A GOG lançou o GOG Year 2025, um resumo anual que mostra como cada conta jogou no último ano. A ferramenta dá um panorama com jogos jogados, conquistas desbloqueadas, horas totais e até há quanto tempo a conta existe. O anúncio foi feito em redes sociais e já está disponível para os usuários.
No escritório, muita gente usou o relatório para confirmar que mantém contas antigas e para ver quais jogos retro dominaram o ano. Títulos citados entre os favoritos foram Dino Crisis e The Elder Scrolls II: Daggerfall, além de jogos atuais como No Man’s Sky. A função também permite ver quanto tempo você gastou em cada jogo e optar por compartilhar os resultados ou manter tudo privado.
Os números comparativos com outras plataformas chamam atenção: em GOG a média de conquistas por usuário é 14, enquanto na Steam a mediana é 11. Já no total de jogos jogados por pessoa, a Steam tem mediana de quatro jogos, contra média de 2,4 na loja sem DRM. A GOG ainda mostra a média de horas por usuário (137 horas), algo que outras plataformas tratam de forma diferente, exibindo apenas porcentagens por título.
Para quem gosta de estatísticas ou de nostalgia, o GOG Year 2025 é uma maneira divertida de ver o próprio histórico de jogo e comparar hábitos com a comunidade. Se quiser, é possível gerar o relatório e decidir se compartilha os dados com amigos.
The Killing Stone pode ser o indie surpresa de 2026 — trailer confirma lançamento em 18 de fevereiro
The Killing Stone é um card battler de construção de decks com atmosfera demoníaca, e deve chegar em 18 de fevereiro. O jogo lembra Inscryption no tom e na mecânica: você joga cartas que tomam forma como criaturas num tabuleiro simulado. Cada lado tem um ‘olho sem tampa’ que funciona como vida; destruir o olho do inimigo te leva à próxima batalha, perder significa consequências bem ruins.
Além do combate, existe uma camada meta narrativa: você explora a casa assombrada de um velho mago, pesquisa melhorias e interage com moradores estranhos para fortalecer seu baralho. O jogo traz atuação de vozes de peso, entre elas Liam O’Brien e Emma Gregory, o que ajuda a dar personalidade aos demônios e ao cenário. O trailer confirma a data de lançamento e mostra bastante tentáculos e designs sombrios.
Testei a demo e gostei: há uma sensação tátil ao posicionar criaturas e assistir as lutas, e as escolhas táticas aparecem rápido. O recurso que mais me chamou atenção é a opção de jogar com texto e vozes em inglês moderno ou em um dialeto arcaico que imita Shakespeare; recomendo experimentar o dialeto para entrar no clima, mas a versão moderna é mais acessível. Parece ter potencial para ser um dos indies mais interessantes de 2026.
No fim do ano passado, a Nightdive lançou Blood: Refreshed Supply, o mais recente remaster do clássico FPS Blood. Para quem já tinha outro remaster, o grande atrativo foi a inclusão do final de um dos melhores mods: Marrow.
Marrow é uma campanha nova e difícil que usa apenas os recursos originais do jogo — armas, inimigos e itens — e aposta em mapas grandes e complexos. O mod funciona como uma continuação da história, com fases longas e bastante tensão, mais focadas no horror que no tiroteio frenético.
O Capítulo 2 demorou a sair porque o criador teve compromissos pessoais e precisou corrigir alguns problemas, mas agora está disponível. Essa parte é maior que a primeira: são 13 mapas contra 10, com design mais elaborado e clima mais sombrio. Quem jogou tem elogiado a qualidade e a atmosfera.
O autor também trabalhou como designer de mapas em Cultic, um shooter moderno que recebeu muitos elogios por mapas e tom de horror, o que pode explicar parte da inspiração. A presença de Marrow Capítulo 2 no remaster ajudou a promover o pacote entre os fãs, mas também reacendeu críticas de quem achou ruim ter de pagar novamente por outra versão do jogo.
O estúdio Kumi Souls Games lançou um DLC gratuito para The Last Faith chamado The Last Faith: Awakened Ancients. Em vez de acrescentar só um novo capítulo, o conteúdo espalha várias novidades pelo jogo base. É um grande acréscimo de material grátis para quem curte a atmosfera gótica e os desafios do título.
O DLC traz quatro modos novos: um modo de masmorras que lembra os calabouços de Bloodborne, um modo novo jogo+ (new game plus), um modo de chefes em sequência que aparece depois de zerar o jogo, e um modo de sobrevivência por ondas chamado Tower of Despair. Cada modo oferece um jeito diferente de revisitar o jogo e encarar confrontos.
Também entram sete inimigos únicos, cinco chefes novos, três personagens jogáveis extras, novas armas, itens e execuções para finalizar inimigos com estilo. Foram adicionadas várias áreas novas ao mapa, embora o estúdio não tenha detalhado onde ficam — a exploração deve revelar as surpresas.
O DLC é gratuito e pode trazer mais variedade à experiência. O título original teve críticas mistas por repetição e falta de variedade em alguns trechos, enquanto avaliações na loja tendem a ser mais positivas. O jogo base está em promoção por tempo limitado até 2 de fevereiro, então é uma boa oportunidade para testar as novidades.
No More Room in Hell 2 teve um começo complicado no acesso antecipado. Problemas técnicos e falhas de servidor deixaram as avaliações na Steam negativas no início, mas o jogo foi se recuperando durante 2025 e atualmente aparece com avaliação Mixed. Para ganhar mais tempo e polir o jogo, o lançamento da versão 1.0 foi empurrado para 2026.
Torn Banner revelou o principal do 1.0: dois modos novos. O maior deles é o modo Survival, que troca a lógica de Objetivo por confrontos mais diretos. Jogadores terão de garantir pontos estratégicos e resistir a ondas de zumbis cada vez mais difíceis. Serão mapas novos e mais compactos, pensados para ação, e a proposta lembra modos clássicos do fim dos anos 2000 — uma tentativa de agradar fãs do No More Room in Hell original.
O outro é o modo solo, chamado de ‘solo training’, que permite jogar mapas offline sem receber XP, para evitar que o modo vire ferramenta de farm e quebre a economia do jogo. Antes do 1.0 ainda sai a atualização 0.8.0, prevista para o início de fevereiro (horário de São Paulo), com várias mudanças no combate corpo a corpo, ajustes nas perks e a chegada de coquetéis molotov. A expectativa é que essas mudanças deixem o jogo mais equilibrado e pronto para o lançamento completo.
A Blizzard lançou um novo conto do universo Warcraft: The Void Between. A obra chega como um presente de fim de semana para quem acompanha o lore, com uma história curta que foca em momentos decisivos entre dois magísteres conhecidos.
O conto gira em torno do ex-magíster Umbric e do Grande Magíster Rommath. A narrativa investiga as escolhas que os personagens fazem diante do Vazio e como isso afeta suas alianças e crenças. A história promete tensão, perguntas morais e cenas que ajudam a entender melhor o impacto do Vazio no mundo de Warcraft.
O texto pode ser baixado em PDF para leitura no seu ritmo. Também existe uma versão em audiobook para quem prefere ouvir. São opções práticas para jogadores que querem consumir a história sem precisar de horas livres, seja lendo ou ouvindo no transporte ou nos intervalos. A versão em audiobook permite ouvir a história narrada com boa qualidade.
Mesmo para quem não é especialista no lore, o conto é de fácil acesso e funciona como uma introdução rápida a temas maiores do universo. Para fãs, a novidade traz elementos que podem se conectar com eventos já conhecidos. Vale a leitura (ou a audição) para quem curte histórias com tom sombrio e decisões difíceis.
Arknights: Endfield não é só mais um gacha. Além do combate, uma parte enorme do jogo é montar uma fábrica para processar materiais. Muitos jogadores descobriram que otimizar linhas de produção virou a atividade principal, e agora uma ferramenta online está ajudando quem não quer perder tempo testando tudo no jogo.
O site de planejamento permite desenhar fábricas, simular a eficiência e compartilhar blueprints com códigos únicos que podem ser carregados no jogo. Ele funciona como uma versão simplificada do estaleiro de produção dentro do jogo, mas com um simulador que mostra se a planta vai processar recursos de forma contínua. Colocar prédios e conexões é muito mais rápido na ferramenta do que nos menus do jogo. Há filas de projetos criados pelos usuários, com nomes que soam técnicos — alguns modelos populares já receberam dezenas de milhares de acessos.
O criador da ferramenta tem pedido paciência na comunidade enquanto o serviço tenta aguentar o tráfego. A página fica instável em horários de pico, então vale salvar códigos de blueprints para usar depois. No fim das contas, a novidade facilita a vida de quem joga Endfield: em vez de perder horas testando no jogo, você monta e ajusta fora dele, copia um layout eficiente e volta para as missões. Para quem não nasceu para engenharia digital, essa ferramenta é um atalho que deixa a parte divertida do jogo mais acessível.
Half Sword é um simulador de combate medieval onde física exagerada e gore se encontram. A demo técnica do jogo virou a sensação de um festival de demos e colocou Half Sword entre os top 10 da lista de desejos da loja. O estúdio Half Sword Games confirmou que o jogo entra em Early Access na sexta-feira, 30 de janeiro. Prepare sua espada e sua armadura: a proposta é de confrontos crús, imprevisíveis e cheios de corpo a corpo.
O trailer de lançamento mistura violência cartunesca com uma trilha sonora completamente insana. Começa com socos desajeitados e logo escala para cenas de rostos sendo esmagados em madeira, combatentes tendo membros destruídos por martelos, machados e lanças, e sangue espalhado por todos os lados. A física do jogo faz os golpes parecerem caóticos e bons para risadas nervosas. A música traz letras claramente sanguinárias e termina com uma risada maníaca que casa com o tom do vídeo.
Se você gosta de combates baseados em física, bagunça e humor negro, Half Sword deve entrar na sua lista. O jogo parece focado em oferecer encontros brutais onde habilidade e sorte se misturam. Fique de olho no lançamento em early access e, se curtir o estilo, adicione aos seus desejos.
EA abriu uma vaga de diretor de produção para o próximo Mass Effect, um sinal claro de que o projeto ainda está em andamento. O produtor executivo publicou nas redes sociais que procura um líder sênior para o time. A vaga tem uma faixa salarial estimada entre R$ 750 mil e R$ 1,04 milhão por ano, além de benefícios, o que deixa claro que se trata de uma posição de alto nível.
O papel descrito na vaga exige que essa pessoa faça a ponte entre a visão criativa e a execução, liderando o desenvolvimento do jogo do começo ao fim. Será responsável por definir direções práticas para as equipes, organizar prioridades, dividir objetivos complexos em tarefas claras e antecipar riscos. Também precisará coordenar estúdios, equipes técnicas e parceiros, resolver impasses entre times e representar o projeto junto à liderança e a parceiros externos.
A vaga pede pelo menos dez anos de experiência na indústria, liderança sênior em múltiplos títulos AAA e conhecimento em RPGs e action RPGs, além de presença executiva. Ou seja, não é uma oportunidade para iniciantes. O fato de a empresa estar contratando esse perfil indica que o trabalho está em fase inicial, mas mostra compromisso em levar o jogo adiante. Para fãs da franquia, é um sinal positivo: embora ainda faltem detalhes, há movimento concreto rumo ao desenvolvimento de Mass Effect 5.
Luke Ross, criador do mod R.E.A.L. VR para Cyberpunk 2077, se envolveu em polêmica após receber uma notificação de DMCA da CD Projekt. O estúdio alegou que Ross estava lucrando com a propriedade intelectual. Em vez de tornar o mod gratuito, ele optou por tirá-lo do ar. Dias depois, a 505 Games enviou uma segunda notificação por causa de uma conversão VR de Ghostrunner.
Com isso, Ross decidiu adotar uma medida mais drástica: removeu o acesso a todos os mais de 40 mods que oferecia em sua página de assinaturas. Um aviso explicou que o Patreon ficará temporariamente pausado. Quem se inscrever pode apoiar o criador, mas não terá benefícios nem acesso aos mods até que a questão legal se esclareça.
Um e-mail aos assinantes apresentou um tom crítico, afirmando que alguns exigiam que tudo fosse gratuito. Ross também disse que a legislação de direitos autorais dá poder excessivo às grandes empresas. A plataforma de assinaturas informou que pode encerrar contas sujeitas a notificações repetidas de violação e pediu que se evite publicar material que provoque novas reclamações.
No meio gamer, muitos estúdios permitem mods desde que não sejam cobrados diretamente. O procedimento comum é liberar o mod gratuitamente e usar doações. Ross escolheu não seguir esse caminho e removeu todos os arquivos e posts relacionados para evitar novas ações legais. Ele disse esperar encontrar uma solução nas próximas semanas, mas, por enquanto, os mods continuam indisponíveis.
À primeira vista, Arknights: Endfield parece mais um gacha de anime, no estilo de Genshin Impact. E começa assim mesmo, com combate em terceira pessoa e troca de personagens. Mas o jogo logo pede que você monte uma base para minerar e processar materiais. O que surge daí é um sistema de construção de fábricas completo, com linhas de produção e gestão de energia.
Muitos jogadores chegam pelo combate e acabam por ficar no modo fábrica. Em comunidades do jogo, usuários relatam horas gastas montando correias, otimizando processos e melhorando rendimento. Há um sistema de blueprints que permite importar projetos prontos de outros jogadores, o que ajuda a acelerar a montagem de plantas complexas.
O elemento de fábrica não é totalmente obrigatório, mas é fundamental para produzir itens úteis ao desenvolvimento e ao poder da equipe. Quem gosta de planejar fluxos e reduzir gargalos vai encontrar satisfação aqui. Para jogadores que nunca experimentaram jogos de gerenciamento industrial, é fácil se perder por horas buscando a eficiência perfeita.
Endfield foge do ciclo padrão de moedas e recompensas diárias ao oferecer uma atividade principal diferente. Se você está cansado de ganhar XP só para subir barras, este jogo oferece uma recompensa mais tátil: ver uma fábrica funcionar com tudo no lugar. É um gacha com um coração de indústria, e isso o torna especial.