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Este monitor OLED da MSI pode acabar com seu LCD: 360Hz, HDR monstruoso e 0,03 ms
Monitores

A MSI lançou o MPG 341CQR QD‑OLED X36, um monitor ultrawide de 34 polegadas com painel QD‑OLED da Samsung. Ele traz resolução 3440×1440, taxa de atualização de 360 Hz e resposta de 0,03 ms. O painel adota subpixels em faixa RGB em vez do padrão triangular anterior. Brilho de tela cheia fica em torno de 300 nits e pico HDR alcança cerca de 1.300 nits, com certificação DisplayHDR TrueBlack 500. Conexões incluem DisplayPort 2.1a, HDMI 2.1, USB‑C com 98 W de energia e hub USB‑A.

Na prática, a imagem melhorou: há menos tingimento púrpura em luz forte e a cor está mais equilibrada. O novo arranjo de subpixels ajuda no desenho de fontes, mas a densidade de 110 DPI não é tão nítida quanto um 27 ou 32 polegadas 4K, então texto não fica perfeito. O controle de EOTF e o modo Boost entregam bom punch em cenas claras sem perder os picos brilhantes em áreas escuras, e isso faz o HDR em jogos parecer realmente impressionante.

Velocidade e fluidez são absurdas — a combinação de OLED e 360 Hz dá uma clareza de movimento que supera LCDs. O formato ultrawide é ótimo para imersão, menos prático para quem joga esports competitivos, mas é possível usar faixas pretas com 2560×1440. A construção e a ergonomia são completas. O preço estimado é cerca de R$6.000. Se você busca a melhor imagem e velocidade para jogos, este monitor é uma das melhores opções; se precisa de máxima nitidez para texto, pense bem antes de investir.

Silksong
Hollow Knight: Silksong

Os Steam Awards 2025 foram decididos pelo voto público e os resultados chegaram no começo do ano. A votação trouxe nomes grandes e algumas surpresas. Hollow Knight: Silksong foi eleito Game of the Year e também foi premiado em Best Game You Suck At. Clair Obscur: Expedition 33 levou o prêmio de Melhor Trilha Sonora.

  • Game of the Year: Hollow Knight: Silksong
  • VR Game of the Year: The Midnight Walk
  • Labor of Love: Baldur’s Gate 3
  • Best Game on Steam Deck: Hades 2
  • Better With Friends: Peak
  • Outstanding Visual Style: Silent Hill F
  • Most Innovative Gameplay: Arc Raiders
  • Best Game You Suck At: Hollow Knight: Silksong
  • Best Soundtrack: Clair Obscur: Expedition 33
  • Outstanding Story-Rich Game: Dispatch
  • Sit Back and Relax: RV There Yet?

Vários dos vencedores estão com desconto durante a Winter Sale, então vale a pena dar uma olhada se quiser experimentar. A edição deste ano permitiu indicações em várias categorias e até votar em jogos que você não possui na plataforma, o que deixou a disputa mais aberta. Se quiser checar a lista completa de finalistas e ver quem foi esquecido, procure a página oficial da plataforma. No fim, a votação mostrou gosto diverso: há favoritos consolidados e escolhas inesperadas.

2026 vai sacudir o PC gamer — Steam Frame, CPUs monstruosos e teclados que você precisa conhecer
Headsets

2026 promete ser um ano movimentado para quem ama PC e periféricos. Muitas novidades devem chegar: teclados com novos tipos de switch, monitores OLED mais brilhantes e baratos, dispositivos Arm voltados para jogos e CPUs desktop com grandes saltos de performance. A Valve, por exemplo, prepara três produtos grandes — um headset VR leve e sem fio, uma Steam Machine com SteamOS e um novo controle — que podem mudar o mercado de hardware para jogos.

Nos teclados, a tecnologia TMR aparece como alternativa à Hall effect, trazendo resposta mais constante e menor consumo, e layouts como o espaço dividido tendem a ficar mais comuns em compactos, oferecendo teclas extra e macros fáceis. Os painéis OLED seguem evoluindo: mais brilho e queda de preço, com modelos 1440p já surgindo por cerca de R$ 2.500, o que deve ampliar a oferta para quem quer qualidade sem pagar tanto.

Do lado dos chips, AMD e Intel têm gerações novas no radar — Zen 6 e Nova Lake podem trazer ganhos reais e até versões com cache empilhado para melhorar desempenho em jogos. Também cresce a aposta em dispositivos Arm e handhelds com chips móveis, que prometem mais autonomia e boa compatibilidade via emulação. A alta nos preços de memória pode frear algumas compras, mas, no geral, 2026 vem cheio de opções interessantes para quem joga.

Cena de The Elder Scrolls Online
Matt Firor

Matt Firor, ex-diretor de The Elder Scrolls Online, saiu da ZeniMax Online Studios em julho de 2025, após quase 20 anos na empresa. Ele é veterano da indústria, cofundou a Mythic em 1995 e ajudou a lançar a ZeniMax Online Studios em 2007. A decisão veio depois do cancelamento do MMO conhecido como Project Blackbird, que ocorreu em meio a grandes cortes da Microsoft que afetaram o Xbox e levaram à demissão de cerca de 9.000 pessoas.

Em mensagem publicada nas redes sociais no início do ano, Firor afirmou que Project Blackbird era o jogo que ele esperou a carreira inteira para criar, e que o cancelamento o levou a se demitir. Ele disse que pensa nos colegas afetados, muitos com quem trabalhou por mais de 20 anos, e descreveu a equipe como dedicada e extremamente talentosa.

Firor também afirmou que não está diretamente envolvido nos projetos que ex-funcionários têm montado; está apenas aconselhando alguns de forma informal e investindo em pequenos times e startups. Ele acrescentou que ainda não decidiu qual será o próximo passo e que, por enquanto, não planeja abrir um novo estúdio.

A ZeniMax garantiu que The Elder Scrolls Online continuará a receber suporte e conteúdo, mas fontes internas dizem que a moral do estúdio ficou abalada após os cortes. Um testador sênior afirmou que a cultura e a colaboração foram profundamente afetadas, deixando a equipe preocupada com o futuro.

Fallout

Um dos NPCs mais lembrados de Fallout: New Vegas é um monte de ossos na areia. Randall Clark, conhecido como o Sobrevivente, vira um personagem marcante graças aos diários espalhados pela expansão Honest Hearts. Nessas entradas ele conta a perda da família, a vida como solitário com treinamento militar, e como acabou protegendo um grupo de crianças — o que, no futuro, ajudou a formar a tribo chamada Os Tristes. Além da história, seguir suas pistas rende itens famosos: a Armadura de Combate do Ranger do Deserto e o Rifle do Sobrevivente.

O roteiro da história foi escrito a partir de uma orientação simples: criar alguém capaz de sobreviver. Em entrevista, o roteirista disse que escrever bilhetes e diários permitiu contar algo em prosa, sem afetar o destino do personagem pelas escolhas do jogador. Ele considera esse trabalho entre os melhores que já fez e releu os textos várias vezes, sempre tocado pela força da história.

Há cenas duras e bem pensadas. Uma delas mostra o Sobrevivente poupando sofrimento de um casal idoso, com um ato calculado e doloroso. Esses trechos juntam aventura e culpa, e culminam num final triste, mas bonito. Para quem curte Fallout: New Vegas, os diários do Sobrevivente são um dos momentos mais humanos da série.

Você não vai acreditar: remake de Resident Evil 4 quase teve capítulo jogável com Ashley
Resident Evil 4

Resident Evil costuma começar com fases de introdução sem combate que focam em atmosfera. Em alguns jogos da série, essas cenas criam tensão e conexão com os personagens antes da ação. Esse tipo de prólogo funciona bem na primeira jogada, mas torna as replays mais lentas e repetitivas.

No remake de Resident Evil 4 havia a proposta de um Capítulo 0 em que o jogador controlaria Ashley nos momentos antes do sequestro. Trechos dessa ideia surgiram em trailers, mas a sequência acabou sendo cortada durante o desenvolvimento.

Arquivos deixados no jogo foram descobertos por um modder e mostram pedaços do que seria esse prólogo. Não foram encontrados os cortes cinematográficos, nem os inimigos ou a fonte de luz da cena, mas há várias animações de corrida. Uma animação mais frenética mostra Ashley batendo os braços como uma pessoa desesperada enquanto é perseguida por um ganado. Esses fragmentos deixam claro que a cena chegou a ser criada, mesmo sem estar completa.

Provavelmente a escolha por remover o trecho está ligada ao ritmo do jogo e ao fato de que muitos jogadores preferem a ação direta com Leon. Sequências lentas funcionam uma vez, mas atrapalham quando você repete o jogo, e a desenvolvedora parece relutante em oferecer uma opção de pular. No fim, pode ter sido melhor para a experiência geral manter o foco em combate e exploração.

Yes Man deixou Fallout: New Vegas fácil demais? Roteirista admite que rota solo pode ter sido um erro
Fallout

Fallout: New Vegas mostra que nenhuma facção é totalmente boa. A Legião de César age como um regime autoritário e violento. O Sr. House é frio, egocêntrico e difícil de confiar. A República da Nova Califórnia parece familiar, mas tem corrupção e ambição territorial. Em entrevista, o roteirista explicou que a intenção era essa: nada de preto no branco, tudo em tons de cinza. As escolhas morais deviam ser complexas.

Para dar total liberdade ao jogador, a equipe garantiu que dava para matar todo mundo ou não matar ninguém. Nasceu então Yes Man, um robô com sorriso bobo que aceita qualquer ordem e não some de vez – se for destruído, volta em outro corpo. Ele foi pensado para permitir que o jogador assumisse Vegas sozinho, sem depender das facções. A solução também virou um personagem divertido, com um comportamento bajulador que rende momentos cômicos.

O roteirista admite que essa rota pode ter um lado ruim: ela tira parte da pressão moral do jogo porque dá uma saída fácil para evitar escolhas duras. Mesmo assim, muitos jogadores curtiram a liberdade e o robô se tornou um dos elementos mais lembrados por seu humor. Para quem se interessa pela criação das decisões e dos personagens, há entrevistas e matérias que aprofundam como tudo foi pensado.

Pinturas de Fallout: New Vegas tão incríveis que até Danny Trejo elogiou
Fallout: New Vegas

Deimos, um artista que recria Fallout: New Vegas como pinturas românticas, tem atraído muita atenção. Suas imagens transformam cenas do RPG em quadros dramáticos e chegaram a receber elogios do diretor do jogo, Josh Sawyer, e do ator Danny Trejo nas redes sociais. O resultado parece um remaster idealizado do jogo, com composições clássicas e cores fortes.

Entre as peças, “2281 Overture” mostra uma versão pró-NCR da batalha final com todos os companheiros ao redor do Carteiro Seis, lembrando “A Liberdade Guiando o Povo”. Em “You Feel a Little Woozy” o Carteiro aparece apoiado na espingarda única Dinner Bell, cercado por Cazadores e com Lily, a Nightkin, segurando um antídoto. “Quarry Junction” captura o desespero de fugir com ovos de Deathclaw enquanto tenta armar uma explosão.

Deimos conta que New Vegas é sua maior inspiração e que suas pinturas nascem de roleplay e imaginação. Ele mistura elementos oficiais e mods para dar personalidade ao Carteiro, mantendo a máscara parcial para preservar anonimato. Para afastar acusações de uso de IA, ele publica o processo do esboço até a pintura. Impressões em alta qualidade estão à venda na loja online e o artista promete continuar produzindo essas cenas. Ele diz que vai seguir desenhando sobre New Vegas por muitos anos.

Fallout

Tim Cain, criador e programador líder do Fallout original, tem ouvido a mesma pergunta de fãs: por que não criar um novo RPG original ou voltar a franquias como Fallout, Arcanum ou Temple of Elemental Evil? Em vídeo publicado em seu canal, ele explicou por que essas ideias não são simples de realizar.

Cain lembra sua trajetória desde os anos 90, passando pela Troika e por jogos como Vampire: The Masquerade — Bloodlines, Wildstar e títulos da Obsidian como The Outer Worlds. Mesmo com esse histórico, ele diz que não tem os direitos nem os recursos para liderar um grande remaster ou uma sequência sozinho. Além disso, apontou que outras pessoas e equipes lucram muito mais com as criações que ele ajudou a conceber, enquanto ele recebeu apenas uma fração do retorno.

Para explicar a situação, ele usa a imagem de um pintor: o artista quer continuar criando, mas uma parte grande do lucro acaba nas mãos de quem monta as molduras. Cain afirma não estar amargurado, apenas cansado de responder repetidamente. Hoje ele prefere fazer projetos menores que o deixam feliz, em vez de assumir todo o risco financeiro de um grande estúdio apenas para ver outras pessoas se beneficiarem mais.

Apesar disso, ele voltou a trabalhar em tempo integral na Obsidian e segue contribuindo em papéis de programação e design. O que poderia mudar sua posição, diz ele, é uma divisão de ganhos mais justa na indústria, que permitisse aos criadores receberem uma fatia maior quando seus trabalhos fazem sucesso. Enquanto isso, os fãs ainda podem jogar seus clássicos.

Cultic

Cultic recebeu uma atualização de Natal chamada Cultmas que traz um mapa bônus, “I’ll Be Home For Cultmas”. O mapa é nevado e vem com um arsenal próprio, armas novas e um tipo de inimigo que não aparecia antes. Um trailer mostra a nova área: muita neve, dinamite voando e cultistas de robe marrom sendo espetados por garfos — tudo com clima e violência à moda dos jogos de tiro clássicos. O visual mistura áreas externas e corredores fechados, o que cria confrontos rápidos e sangrentos.

A atualização também traz várias otimizações e ajustes de balanceamento. O dano por queimadura foi refeito: agora causa dano direto, sem depender de uma barra oculta de ignição. Na prática, fica mais fácil “ensopar” inimigos em dano enquanto eles queimam e eliminá-los mais rápido. Houve correções de bugs e melhorias de fluidez para rodar melhor em PCs variados. Há ainda outras melhorias de desempenho e pequenas mudanças em armas e inimigos para deixar os confrontos mais equilibrados.

Cultic e a versão completa, que reúne os dois capítulos, estão disponíveis para compra na loja do jogo. O capítulo 2, lançado no ano passado, não é necessário para acessar o mapa Cultmas pelo menu “novo jogo”. A atualização chegou logo após as festas e já pode ser experimentada por quem quiser. Se você curte jogos de tiro retrô com ação rápida e som brutal, essa atualização é um bom motivo para voltar a jogar e conferir as armas e o inimigo novos.

Janeiro 2025 no PC: 15 Lançamentos e Eventos que Você Não Pode Perder
Cairn

Janeiro costuma ser um mês mais tranquilo para jogos de PC, mas 2025 esquenta no fim do mês com vários lançamentos e eventos. Tem desde indies curiosos até grandes RPGs e expansões. Se você quer planejar o mês, vale conferir as datas e separar tempo para as novidades.

Entre os principais estão Quarantine Zone: The Last Check (12 de janeiro), um jogo de gestão em que você inspeciona sobreviventes durante um apocalipse zumbi; Highguard (26 de janeiro), um shooter heroico gratuito tentando ganhar espaço no gênero; Cairn (29 de janeiro), um jogo de escalada em montanha elogiado desde a demo; e Code Vein 2 (29 de janeiro), um RPG de ação com viagem no tempo e visual marcante. Há opções para quem gosta de desafio, ação ou experiências mais diferentes.

Também chegam jogos em acesso antecipado, como StarRupture (6 de janeiro) e Bladesong (22 de janeiro), e alguns títulos foram adiados para janeiro. O mês traz ainda eventos e promoções em lojas digitais, além de feiras de tecnologia e games no fim do mês. Entre atualizações e encerramentos, há uma pré-atualização para World of Warcraft em 20 de janeiro, o fim de Anthem em 12 de janeiro e a expansão Woolhaven para Cult of the Lamb em 22 de janeiro. Em resumo, janeiro oferece muita variedade para testar novos jogos e atualizações.