A missão Combat Recon em Arc Raiders, na atualização Headwinds, pede que você visite três pontos na Buried City e, se preciso, colete um Relé de Observação. As etapas podem ser feitas em qualquer ordem, então vá para a área mais próxima quando entrar na partida. Você não precisa derrotar o Bombardeiro para pegar relés, mas os drones de reconhecimento (Spotters) o alertam.
Main Street: o ponto mais difícil de localizar. Entre no sótão da casa mais a oeste em Plaza Rosa, no sul da Buried City. No sótão, interaja com o ponto junto à janela do telhado que dá vista para a praça a leste. Cuidado: pode surgir um Bombardeiro onde Main Street encontra Plaza Rosa, e a área costuma ter muitos jogadores.
Parking Garage: suba ao telhado (há uma tirolesa) e vá ao lado sudoeste, onde fica a escadaria. Interaja com o ponto no topo das escadas junto ao corrimão quebrado. O telhado é exposto; fique atento a Fogueteiros ou Bombardeiros.
Marano Park: o mais simples. Entre no ônibus mais próximo da entrada do metrô, olhando para Piazza Roma a oeste. O ponto de interação fica na porta traseira. Recomendo deixar Marano Park por último, pois fica no centro do mapa e perto da estação de metrô para exfiltrar.
Onde achar Spotters e Relés de Observação:
- Você precisa destruir dois drones de reconhecimento e coletar ao menos um Relé de Observação para entregar a Shani. Verifique seu inventário antes — pode já ter um relé pronto.
- Spotters são drones lançados por Bombardeiros. Bombardeiros e Spotters aparecem em Parking Garage, Marano Park e Plaza Rosa/Main Street — os mesmos três locais da missão — então aproveite e os derrote enquanto completa os objetivos.
- Relés reaparecem pouco depois de serem coletados, o que permite farmar relés desde que você não mate o Bombardeiro.
Resumo: faça as três interações, pegue o Relé de Observação e entregue a Shani. Priorize a segurança, escolha o objetivo mais próximo e use o metrô em Marano Park para sair rápido se a área virar um caos.
A comunidade de Roblox adora jogos de colecionar pets. Com os códigos ativos de Tap Simulator, você pode conseguir poções e fichas para acelerar seu progresso. Como o jogo exige muitos cliques, aumentar o multiplicador com pets sortudos é a forma mais rápida de evoluir.
Códigos ativos:
- russo – (5) Fichas
- lucky – (1) Poção de Sorte III
- tacos – (1) Poção de Taco
- enchant – (5) Cristais de Encantamento
Códigos expirados:
- Não há códigos expirados no momento.
Como resgatar códigos em Tap Simulator:
- 1. Abra Tap Simulator no Roblox
- 2. Selecione o botão “Codes” no menu à esquerda
- 3. Cole um dos códigos ativos
- 4. Clique na seta verde para confirmar
Se aparecer “Invalid Code”, verifique se não há erros de digitação ou espaços extras ao colar o código.
O PC gaming sempre foi caro, e agora a RAM virou motivo extra de dor de cabeça. Em testes recentes, um kit de 32 GB DDR5‑6000 CL30 chegou a custar menos de R$470 durante promoções; hoje o mesmo módulo aparece por cerca de R$2.500. Há kits mais baratos de marcas desconhecidas por cerca de R$1.600, mas eles rodam em 4.800 MT/s com latências piores. Com a diferença de largura de banda e timings, a pergunta é: isso arruína a experiência nos jogos?
Para responder, foi usado um PC de alto desempenho com AMD Ryzen 9 9900X e uma GeForce RTX 5090, comparando um kit DDR5‑6000 CL32 com o DDR5‑4800 CL40. Foram testados sete jogos em 1080p, 1440p e 4K, registrando média e 1% low em cinco minutos de gameplay por título. A ideia foi ver quando o gargalo vem da GPU ou da memória.
Resultado: títulos pesados na GPU como Cyberpunk 2077, Black Myth: Wukong e Stalker 2 mal sentiram a diferença. Jogos com muita CPU ou streaming de dados, como Microsoft Flight Simulator 2024, e casos competitivos como Counter‑Strike 2 (em resoluções/qualidades baixas) mostram sensibilidade. Spider‑Man Remastered e Hogwarts Legacy foram os mais afetados — especialmente nas quedas de 1% low; Hogwarts chegou a perder até cerca de 20% nos piores momentos. Testes adicionais com uma RTX 3060 Ti mostram que, em presets baixos e médios (quando a CPU manda), a memória mais lenta reduz mínimos de forma mais visível.
Conclusão rápida: se você joga competitivos no máximo de FPS ou roda jogos que fazem muito streaming de dados, prefira kits mais rápidos. Para a maioria dos jogadores com GPU ocupada, economizar num DDR5‑4800 não vai arruinar a experiência — só vai doer menos no bolso.
O Ryzen 7 9850X3D é a nova aposta da AMD para quem quer o máximo em desempenho para jogos. Na prática, é uma versão do 9800X3D escolhida a dedo e com overclock de fábrica. Nos testes, ele entrega um ganho pequeno em jogos — normalmente só até cerca de 2,5% a mais de FPS em títulos que aproveitam o 3D V-Cache.
Do ponto de vista técnico, a CPU usa Zen 5 e a segunda geração do 3D V-Cache, que agora fica sob o CCD. Isso permite clocks mais altos sem atrapalhar tanto o resfriamento. A ideia é aumentar bastante o L3 cache para reduzir acessos à memória, o que ajuda especialmente em jogos muito dependentes do processador.
Mas o lado ruim é o consumo e o calor. Para conseguir esses poucos frames a mais, o 9850X3D pode consumir cerca de 43% a mais em jogos e rodar até 24% mais quente. Em placas de vídeo top a diferença prática é mínima; com GPUs mais comuns os resultados variam e nem sempre o 9850X3D vence.
No preço sugerido, o 9850X3D sai por cerca de R$2.600, só cerca de R$100 a R$150 a mais que o 9800X3D. Para a maior parte dos jogadores, o 9800X3D segue sendo a melhor escolha pelo custo e consumo. O 9850X3D faz sentido para quem quer o topo pronto para uso ou prefere um chip binado com promessa de maior estabilidade.
A atualização Headwinds de Arc Raiders chegou, mas o lançamento foi prejudicado por um ataque massivo de DDoS que afetou a estabilidade dos servidores. A Embark informou que equipes técnicas estão trabalhando em mitigações para conter os ataques. Ainda há progresso, mas o problema segue ativo.
A equipe informou que os servidores já mostram sinais de recuperação, mas ainda não voltaram ao normal. A desenvolvedora pediu que os jogadores tenham cuidado ao entrar no jogo para evitar perda de itens ou progresso. Uma correção urgente com as principais mudanças deve ser liberada ainda hoje no horário de São Paulo.
A atualização também trouxe bugs. Algumas armas tiveram a cadência de tiro reduzida, cosméticos sumiram do menu de personalização, trechos da localização em ucraniano apareceram antes do previsto e jogadores notaram que o tempo para os itens aparecerem ficou mais lento. Esses e outros problemas serão tratados na correção.
A Embark diz que trabalha para estabilizar os servidores e resolver os erros o mais rápido possível. Enquanto isso, quem entrar deve estar ciente dos riscos. A situação pode melhorar nas próximas horas, mas por enquanto entre por sua conta e risco.
Se notar problemas, registre evidências e use os canais oficiais de suporte da Embark para relatar falhas. Evite vender ou trocar itens até a situação se normalizar. A equipe promete atualizações assim que a correção for aplicada.
A chegada do transmog 2.0 junto da atualização 12.0 deixou muitos jogadores de World of Warcraft em choque. De repente, personagens apareceram sem as aparências personalizadas que os jogadores haviam montado, e telas de login mostraram avatares com visuais padrão. A redefinição foi rápida e inesperada, e muita gente encontrou seus conjuntos de transmog vazios ao entrar no jogo. A mudança afetou tanto veteranos quanto novatos, já que muitos acumulavam looks há anos.
Relatos de jogadores indicam que coleções e conjuntos foram reorganizados, com peças remapeadas ou desconectadas dos personagens. Isso obrigou muitos a refazerem combinações do zero. Nas redes sociais, a comunidade reclamou da perda de tempo e pediu que os responsáveis corrijam inconsistências. Alguns deixaram exemplos de como recuperar certos visuais, mas a experiência geral ficou falha até que ajustes cheguem. Alguns relataram também conflitos com addons que gerenciam visuais, o que complicou a recuperação.
Como agir: abra sua coleção de transmog, confira os conjuntos salvos e reaplique os visuais que você quer manter. Atualize addons relacionados a aparências e, se possível, faça capturas ou anote seus conjuntos favoritos para facilitar a restauração. Salve de novo os looks e, quando notar problemas, envie um relatório pelo suporte do jogo. Observe os comunicados oficiais, pois correções devem tornar a transição mais tranquila e recuperar parte das opções perdidas. No fim, a reformulação traz potencial, mas pode exigir paciência para voltar ao visual que você prefere.
World of Warcraft entra numa fase mais ambiciosa da história: a Worldsoul Saga será uma trama em três expansões e os desenvolvedores avisam que nem todo mundo vai sobreviver. Em entrevista, os diretores do jogo Ion Hazzikostas e Maria Hamilton disseram que a equipe está preparando movimentos ousados e que haverá mortes importantes ao longo da trilogia.
Hamilton afirmou que essas decisões são difíceis e que o time discute o momento certo para remover personagens do cenário, sem revelar nomes. A abertura de The War Within incluiu a morte falsa de Khadgar, um exemplo desse tipo de artifício. Isso chega como um alívio para quem já cansou de mortes falsas — a equipe já usou esse artifício antes, e agora parece disposta a tornar as consequências reais. Hazzikostas também prometeu que pontos deixados em aberto no passado serão revisitados; exemplos incluem o conceito de Arma de Tchekhov, como a espada gigantesca cravada em Azeroth desde Legion. Eles disseram que algumas peças deixadas em outras expansões vão demorar a ganhar uso, mas provavelmente terão papel importante mais à frente.
O recado é claro: a narrativa terá risco e peso, e os jogadores podem esperar histórias com impacto real. Ainda falta ver quem será afetado, mas a promessa é de golpes grandes que devem reverberar por várias expansões. Isso torna cada evento importante e deve dar mais tensão às próximas histórias. Para quem joga, é hora de acompanhar as próximas novidades com atenção.
Fique atento: as respostas virão nas próximas expansões e podem mudar o rumo do jogo.
O ex-loremaster Kurt Kuhlmann diz que, ainda na época de Fallout 4, havia um consenso interno sobre onde The Elder Scrolls 6 deveria se passar, e que a escolha parecia óbvia entre as pessoas que discutiam. Ele deixa claro que aquilo não estava totalmente fechado e que, desde que saiu da empresa em 2023, ficou fora das decisões. O único material oficial que temos é o teaser de 2018 — uma curta cena de montanha que não revela quase nada.
Kuhlmann conta que, apesar de ter sido prometido como chefe de design em TES6, as prioridades mudaram com Fallout 4, Fallout 76 e, principalmente, Starfield, que consumiu muitos recursos do estúdio. Isso explica por que o jogo, na prática, era só uma ideia e não um projeto em desenvolvimento avançado. Na época, as conversas eram mais sobre o tom e o cenário do que sobre roteiro fechado.
O ex-loremaster chegou a imaginar uma história no estilo O Império Contra-Ataca: os jogadores venceriam batalhas, mas o jogo terminaria com o Thalmor tomando Tamriel, preparando um confronto ainda maior para um possível TES7. Enquanto isso, fãs seguem especulando sobre locais como Hammerfell e High Rock, baseados em pistas e no teaser antigo. No fim, permanece a sensação de que ainda vamos ter que adivinhar muito antes de ver algo concreto.
Um clipe mostra um truque curioso em Arc Raiders: um jogador agarra o gancho a um amigo que sai correndo em direção à Spaceport Tower. O jogador se deixa abatido com uma granada e outro colega impede a morte com um atendimento rápido. Só quando o corredor chega ao topo, o gancho dispara e manda o jogador voando pelo mapa. No meio do salto dá até pra ouvir o jogador se divertir com a situação. O clipe foi compartilhado por um streamer e chamou atenção por usar a ajuda dos companheiros para criar um salto improvável.
É engraçado, mas não muda muito a jogabilidade. Para que funcione, um companheiro precisa correr sozinho até um ponto alto antes de reviver o abatido, o que é arriscado em partidas normais e pouco prático em confrontos. Ainda assim, o clipe mostra que o gancho instantâneo tem técnicas de movimento que alguns jogadores podem aproveitar, especialmente em rotas criativas ou para escapar rápido de perigos.
Antes, havia um método de voo envolvendo o gancho instantâneo junto com um gancho retrátil, que foi removido. Agora parece que o problema ressurgiu em outra forma, e há relatos de que também funciona se você agarrar uma escada na sequência. A desenvolvedora Embark costuma corrigir esses bugs com rapidez; já eliminou falhas que permitiam atravessar portas ou ganhar itens de forma indevida. Por isso, é provável que essa forma de planar também seja ajustada nas próximas atualizações.
‘The League’ é uma missão mais leve em Arc Raiders. Apollo quer montar um time de futebol no apocalipse, e sua tarefa é ajudar.
A missão tem quatro etapas, mas o maior desafio é encontrar os postes de gol e a banca de revistas. As outras duas etapas pedem a Bomba de bicicleta e a Bola de futebol murcha; se você não tiver essas itens no inventário, eles aparecem próximos aos objetivos.
A banca de revistas está na pequena banca de jornal no extremo norte de Marano Station, na Buried City. Há duas bancas na estação, mas apenas a do norte está aberta. Entre na banca e aparecerá a opção para fotografar. Para conseguir a Bomba de bicicleta, saia e interaja com a bicicleta encostada na parede norte da banca; isso fará a Bomba de bicicleta surgir, e você poderá recolhê-la e extrair.
Os postes de gol ficam no lado leste das Water Towers, no canto sudoeste dos Dam Battlegrounds, ao lado da torre mais a nordeste. A Bola de futebol murcha está numa pequena caixa de metal na grama entre os postes e a torre. Assim como a bomba, essa bola pode aparecer em outros lugares, mas aqui ela surge de forma garantida.
Depois de fotografar a banca e os postes e extrair com a Bola de futebol murcha e a Bomba de bicicleta, a missão é concluída. A recompensa é o esquema de cores Faded Flush para o traje Aviador.
Dica: aproveite os pontos garantidos na estação e nas Water Towers para pegar tudo numa única rota e extrair em segurança.
A Razer lançou o Synapse Web, uma versão beta que roda em navegadores baseados no Chromium. Por enquanto a compatibilidade é bem limitada: só três teclados são suportados — Razer Huntsman V3 Pro, Razer Huntsman V3 Pro Mini e Razer Huntsman V3 Pro 8 kHz. Em testes iniciais o app web não reconheceu meu Huntsman V3 Pro: instalei o firmware com o atualizador separado e o teclado funcionou no Synapse local, mas o Synapse Web exibiu a mensagem ‘no compatible devices found’. Pode ser um problema do beta ou da configuração do meu PC.
Quando ficar mais estável e ganhar mais dispositivos, será ótimo para quem não quer ter vários programas locais. Não é só sobre uso de memória — o Synapse local consumiu menos de 270 MB em repouso e cerca de 600 MB quando aberto em uma máquina com 32 GB de RAM — mas ter vários apps de periféricos rodando ao mesmo tempo é incômodo. No meu teste o navegador usou apenas 111 MB sem o dispositivo carregado. A expectativa é que a versão web use menos memória mesmo com tudo funcionando e que seja mais prático sair do app local quando não precisar.
No Linux isso pode facilitar o gerenciamento sem depender de drivers de terceiros, embora seja necessário ajustar permissões do navegador via WebHID em algumas distribuições. O lado ruim é depender de internet e dos servidores; por isso é bom ter a opção local e a online. No geral é um passo na direção certa: em 2026 é ruim quando um periférico não tem opção de configuração pelo navegador. Mais fabricantes deveriam apostar nisso.