Ashes of Creation nasceu com uma promessa grande: um MMORPG dinâmico, com mundo moldado por decisões dos jogadores e encontros imprevisíveis. Depois de anos de desenvolvimento, o projeto passou por momentos de dúvida. Muitos testes e demonstrações mostraram ideias interessantes, mas também problemas técnicos e mudanças na direção do jogo.
O estúdio enfrentou atrasos, turnover na equipe e críticas da comunidade. Jogadores reclamaram que testes não refletiam a experiência esperada e que funções anunciadas foram adiadas ou revistas. A comunicação melhorou em alguns momentos, mas a confiança do público ainda é frágil. O resultado é uma mistura de expectativa e ceticismo: a visão continua atraente, mas a entrega até aqui não convenceu a todos.
Ainda assim, há aspectos que animam: conceitos inovadores e trechos de gameplay que mostram potencial. Se o estúdio conseguir estabilizar a produção, ajustar prioridades e entregar o básico com qualidade, Ashes of Creation pode recuperar parte do brilho inicial. Para quem acompanha, a recomendação é observar próximos testes e atualizações antes de tomar uma decisão definitiva.
Para avaliar se o projeto vai vingar, observe estabilidade em servidores, qualidade do combate e se o sistema de nós funciona de verdade. Testes abertos próximos serão decisivos. Se esses pilares estiverem bem, a comunidade pode voltar a acreditar. Caso contrário, o jogo corre o risco de ficar apenas na promessa.
A versão soft remaster de Guild Wars segue recebendo ajustes e novidades. A ideia é atualizar o jogo para rodar melhor em PCs modernos e em telas grandes sem mexer no que o tornou famoso. As mudanças chegam de forma gradual, em pequenas atualizações que focam em tornar a experiência mais estável e agradável.
Nas últimas atualizações, a desenvolvedora trouxe correções que reduzem travamentos e melhoram desempenho. Foram adicionadas opções para resoluções mais altas e para redimensionar a interface. Também houve melhorias em controles e nas configurações de teclas, o que facilita jogar com diferentes setups. Pequenas melhorias gráficas e ajustes no som ajudam a deixar o visual e a imersão mais atuais.
Além disso, foram aplicados ajustes de balanceamento e correções de mecânicas antigas para evitar problemas recorrentes. A equipe tem ouvido a comunidade e testado mudanças antes de liberar para todos. Isso significa que o núcleo do jogo permanece igual, mas com menos incômodos que existiam em versões antigas.
Para quem ficou de fora, é uma boa hora para redescobrir Guild Wars, já que o jogo fica mais acessível sem perder sua identidade. Para quem já joga, as mudanças aliviam frustrações e devem melhorar sessões longas. A expectativa é que novas pequenas novidades continuem chegando nos próximos ciclos de atualização.
Parece que a conversa mudou de rumo: em vez do que muita gente esperava, a ideia agora é refazer Daggerfall. É um movimento grande, que mistura nostalgia e risco. O jogo original é enorme e tem uma legião de fãs que lembra de sua liberdade e sistemas profundos.
Um remake pode trazer o mundo para um público novo. Com tecnologia atual, mapas imensos, combate e interface podem ficar mais acessíveis. Muitos jogadores pedem isso justamente para ver as ideias antigas com gráficos e mecânicas modernizadas. Projetos de fãs já mantêm a chama acesa, mostrando que há interesse real.
Mas há desafios. Atualizar tanta mecânica sem perder a identidade é difícil. O jogo original tem escolhas e bugs que faziam parte da experiência. Recriar isso de forma fiel e ao mesmo tempo limpa para público moderno exige tempo e cuidado. Também há questões legais e de escopo que podem atrasar tudo.
No fim, a ideia anima e preocupa ao mesmo tempo. Se o remake acertar o equilíbrio entre legado e modernidade, pode devolver o brilho à série. Se errar, pode desapontar quem guarda memórias do original. Resta acompanhar como o projeto vai evoluir e torcer para que respeitem o que tornou Daggerfall especial.
Um acordo entre empresas de jogos e o estado de Nova York para banir agressores sexuais registrados resultou na expulsão de um traficante de pessoas do Xbox Live em 2013. A ação mostrou que plataformas de jogo podem colaborar com autoridades para limitar o acesso de pessoas com histórico criminal grave.
Na prática, o acordo permitiu que as empresas aplicassem bloqueios quando havia informações que apontavam risco para a comunidade. Isso não substitui processos legais, mas serve como medida adicional de proteção, especialmente para jogadores mais jovens. A remoção do usuário em 2013 foi um exemplo claro de aplicação dessa política.
Desde então, políticas de segurança em redes de jogos seguiram evoluindo. Jogadores e familiares pedem maior transparência e ferramentas de denúncia mais eficazes. As empresas afirmam investir em moderação e em parcerias com autoridades para identificar comportamentos perigosos. Também surgem debates sobre como identificar corretamente essas pessoas sem penalizar usuários inocentes. Apesar dos avanços, ainda há desafios para equilibrar privacidade, justiça e segurança.
O caso de 2013 lembra que a segurança na comunidade gamer depende de ações conjuntas. Denúncias, controles e a colaboração entre empresas e órgãos públicos continuam sendo peças importantes para tornar ambientes online mais seguros. A comunidade deve continuar atenta e usar ferramentas de denúncia sempre que notar comportamentos estranhos.
Jogadores notaram que capturar o Foxpark em Palworld ficou mais fácil recentemente. Relatos da comunidade dizem que a criatura tem aparecido com mais frequência em certas áreas, o que facilita encontros e tentativas de captura. A diferença tem sido observada especialmente em regiões com vegetação densa, onde o Foxpark costuma rondar. A mudança parece relacionada ao comportamento de spawn e a uma maior janela de aparição, tornando a caça menos dependente da sorte.
Quem está tentando capturar o Foxpark deve focar em reduzir a vida do alvo antes de usar a ferramenta de captura, usar iscas quando disponível e apostar em Pals que causem imobilização ou sono. Se possível, prefira Pals que desacelerem o inimigo e faça abordagens furtivas para evitar que ele fuja. Posicionar-se nas bordas das zonas de aparição e observar os padrões de movimento também ajuda. Essas dicas simples já ajudaram vários jogadores a garantir a captura sem grandes perdas.
Vale lembrar que essas alterações podem ser temporárias, então quem quer aproveitar deve agir logo. Fique atento à comunidade do jogo para confirmar se as condições são estáveis e prepare sua equipe com itens e Pals que facilitem a captura. Aproveite a facilidade para treinar e completar suas coleções, mas esteja pronto caso as condições mudem novamente. Assim você aumenta suas chances de adicionar o Foxpark ao seu time sem muita complicação.
Tim Sweeney comparou as regras da Valve para compras de DLC a uma concessionária que pede 30% do combustível. Com essa imagem ele criticou uma prática que considera exagerada e desconexa com a experiência do jogador. A fala voltou a colocar na mesa como as lojas digitais lidam com vendas de conteúdo adicional e comissões.
Sweeney afirma que políticas que impõem taxas ou restrições sobre DLCs reduzem a escolha do jogador e prejudicam a competição entre lojas. Essas regras podem criar barreiras para estúdios menores, que dependem das vendas de conteúdo extra para sustentar seus projetos. Também tornam a experiência de compra mais complicada e menos transparente para quem só quer adicionar conteúdo ao jogo.
A comparação provocou reações da comunidade e de desenvolvedores, reacendendo debates sobre comissões e controle das plataformas. Não houve resposta oficial da Valve ao comentário até agora. A discussão mostra que o tema ainda é sensível dentro do mercado de jogos, com impactos diretos na relação entre lojas, criadores e público.
Para os jogadores, o ponto mais importante é acompanhar mudanças nas políticas e entender como elas influenciam acesso e preço de DLCs. Para criadores, o foco segue em buscar modelos de distribuição que preservem receita e liberdade. A conversa continua aberta e pode levar a ajustes nas regras das lojas digitais.
Fevereiro marca o terceiro aniversário do Trading Post de World of Warcraft. Para comemorar, mais vendedores do Trading Post estão montando barracas nos Forgegrounds, em Dornogal. Eles vão colocar à venda vários itens que já passaram pelo Trading Post em anos anteriores. A ação é por tempo limitado e traz uma chance de recuperar cosméticos que não estavam disponíveis há algum tempo. É uma celebração do recurso que permite aos jogadores ter outra oportunidade para completar coleções.
Entre as ofertas estão montarias, mascotes, brinquedos e peças de transmogrificação que apareceram em inventários passados do Trading Post. Alguns itens são muito procurados por colecionadores. Outros são novidades de eventos anteriores que voltarão a aparecer de forma rotativa. Se você é um jogador que gosta de personalizar o visual, vale a pena conferir.
Esses vendedores já apareceram no ano passado com parte desses itens, e agora ampliaram a seleção para a comemoração. Além disso, houve vendedores bônus em ocasiões anteriores que trouxeram surpresas extras, então fique atento a mudanças na lista de ofertas.
Para aproveitar, procure os vendedores no Forgegrounds em Dornogal enquanto durar o evento de fevereiro. A disponibilidade é limitada, então vale conferir com frequência e falar com os vendedores para ver o que cada um tem. Se joga World of Warcraft, não deixe passar: pode ser a chance de recuperar algo raro para seu personagem.
A Wildlight liberou um modo de jogo 5 contra 5 por tempo limitado em Highguard. A novidade estreou apenas quatro dias após o lançamento e fica disponível a partir de hoje (30) ao longo de todo o fim de semana para todos os jogadores. A ação faz parte das duas grandes atualizações desta semana, pensadas para ajustar o jogo ao formato de serviço ao vivo.
O update também trouxe uma base inédita, chamada Soul Well. Em português, Poço da Alma, essa relíquia sombria vem de uma era perdida e foi inserida na rotação dos modos 3 vs. 3 e 5 vs. 5. Sentinelas agora podem explorar corredores estreitos, áreas escuras e pontos de confronto que mudam a dinâmica tática das partidas.
Além das novidades de conteúdo, a equipe entregou otimizações e correções. Só nesta semana centenas de bugs foram eliminados e houve ganhos na performance geral. A atualização 1.0.4, liberada recentemente, já tinha trazido correções e novas opções de vídeo solicitadas pela comunidade.
Se quer testar as mudanças, aproveite o fim de semana para jogar o 5v5 e conhecer a Soul Well. Há um vídeo com detalhes da nova base que ajuda a entender rotas e pontos estratégicos antes de entrar nas partidas. A desenvolvedora promete mais ajustes rapidamente, então é uma boa hora para voltar ao jogo e ver como tudo ficou.
Roblox anunciou uma mudança para um sistema ‘unificado’ de avatares. A ideia é ter um único formato de avatar que funcione em todos os jogos e dispositivos. Isso deve padronizar como roupas e acessórios são aplicados. A intenção é facilitar a criação e tornar os itens mais compatíveis entre experiências.
A reação da comunidade foi rápida e majoritariamente negativa. Jogadores reclamam nas redes sociais sobre perda de personalização. Muitos temem que estilos antigos deixem de funcionar. Também surgiram queixas sobre possíveis bugs e alterações que mudariam o visual de avatares já conhecidos.
Criadores de roupas e acessórios estão preocupados com a conversão dos itens. Eles querem garantias de que o catálogo atual será preservado. Pedem ferramentas para migrar itens e proteger vendas já feitas. A insegurança afeta tanto quem cria por hobby quanto quem depende disso para renda.
A empresa afirmou que vai ouvir o feedback e ajustar o plano antes de aplicar mudanças em larga escala. Ainda há pedido por cronogramas claros e testes públicos. A transição pode trazer benefícios a longo prazo, mas precisa ser feita com cuidado para não perder a confiança da comunidade.
Se a mudança for bem implementada, poderá abrir mais possibilidades de criação e tornar itens mais fáceis de usar em diferentes jogos. Mas se for aplicada rápido e sem suporte, pode prejudicar a economia interna e afastar jogadores. Muitos esperam transparência e ferramentas práticas antes de qualquer alteração definitiva.
Highguard recebeu o update 1.0.4 poucos dias após o lançamento e já está disponível em todas as plataformas. A atualização traz correções de travamentos, novas opções de jogabilidade e ajustes de vídeo pedidos pela comunidade. Algumas opções do menu ainda estão apenas em inglês; as traduções chegam em atualização futura.
Nos controles, agachar pode ser feito segurando ou com um toque, agora em todas as plataformas. A mira ganhou a opção de toque no PC por enquanto. No controle, mirar e depois apertar correr pode trocar a mira, o que pode confundir. Jogadores de PC podem remapear a tecla de troca de mira; a equipe busca trazer essa alternativa aos consoles.
Nas opções de vídeo, consoles ganham FOV de até 110 e modos de sombras e reflexos mais leves para melhorar a performance. A configuração baixa de sombras desativa a névoa volumétrica. Foi adicionada a qualidade da distância de renderização e controles para materiais anisotrópicos, aberração cromática e bloom. Borrão de movimento e profundidade de campo ainda precisam de testes. Usuários de DLSS podem escolher predefinições e haverá mais opções em breve. Também é possível desligar a iluminação global. Foi corrigido um bug que limitava notebooks a 60 FPS. O patch resolve travamentos ao sair de partidas no PS5 sem controles e ao entrar em máquinas com armazenamento lento. Problemas de presença online e matchmaking foram ajustados, e as mudanças reduziram os travamentos em cerca de 90%, deixando o jogo mais estável. Highguard é um shooter de incursão gratuito para PC, Xbox Series X|S e PlayStation 5 com crossplay completo, criado por veteranos de Apex Legends, Titanfall e Call of Duty: Modern Warfare. A Wildlight Entertainment segue trabalhando em otimizações.
A Garena anunciou o mapa ‘Reis do Bloco’, criado pela equipe brasileira em parceria com a Prefeitura de Salvador. O mapa fica disponível na Oficina de Criação de 5 a 28 de fevereiro de 2026. Ele recria o bairro do Pelourinho com cores, arquitetura e clima de Carnaval. A ação tem apoio de Claro, Claro gaming e Embratur, e busca celebrar a cultura brasileira dentro do jogo.
No mapa, as partidas usam o modo Dominação em confrontos 4v4. As equipes disputam o controle da área central e quem conseguir três vitórias primeiro vence. Pelo cenário, os jogadores vão achar vários easter eggs e referências da cultura baiana, como banheiros químicos, uma caminhonete rebaixada e placas de rua. A Oficina de Criação permite que a comunidade jogue, compartilhe e crie novos mapas.
Para entrar, mude a guia do modo de jogo e clique no botão Oficina de Criação no canto inferior direito da tela. Os influenciadores baianos Minato e Level Up são os embaixadores do mapa e vão ajudar a divulgar a experiência. O projeto reforça o compromisso da Garena com a diversidade e com a valorização das identidades locais, além de incentivar novos criadores dentro do ecossistema do jogo. A ideia é ampliar a presença da cultura baiana para jogadores do mundo todo.