À primeira vista, Arknights: Endfield parece mais um gacha de anime, no estilo de Genshin Impact. E começa assim mesmo, com combate em terceira pessoa e troca de personagens. Mas o jogo logo pede que você monte uma base para minerar e processar materiais. O que surge daí é um sistema de construção de fábricas completo, com linhas de produção e gestão de energia.
Muitos jogadores chegam pelo combate e acabam por ficar no modo fábrica. Em comunidades do jogo, usuários relatam horas gastas montando correias, otimizando processos e melhorando rendimento. Há um sistema de blueprints que permite importar projetos prontos de outros jogadores, o que ajuda a acelerar a montagem de plantas complexas.
O elemento de fábrica não é totalmente obrigatório, mas é fundamental para produzir itens úteis ao desenvolvimento e ao poder da equipe. Quem gosta de planejar fluxos e reduzir gargalos vai encontrar satisfação aqui. Para jogadores que nunca experimentaram jogos de gerenciamento industrial, é fácil se perder por horas buscando a eficiência perfeita.
Endfield foge do ciclo padrão de moedas e recompensas diárias ao oferecer uma atividade principal diferente. Se você está cansado de ganhar XP só para subir barras, este jogo oferece uma recompensa mais tátil: ver uma fábrica funcionar com tudo no lugar. É um gacha com um coração de indústria, e isso o torna especial.
Depois de semanas de silêncio, o jogo Highguard voltou a aparecer. A desenvolvedora anunciou nas redes um showcase para 26 de janeiro às 15h (horário de São Paulo). No evento ela promete um mergulho completo na jogabilidade, planos para o primeiro ano e outras novidades. A data segue marcada como lançamento, o que deixa a expectativa alta entre quem acompanha o projeto.
O primeiro trailer, exibido no encerramento de uma grande cerimônia de jogos, não empolgou boa parte do público. Em vez de responder com mais material, a equipe ficou em silêncio e a página do jogo na loja seguiu com pouco conteúdo: só requisitos e uma descrição curta. Isso gerou especulação de atraso, mas a data não foi alterada, o que aumenta a curiosidade sobre o que será mostrado no showcase.
Há também preocupações técnicas. Highguard exige Secure Boot e TPM 2.0 para rodar, o que afasta jogadores que usam Linux ou hardware mais antigo. Ainda assim, muita gente quer ver o gameplay real antes de julgar. O showcase deve deixar claro o estilo do jogo e os planos da desenvolvedora para o primeiro ano. Resta esperar até 26 de janeiro às 15h (horário de São Paulo) para descobrir se o jogo corresponde às expectativas.
O lead designer do Minecraft, Jens Bergensten, comentou em uma postagem nas redes sociais que Hytale é ‘muito polida’ mas gostaria que o jogo fosse mais diferente. O comentário ganhou repercussão porque muitos notaram semelhanças fortes entre os dois jogos; inclusive, em poucos dias um modder conseguiu criar crossplay funcional entre Hytale e Minecraft. Para alguns veteranos, a versão atual de Hytale ainda soa próxima demais do estilo já conhecido.
O fundador e CEO do estúdio por trás de Hytale respondeu abertamente e disse que entende a crítica. Ele admitiu que o lançamento em acesso antecipado está simples em algumas partes e que ainda faltam várias características que vão dar identidade ao jogo. A equipe planeja melhorias na geração de mundos com uma nova versão do sistema, a criação de um modo aventura com mecânicas de RPG e o lançamento de ferramentas de modding robustas. Ele também ressaltou que muitos integrantes do time vêm da comunidade de mods e têm experiência para entregar essas mudanças.
Desde que o projeto voltou a receber investimento e foco, o estúdio está traçando um plano ambicioso para diferenciar Hytale. A promessa é por mais combate, exploração, mundos de fantasia e suporte amplo para criadores. Resta ver se as próximas atualizações fazem Hytale se distanciar suficientemente de outros jogos do estilo e conquistar uma identidade própria.
Spellcasters Chronicles abre a segunda beta fechada na quinta-feira, 29 de janeiro. Nessa fase, os jogadores vão encontrar muitas novidades e ajustes de desempenho. A equipe agradeceu o feedback da primeira beta fechada e preparou mudanças para tornar as partidas mais fluídas e acessíveis.
A arena nova se chama Costa Nórdica. É um mapa coberto por restos de batalhas antigas, com um enorme esqueleto de monstro marinho atravessando o terreno. Para ocupar esse espaço, chegaram novas mecânicas e criaturas que mudam o ritmo das partidas.
Chegam a infusão de gelo e feitiços de ressurreição e sacrifício, que fazem a morte das suas unidades virar vantagem. Novas construções defensivas, como Muralha e Balista, e o Ninho de Harpia, que convoca harpias, reforçam a defesa. Entre as unidades há o Behemoth de Pedra, que destrói construções à distância; o Tanque a Vapor, com dano massivo; Fadas que concedem invisibilidade; e um Lich misterioso para o jogador descobrir.
Também há um modo ranqueado em teste, com oito níveis: Novato, Iniciado, Adepto, Mago, Arquimago, Mestre, Grão-Mestre e Tecelão do Destino. E a maior melhoria técnica é a otimização: uso de CPU e memória foi reduzido, e agora o jogo roda com 16 GB de RAM, o que deve abrir as portas para mais jogadores testarem a beta.
A desenvolvedora Pocketpair, responsável por Palworld, está pedindo algo inusitado em vagas para designer: os candidatos devem enviar capturas da sua biblioteca da Steam com o histórico de jogo. Quem só joga em console também pode enviar a própria biblioteca, mas quem nunca usou a Steam tende a ficar fora da seleção. O CEO da empresa deixou claro que isso faz parte da triagem.
Além das capturas, no processo de entrevista os candidatos precisam explicar as mecânicas dos jogos que aparecem no topo do histórico, dizer por que essas mecânicas existem e o que torna cada título diferente dentro do próprio gênero. A ideia é contratar criadores que realmente conheçam a cena indie da Steam e entendam decisões de design. O chefe de publicação, John Buckley, lembrou que já foi questionado sobre jogos como Slay the Spire.
É uma abordagem curiosa: por um lado força os candidatos a provar que conhecem jogos e a pensar como designers; por outro, pode excluir bons profissionais que jogam menos na Steam. Para quem busca vaga, fica a dica: esteja pronto para explicar, com propriedade, por que os jogos que você joga funcionam como funcionam — e mostre que entende escolhas de design, não só o tempo de jogo.
Arc Raiders vai ficar mais perigoso: Escalation traz novo mapa, Arcs gigantes e atualizações mensais
O Arc Raiders ganhou um plano chamado Escalation: quatro atualizações temáticas de janeiro a abril de 2026 que trazem mapas, inimigos e mudanças no clima. Ao longo desses meses o estúdio vai lançar novas condições de mapa, projetos, expedições, um mapa totalmente novo, versões pequenas e grandes dos Arcs e uma atualização no Sucata. Também virão missões, eventos e equipamento novo durante o ano.
Janeiro, Headwinds, adiciona pareamento por nível para jogadores acima do nível 40, o que deve facilitar a entrada de novatos. Haverá também uma condição de mapa menor e um projeto inédito que pede coleta de sucata. Fevereiro, Shrouded Sky, é maior: além de uma atualização que altera áreas já conhecidas, chega um novo Arc e uma condição climática tempestuosa que deve deixar as partidas mais caóticas.
Março traz Flashpoint, com outra condição de mapa e mais um Arc para enfrentar, além da promessa de renovar as ofertas do Sucata. Abril chega com Riven Tides, o maior passo do Escalation: um mapa novo à beira-mar, clima de tempestade, e um Arc grande — talvez um caranguejo gigante — que pode trazer uma arma lendária parecida com o Afélio. No geral, o roteiro promete escalada de perigo e conteúdo, deixando a comunidade na expectativa para ver até onde isso vai.
O ROG Azoth 96 HE é um teclado gamer topo de linha da Asus com layout 96% (num pad e cluster de navegação em formato compacto). Em vez de switches mecânicos tradicionais, ele usa switches Hall effect ROG HFX V2, com curso mais curto (3,5 mm), força de atuação menor (32 g) e ajuste do ponto de atuação em passos de 0,01 mm. O teclado é hot-swap, tem keycaps PBT doubleshot, tela OLED e um mostrador para ajustes rápidos. O preço sugerido é cerca de R$2.300.
As teclas são rápidas e suaves graças às hastes POM e ao novo desenho que reduz o wobble. Há bastante amortecimento interno e gaxetas para deixar o toque mais macio e sem ruídos de case. Em wireless ele oferece Bluetooth e 2.4 GHz com polling de 8000 Hz via receptor, e a bateria fica na casa das 40 horas em uso padrão; o modo Zone economiza energia mantendo WASD com alta taxa de resposta.
Para jogos, o Azoth 96 HE entrega precisão e personalização (incluindo ajuste fino pelo software web), o que ajuda em movimentos rápidos e tempos de reação. Porém, o preço é alto para o que oferece, e existem teclados HE com acabamento similar por menos. Se você busca performance e recursos premium e não liga muito para o valor, é uma ótima opção; se quer custo-benefício, procure alternativas mais baratas.
O MSI Vector A18 HX é um notebook gigantesco de 18 polegadas pensado para quem precisa de desempenho sério sem recorrer ao desktop. Ele traz AMD Ryzen 9 9955HX (16 núcleos), GeForce RTX 5080, 32 GB de RAM DDR5 e um SSD de 2 TB. Pesa 3,6 kg, vem com uma fonte de 400 W e custa cerca de R$16.000 na configuração testada, então espere um investimento alto.
No uso real e em jogos ele se destaca: títulos pesados de CPU, como Baldur’s Gate 3, rodam perto de 90 fps nativos, enquanto Cyberpunk 2077 em Ray Tracing Ultra fica na casa dos 40 fps sem upscaling — com DLSS e frame-gen esse número sobe muito e pode ultrapassar 100 fps em configurações apropriadas. A GPU apresenta consumo medido na casa dos 132 W e as temperaturas ficam controladas (GPU por volta de 74 °C, CPU cerca de 81 °C) sem tornar o sistema excessivamente barulhento, graças ao chassi maior e ao sistema de sete heat pipes e duas ventoinhas.
O painel IPS de 18″ é 16:10 (2560×1600) a 240 Hz e 500 nits, ideal para jogos e trabalhos gráficos; há opção com Mini‑LED/4K que eleva ainda mais o preço. Conectividade inclui USB4, HDMI 2.1, Ethernet e Wi‑Fi 7, tornando-o um ótimo substituto de desktop em mesa. A bateria é limitada (cerca de 1 hora sob carga intensa) e o conjunto é pouco portátil. Se você precisa de potência máxima em um único aparelho e não se importa com peso e preço, é uma escolha forte; para quem prioriza mobilidade ou custo, um desktop ou um notebook menor faz mais sentido.
Rastrear o Minério de Ferrium em Arknights: Endfield é um pouco complicado. É um dos minerais mais raros do Vale IV e, pelo que sei, só aparece na área Originium Science Park. Entrar nessa área exige avançar bastante na história principal.
Mesmo quando você chegar ao local, será preciso progredir mais se quiser instalar uma rede de energia para as perfuratrizes e acessar nós mais profundos da região. Abaixo estão os locais onde encontrar o Minério de Ferrium e o que fazer para minerá-lo.
Onde encontrar Minério de Ferrium:
- A oeste do Transport Nexus (próximo à entrada vindo do The Hub)
- Ao sul do Research Center (próximo ao centro do mapa)
- A norte do Mountain Path Slope (na parte leste do mapa)
O primeiro nó é fácil de acessar ao entrar pela The Hub. Os outros dois só ficam totalmente acessíveis depois de avançar mais na história da região e remover as paredes de blight que bloqueiam o caminho.
Como minerar Minério de Ferrium:
Você pode atacar os nós manualmente, como em qualquer outro mineral, ou automatizar a coleta. Para automatizar, desbloqueie a Plataforma de Mineração Elétrica Mk.II, que exige pesquisar a tecnologia Mineração III na árvore de Recursos, na parte inferior do lado esquerdo do Plano AIC.
Também é preciso ter energia no Originium Science Park para as perfuratrizes. Essa energia fica disponível ao completar a missão Outpost: Infra-Station, onde você monta um posto logo ao sul do Mountain Path Slope, na parte leste da área. Depois que o posto estiver ativo, ligue as Plataformas de Mineração Elétrica Mk.II com relés para facilitar a coleta.
A editora Hooded Horse anunciou compromisso firme de manter IA generativa fora dos jogos que publica. Em entrevista, o CEO Tim Bender disse que a proibição está escrita nos contratos e que a posição nasce do alinhamento entre editora, desenvolvedores e jogadores. A editora, responsável por títulos como Manor Lords, afirma que a maioria dos jogadores não quer IA generativa nos jogos. A medida vale para ativos finais e também para estágios iniciais do desenvolvimento, como conceito visual e texturas de teste.
Isso inclui conceitos e placeholders. Bender alertou que usar IA para ativos temporários é perigoso, porque esses itens podem acabar em builds por acidente. Um caso recente, envolvendo o jogo Clair Obscur, mostrou como texturas geradas por IA ficaram no jogo até pouco depois do lançamento. Por isso a editora recomenda não usar nem mesmo placeholders criados por IA. A ideia é reduzir riscos e manter a integridade artística dos projetos.
O CEO afirma que o controle não precisa ser punitivo, porque a melhor defesa é o alinhamento com os estúdios. Mas ele admite que não dá para prometer perfeição: freelancers e firmas terceirizadas podem falhar e permitir que IA se infiltre. A promessa da editora é agir rápido: remover qualquer conteúdo gerado por IA que for encontrado e manter procedimentos de avaliação em todas as etapas. Para os jogadores, a postura significa mais transparência e menor chance de ver conteúdo criado por IA nos jogos da publisher.
A Valve lançou uma atualização grande para Deadlock (Old Gods, New Blood) ainda em beta fechado. Antes do lançamento, houve relatos de aumento no movimento de pizzarias perto do escritório da Valve, mas um diretor do setor comentou que a equipe já tem comida de sobra por lá. De qualquer forma, a novidade chegou e é pesada.
A atualização reformulou patronos, bases e tropas. Surgem dois patronos: o Hidden King, que vive nas brechas da cidade e vem com tropas do tipo candlewick; e a Archmother, ligada a vidro e cristal azul, com tropas de cristal. Também houve melhorias na interface: tela pós-jogo com MVP e um jogador-chave do time perdedor, retratos reativos, sequências de abates, indicadores de impacto de dano, cronômetro de mid-boss e chat visual renovado.
Foi adicionado um modo curto, Street Brawl: 4v4 rápido em melhor de cinco, com rodadas de poucos minutos. Cada rodada começa com recursos iguais e sem farming, e o sistema de compra foi simplificado. Ideal para quem não quer partidas longas.
A principal novidade é que seis heróis novos chegarão nas próximas semanas:
- Silver: um personagem selvagem que se transforma em lobisomem.
- Rem: um personagem pequeno que pode adormecer inimigos.
- Graves: necromante que domina áreas.
- Apollo: demônio ágil com alta mobilidade.
- Celeste: performer brilhante, meio unicórnio.
- Venator: especialista em armas com um canhão pesado.
Dois heróis serão lançados por semana, às segundas e quintas, a partir de 26 de janeiro. A ordem será decidida pelos jogadores: ganhar partidas rende votos e a primeira vitória do dia dá votos extras. Também haverá tokens de prioridade e sprays para apoiar heróis, que podem ser conseguidos jogando.
As mudanças prometem mexer no meta e oferecer opções rápidas e novas estratégias. Vale testar quando o beta liberar as novidades.