Zenless Zone Zero
COPA CITY

Esta última terça, 16 de junho, trouxe dois lançamentos importantes de jogos na Steam, vamos conhecer?

Zenless Zone Zero

O principal lançamento do dia é sem dúvida Zenless Zone Zero, RPG de ação da HoYoverse que finalmente chegou ao Steam. O jogo transporta os jogadores para a cidade de New Eridu, último grande refúgio da humanidade após uma série de catástrofes dimensionais conhecidas como Hollows. Os jogadores assumem o papel de um Proxy, responsável por guiar equipes de agentes em missões de combate e exploração.

A produção aposta em combate rápido, combos cinematográficos e uma forte identidade visual inspirada em anime urbano. O estilo artístico extremamente polido, aliado à trilha sonora dinâmica e personagens carismáticos, tornou o jogo um dos maiores sucessos recentes da HoYoverse.

As opiniões dos usuários e da comunidade continuam bastante divididas. Muitos elogiam a fluidez do combate, a apresentação visual e a personalidade do elenco, enquanto parte dos jogadores mantém críticas ao modelo gacha e à progressão baseada em sorte. Ainda assim, o lançamento no Steam atraiu imediatamente milhares de jogadores simultâneos. Link do jogo na Steam.

COPA CITY

Também merece destaque COPA CITY, um simulador de organização de eventos esportivos que foge completamente dos tradicionais jogos de futebol.

Em vez de controlar atletas dentro de campo, o jogador assume a responsabilidade de preparar uma cidade inteira para receber grandes partidas. É necessário coordenar transporte, segurança, entretenimento, infraestrutura e a experiência dos torcedores que chegam para acompanhar os jogos.

A proposta mistura elementos de gestão urbana, estratégia e simulação econômica. O diferencial está justamente em abordar o lado dos bastidores dos grandes eventos esportivos, algo raramente explorado nos videogames.

As primeiras impressões apontam para um jogo bastante detalhado, voltado principalmente para fãs de city builders e simuladores administrativos. Seu escopo e produção colocam o título acima da média dos lançamentos independentes do dia. Link do jogo na Steam.

O que achou? Prefere jogar Zenless Zone Zero na Steam ou criar gerenciar a copa do mundo em COPA CITY?

Gothic Remake

Uma das decisões mais importantes de Gothic Remake acontece logo nas primeiras horas de jogo. Em meio à brutal realidade da Colônia, onde criminosos, mercenários, magos e fanáticos religiosos disputam poder, o Herói Sem Nome precisa escolher qual facção irá apoiar. A escolha parece simples à primeira vista, mas define boa parte da experiência durante o início da jornada.

Embora seja possível visitar os três grandes acampamentos e realizar algumas atividades em cada um deles, o jogador só pode se comprometer oficialmente com uma facção. Isso influencia missões, equipamentos, promoções internas e até mesmo a forma como determinados personagens enxergam sua trajetória dentro da Colônia. Ainda assim, o remake preserva a filosofia do clássico original: não existe uma escolha perfeita, apenas caminhos diferentes.

O verdadeiro papel das facções em Gothic Remake

Ao contrário de muitos RPGs modernos, onde facções servem apenas como grupos para ganhar recompensas, em Gothic Remake elas representam visões completamente diferentes sobre como sobreviver dentro da barreira mágica que aprisiona todos os condenados.

A escolha não altera drasticamente a história principal, mas muda a maneira como você vivencia o mundo. Cada facção oferece missões exclusivas, equipamentos próprios e uma progressão de personagem que reforça estilos específicos de gameplay. Além disso, a Alkimia Interactive expandiu diversas áreas narrativas do jogo, adicionando mais conteúdo relacionado aos acampamentos e aprofundando suas motivações.

Acampamento Velho: ordem, poder e acesso rápido à magia

O Acampamento Velho é o primeiro grande centro social encontrado pelo jogador. Controlado por uma rígida estrutura de poder, ele funciona quase como um pequeno reino dentro da Colônia.

Quem escolhe esse caminho encontra algumas vantagens importantes. O acesso aos Magos do Fogo acontece mais cedo, tornando o Acampamento Velho uma excelente opção para quem pretende criar um personagem focado em magia. Além disso, suas armaduras pesadas oferecem ótima proteção física durante os primeiros capítulos.

Outro fator que pesa a favor é a praticidade. O local concentra treinadores, comerciantes e diversas missões em uma área relativamente compacta. Para jogadores iniciantes, costuma ser a opção mais confortável.

Por outro lado, o Acampamento Velho também representa a face mais autoritária da Colônia. A hierarquia é rígida, e boa parte de sua prosperidade depende da exploração dos trabalhadores das minas.

Acampamento Novo: liberdade, dinheiro e oportunidades

Se existe uma facção que simboliza rebeldia em Gothic Remake, é o Acampamento Novo.

Formado por mercenários, ladrões e desertores do sistema estabelecido, o grupo aposta em uma estratégia ousada para conquistar a liberdade. Sua base também é considerada por muitos fãs uma das mais impressionantes visualmente.

A progressão dentro da facção favorece jogadores que gostam de combate físico, furtividade e exploração. Treinadores especializados em arrombamento, arco e combate corpo a corpo ajudam a construir personagens extremamente versáteis. Também é possível seguir o caminho dos Magos da Água, embora isso exija mais dedicação do que o acesso inicial à magia no Acampamento Velho.

Narrativamente, o Acampamento Novo oferece uma das perspectivas mais interessantes da Colônia. Seus líderes não aceitam a situação atual e buscam uma forma concreta de romper as correntes impostas pela barreira.

Para muitos veteranos da franquia, essa continua sendo a facção mais equilibrada entre liberdade, poder militar e desenvolvimento de personagem.

Acampamento do Pântano: o caminho mais estranho e misterioso

Enquanto os outros grupos discutem política e sobrevivência, os habitantes do Acampamento do Pântano seguem uma filosofia completamente diferente.

Devotos de uma entidade conhecida como Dorminhoco, eles acreditam que a salvação virá através da fé. O resultado é uma comunidade repleta de rituais, símbolos religiosos e personagens excêntricos.

Mesmo com as melhorias implementadas no remake, o Acampamento do Pântano ainda parece menos robusto em termos de progressão quando comparado aos outros dois grupos. Seus recursos mágicos são mais limitados, o que dificulta a vida de quem deseja se tornar um mago puro.

No entanto, essa facção possui uma identidade única. Jogadores que gostam de personagens híbridos — misturando combate corpo a corpo e habilidades mágicas — podem encontrar aqui uma experiência bastante diferenciada.

Além disso, o clima de mistério que envolve o Dorminhoco ganha ainda mais relevância quando observamos o papel que essa crença desempenha nos acontecimentos centrais da narrativa.

Qual facção vale mais a pena?

A resposta depende totalmente do estilo de jogo que você pretende seguir.

  • Escolha o Acampamento Velho se quiser acesso rápido à magia, armaduras fortes e uma progressão mais direta.
  • Escolha o Acampamento Novo se prefere liberdade, versatilidade e algumas das melhores missões da primeira metade do jogo.
  • Escolha o Acampamento do Pântano se busca uma experiência diferente, focada em atmosfera, misticismo e builds híbridas.

Curiosamente, essa decisão continua sendo tão relevante hoje quanto era no clássico de 2001. O motivo é simples: Gothic nunca foi apenas sobre derrotar monstros ou concluir missões. O coração da franquia está em fazer o jogador sentir que realmente pertence a um mundo vivo, onde cada escolha tem peso social e narrativo.

Por isso, antes de assinar sua lealdade a qualquer facção, vale a pena explorar os três acampamentos, conhecer seus líderes e entender suas ideologias. Em Gothic Remake, a melhor escolha não é necessariamente a mais forte — é aquela que combina com a história que você deseja viver dentro da Colônia.

FERALPALS

O gênero de terror independente está repleto de mascotes assustadores, criaturas bizarras e sustos previsíveis. Por isso, quando FERALPALS começa parecendo uma aventura inocente em um mundo habitado por animais antropomorfizados, é fácil imaginar que estamos diante de mais uma tentativa de seguir tendências. Felizmente, não é isso que acontece.

A primeira surpresa vem justamente da ambientação. O universo criado pela Polypaw lembra bastante produções como Zootopia em sua superfície: uma sociedade funcional composta inteiramente por animais inteligentes, vivendo em cidades, trabalhando, estudando e construindo relacionamentos. Porém, por trás dessa aparência acolhedora existe uma sensação constante de que algo está profundamente errado.

A história acompanha Dan, um jovem cachorro antropomorfizado que recebe um convite para reencontrar amigos de infância em um antigo acampamento na floresta. O início é propositalmente tranquilo, apresentando a rotina do protagonista e seus relacionamentos. É uma construção lenta, quase confortável, que permite ao jogador conhecer melhor aquele universo antes que tudo comece a desmoronar.

E desmorona rapidamente.

Um mundo sem humanos… ou talvez não?

Conforme a narrativa avança, descobrimos que a humanidade desapareceu há muito tempo. Segundo a própria mitologia apresentada pelo jogo, os humanos foram extintos após um patógeno ligado às suas próprias criações, os chamados Amigos Perfeitos. Essas criaturas, originalmente animais modificados geneticamente para adquirir inteligência semelhante à humana, acabaram herdando o mundo deixado para trás.

Esse é o ponto onde FERALPALS começa a mostrar sua principal qualidade: o mistério.

O jogo entrega informações suficientes para despertar curiosidade, mas evita responder perguntas importantes. O que realmente aconteceu com os humanos? Eles foram totalmente exterminados? Existe alguém observando os acontecimentos? E principalmente: o que está transformando alguns dos Pals em criaturas selvagens e violentas?

Durante nossa experiência, a sensação foi de estar diante de uma conspiração muito maior do que o primeiro capítulo permite enxergar.

Os animais infectados lembram zumbis em alguns momentos, mas o comportamento deles sugere algo diferente. Eles parecem agir sob influência de uma entidade maior, conhecida apenas como Guardião. O personagem aparece como uma presença ameaçadora durante os eventos e rapidamente se torna o principal foco das teorias sobre a trama.

Minha interpretação é que o Guardião possa ter alguma ligação direta com a antiga humanidade. O jogo não confirma nada, mas deixa pistas suficientes para alimentar especulações durante todo o capítulo.

Uma direção artística que cria identidade própria

Visualmente, FERALPALS é extremamente marcante.

O estilo gráfico utiliza personagens low-poly e cenários estilizados que remetem a produções da era PlayStation 1, mas sem abrir mão de técnicas modernas de iluminação e composição de cena. O resultado cria uma estética única que consegue ser fofa e perturbadora ao mesmo tempo.

As animações merecem destaque especial.

Os movimentos dos personagens são fluidos, as transições entre cenas acontecem de maneira natural e diversas sequências cinematográficas ajudam a aumentar a imersão. É evidente que houve um cuidado significativo na direção visual para transformar momentos simples em cenas memoráveis.

A trilha sonora também contribui bastante para essa atmosfera.

Nas partes iniciais ela transmite conforto e nostalgia. Conforme os acontecimentos se tornam mais sombrios, a música acompanha essa transformação sem recorrer a exageros. O resultado é uma tensão crescente que funciona muito bem para um jogo focado em narrativa.

O ritmo pode dividir opiniões

Se existe um ponto que pode afastar alguns jogadores, é o ritmo.

FERALPALS aposta fortemente na construção de personagens e no desenvolvimento da narrativa. Isso significa muitos diálogos, muitas cenas e bastante exposição do universo.

Para quem gosta de jogos focados em história, isso provavelmente será um ponto positivo.

Por outro lado, durante nossos testes sentimos que algumas conversas se estendem mais do que o necessário. O problema é agravado pelo fato de que atualmente não existe uma forma eficiente de acelerar ou pular diálogos já lidos.

Em determinados momentos, especialmente no começo da aventura, isso faz a progressão parecer mais lenta do que deveria.

É um detalhe pequeno, mas que pode fazer diferença caso o jogador precise repetir alguma sequência.

Terror baseado em mistério, não apenas em sustos

Outro aspecto interessante é que FERALPALS não depende exclusivamente de sustos supresas.

O verdadeiro horror nasce da descoberta gradual daquele universo.

A ideia de uma civilização inteira construída sobre os restos da humanidade já seria intrigante por si só. Quando o jogo adiciona criaturas enlouquecidas, desaparecimentos misteriosos, figuras sombrias observando os personagens e dúvidas sobre a própria origem daquele mundo, o resultado se torna muito mais interessante do que um simples survival horror.

É justamente essa combinação entre fofura, nostalgia e terror psicológico que diferencia FERALPALS da maioria dos jogos independentes do gênero.

Vale a pena jogar a demo?

Sem dúvida.

Mesmo sendo apenas o primeiro capítulo, FERALPALS consegue apresentar personagens carismáticos, construir um universo intrigante e deixar perguntas suficientes para gerar expectativa pelos próximos episódios.

O ritmo mais lento e a ausência de opções para acelerar diálogos podem incomodar alguns jogadores, mas são problemas relativamente pequenos diante da qualidade da narrativa, da direção artística e do mistério central da trama.

Para quem gosta de histórias que escondem algo muito maior sob uma aparência inocente, FERALPALS surge como uma das demos mais promissoras do cenário indie atual.

E se o restante da história conseguir responder às perguntas levantadas neste primeiro capítulo sem perder o clima de mistério, existe um forte candidato a cult indie surgindo no horizonte.

Paralives

Com a chegada do acesso antecipado de Paralives, os fãs de simuladores de vida finalmente começaram a descobrir a profundidade dos sistemas do aguardado concorrente de The Sims. Entre os recursos mais comentados pela comunidade está a enorme lista de cheats disponíveis no jogo.

Diferentemente de muitos títulos modernos, Paralives permite que os jogadores alterem praticamente todos os aspectos da experiência através de comandos de console, incluindo dinheiro, relacionamentos, gravidez, habilidades, carreiras, necessidades e até elementos avançados de depuração.

O melhor de tudo é que não existe qualquer necessidade de ativar um modo especial para utilizar os códigos.

Como usar cheats em Paralives

Para abrir o console de comandos:

  • Pressione CTRL + F1
  • Digite o código desejado
  • Pressione Enter

Informações importantes:

  • Os cheats não diferenciam letras maiúsculas e minúsculas.
  • Não é necessário utilizar “/” antes dos comandos.
  • É possível repetir rapidamente o último comando utilizado clicando sobre ele no console.

Cheats básicos

CheatFunção
HELPLista todos os comandos
CHEATLISTAlias para HELP
CLEARLimpa o console
ALIASESMostra atalhos alternativos
SHOWCURRENTCHARACTERGUIDExibe o GUID do personagem

Cheats de dinheiro

CheatFunção
PRINTMONEY XAdiciona valor específico
SETMONEY XDefine saldo total
PAYDAYRecebe salário
PIGGYBANK+1.000 Paradimes
MAKEITRAIN+10.000 Paradimes
JACKPOT+50.000 Paradimes
LOTTERYValor aleatório entre 1 e 100.000
GENERATEBILLGera cobrança
CLEARBILLSRemove todas as contas
CLEARSELECTEDCHARACTERSBILLSRemove contas do personagem
CAUSEOUTAGECorta energia do lote
FIXOUTAGERestaura energia

Cheats de personagem

CheatFunção
EDITCHARACTEREdita personagem
PRINTAGEMostra idade
SETAGE XDefine idade
SHOWPERSONALITYTRAITSMostra atributos
LEVELUPPERSONALITYSobe nível da personalidade
RESETPERSONALITYReinicia personalidade
SHOWSTATUSEFFECTSMostra efeitos ativos
CLEARSTATUSEFFECTSRemove efeitos
CLEARSTATUSEFFECTSONALLCHARACTERSLimpa efeitos de todos
GAINSTORYCARDAdiciona carta de história

Cheats de gravidez

CheatFunção
GETPREGNANTInicia gravidez
GETPREGNANT 2Gêmeos
GETPREGNANT 3Trigêmeos
GIVEBIRTHForça nascimento
MAKEBABIESFaz dois Paras terem um bebê
PREGNANTSTATUSMostra status da gravidez

Cheats de envelhecimento e morte

CheatFunção
NEXTLIFESTAGEPróxima fase da vida
PREVIOUSLIFESTAGEFase anterior
NEXTGROWTHSPURTEstirão de crescimento
PREVIOUSGROWTHSPURTReverte crescimento
KILLCHARACTERMata personagem
REVIVEALLSELECTEDCHARACTERSRevive personagem

Cheats de família

CheatFunção
ADDSELECTEDCHARACTERSTOHOUSEHOLDAdiciona NPC à família
CREATECHARACTERCria personagem
KICKCURRENTHOUSEHOLDINTONEWHOUSEHOLDDivide família
KICKSELECTEDCHARACTERSFROMHOUSEHOLDRemove personagem da família

Cheats de relacionamento

CheatFunção
SHOWCHARACTERRELATIONSHIPSMostra relacionamentos
BECOMEACQUAINTANCEWITHEVERYONEConhece todos os Paras da cidade

Cheats de necessidades

Necessidades suportadas:

  • Affection
  • Bathroom
  • Fun
  • Grump
  • Hunger
  • Hygiene
  • Peace
  • Sleep
  • MeTime
  • EnergySurplus
  • GetAwayFromFire
  • NeedToMove

Comandos

CheatFunção
SHOWNEEDSMostra necessidades
SETNEEDDefine valor
DECAYNEEDReduz necessidade
RELIEFNEEDPreenche necessidade
RELIEFALLNEEDSPreenche todas
RELIEFALLNEEDSOFALLCHARACTERSPreenche todas dos moradores

Cheats de desejos

CheatFunção
CLEARALLONSELECTEDCHARACTERSLimpa desejos e emoções
CLEARWANTCOOLDOWNSGera novos desejos
COMPLETECURRENTWANTSCompleta desejos atuais

Cheats de habilidades

Conhecimentos

  • Music
  • Fitness
  • Science
  • Technology
  • Food
  • VisualArt
  • Repair

Habilidades individuais

  • Piano
  • Guitar
  • Triangle
  • Dancing
  • Exercising
  • Astronomy
  • Biology
  • Surgery
  • Programming
  • GraphicDesign
  • Cooking
  • Painting
  • Potty
  • Language

Comandos

CheatFunção
SHOWSKILLSMostra habilidades
LEVELUPSKILLSobe um nível
SETSKILLLEVELDefine nível
LEARNALLSKINSDesbloqueia extras

Cheats de carreira

CheatFunção
UPGRADEOCCUPATIONSPromoção
ENDWORKDAYFinaliza expediente
PRINTALLOCCUPATIONSLista empregos
CLEARALLOCCUPATIONSRemove empregos
ADDVACATIONDAYAdiciona férias
ADDSTRIKETOOCCUPATIONSAdiciona advertência
CLEARSTRIKESRemove advertências
UNENROLLFROMALLOCCUPATIONSSai dos empregos

Cheats de tempo

CheatFunção
ADVANCEDAYAvança 24 horas
ADVANCEHOURAvança 1 hora
SETHOURDefine horário
SKIPTO5MINUTESBEFOREWORKAvança até antes do trabalho

Cheats de incêndio

CheatFunção
EXTINGUISHALLFIRESApaga incêndios
EXTINGUISHSELECTEDCHARACTERSONFIREApaga fogo do Para
SETITEMONFIREIncendeia objeto
SETSELECTEDCHARACTERSONFIREIncendeia personagem

Cheats de correio

CheatFunção
GENERATEMAILGera correspondência
GENERATENEWSPAPERCria jornal
DELETEALLNEWSPAPERISSUESRemove jornais
RESETMAILBOXLimpa caixa postal

Cheats de construção

CheatFunção
TOGGLEEDITTOWNEdita cidade
SPAWNALLITEMSGera todos os objetos

Cheats de objetos

CheatFunção
ADDITEMTOINVENTORYAdiciona item
SHOWITEMINFOSMostra ID
PRINTINVENTORYLista inventário
CLEARINVENTORYLimpa inventário
REPAIRALLITEMSRepara objetos
UNSPOILALLITEMSRemove deterioração
SETITEMSTATEDefine estado
SHOWITEMSTATESMostra estados

Cheats de desempenho, debug e sistema

Incluem comandos como:

  • FPS
  • CAPFPS
  • VSYNC
  • FULLSCREEN
  • WINDOWED
  • RESOLUTION
  • SETRESOLUTION
  • SAVE
  • ZIPSAVEFILE
  • UNSTUCK
  • WARPCHARACTER
  • SHOWACTIONS
  • SHOWINTERACTIONS
  • CLEANUPDUPLICATEDITEMS
  • GETSLIDERS
  • GETEQUIPMENT

Cheats secretos e divertidos

CheatResultado
BEARExibe arte ASCII de urso
CATMostra gato preto
EIGHTBALLResposta aleatória
HOTELExibe “Trivago”
RANDOMIZEALLDEFORMATIONSCria personagem aleatório
SPINRoda da sorte personalizada

A lista de comandos mostra que Paralives foi desenvolvido pensando tanto nos jogadores casuais quanto nos criadores de conteúdo e fãs de storytelling. Com dezenas de opções disponíveis já no acesso antecipado, o simulador oferece um dos conjuntos de cheats mais completos vistos no gênero nos últimos anos, permitindo desde pequenas alterações na rotina dos Paras até o controle absoluto sobre praticamente todos os sistemas do jogo.

Paralives

Entre romances intensos, dramas familiares e histórias criadas pelos próprios jogadores, existe uma mecânica que sempre esteve no centro dos simuladores de vida: a construção de uma família. Em Paralives, o aguardado concorrente do gênero life sim, ter filhos faz parte dessa experiência, mas o processo funciona de maneira diferente do que muitos veteranos de outros jogos podem esperar.

Ao contrário de sistemas mais simplificados, onde basta selecionar uma interação romântica específica, Paralives aposta em um modelo baseado no desenvolvimento do relacionamento e em decisões compartilhadas entre os personagens. O resultado é uma abordagem que busca tornar a chegada de um bebê mais integrada à narrativa de cada família virtual.

Como ter um bebê em Paralives

Para que dois Paras possam tentar ter um filho biológico, é necessário cumprir algumas etapas que fortalecem o relacionamento antes da gravidez se tornar uma opção disponível.

O primeiro passo é desenvolver um vínculo romântico até alcançar o status de “Lovers” (Amantes). Isso acontece por meio de interações de flerte durante as conversas, utilizando os chamados Together Cards, um dos sistemas sociais centrais do jogo.

Conforme os personagens passam mais tempo juntos e acumulam experiências românticas, novas opções de diálogo começam a surgir. Entre elas está a possibilidade de conversar sobre o futuro do relacionamento e discutir a ideia de formar uma família.

Conversando sobre filhos

Depois que o relacionamento atinge um nível mais sério, os jogadores podem iniciar uma conversa específica sobre parentalidade.

Existem dois caminhos principais:

  • Perguntar diretamente se o outro Para deseja tentar ter um bebê imediatamente.
  • Discutir os planos do relacionamento e perguntar se gostaria de ter filhos no futuro.

A segunda opção é considerada a mais consistente porque desbloqueia permanentemente a possibilidade de tentar uma gravidez quando o casal estiver pronto. Após essa conversa, o jogo informa que os personagens agora podem tentar ter filhos a qualquer momento.

Esse detalhe mostra uma das filosofias de design de Paralives: muitas ações importantes não dependem apenas de um comando isolado, mas da evolução natural da relação entre os personagens.

Como tentar engravidar

Após a conversa sobre ter filhos, chega o momento de realizar a tentativa.

O sistema utiliza a mecânica de ações conjuntas do jogo. Para isso, ambos os Paras precisam ser selecionados simultaneamente.

O processo funciona da seguinte forma:

  1. Selecione os dois Paras.
  2. Clique em uma cama.
  3. Escolha a opção “Try for Baby” (Tentar ter um bebê).

Após a interação, o personagem que pode engravidar poderá realizar um teste de gravidez em qualquer banheiro utilizando a ação correspondente.

Caso a gravidez seja confirmada, o jogador inicia a jornada de preparação para a chegada do novo membro da família.

Um sistema mais flexível de identidade e reprodução

Um dos aspectos mais modernos de Paralives é a forma como o jogo trata identidade de gênero e características reprodutivas.

A capacidade de engravidar ou de engravidar outra pessoa é definida individualmente para cada personagem. Isso significa que as possibilidades familiares vão além dos modelos tradicionais encontrados em muitos simuladores antigos.

Para que uma gravidez aconteça naturalmente, é necessário que um Para possua a característica de engravidar e o outro a capacidade de gestar.

O jogo permite verificar essas informações através das opções avançadas de criação e edição de personagens.

Cheats relacionados à gravidez

Assim como ocorre com dinheiro, construção e relacionamentos, Paralives também oferece comandos específicos para quem deseja controlar eventos familiares.

Entre os mais conhecidos estão:

  • getpregnant — força uma gravidez.
  • pregnantstatus — exibe informações sobre o estágio atual da gestação.

Esses códigos são especialmente úteis para criadores de histórias, jogadores que produzem conteúdo e quem gosta de experimentar diferentes cenários sem depender totalmente da aleatoriedade do sistema. Para usá-los, basta apertar Ctrl + F1 e digitar o comando.

Como funciona a adoção

Nem todas as famílias em Paralives precisam passar pela gravidez para crescer.

O jogo oferece um sistema de adoção relativamente simples, permitindo que casais ou personagens preparados para a parentalidade possam receber uma criança em sua família.

Antes disso, é recomendado que os Paras conversem sobre a intenção de ter filhos. Após essa conversa, eles recebem o status de “Prospective Co-Parent” (Possível Coparente), indicando que estão alinhados quanto ao desejo de criar uma criança juntos.

Depois disso:

  1. Vá até o hospital ou farmácia da cidade.
  2. Escolha a opção “Adopt Baby”.
  3. Aguarde o processo ser concluído.

Após algumas horas dentro do jogo, o personagem retorna com o novo bebê, permitindo que a família escolha seu nome e inicie uma nova fase da história.

O diferencial de Paralives está na narrativa

Mais do que simplesmente reproduzir sistemas populares do gênero, Paralives parece apostar em algo que muitos fãs pedem há anos: transformar eventos importantes em momentos significativos da narrativa.

Ter um filho não é apenas apertar um botão. Existe uma construção emocional prévia, conversas sobre o futuro, planejamento familiar e decisões compartilhadas. Essa abordagem reforça o foco do jogo em contar histórias emergentes, onde cada família desenvolve sua própria trajetória.

Para jogadores que gostam de criar novelas virtuais repletas de romances, conflitos e gerações inteiras de personagens, o sistema de gravidez e adoção de Paralives promete oferecer ferramentas suficientes para criar desde famílias tradicionais até as histórias mais caóticas que a comunidade gamer costuma adorar acompanhar.

Paralives

Enquanto muitos jogadores aguardam o lançamento completo de Paralives, um dos simuladores de vida mais comentados dos últimos anos, uma das funcionalidades que mais desperta curiosidade é a presença dos tradicionais códigos de trapaça. Assim como aconteceu em franquias clássicas do gênero, os chamados money cheats permitem que os jogadores obtenham dinheiro instantaneamente para construir casas maiores, decorar ambientes sem limitações e experimentar mecânicas do jogo sem a pressão financeira da progressão natural.

Embora a lista completa de comandos de Paralives inclua dezenas de opções relacionadas a tempo, objetos e personalização, os códigos de dinheiro são, de longe, os mais procurados. Afinal, eles oferecem uma forma rápida de explorar o potencial criativo do jogo sem a necessidade de passar horas acumulando recursos.

Todos os cheats de dinheiro de Paralives

Os comandos abaixo permitem adicionar ou modificar a quantidade de Paradimes, a moeda utilizada dentro do jogo.

CódigoFunção
printmoneyAdiciona a quantia especificada de Paradimes. Exemplo: printmoney 20000
setmoneyDefine o saldo total da família para o valor informado. Exemplo: setmoney 35000
paydayConcede o salário do Para selecionado
piggybankAdiciona 1.000 Paradimes
makeitrainAdiciona 10.000 Paradimes
jackpotAdiciona 50.000 Paradimes
lotteryGera uma quantia aleatória entre 1 e 100.000 Paradimes

Como utilizar os cheats

Uma das vantagens do sistema de comandos de Paralives é sua simplicidade. Diferentemente de alguns simuladores que exigem ativação prévia de menus especiais ou opções escondidas, os cheats de dinheiro funcionam imediatamente.

O processo é simples:

  1. Pressione CTRL + F1 para abrir o console de comandos.
  2. Digite ou cole o código desejado.
  3. Pressione Enter para confirmar.
  4. O valor será aplicado instantaneamente.

Outro detalhe interessante é que o jogo registra os comandos utilizados recentemente. Isso permite repetir rapidamente um cheat já usado sem precisar digitá-lo novamente, tornando o processo ainda mais prático para quem está testando construções ou criando cenários específicos.

Vale a pena usar os cheats?

A resposta depende totalmente da forma como cada pessoa deseja jogar. Para quem busca uma experiência mais desafiadora, administrar carreiras, contas e crescimento financeiro pode ser parte fundamental da diversão.

Por outro lado, jogadores focados em arquitetura, decoração e criação de histórias provavelmente encontrarão nos cheats uma ferramenta indispensável. Com acesso imediato a grandes quantias de Paradimes, torna-se possível explorar todos os sistemas de construção sem restrições.

Independentemente da escolha, a existência desses comandos reforça um dos maiores atrativos de Paralives: oferecer liberdade para que cada jogador crie sua própria maneira de viver dentro do mundo virtual. E, para quem quer começar sua jornada com os bolsos cheios, os cheats de dinheiro certamente serão alguns dos comandos mais úteis disponíveis.

007

Depois de um longo tutorial, 007 First Light finalmente entrega ao jogador seu primeiro grande teste de espionagem: infiltrar-se em um hotel altamente protegido durante uma missão na Eslováquia. E aqui fica claro que a IO Interactive está aplicando toda a experiência adquirida com a franquia Hitman para transformar James Bond em algo muito mais estratégico do que um simples herói de ação.

A missão parece simples no começo: entrar no hotel. Mas rapidamente ela se transforma em um verdadeiro playground de infiltração, oferecendo múltiplos caminhos, distrações ambientais, manipulação social e até improvisos dignos de um agente 00 clássico.

O mais interessante é que 007 First Light não entrega apenas uma solução “certa”. O jogo quer que o jogador pense como Bond. Isso significa observar padrões, ouvir conversas, explorar ambientes e usar criatividade para atravessar áreas restritas.

O crachá de imprensa: o caminho “oficial” de Bond

A rota mais tradicional envolve conseguir um crachá de imprensa e entrar pela segurança usando puro carisma e engenharia social. O jogo sugere esse caminho logo cedo, incentivando o jogador a espionar jornalistas presentes na área externa do hotel.

Ao ouvir uma conversa específica, Bond descobre que um crachá foi escondido dentro de um vaso de flores próximo ao terraço inferior. Basta recuperar o item e apresentá-lo no checkpoint de segurança para entrar normalmente.

Mas a IO Interactive adiciona um detalhe muito interessante: existe um segundo crachá escondido dentro da tenda de segurança. Esse exige uso inteligente de gadgets e distrações rápidas, claramente pensado para speedrunners e jogadores veteranos de stealth.

Essa estrutura lembra diretamente o design clássico de Hitman: uma solução segura e óbvia para iniciantes, e uma abordagem mais arriscada para quem quer otimizar cada segundo.

A infiltração furtiva é onde o jogo realmente brilha

Embora o crachá funcione bem, o sistema mais impressionante é a infiltração totalmente furtiva.

O jogador pode roubar um isqueiro de NPCs distraídos, incendiar uma pilha de folhas secas próxima ao checkpoint e usar o caos gerado para acessar uma rota alternativa pelas bordas externas do prédio.

E aqui fica evidente o DNA da franquia Hitman.

Em vez de simplesmente apertar um botão para “desativar guardas”, o jogo incentiva manipulação ambiental. O fogo não serve apenas como espetáculo visual — ele altera o comportamento dos NPCs, abre janelas temporárias e cria brechas naturais para movimentação.

Depois da distração, Bond pode escalar encanamentos, caminhar pelas bordas do prédio e alcançar uma janela aberta no andar superior sem ser visto. É um momento que lembra bastante os melhores trechos de stealth sandbox modernos.

E isso é importante porque mostra que 007 First Light não quer ser apenas um “Hitman com skin de James Bond”.

O jogo parece mais dinâmico e cinematográfico, misturando furtividade metódica com improviso hollywoodiano.

Bond pode blefar, improvisar ou simplesmente causar caos

Outro detalhe muito inteligente é como a missão permite diferentes “personalidades” para o jogador.

Quem prefere manipulação social pode usar pontos de “Instinct” para blefar diretamente com guardas e atravessar áreas proibidas.

Jogadores mais técnicos podem combinar gadgets — como mangueiras para distração e o famoso dart phone — criando aberturas sincronizadas entre patrulhas.

Já os fãs hardcore de stealth podem simplesmente ignorar tudo isso e atravessar silenciosamente áreas floridas, escalando estruturas externas até encontrar outra entrada.

Esse nível de liberdade é exatamente o que muitos fãs esperavam há anos de um jogo moderno do James Bond.

Durante muito tempo, games do personagem ficaram presos a campanhas lineares focadas em tiro. Mas Bond sempre foi mais interessante quando usava inteligência, improvisação e charme para sobreviver.

007 First Light parece finalmente entender isso. Agora, a escolha do caminho é sua!

ChainStaff

Os fãs de desafios que achavam ter dominado completamente o universo de ChainStaff acabam de ganhar um novo motivo para retornar ao jogo. A desenvolvedora independente Mommy’s Best Games lançou gratuitamente a atualização Hard Mode, disponível para todos os jogadores, trazendo uma reformulação significativa da experiência para quem já havia vencido a campanha e buscava algo além de simples ajustes numéricos de dificuldade.

Antes de mergulhar nas novidades, vale lembrar que já tivemos a oportunidade de analisar outro indie de ação intensa recentemente. Se você gosta de experiências frenéticas e mecânicas bem construídas, confira também nossa análise de Storm Lancers.

Um modo difícil que realmente muda o jogo

Existe uma crítica recorrente entre jogadores veteranos quando falamos de modos difíceis em games de ação: muitas vezes a dificuldade extra se resume a inimigos com mais vida, mais dano e pouco mais do que isso. Felizmente, esse não parece ser o caminho escolhido para ChainStaff.

Segundo Nathan Fouts, diretor e designer do projeto, o objetivo da atualização foi criar uma experiência capaz de surpreender até mesmo quem já conhece cada canto do mapa. Em vez de transformar os inimigos em simples “esponjas de dano”, o Hard Mode altera seus comportamentos, adiciona novos padrões de ataque e modifica trechos inteiros das fases.

Na prática, isso significa que a memória muscular construída durante a primeira jogatina deixa de ser suficiente. Os jogadores precisarão reaprender rotas, rever estratégias e utilizar as ferramentas disponíveis de maneiras diferentes para sobreviver.

Essa filosofia de design é particularmente interessante porque respeita o tempo investido pelos jogadores. O desafio não surge de números inflados, mas da necessidade de dominar verdadeiramente as mecânicas centrais do jogo.

O ChainStaff continua sendo a estrela do espetáculo

Grande parte do charme de ChainStaff está em sua arma principal, uma criação que mistura lança, gancho e escudo em um único equipamento versátil.

Com um único comando, os jogadores podem arremessar a arma para atravessar inimigos, utilizá-la para bloquear ataques ou transformá-la em uma ferramenta de movimentação para atravessar cenários repletos de ameaças. O resultado é uma jogabilidade que mistura combate e plataforma de forma extremamente dinâmica.

O novo Hard Mode acaba destacando ainda mais essa versatilidade. Como os inimigos agora apresentam novos comportamentos, dominar todas as possibilidades do ChainStaff deixa de ser opcional e passa a ser uma necessidade para avançar.

É exatamente esse tipo de design que diferencia muitos indies modernos dos grandes lançamentos. Em vez de apostar em dezenas de sistemas complexos, ChainStaff constrói sua identidade ao redor de uma única mecânica extremamente refinada.

Escolhas grotescas e consequências permanentes

Outro elemento que ajuda a dar personalidade ao jogo é seu sistema de progressão.

Durante a campanha, soldados sobreviventes podem ser encontrados espalhados pelos cenários. O jogador então precisa tomar uma decisão: resgatá-los ou devorar seus órgãos para obter poder.

A escolha não é apenas estética. Cada caminho desbloqueia habilidades diferentes e influencia diretamente a evolução do protagonista, um mutante que já começa sua jornada com um alienígena preso à cabeça.

Esse sistema cria um interessante conflito entre sobrevivência e humanidade, algo que combina perfeitamente com a estética inspirada em capas de álbuns clássicos de heavy metal e ficção científica dos anos 1980.

Chainstaff

Um indie que aposta em identidade própria

Em um mercado cada vez mais saturado de jogos de plataforma e metroidvanias, ChainStaff se destaca por não tentar seguir tendências.

Suas dez fases apresentam uma direção artística extremamente agressiva, repleta de criaturas mutantes, ambientes grotescos e chefes gigantescos que exigem abordagens específicas para serem derrotados. Cada confronto serve como uma espécie de quebra-cabeça de combate, incentivando o jogador a explorar novas formas de utilizar sua arma transformável.

A campanha principal pode ser concluída em aproximadamente quatro a seis horas, mas a presença de três finais distintos e do modo Novo Jogo+ oferece incentivos para múltiplas partidas.

Além disso, a trilha sonora assinada por Deon van Heerden — conhecido por trabalhos marcantes em jogos de ação explosiva — reforça a atmosfera de adrenalina constante que acompanha toda a aventura.

Atualização chega em boa hora

O lançamento do Hard Mode também funciona como uma excelente oportunidade para novos jogadores conhecerem o título. Além da atualização gratuita, o game recebeu desconto temporário no Steam, tornando o custo de entrada ainda mais atraente para quem procura um indie focado em habilidade, precisão e combate criativo.

Mais importante do que adicionar dificuldade, a atualização demonstra um compromisso raro de muitos estúdios independentes: continuar expandindo a experiência após o lançamento sem comprometer a visão original do projeto.

Para quem já havia finalizado ChainStaff, o Hard Mode oferece uma justificativa convincente para retornar. Para quem ainda não experimentou o jogo, talvez este seja o momento ideal para descobrir um dos indies de ação mais peculiares e estilisticamente marcantes dos últimos tempos.

Reptillian RIsing
Reptillian RIsing

Entre tantos RPGs táticos lançados nos últimos anos, Reptilian Rising consegue chamar atenção por um motivo simples: ele abraça o caos. O jogo coloca personagens inspirados em figuras históricas, arquétipos clássicos de fantasia e elementos de ficção científica em uma mesma linha temporal completamente quebrada. O resultado é uma experiência que parece uma mistura de XCOM, RPG de mesa dos anos 80 e um desenho animado sci-fi movido por exageros.

Durante nossos testes, a primeira impressão foi bastante positiva no aspecto visual. O jogo possui gráficos estilizados muito bonitos, com cenários detalhados e efeitos de combate que ajudam a criar personalidade para cada batalha. O problema é que toda essa beleza cobra um preço. Em dispositivos portáteis como o Legion Go, o desempenho não é exatamente o ideal.

Embora o jogo funcione e seja totalmente jogável no handheld, fica evidente que a otimização para esse tipo de plataforma não recebeu tanta atenção quanto deveria. O esquema de controle utiliza os direcionais para simular o movimento do mouse, algo que funciona tecnicamente, mas que nunca chega a ser confortável. Em partidas mais longas, navegar pelos menus acaba se tornando uma tarefa mais cansativa do que deveria.

E os menus são justamente um dos pontos mais controversos da experiência.

Em diversos momentos, a interface apresenta informações demais ao mesmo tempo. Durante a seleção de heróis, por exemplo, houve situações em que simplesmente não estava claro qual botão deveria ser pressionado para confirmar uma escolha e avançar. Isso gera uma sensação constante de desorientação, principalmente nas primeiras horas, quando o jogador ainda está tentando entender as mecânicas principais.

Curiosamente, essa confusão também faz parte da identidade do jogo.

Uma guerra através do tempo

A narrativa gira em torno de uma invasão reptiliana que ameaça toda a linha temporal da humanidade. Para impedir o colapso da história, diferentes heróis de várias épocas são recrutados através de portais temporais conhecidos como Time Gates.

A campanha viaja por diferentes eras, colocando lado a lado guerreiros medievais, cientistas, personagens inspirados em mitologias, combatentes futuristas e figuras que parecem ter saído diretamente de campanhas clássicas de RPG de mesa. Essa mistura cria situações extremamente curiosas e ajuda a manter o interesse mesmo quando a história deliberadamente abraça o absurdo.

O roteiro não tenta ser uma obra-prima narrativa. Pelo contrário: muitas vezes ele aposta no humor, nos exageros e em situações completamente sem sentido. Ainda assim, existe um charme próprio em acompanhar essa guerra temporal contra uma raça de lagartos interdimensionais.

As classes são o verdadeiro destaque

Um dos elementos mais interessantes de Reptilian Rising é seu sistema de classes e especializações.

Embora cada herói possua habilidades próprias, eles normalmente se encaixam em arquétipos que definem sua função dentro da equipe.

Guerreiros e Tanques

São os personagens focados em absorver dano e proteger aliados. Possuem alta resistência, grande capacidade de sobrevivência e costumam liderar o avanço no campo de batalha.

Funcionam muito bem para controlar espaços e bloquear inimigos, especialmente durante missões onde proteger portais e objetivos é mais importante do que eliminar adversários rapidamente.

Rangers e Atiradores

Aqui estão algumas das unidades mais poderosas do jogo.

Personagens de longo alcance conseguem eliminar ameaças antes mesmo que elas cheguem perto da equipe. Diversos jogadores apontam que estratégias focadas em heróis de ataque à distância acabam sendo extremamente eficientes durante boa parte da campanha.

Quando recebem habilidades de dano em área, esses personagens podem limpar grupos inteiros de inimigos em poucos turnos.

Magos e Especialistas Tecnológicos

Misturando fantasia e ficção científica, essa categoria reúne usuários de habilidades especiais capazes de causar efeitos de status, manipular o campo de batalha ou causar explosões devastadoras.

São personagens menos resistentes, mas que oferecem enorme valor estratégico quando posicionados corretamente.

Curandeiros e Suporte

Nem tão chamativos quanto os causadores de dano, mas extremamente importantes em dificuldades mais elevadas.

Esses heróis fornecem cura, bônus temporários e diversas formas de manter o grupo vivo durante confrontos prolongados.

Invocadores e Manipuladores Temporais

Talvez as classes mais alinhadas com o conceito da narrativa.

Esses personagens utilizam habilidades relacionadas ao tempo, portais e controle de posicionamento, permitindo criar jogadas extremamente criativas e alterar completamente o ritmo de uma partida.

Combate tático para quem gosta de pensar

A jogabilidade segue a fórmula clássica dos RPGs táticos por turnos.

Cada personagem possui movimentação limitada, habilidades próprias e ações específicas por rodada. O posicionamento é fundamental, especialmente porque muitas habilidades podem gerar reações dos inimigos, criando um sistema mais dinâmico do que parece à primeira vista.

Quem já gosta de jogos como XCOM, Final Fantasy Tactics ou campanhas de RPG de mesa provavelmente vai se sentir em casa rapidamente.

Existe uma boa camada estratégica na montagem de equipe, já que heróis de determinadas eras podem gerar sinergias específicas quando utilizados juntos. Isso incentiva experimentação e cria composições bastante variadas ao longo da campanha.

Vale a pena?

Reptilian Rising é um jogo cheio de personalidade, mas também cheio de imperfeições.

A interface poderia ser mais intuitiva. A otimização para dispositivos portáteis deixa a desejar. Alguns sistemas demoram para se explicar adequadamente e a narrativa pode parecer completamente maluca em determinados momentos.

Mesmo assim, existe algo extremamente divertido em comandar uma equipe formada por heróis de diferentes períodos da história enquanto enfrenta dinossauros cibernéticos, soldados futuristas e criaturas reptilianas vindas de outras linhas temporais.

Para fãs de estratégia por turnos, especialmente aqueles que gostam de experimentar sistemas de classes, montar equipes e criar combinações malucas, Reptilian Rising entrega uma experiência única e bastante viciante.

Ele pode não ser o RPG tático mais refinado do mercado, mas certamente é um dos mais criativos e memoráveis que apareceram recentemente.

Call of Duty: Modern Warfare 4

Nem todo grande anúncio consegue dominar as manchetes. Enquanto gigantes da indústria disputam a atenção dos jogadores, diversos projetos promissores acabam passando despercebidos em meio ao fluxo constante de novidades. Nesta semana, porém, surgiram sete jogos que merecem estar no radar de qualquer gamer, seja pela nostalgia que despertam, pela ambição de suas propostas ou pelo peso das franquias envolvidas.

Da volta de uma das séries mais influentes dos RPGs modernos ao retorno de uma das maiores franquias de tiro do mercado, passando por novos JRPGs, experiências táticas e simuladores cada vez mais avançados, os anúncios recentes mostram que os próximos anos serão bastante movimentados para quem gosta de descobrir novos mundos. Confira os destaques que você talvez tenha perdido.

Full Circle aposta na nostalgia dos JRPGs da era PS1

Full Circle

A parceria entre Deck13 e o desenvolvedor solo 2ndPlayerGames revelou Full Circle, um JRPG que parece ter saído diretamente da geração PlayStation 1.

Com visual 2.5D em pixel art, o game apresenta um mundo pós-apocalíptico onde cidades flutuantes sobrevivem acima de uma superfície dominada por criaturas mutantes. Além do combate estratégico por turnos, o título adiciona mecânicas em tempo real que prometem tornar as batalhas mais dinâmicas.

Para quem sente falta dos clássicos japoneses dos anos 90, este é um dos projetos mais promissores da lista. Confira o trailer:

Runesmith coloca você na pele de um anão que resolve tudo na base da marreta

Runesmith

Em Runesmith, a fantasia tradicional ganha uma abordagem bem-humorada. O RPG tático da Terahard Studios coloca os jogadores no papel de um ferreiro anão especializado em runas.

Entre aventuras, brigas de taverna e litros de cerveja, o protagonista reúne um grupo de aventureiros nada convencionais para perseguir um vilão poderoso. O diferencial está justamente no tom irreverente da narrativa, que brinca constantemente com os clichês do gênero.

DIOXIDE mistura FPS tático e elementos soulslike

Dioxide

Conhecida por Forgive Me Father, a Byte Barrel apresentou DIOXIDE, um FPS ambientado em uma distopia industrial extremamente brutal.

O diferencial da história está em um sistema que permite ao protagonista retornar da morte após obter um módulo especial chamado Core-ID. A partir daí, ele se torna alvo de um sistema corporativo opressor e inicia uma jornada para construir um refúgio para os últimos sobreviventes da humanidade.

Visualmente, o jogo mantém o estilo inspirado em histórias em quadrinhos que se tornou marca registrada do estúdio.

Planet Zoo 2 amplia a experiência com aquários e aviários

Planet Zoo 2

A Frontier Developments finalmente revelou Planet Zoo 2, sequência de um dos simuladores de zoológico mais populares do mercado.

Entre as novidades mais importantes estão a inclusão de espécies aquáticas e voadoras, além de um sistema mais robusto voltado para conservação ambiental. Os jogadores poderão não apenas administrar zoológicos, mas também restaurar habitats naturais e reintroduzir animais na natureza.

A evolução tecnológica promete comportamentos mais realistas e animações significativamente mais avançadas. Confira o trailer:

Call of Duty: Modern Warfare 4 leva a guerra para a Península Coreana

Call of Duty Modern Warfare 4

A Activision confirmou oficialmente Call of Duty: Modern Warfare 4.

A campanha abordará um conflito global iniciado após uma invasão da Coreia do Sul pela Coreia do Norte. O modo história promete cenários espalhados pelo mundo, incluindo Nova York, Paris, Mumbai e diversas regiões da própria península coreana.

Já o multiplayer seguirá apostando em combates mais táticos e movimentação refinada, enquanto o modo DMZ retorna com foco em missões de extração de alto risco. Assista ao trailer que está sensacional!

Dragon Quest Monsters: The Withered World marca o retorno da série

Dragon Quest Monsters The Withered World

A Square Enix também aproveitou o Dragon Quest Day para revelar Dragon Quest Monsters: The Withered World.

Ainda cercado de mistério, o novo capítulo da tradicional série de captura e treinamento de monstros terá Bianca e Nera como protagonistas, personagens bastante conhecidos pelos fãs de Dragon Quest V.

Mais detalhes devem ser divulgados nos próximos meses. Confira o trailer:

The Witcher 3 receberá uma terceira expansão em 2027

The Witcher 3 Songs of the Past

Fechando a lista, uma das maiores surpresas da semana foi o anúncio de Songs of the Past, a terceira expansão de The Witcher 3: Wild Hunt.

O conteúdo será desenvolvido em parceria com a Fool’s Theory, estúdio que conta com veteranos envolvidos na criação do RPG original. A expansão colocará os jogadores novamente no controle de Geralt de Rívia em uma aventura inédita.

Mesmo após mais de uma década de seu lançamento original, The Witcher 3 continua recebendo suporte relevante, algo raro mesmo entre os maiores RPGs da indústria.

Uma semana recheada de promessas

Embora cada um desses títulos siga uma direção completamente diferente, todos compartilham algo em comum: a capacidade de gerar expectativa muito antes do lançamento. Full Circle aposta na nostalgia dos JRPGs clássicos, Runesmith traz humor ao RPG tático, DIOXIDE tenta inovar dentro dos shooters, enquanto Planet Zoo 2 amplia uma fórmula já consagrada. Ao mesmo tempo, franquias gigantes como Call of Duty, Dragon Quest e The Witcher mostram que ainda têm muito combustível para alimentar suas comunidades.

Se os primeiros detalhes servirem de indicativo, essa nova leva de anúncios pode esconder alguns dos jogos mais comentados dos próximos anos. Agora é hora de adicionar seus favoritos à lista de desejos e acompanhar de perto o desenvolvimento de cada projeto.

Jogos de Golfe

O criador de clássicos mobile como Fruit Ninja e Jetpack Joyride está voltando com um projeto que parece ter saído diretamente de um experimento social. O desenvolvedor Luke Muscat anunciou Normal Golf Game, uma simulação de golfe para PC que insiste o tempo todo em dizer que é “normal”. Naturalmente, isso já é o primeiro sinal de que absolutamente nada aqui será normal.

O jogo já possui um demo jogável, e a proposta mistura física brutalmente detalhada, humor psicológico e uma vibe desconfortável que lembra títulos experimentais como Getting Over It, Golfing Over It e até alguns momentos de terror existencial disfarçados de esporte casual.

Segundo a descrição oficial, Normal Golf Game é uma “recriação sadicamente precisa” do golfe. E isso não parece exagero de marketing.

Ao contrário da maioria dos games de golfe arcade, aqui o jogador não simplesmente escolhe força e direção. Você precisa controlar praticamente tudo: postura do personagem, trajetória do taco, ângulo da face do clube, alinhamento corporal e o movimento físico do swing. É quase como pilotar um simulador de voo… só que tentando acertar uma bolinha minúscula enquanto o jogo parece rir da sua cara.

A proposta lembra a filosofia de design dos jogos “rage game”, aqueles feitos especificamente para gerar tensão, frustração e aquela sensação irresistível de “só mais uma tentativa”. Mas talvez o elemento mais interessante seja o próprio mapa.

Normal Golf Game
Um jogo normal de Golfe teria uma câmera de segurança?

O campo de golfe não parece apenas um cenário esportivo tradicional. Há uma sensação constante de exploração livre, quase como se o jogo escondesse segredos, áreas bizarras e situações inesperadas fora do percurso principal. A frase “atire de qualquer lugar, mire em qualquer coisa” sugere que o design pode ser muito menos linear do que aparenta inicialmente.

E honestamente? Esse talvez seja o maior diferencial de Normal Golf Game. Não parece um simulador de esporte convencional tentando competir com franquias gigantes como PGA Tour 2K25 ou EA Sports PGA Tour. O projeto parece mais interessado em usar o golfe como ferramenta para criar caos, humor e estranheza.

Ainda não existe data oficial de lançamento, mas a demo já dá uma ideia clara da direção do projeto. E se o jogo completo conseguir expandir essa mistura de física hardcore, exploração surreal e humor desconfortável, existe um potencial enorme para virar um dos indies mais comentados da cena PC.

Porque convenhamos: quando um jogo precisa repetir o tempo inteiro que ele é “normal”, provavelmente ele está escondendo alguma coisa muito errada.