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Arknights: Endfield — Quais S-tier você deve puxar agora?
Arknights: Endfield

Arknights: Endfield não é só mais um gacha. Além do combate, uma parte enorme do jogo é montar uma fábrica para processar materiais. Muitos jogadores descobriram que otimizar linhas de produção virou a atividade principal, e agora uma ferramenta online está ajudando quem não quer perder tempo testando tudo no jogo.

O site de planejamento permite desenhar fábricas, simular a eficiência e compartilhar blueprints com códigos únicos que podem ser carregados no jogo. Ele funciona como uma versão simplificada do estaleiro de produção dentro do jogo, mas com um simulador que mostra se a planta vai processar recursos de forma contínua. Colocar prédios e conexões é muito mais rápido na ferramenta do que nos menus do jogo. Há filas de projetos criados pelos usuários, com nomes que soam técnicos — alguns modelos populares já receberam dezenas de milhares de acessos.

O criador da ferramenta tem pedido paciência na comunidade enquanto o serviço tenta aguentar o tráfego. A página fica instável em horários de pico, então vale salvar códigos de blueprints para usar depois. No fim das contas, a novidade facilita a vida de quem joga Endfield: em vez de perder horas testando no jogo, você monta e ajusta fora dele, copia um layout eficiente e volta para as missões. Para quem não nasceu para engenharia digital, essa ferramenta é um atalho que deixa a parte divertida do jogo mais acessível.

Cena de Half Sword
Half Sword

Half Sword é um simulador de combate medieval onde física exagerada e gore se encontram. A demo técnica do jogo virou a sensação de um festival de demos e colocou Half Sword entre os top 10 da lista de desejos da loja. O estúdio Half Sword Games confirmou que o jogo entra em Early Access na sexta-feira, 30 de janeiro. Prepare sua espada e sua armadura: a proposta é de confrontos crús, imprevisíveis e cheios de corpo a corpo.

O trailer de lançamento mistura violência cartunesca com uma trilha sonora completamente insana. Começa com socos desajeitados e logo escala para cenas de rostos sendo esmagados em madeira, combatentes tendo membros destruídos por martelos, machados e lanças, e sangue espalhado por todos os lados. A física do jogo faz os golpes parecerem caóticos e bons para risadas nervosas. A música traz letras claramente sanguinárias e termina com uma risada maníaca que casa com o tom do vídeo.

Se você gosta de combates baseados em física, bagunça e humor negro, Half Sword deve entrar na sua lista. O jogo parece focado em oferecer encontros brutais onde habilidade e sorte se misturam. Fique de olho no lançamento em early access e, se curtir o estilo, adicione aos seus desejos.

Mass Effect
Mass Effect

EA abriu uma vaga de diretor de produção para o próximo Mass Effect, um sinal claro de que o projeto ainda está em andamento. O produtor executivo publicou nas redes sociais que procura um líder sênior para o time. A vaga tem uma faixa salarial estimada entre R$ 750 mil e R$ 1,04 milhão por ano, além de benefícios, o que deixa claro que se trata de uma posição de alto nível.

O papel descrito na vaga exige que essa pessoa faça a ponte entre a visão criativa e a execução, liderando o desenvolvimento do jogo do começo ao fim. Será responsável por definir direções práticas para as equipes, organizar prioridades, dividir objetivos complexos em tarefas claras e antecipar riscos. Também precisará coordenar estúdios, equipes técnicas e parceiros, resolver impasses entre times e representar o projeto junto à liderança e a parceiros externos.

A vaga pede pelo menos dez anos de experiência na indústria, liderança sênior em múltiplos títulos AAA e conhecimento em RPGs e action RPGs, além de presença executiva. Ou seja, não é uma oportunidade para iniciantes. O fato de a empresa estar contratando esse perfil indica que o trabalho está em fase inicial, mas mostra compromisso em levar o jogo adiante. Para fãs da franquia, é um sinal positivo: embora ainda faltem detalhes, há movimento concreto rumo ao desenvolvimento de Mass Effect 5.

Cena de Cyberpunk 2077
Cyberpunk 2077

Luke Ross, criador do mod R.E.A.L. VR para Cyberpunk 2077, se envolveu em polêmica após receber uma notificação de DMCA da CD Projekt. O estúdio alegou que Ross estava lucrando com a propriedade intelectual. Em vez de tornar o mod gratuito, ele optou por tirá-lo do ar. Dias depois, a 505 Games enviou uma segunda notificação por causa de uma conversão VR de Ghostrunner.

Com isso, Ross decidiu adotar uma medida mais drástica: removeu o acesso a todos os mais de 40 mods que oferecia em sua página de assinaturas. Um aviso explicou que o Patreon ficará temporariamente pausado. Quem se inscrever pode apoiar o criador, mas não terá benefícios nem acesso aos mods até que a questão legal se esclareça.

Um e-mail aos assinantes apresentou um tom crítico, afirmando que alguns exigiam que tudo fosse gratuito. Ross também disse que a legislação de direitos autorais dá poder excessivo às grandes empresas. A plataforma de assinaturas informou que pode encerrar contas sujeitas a notificações repetidas de violação e pediu que se evite publicar material que provoque novas reclamações.

No meio gamer, muitos estúdios permitem mods desde que não sejam cobrados diretamente. O procedimento comum é liberar o mod gratuitamente e usar doações. Ross escolheu não seguir esse caminho e removeu todos os arquivos e posts relacionados para evitar novas ações legais. Ele disse esperar encontrar uma solução nas próximas semanas, mas, por enquanto, os mods continuam indisponíveis.

Arknights

À primeira vista, Arknights: Endfield parece mais um gacha de anime, no estilo de Genshin Impact. E começa assim mesmo, com combate em terceira pessoa e troca de personagens. Mas o jogo logo pede que você monte uma base para minerar e processar materiais. O que surge daí é um sistema de construção de fábricas completo, com linhas de produção e gestão de energia.

Muitos jogadores chegam pelo combate e acabam por ficar no modo fábrica. Em comunidades do jogo, usuários relatam horas gastas montando correias, otimizando processos e melhorando rendimento. Há um sistema de blueprints que permite importar projetos prontos de outros jogadores, o que ajuda a acelerar a montagem de plantas complexas.

O elemento de fábrica não é totalmente obrigatório, mas é fundamental para produzir itens úteis ao desenvolvimento e ao poder da equipe. Quem gosta de planejar fluxos e reduzir gargalos vai encontrar satisfação aqui. Para jogadores que nunca experimentaram jogos de gerenciamento industrial, é fácil se perder por horas buscando a eficiência perfeita.

Endfield foge do ciclo padrão de moedas e recompensas diárias ao oferecer uma atividade principal diferente. Se você está cansado de ganhar XP só para subir barras, este jogo oferece uma recompensa mais tátil: ver uma fábrica funcionar com tudo no lugar. É um gacha com um coração de indústria, e isso o torna especial.

Cena de Highguard
Highguard

Depois de semanas de silêncio, o jogo Highguard voltou a aparecer. A desenvolvedora anunciou nas redes um showcase para 26 de janeiro às 15h (horário de São Paulo). No evento ela promete um mergulho completo na jogabilidade, planos para o primeiro ano e outras novidades. A data segue marcada como lançamento, o que deixa a expectativa alta entre quem acompanha o projeto.

O primeiro trailer, exibido no encerramento de uma grande cerimônia de jogos, não empolgou boa parte do público. Em vez de responder com mais material, a equipe ficou em silêncio e a página do jogo na loja seguiu com pouco conteúdo: só requisitos e uma descrição curta. Isso gerou especulação de atraso, mas a data não foi alterada, o que aumenta a curiosidade sobre o que será mostrado no showcase.

Há também preocupações técnicas. Highguard exige Secure Boot e TPM 2.0 para rodar, o que afasta jogadores que usam Linux ou hardware mais antigo. Ainda assim, muita gente quer ver o gameplay real antes de julgar. O showcase deve deixar claro o estilo do jogo e os planos da desenvolvedora para o primeiro ano. Resta esperar até 26 de janeiro às 15h (horário de São Paulo) para descobrir se o jogo corresponde às expectativas.

hytale
Hytale

O lead designer do Minecraft, Jens Bergensten, comentou em uma postagem nas redes sociais que Hytale é ‘muito polida’ mas gostaria que o jogo fosse mais diferente. O comentário ganhou repercussão porque muitos notaram semelhanças fortes entre os dois jogos; inclusive, em poucos dias um modder conseguiu criar crossplay funcional entre Hytale e Minecraft. Para alguns veteranos, a versão atual de Hytale ainda soa próxima demais do estilo já conhecido.

O fundador e CEO do estúdio por trás de Hytale respondeu abertamente e disse que entende a crítica. Ele admitiu que o lançamento em acesso antecipado está simples em algumas partes e que ainda faltam várias características que vão dar identidade ao jogo. A equipe planeja melhorias na geração de mundos com uma nova versão do sistema, a criação de um modo aventura com mecânicas de RPG e o lançamento de ferramentas de modding robustas. Ele também ressaltou que muitos integrantes do time vêm da comunidade de mods e têm experiência para entregar essas mudanças.

Desde que o projeto voltou a receber investimento e foco, o estúdio está traçando um plano ambicioso para diferenciar Hytale. A promessa é por mais combate, exploração, mundos de fantasia e suporte amplo para criadores. Resta ver se as próximas atualizações fazem Hytale se distanciar suficientemente de outros jogos do estilo e conquistar uma identidade própria.

Spellcasters Chronicles

Spellcasters Chronicles abre a segunda beta fechada na quinta-feira, 29 de janeiro. Nessa fase, os jogadores vão encontrar muitas novidades e ajustes de desempenho. A equipe agradeceu o feedback da primeira beta fechada e preparou mudanças para tornar as partidas mais fluídas e acessíveis.

A arena nova se chama Costa Nórdica. É um mapa coberto por restos de batalhas antigas, com um enorme esqueleto de monstro marinho atravessando o terreno. Para ocupar esse espaço, chegaram novas mecânicas e criaturas que mudam o ritmo das partidas.

Chegam a infusão de gelo e feitiços de ressurreição e sacrifício, que fazem a morte das suas unidades virar vantagem. Novas construções defensivas, como Muralha e Balista, e o Ninho de Harpia, que convoca harpias, reforçam a defesa. Entre as unidades há o Behemoth de Pedra, que destrói construções à distância; o Tanque a Vapor, com dano massivo; Fadas que concedem invisibilidade; e um Lich misterioso para o jogador descobrir.

Também há um modo ranqueado em teste, com oito níveis: Novato, Iniciado, Adepto, Mago, Arquimago, Mestre, Grão-Mestre e Tecelão do Destino. E a maior melhoria técnica é a otimização: uso de CPU e memória foi reduzido, e agora o jogo roda com 16 GB de RAM, o que deve abrir as portas para mais jogadores testarem a beta.

Cena do jogo Palworld
Pocketpair

A desenvolvedora Pocketpair, responsável por Palworld, está pedindo algo inusitado em vagas para designer: os candidatos devem enviar capturas da sua biblioteca da Steam com o histórico de jogo. Quem só joga em console também pode enviar a própria biblioteca, mas quem nunca usou a Steam tende a ficar fora da seleção. O CEO da empresa deixou claro que isso faz parte da triagem.

Além das capturas, no processo de entrevista os candidatos precisam explicar as mecânicas dos jogos que aparecem no topo do histórico, dizer por que essas mecânicas existem e o que torna cada título diferente dentro do próprio gênero. A ideia é contratar criadores que realmente conheçam a cena indie da Steam e entendam decisões de design. O chefe de publicação, John Buckley, lembrou que já foi questionado sobre jogos como Slay the Spire.

É uma abordagem curiosa: por um lado força os candidatos a provar que conhecem jogos e a pensar como designers; por outro, pode excluir bons profissionais que jogam menos na Steam. Para quem busca vaga, fica a dica: esteja pronto para explicar, com propriedade, por que os jogos que você joga funcionam como funcionam — e mostre que entende escolhas de design, não só o tempo de jogo.

Arc Raiders: Granadas de gatilho podem ser nerfadas após caos nas extrações
Arc Raiders

O Arc Raiders ganhou um plano chamado Escalation: quatro atualizações temáticas de janeiro a abril de 2026 que trazem mapas, inimigos e mudanças no clima. Ao longo desses meses o estúdio vai lançar novas condições de mapa, projetos, expedições, um mapa totalmente novo, versões pequenas e grandes dos Arcs e uma atualização no Sucata. Também virão missões, eventos e equipamento novo durante o ano.

Janeiro, Headwinds, adiciona pareamento por nível para jogadores acima do nível 40, o que deve facilitar a entrada de novatos. Haverá também uma condição de mapa menor e um projeto inédito que pede coleta de sucata. Fevereiro, Shrouded Sky, é maior: além de uma atualização que altera áreas já conhecidas, chega um novo Arc e uma condição climática tempestuosa que deve deixar as partidas mais caóticas.

Março traz Flashpoint, com outra condição de mapa e mais um Arc para enfrentar, além da promessa de renovar as ofertas do Sucata. Abril chega com Riven Tides, o maior passo do Escalation: um mapa novo à beira-mar, clima de tempestade, e um Arc grande — talvez um caranguejo gigante — que pode trazer uma arma lendária parecida com o Afélio. No geral, o roteiro promete escalada de perigo e conteúdo, deixando a comunidade na expectativa para ver até onde isso vai.

ROG Azoth 96 HE: o teclado da Asus que pode deixar você mais rápido — custa cerca de R$2.300
Asus

O ROG Azoth 96 HE é um teclado gamer topo de linha da Asus com layout 96% (num pad e cluster de navegação em formato compacto). Em vez de switches mecânicos tradicionais, ele usa switches Hall effect ROG HFX V2, com curso mais curto (3,5 mm), força de atuação menor (32 g) e ajuste do ponto de atuação em passos de 0,01 mm. O teclado é hot-swap, tem keycaps PBT doubleshot, tela OLED e um mostrador para ajustes rápidos. O preço sugerido é cerca de R$2.300.

As teclas são rápidas e suaves graças às hastes POM e ao novo desenho que reduz o wobble. Há bastante amortecimento interno e gaxetas para deixar o toque mais macio e sem ruídos de case. Em wireless ele oferece Bluetooth e 2.4 GHz com polling de 8000 Hz via receptor, e a bateria fica na casa das 40 horas em uso padrão; o modo Zone economiza energia mantendo WASD com alta taxa de resposta.

Para jogos, o Azoth 96 HE entrega precisão e personalização (incluindo ajuste fino pelo software web), o que ajuda em movimentos rápidos e tempos de reação. Porém, o preço é alto para o que oferece, e existem teclados HE com acabamento similar por menos. Se você busca performance e recursos premium e não liga muito para o valor, é uma ótima opção; se quer custo-benefício, procure alternativas mais baratas.