O estúdio por trás de Arc Raiders ativou melhorias no sistema de detecção e punição contra trapaceiros. Jogadores flagrados estão recebendo suspensões temporárias de 30 dias. Uma imagem de aviso que vem circulando mostra que o acesso será restaurado em fevereiro de 2026, ou seja, daqui a um mês.
A desenvolvedora também está devolvendo itens que foram tomados por trapaceiros aos jogadores afetados. A reação da comunidade foi mista: muita gente comemora a ação, mas outros pedem banimentos permanentes. Entender a diferença entre infrações ajuda: modificações estéticas ou mudanças de câmera são diferentes de trapaças que dão mira automática ou que roubam itens.
Além das suspensões, surgiram sugestões de punições dentro do jogo, como surgimento constante de inimigos sobre quem trapaceia, redução da velocidade de movimento ou deixar os trapaceiros presos em lutas entre si. Essas ideias mostram frustração e desejo por justiça imediata, mesmo quando nem todas são viáveis tecnicamente. O essencial é que haja resposta clara quando alguém estraga a experiência dos outros.
Resta esperar que os sistemas de detecção melhorem e que as penalidades evoluam conforme o comportamento. Para quem joga limpo, ver medidas sendo tomadas já é um alívio. O caminho ideal é um ambiente onde habilidade, trabalho em equipe e diversão sejam a regra.
Hytale teve um ciclo de desenvolvimento longo e turbulento. O projeto começou em 2015, passou por mudanças de gestão e ficou parado por um tempo, até que os fundadores originais o reavivaram em novembro de 2025. Essa trajetória aumentou a curiosidade sobre o que chegaria no lançamento.
Mesmo durante a pausa, o interesse permaneceu alto: o trailer de anúncio acumulou dezenas de milhões de visualizações e a equipe espera uma grande adesão no lançamento. Pouco antes da estreia, o fundador anunciou nas redes sociais que as pré-compras cobriram os custos de desenvolvimento pelos próximos dois anos e que ele se comprometeu pessoalmente a apoiar o projeto por dez anos. Essa combinação traz mais segurança financeira e tempo para a equipe planejar o futuro.
O acesso antecipado não mostra toda a ambição do estúdio, mas já entrega bastante conteúdo: modo sobrevivência, ferramentas criativas robustas e espaço para experiências variadas — um desenvolvedor já usou as ferramentas para criar um jogo lateral caseiro. A equipe cresceu para mais de cinquenta desenvolvedores, com vários ex-membros recontratados.
Se a comunidade abraçar o jogo, o período inicial pode ser promissor. Ainda há trabalho para cumprir as metas originais, mas o apoio via pré-compra e o compromisso dos fundadores deixam o cenário mais otimista para os próximos anos.
Nick Pechenin, chefe de design da Larian, disse que o próximo Divinity vai mudar bastante a fórmula dos jogos Original Sin. Em uma sessão de perguntas e respostas, ele explicou que a equipe revisou ideias de Divinity: Original Sin 1 e 2 e também se inspirou no trabalho feito durante o desenvolvimento de Baldur’s Gate 3. O resultado foi a criação de um novo sistema de economia de ações e de progressão de personagens.
Não há muitos detalhes finais, mas a intenção é equilibrar o ritmo do combate. Em jogos de mesa como D&D, a limitação de ações por turno privilegia controle de grupo, enquanto em DoS2 os pontos de ação permitiam longos turnos. A Larian quer algo que seja intuitivo para fãs de ambos os estilos e que evite turnos arrastados ou momentos de espera.
A equipe também vai simplificar superfícies elementais que acabaram ficando confusas no título anterior. Variantes demais de efeitos positivos e negativos tornaram algumas mecânicas pouco claras para os jogadores. Para encurtar lutas, a Larian aplicou técnicas que permitem que inimigos simples se movam e ataquem em conjunto, reduzindo o tempo ocioso do jogador.
Por fim, a Larian tende a abandonar loot totalmente aleatório em favor de itens mágicos mais trabalhados à mão, como acontece em alguns RPGs modernos. A experiência mostrou que a aleatoriedade pode confundir e não poupou tanto tempo quanto parecia. Em resumo: menos confusão, combates mais ágeis e itens com identidade.
No domingo (horário de São Paulo), a loja de jogos Steam alcançou um novo recorde de usuários simultâneos: 42.042.778. Registros públicos de atividade mostraram que a plataforma passou a marca de 42 milhões, um pico que abre o ano com força para o universo do PC.
O crescimento é parte de uma tendência: nos últimos meses a Steam já vinha registrando novos máximos — 39 milhões em dezembro de 2024, 40 milhões em março e 41 milhões em outubro. Esses picos não vieram só por lançamentos isolados; parecem refletir uma base de jogadores que continua ativa e engajada.
Ao mesmo tempo, montar ou atualizar um PC em 2026 tem sido caro. Memória RAM e SSDs ficaram mais caros porque parte da produção é destinada a servidores e infraestrutura para projetos de inteligência artificial, e placas de vídeo também seguem em preços elevados em vários momentos. Isso faz muita gente adiar upgrades e seguir com CPUs de seis anos e 16 GB de RAM.
Ainda assim, os números mostram que jogar no PC segue firme. Mais usuários online mantêm comunidades vivas e atraem desenvolvedores. Se você tem um PC antigo, a recomendação é aproveitar promoções de jogos e ajustar configurações para continuar jogando sem gastar muito — a plataforma continua crescendo e é provável que vejamos novos recordes em breve.
Depois de sete anos de espera, Hytale chega à fase de early access na terça-feira, 13 de janeiro. No horário de São Paulo, o acesso será liberado às 12h. O lançamento é simultâneo para todas as regiões e não haverá acesso antecipado. O desenvolvimento começou em 2015 com apoio da Riot Games; a equipe foi adquirida em 2020, o projeto foi interrompido em junho de 2025 e revivido pelo fundador em novembro.
O jogo estará disponível apenas no Windows nesta fase; suporte a Mac e Linux deve chegar depois. Não há pré-carregamento, por isso é recomendável baixar o Launcher oficial antes do dia do lançamento e criar uma conta. O fundador avisou nas redes sociais que a equipe espera mais de um milhão de jogadores no primeiro dia, então fazer isso com antecedência pode reduzir problemas de fila. Os requisitos oficiais indicam cerca de 20 GB de espaço livre.
Hytale não estará no Steam durante o early access; será preciso usar o Launcher dedicado para comprar e baixar o jogo. Há três edições disponíveis que oferecem diferentes conjuntos cosméticos e capas exclusivas. Se quer evitar estresse no lançamento, baixe o Launcher e entre na sua conta antes das 12h do dia 13.
A G31, também chamada de Intel Arc B770, é a placa que teima em aparecer. Ela não foi revelada na CES, mas arquivos de um pacote de driver do Panther Lake mostraram referências ao modelo. Isso aconteceu quando alguém no evento abriu os arquivos do driver de um laptop e encontrou pastas que citam o G31. O aparecimento dessas referências reacendeu a conversa sobre uma GPU Intel de alto desempenho para jogos.
Há várias explicações possíveis para o sumiço. Uma é a alta nos preços da memória, que pode atrasar um lançamento até que os módulos fiquem mais estáveis. Outra é que a Intel preferiu focar no lançamento dos novos processadores Panther Lake, que usam um nó de fabricação mais avançado. Também é possível que a empresa esteja ainda ajustando os drivers para uma GPU maior e mais complexa.
O desempenho esperado varia bastante. Fala-se em algo entre uma RTX 5060 Ti e até uma RTX 5070. Se a B770 chegar perto do topo dessa escala e vier com 16 GB de VRAM, pode virar uma opção atraente, especialmente se a Intel mantiver preços competitivos. As placas Arc anteriores tiveram problemas no lançamento por causa de drivers, mas melhoraram com atualizações. Mais competição no mercado de GPUs seria ótima para os jogadores. Mesmo com esse novo vazamento, a esperança existe, mas já começa a enfraquecer.
Anthem está chegando ao fim: os servidores serão desligados e uma pequena comunidade voltou para se despedir no último dia. O jogo teve uma recepção mista no lançamento, com críticas e elogios. Atualizações ao longo dos anos corrigiram problemas importantes, mas não foram suficientes para salvar o projeto.
Jogadores e transmissões ao vivo registram uma cena nostálgica: não está vazio, mas está quieto. Muitos veteranos vestem seus exoesqueletos, comemoram conquistas e se reúnem em áreas do jogo para se despedir. Há missões sendo feitas até o último momento e capturas de tela compartilhadas nos fóruns da comunidade.
A esperança de um milagre persiste: alguns torcem por uma atualização de última hora, outros por servidores privados mantidos pela comunidade. Há precedentes, com jogos como Avengers, Suicide Squad e Redfall ganhando modos offline antes do fim do suporte, e isso alimenta a esperança entre os últimos fãs. Usuários comentam e lembram o lema do jogo, “Strong alone, stronger together”, enquanto se dão o último adeus.
Mais do que o fim de um serviço, o desligamento expõe a frustração de quem perde acesso a algo que apoiou e pagou. Para parte da comunidade, o caso reforça a importância de discutir como os jogos live service são tratados quando deixam de ser lucrativos.
Existe um som de pássaro que aparece em centenas de músicas, filmes e jogos. É um trinado tremolo e bem reconhecível que muita gente ouve sem perceber. O sample ficou famoso por aparecer em Age of Empires e logo apareceu em faixas pop e eletrônicas. Você pode ter ouvido esse som em saídas de músicas ou em cenas que querem passar algo selvagem ou misterioso. Uma base de amostras indica que ele aparece em ao menos 190 faixas.
A gravação foi feita por Richard Burmer e virou um preset no sintetizador E-mu Emulator II. Depois ela entrou em bibliotecas de efeitos e em discos com sons de jogos. Em entrevista, um produtor chegou a dizer que pegou o som num CD japonês com sons de videogame, o que ajuda a explicar por que ele foi parar em tantos artistas e estilos.
O sample não aparece só em músicas. Filmes preferem outra versão do chamamento do mergulhão, uma uiva longa usada em cenas sombrias. Nos jogos, o trinado do Age of Empires reaparece em títulos como Counter-Strike, vários jogos da linha Lego, Majora’s Mask, Banjo-Kazooie, Two Worlds, The Long Dark e até em momentos de Halo Infinite e Dark Souls. Depois de ler isso, você vai começar a ouvir o som em todo lugar.
Steam recebe dezenas de lançamentos por dia. Se você está perdido, aqui vão cinco jogos novos que merecem atenção esta semana. Tem de tudo: um FPS retrô, um shmup com progressão no estilo Vampire Survivors, um JRPG 8-bit, um MMO gratuito e um FMV tenso.
Oddcore é um FPS retrô muito rápido com jeito de roguelite: runs curtas de cinco minutos, mais de 50 áreas e inimigos variados. Você acumula itens que mudam seu estilo de jogo e o título está em acesso antecipado enquanto recebe novos conteúdos. Vital Shell mistura a progressão de Vampire Survivors com um shooter espacial por ondas e mechs personalizáveis: há cinco estilos base e milhares de combinações de build para experimentar. Dungeon Antiqua 2 segue a fórmula clássica dos JRPGs 8-bit, com exploração de cima, combates por turno lateral e pixel art simples e eficiente — uma boa pedida para quem gosta de nostalgia.
Dreadmyst é um MMO de fantasia gratuito criado por um único desenvolvedor, sem planos de monetização; tem perspectiva isométrica, combate por alvo e quatro classes (paladino, mago, arqueiro e clérigo), além de masmorras cooperativas. Blood Money: Lethal Eden é um thriller em FMV sobre golpes amorosos e centros de scam, com ambientação sombria e narrativa curiosa; o jogo recebeu muitas avaliações positivas logo nos primeiros dias. No geral, há opções para quem quer ação rápida, builds profundas, nostalgia, jogo em equipe ou histórias pesadas.
Hytale está se mostrando cada vez mais como uma plataforma de criação além de ser só um jogo. A equipe quer oferecer um conjunto de ferramentas para que jogadores montem minijogos, níveis e cenas sem precisar programar. A ideia vem das mesmas raízes do grande servidor de Minecraft que inspirou o projeto, e isso promete liberar muita criatividade da comunidade.
Um pequeno vídeo publicado pelo fundador mostrou um side‑scroller 2D criado por um designer de níveis, sem ajuda de programador. A cena impressiona pelo visual e pela direção de arte, e aponta que quem souber usar as ferramentas poderá construir experiências bem diversas. Outro vídeo da equipe mostrou as ferramentas de criação de mundo, com foco em posicionar objetos e decorar espaços, algo parecido com sistemas de moradia de MMOs.
Também estão previstas ferramentas para criação de machinima, o que facilita fazer vídeos e cenas com personagens do jogo. Ainda não se sabe se tudo será simples para iniciantes, mas a combinação de edição de níveis, criação de objetos e recursos para vídeo deve atrair modders e criadores. Com o acesso antecipado marcado para 13 de janeiro e um histórico de desenvolvimento turbulento, o mais interessante é ver o que a comunidade vai inventar — desde casas decoradas até jogos completos feitos por fãs.
A Games Workshop anunciou que vai abrir um Warhammer World nos EUA no final de 2027. O espaço ficará nos arredores de Washington, DC, e será um centro para fãs de Warhammer, Warhammer 40,000 e Age of Sigmar. A promessa é criar um local de alto padrão que celebre o hobby em todas as suas formas.
Warhammer World é uma espécie de destino para fãs: loja, espaço para partidas, ponto social, museu e restaurante. O cardápio terá itens com referências ao universo, como Café da Manhã do Bugman, Cerveja do Bugman e o hambúrguer Bugman’s Stack. O local original em Nottingham é muito querido, e a empresa diz que não vai replicar tudo, mas quer algo de qualidade equivalente. Para quem vive o hobby, pode se tornar uma visita obrigatória.
O novo Warhammer World deve funcionar como uma sede principal que celebra o universo Warhammer. Ainda não há muitos detalhes sobre estrutura ou atrações, apenas que a abertura está prevista para o final de 2027. Fãs devem acompanhar anúncios futuros para saber mais sobre ingressos, eventos e programações.
O anúncio deixou fãs empolgados e curiosos sobre como será o espaço. A expectativa inclui torneios, exibições de miniaturas, oficinas e áreas para pintar e montar modelos. Também é possível que haja eventos temáticos ligados a Warhammer 40,000 e Age of Sigmar, além de experiências relacionadas a jogos de computador que usam o universo Warhammer. A empresa promete divulgar mais informações aos poucos.