diálogos que ficaram nos arquivos do jogo, desde falas curtas até escolhas e cenas inteiras. Uma atualização recente trouxe ainda mais linhas recuperadas, e um vídeo de um canal mostrou as novidades.
A cena mais comentada acontece na missão The Last Wish, a passagem romântica entre Geralt e Yennefer. No jogo original, optar por não dizer “I love you” gerava uma troca rápida e cordial. Na versão restaurada, a mesma escolha resulta em um diálogo mais longo e mais romântico: Geralt e Yennefer chegam a se beijar antes de se separarem. Outra parte da missão ganhou uma cena extra em que os dois se seguram pela mão.
O mod também trouxe conversas adicionais, como uma fala de Ciri com guerreiros da Caçada Selvagem, uma conversa a mais com Eskel em Kaer Morhen e opções ampliadas no arco do Bloody Baron, onde fica mais claro se o jogador quer matar ou curar o Botchling. Nem todas as falas pareciam prontas para o jogo; por exemplo, a risada exagerada de um espectro poderia quebrar a tensão, então é compreensível por que foi cortada. Quem quiser testar pode baixar o mod em sites de comunidade. Há ainda rumores de que a desenvolvedora pode lançar conteúdo oficial para o jogo antes da sequência, o que daria uma última aventura a Geralt antes de a série seguir adiante.
A Epic anunciou que vai proibir transações dentro de ilhas que influenciem rodas de prêmios em Fortnite. A regra entra em vigor em 20 de janeiro e atinge qualquer venda que altere o resultado de uma roleta. Isso inclui a venda de giros isolados, pacotes de giros e itens que aumentem as chances. A ideia é impedir que mapas incluam mecânicas que funcionem como apostas ou que deem vantagem por pagamento.
A mudança aparece após uma alteração que liberou vendas diretas dentro dos mapas, o que permitiu que criadores testassem novas formas de monetização. Pouco depois da liberação, o popular mapa criado por jogadores Steal the Brainrot passou a oferecer um pacote pago e uma roleta que dava efeitos no jogo ou pequenas quantias do dinheiro interno. Como o mapa é muito jogado por públicos mais jovens, críticas surgiram por ver a roleta como uma espécie de cassino, que incentiva gastos por chance.
Jogadores, criadores de conteúdo e responsáveis reclamaram do potencial de exploração, apontando que crianças podem gastar sem entender as probabilidades. Em resposta, a empresa disse que continuará revisando práticas de desenvolvedores e ajustando as regras do ecossistema quando for necessário. A expectativa é que a proibição reduza práticas de monetização que pareçam apostas e torne as ilhas mais seguras para jogadores de todas as idades.
Foxhole é um MMO de guerra onde tudo — tanques, trens, barcos e até postes — é fabricado e levado aos frontes por jogadores. A desenvolvedora Siege Camp mantém o jogo há anos e ampliou o sim com atualizações que agora incluem combate aéreo: aviões de reconhecimento, caças e enormes bombardeiros. Em um tour com os desenvolvedores, vi que os aviões são montados peça por peça em fábricas e precisam ser transportados por reboques ou trens, o que exige muita coordenação logística.
No cockpit a sensação é imediata. Abrir as portas das bombas e lançar um bombardeio em área pode apagar semanas de bunkers e fortificações. Voar é simples nos comandos básicos: acelerador com a roda do mouse e subida com WASD, mas pousar é complicado e fácil acabar no mar. Testamos também transporte de paraquedistas: o piloto abaixa a rampa, a tropa salta e a surpresa tática é empolgante.
Há ferramentas para ajudar, como uma linha verde que mostra a altura relativa dos aviões, mas a visão aérea 3D ainda dificulta a orientação. Fica a dúvida de como a comunidade vai usar essa nova arma: bombardeiros caros mudam a economia da guerra e podem virar alvo de caças. O combate aéreo chega em 9 de fevereiro; eu vou estar no lado Colonial, provavelmente desviando de bombas num caminhão logístico.
Bladesong é um simulador de forja de espadas que entra em acesso antecipado em 22 de janeiro na Steam. O jogo coloca você na forja com ferramentas profundas para criar lâminas tanto realistas quanto fantásticas. Há uma demo disponível que mostra parte das mecânicas e já dá uma boa ideia do que virá no jogo completo. A combinação de simulação detalhada e modo história deixa a experiência mais interessante do que um mero sandbox técnico.
Na forja, dá para ajustar comprimento, largura, espessura e o formato da seção da lâmina. Marteladas precisas servem para afinar, curvar ou mudar a largura do dorso e a concavidade das arestas. O jogo tem fuller dinâmico e um sistema modular de empunhadura com segmentos maleáveis chamados quellon e cabos escaláveis. Isso permite criar desde uma espada histórica até uma lâmina ornamentada com runas e proporções exageradas.
O modo história é surpreendente: um cenário medieval pós-apocalíptico em que os deuses morreram e você forja armas para os últimos bolsões de civilização. Atender às demandas dos clientes exige atenção ao peso, à forma e ao balanço, então cada martelada importa. O acesso antecipado deve trazer mais opções de gravação, ornamentos, materiais e técnicas de modelagem. Se você gosta de forjar ou curte detalhes de armas brancas, vale a pena experimentar a demo e ficar de olho no lançamento.
O Cooldown Manager é uma ferramenta nativa do jogo para acompanhar tempos de recarga, buffs e debuffs, trazendo para dentro do jogo funcionalidades que muitos jogadores usavam via addons como WeakAuras e TellMeWhen. A proposta é ser leve e simples: você arrasta quase qualquer habilidade de combate para o painel e passa a ver ícones e contadores que mostram quando cada recurso estará disponível de novo. Isso facilita a leitura do combate sem depender de complementos externos.
Além de mostrar timers de habilidades, o Cooldown Manager também acompanha efeitos temporários aplicados em você ou em aliados, o que ajuda muito em masmorras e raids. A interface parece focada na praticidade, com opções básicas de organização e personalização para posicionar e redimensionar os elementos no seu HUD. Por ser integrado, tende a consumir menos recursos do que vários addons ativos ao mesmo tempo.
Para quem está começando, é uma grande vantagem: dá para montar um painel funcional sem perder tempo com códigos ou importações complexas. Jogadores experientes podem continuar usando seus addons favoritos para ajustes finos, já que ferramentas nativas raramente cobrem todos os casos avançados. Mesmo assim, ter uma opção pronta dentro do jogo facilita muito a vida de quem quer informações essenciais na hora certa.
Minha sugestão é testar o Cooldown Manager em conteúdo casual e ajustar a disposição dos elementos até ficar confortável. Se o resultado for suficiente, você pode reduzir a dependência de addons; caso contrário, use ambos até migrar totalmente. No fim, é mais uma ferramenta útil para deixar o jogo mais claro sem complicação.
A notícia que agitou a comunidade é simples: o diretor de operações do Facepunch, Alistair McFarlane, disse que está disposto a comprar o MMO New World para tentar evitar seu fechamento. Tudo começou depois que um desenvolvedor comentou pedindo a “Ali” que adquirisse o jogo. McFarlane respondeu nas redes sociais que faria uma oferta e afirmou que jogos não deveriam morrer. Não está claro se foi uma brincadeira, mas a reação mostrou que a ideia ganhou força rapidamente.
Vários nomes da indústria e criadores se manifestaram: um executivo da Pocketpair sugeriu dividir os custos se o alpha original fosse relançado como modo separado; um desenvolvedor que já ajudou a salvar outros projetos ofereceu dicas sobre compras de jogos cancelados; e streamers expressaram entusiasmo. A conversa manteve tom leve, mas há atores do setor dispostos a conversar, o que transforma a piada em uma possibilidade real.
A ideia surge num momento em que a dona do jogo decidiu encerrar os servidores numa data futura e reduzir investimentos em desenvolvimento próprio. McFarlane disse em entrevista que o estúdio está abrindo uma área de publicação e busca oportunidades para manter jogos vivos, citando exemplos de títulos que seguem ativos anos depois. Para fãs de New World, ainda há esperança: muita coisa pode mudar antes do desligamento.
The Sims 4 ganhou uma nova expansão chamada Royalty and Legacy. Ela é toda sobre criar dinastias familiares, acumular prestígio e lidar com escândalos, ideal para quem curte histórias de família e romance com intriga. A expansão também traz influência africana em itens e visuais, incluindo um bairro inspirado na África Ocidental.
Royalty and Legacy será lançada em 12 de fevereiro de 2026. Quem comprar antes de 15 de março recebe dois kits extras: Tea Time Solarium e Silver Screen Style. Um trailer de gameplay que deve mostrar o sistema de nobreza vai sair em 22 de janeiro.
As dinastias são o foco: você escolhe valores para a família, nomeia um herdeiro e pode apontar um pária. Também será possível usurpar a chefia, expulsar Sims e ganhar Prestígio para desbloquear vantagens. Um sistema de escândalos reage a más condutas e infidelidade, e permite respostas como pedir desculpas, negar publicamente ou escrever um livro.
O pacote inclui o novo mundo Ondarion, com três bairros (Dambele, Verdemar e Bellacorde), o tipo de lote Backrooms que vira boate à noite, a carreira Noble, habilidade de esgrima com duelos e torneios, o recurso Favor, passagem secreta para WooHoo e até uma nova morte ligada a um relógio cuco. No geral, a expansão parece feita para quem gosta de contar histórias familiares com mecânicas sociais mais profundas.
Embark não vai implementar uma casa de leilões em Arc Raiders. A equipe testou algo parecido e concluiu que acabou tornando o jogo menos divertido. Em entrevista, Virgil Watkins, chefe de design, disse que o sistema transformou o jogo em “só sobre moedas” e tirou a importância de encontrar itens na exploração.
Hoje é possível negociar, mas o processo é lento: juntar compradores, entrar numa partida, largar itens ou projetos no chão e vender depois. Em Speranza, muitos itens têm limite de compra — só é possível adquirir duas ou três unidades iguais antes de um cooldown de 24 horas — o que incentiva a usar a oficina. Fabricar costuma compensar mais, embora leve tempo e esforço para subir o nível da oficina e produzir equipamento de alto nível.
Embark prefere trocas presenciais e pode implementar uma interação mais tátil, em que você segura o item e outro jogador pega na sua mão, em vez de só jogar no chão. O estúdio teme que um mercado instantâneo tornaria a compra a opção padrão e acabaria com a busca e a surpresa de achar algo valioso. Em entrevista, o time também comentou planos para novos mapas em 2026 e ajustes nas configurações de equipamento, sempre com foco em manter a experiência voltada à exploração e ação.
Quarantine Zone: The Last Check coloca você na função de médico de triagem depois de um apocalipse zumbi. Sua tarefa é examinar quem chega ao posto militar e decidir se está saudável, doente, zumbi ou escondendo contrabando. Você checa olhos, pele, pulso, temperatura, reflexos e revira mochilas e pertences — às vezes encontra coisas absurdas, até granadas escondidas em locais inusitados. O clima lembra um Papers, Please mais gore.
As ferramentas melhoram com o tempo: há aparelhos que revelam a pele por baixo da roupa e um scanner que mostra órgãos internos. Diagnosticar é divertido no início. Você compara sintomas com imagens no menu como num jogo de memória. Mas logo as opções se repetem. São poucos sintomas e poucos tipos de paciente. Os minijogos existem: num laboratório você remove órgãos com um laser para estudar sintomas e, ocasionalmente, pilota um drone para defender o perímetro. Eles quebram a rotina, mas duram pouco.
A gestão da base é bem simples: manter comida, combustível e kits médicos e gastar em melhorias. Antes havia um sistema mais físico, hoje tudo é clicado num menu. Com gestão rasa e exames repetitivos, a campanha acaba rápido — menos de doze horas. As ideias são boas, mas faltam variedade e profundidade para manter o jogo interessante por mais tempo.
Pesquisadores de uma universidade belga descobriram uma falha no sistema Fast Pair do Google que afeta fones, earbuds e alto-falantes Bluetooth. Fast Pair foi criado para emparelhar dispositivos com um toque, mas as brechas permitem uma série de técnicas de ataque. O grupo chamou esse conjunto de problemas de WhisperPair.
A exploração pode permitir que um invasor se junte à conexão entre o celular e o acessório sem que você perceba. Com acesso, é possível controlar o aparelho, mudar o volume e usar o microfone para escutar o ambiente. Em dispositivos que suportam recursos de rastreamento da fabricante, a localização do acessório também pode ser monitorada. A gravidade foi considerada alta, e os pesquisadores comunicaram o problema ao Google em agosto de 2025 para que fabricantes trabalhassem em correções.
Houve trabalho com fabricantes para preparar consertos, mas a correção depende de atualizações de firmware enviadas pelos próprios fabricantes — e você precisa instalá-las. Se tem fones Bluetooth, verifique no site do fabricante ou no app do aparelho por atualizações e peça suporte se não encontrar. Enquanto as atualizações não chegarem, limite as permissões de Bluetooth no celular, evite emparelhar em locais públicos e fique atento a comunicações do fabricante. Pedidos de correção dos usuários ajudam a acelerar a distribuição das atualizações.