Demon Lord: Just a Block

Quando bati o olho em Demon Lord: Just a Block, achei que seria apenas mais um roguelike indie tentando misturar mecânicas diferentes para chamar atenção. Bastaram poucos minutos jogando para perceber que ele vai muito além disso. O jogo da YuWave consegue pegar conceitos já conhecidos do gênero e transformar tudo em algo extremamente divertido, acessível e viciante.

A proposta parece simples: você controla um Lorde Demônio reduzido apenas à própria cabeça, enfrentando inimigos em mapas por grids enquanto recupera poder aos poucos. Só que a grande sacada está na mistura entre estratégia, puzzle e combate por turnos com movimentação dinâmica. O resultado é um gameplay que exige pensar antes de agir, mas sem abrir mão de ação e ritmo acelerado.

O mais impressionante é como o jogo consegue ser leve, divertido e perfeito para sessões rápidas — especialmente em handhelds.

Tutorial rápido e mecânicas fáceis de entender

Um dos maiores acertos do jogo é seu tutorial. Em poucos minutos ele já explica tudo o que você precisa saber sem enrolação. Isso é importante porque Demon Lord: Just a Block possui uma mecânica que parece complexa à primeira vista, mas funciona de forma extremamente intuitiva.

Basicamente, tudo gira em torno de atacar e evitar ataques inimigos. Como o combate funciona por turnos, fica fácil entender o posicionamento dos adversários e planejar o próximo movimento. Você rapidamente aprende quando avançar, quando recuar e quando tentar um parry ou esquiva.

Essa simplicidade inicial ajuda bastante na curva de aprendizado, mas o jogo vai adicionando profundidade aos poucos através de habilidades, armas, inimigos especiais e chefes.

Estratégia e movimentação fazem toda a diferença

Apesar da aparência fofa e cartunesca, Demon Lord: Just a Block é surpreendentemente estratégico. Cada movimento importa.

Os inimigos só agem depois da sua ação, o que transforma cada combate quase em um pequeno puzzle tático. Em vez de depender apenas de reflexos rápidos, o jogo recompensa leitura de cenário e posicionamento inteligente.

Ao mesmo tempo, existe uma sensação constante de dinamismo. As esquivas e aparos deixam as batalhas muito mais interessantes, especialmente quando você começa a dominar o timing dos ataques.

É um sistema que mistura:

  • roguelike;
  • estratégia;
  • combate tático;
  • elementos de puzzle;
  • progressão estilo survivors.

E, curiosamente, tudo isso funciona muito bem junto.

Chefões deixam tudo mais intenso

Os chefes são facilmente um dos pontos altos do jogo.

Enquanto os inimigos normais servem para ensinar padrões e manter o ritmo da run, os chefões mudam completamente a dinâmica das batalhas. Eles reduzem bastante as oportunidades de ataque e defesa, obrigando o jogador a pensar muito mais antes de agir.

Cada luta possui padrões próprios, áreas perigosas e momentos específicos para atacar. Isso ajuda bastante a quebrar a repetição típica de alguns roguelikes.

As batalhas acabam funcionando quase como testes do quanto você entendeu das mecânicas até aquele momento.

Progressão roguelike funciona muito bem

O fator roguelike aqui é extremamente viciante.

Durante as runs, você sobe de nível e escolhe habilidades aleatórias que mudam completamente o estilo de jogo. Algumas builds focam em movimentação, outras em dano direto, ataques elementais ou sobrevivência.

A habilidade mais forte que encontrei foi a de raios. Mesmo sendo aleatória, ela causa dano com muita frequência e cria momentos caóticos na tela, principalmente em salas cheias de inimigos. Em várias runs ela acabou virando praticamente a base da minha build.

Além disso, existem diversos itens passivos que adicionam:

  • mais dano;
  • utilidade;
  • efeitos especiais;
  • bônus defensivos;
  • sinergias interessantes.

Isso faz com que praticamente toda run pareça diferente.

Pequenos puzzles ajudam a variar o gameplay

Outro detalhe muito legal é a presença de puzzles simples espalhados durante a exploração.

Nada extremamente complexo, mas são desafios rápidos que ajudam a quebrar o ritmo tradicional de combate. Alguns servem para liberar baús, outros oferecem bônus extras ou recompensas importantes.

É uma adição pequena, mas que ajuda bastante na sensação de variedade.

Excelente para handhelds e portátil

Joguei Demon Lord: Just a Block no Legion Go e a experiência foi excelente.

O jogo roda perfeitamente, sem travamentos ou quedas de desempenho. Além disso, ele consome pouca bateria, o que automaticamente o transforma em uma ótima opção para jogar fora de casa.

Esse tipo de jogo encaixa perfeitamente em dispositivos portáteis:

  • partidas rápidas;
  • gameplay viciante;
  • controles simples;
  • baixo consumo energético;
  • desempenho leve.

É exatamente aquele tipo de indie perfeito para carregar na biblioteca portátil.

Localização em português faz diferença

Outro ponto muito positivo é a tradução para português.

Todo o jogo está localizado, incluindo menus, descrições e habilidades. Isso ajuda bastante principalmente em um título que possui muitas combinações de itens e efeitos passivos.

Pode parecer detalhe, mas uma boa localização faz muita diferença em jogos desse tipo.

Visual simples, mas cheio de personalidade

Visualmente, Demon Lord: Just a Block aposta em um estilo cartunesco extremamente carismático. Os cenários coloridos, os efeitos exagerados e os personagens caricatos ajudam bastante na identidade do jogo.

Mesmo sem gráficos ultra-realistas, existe muito cuidado artístico aqui.

Os efeitos de habilidades, especialmente builds elétricas e explosões, deixam a tela constantemente animada sem virar bagunça visual.

Vale o seu tempo

Demon Lord: Just a Block é uma das surpresas indie mais divertidas do ano. Ele consegue pegar elementos conhecidos dos roguelikes e misturar com estratégia, puzzle e combate tático de uma forma extremamente acessível e divertida.

O gameplay é rápido, viciante e funciona perfeitamente em sessões curtas — especialmente em handhelds como o Legion Go.

Mesmo sem reinventar completamente o gênero, o jogo encontra sua própria identidade graças ao combate inteligente, às builds variadas e aos chefes bem construídos. Some isso ao excelente desempenho portátil, tradução em português e baixa exigência de hardware, e temos um indie fácil de recomendar para fãs de roguelikes e estratégia.

Se você gosta de jogos que misturam planejamento, ação e progressão viciante, Demon Lord: Just a Block merece sua atenção.

Path of Exile 2

Path of Exile 2 está cada vez mais perto de dar adeus ao early access. A próxima grande atualização, Return of the Ancients (patch 0.5.0), vai repaginar o pós-campanha com uma progressão mais guiada, cheia de missões e batalhas contra chefes, para deixar a jornada muito menos solta.

A ideia do time é que essa seja a última expansão de peso antes da chegada da versão 1.0. Depois da ExileCon, marcada para novembro, o jogo ainda deve receber ajustes de balanceamento e talvez uma mini league ou outra, mas sem um novo pacote grande até o lançamento final.

Quando a 1.0 chegar, Path of Exile 2 deve trazer:

  • os dois atos finais da campanha;
  • todas as ascendências das classes que já existem;
  • algumas das classes novas prometidas, embora não todas a tempo;
  • possivelmente novos tipos de arma, como espadas, se o cronograma permitir.

No endgame, a promessa é deixar o Atlas e os sistemas interligados mais intuitivos e mais customizáveis, para que cada jogador possa turbinar as mecânicas que curte e extrair recompensas maiores. A meta é simples: fazer Path of Exile 2 parecer um jogo completo, sem aquela sensação de campanha de um lado e endgame do outro.

Depois dos ajustes finais, Path of Exile 2 deve deixar o acesso antecipado para trás e seguir como free-to-play. Se tudo correr como esperado, Return of the Ancients chega em 29 de maio.

Fallout 4

O speedrunner pekkanen está em modo turbo em Fallout 4: em apenas dois meses, ele emplacou nove world records em duas categorias da run, Any% e Any% (No Intro).

No Any%, vale praticamente tudo, glitch liberado; já o No Intro tira da conta a abertura pré-guerra, que em Fallout 4 é bonita, mas lenta demais para quem quer tempo no cronômetro. Em 4 de março, pekkanen tirou o recorde de longa data de tomatoanus, baixando a marca de 33:51 para 33:44. Em 19 de março, ele também tomou o trono do No Intro.

  • 4 de março: 33:44 em Any%
  • 19 de março: 25:36 em No Intro
  • 26 de março: 33:28 em Any%
  • 31 de março: 24:19 em No Intro
  • 31 de março: 32:54 em Any%
  • 11 de abril: 32:15 em Any%
  • 25 de abril: 23:17 em No Intro
  • 27 de abril: 31:32 em Any%
  • 6 de maio: 31:18 em Any%

Desde então, ele ainda foi lapidando as próprias marcas: baixou o tempo de Any% mais cinco vezes e o de No Intro mais duas. O resultado é uma sequência de runs absurdamente assistível, com sprint pelo Commonwealth, carne de mutante na grelha e aquele ritual maluco de salvar e carregar em bancadas de crafting para ganhar mobilidade insana e até uma sensação de teleporte na marra.

E o mais engraçado? Até o começo da corrida normal, sem a categoria No Intro, virou quase meme: é basicamente ficar apertando o botão de interação enquanto o script anda. Depois disso, porém, o caos começa de verdade. Para quem curte speedruns cheias de exploit e movimento quebrado, Fallout 4 entregou um show.

Vale lembrar que pekkanen já tinha aprontado em Skyrim em 2021, quando também engatou uma sequência de recordes em pouco tempo.

Minecraft

A Minecraft Movie 2 já começou a ser filmado na Nova Zelândia, e Jack Black resolveu marcar o pontapé inicial da produção com uma arte bem caprichada de Steve. Na imagem, o personagem aparece sentado numa poltrona de couro, segurando uma chama em bloco, enquanto um crânio no chão faz referência às pinturas clássicas do game.

A obra foi criada por Kristoffer Zetterstrand, artista sueco que também assina várias das pinturas espalhadas por Minecraft. Ele ainda publicou closes da peça e mostrou o estúdio com outras telas temáticas, deixando no ar a possibilidade de essas artes também aparecerem na sequência.

No elenco, voltam Jack Black, Jason Momoa e o diretor Jared Hess. Kirsten Dunst surge como a grande novidade, vivendo Alex, e ainda rolam rumores de Jennifer Coolidge nos bastidores. Depois do hype absurdo do primeiro filme, tudo indica que A Minecraft Movie 2 vai chegar como um verdadeiro evento para a comunidade.

  • Jack Black já soltou o primeiro teaser artístico do filme
  • A sequência começou a rodar em Auckland
  • Kirsten Dunst entra no game como Alex
  • O clima é de continuação com cara de blockbuster gamer
World of Warcraft

World of Warcraft está preparando mais uma novidade fofíssima para os colecionadores: Roofus, o pet caridade com jeitão de cão de obra, chega para celebrar a nova fase de moradias do jogo.

Além de entrar na coleção, o pacote traz itens para decorar a casa no WoW moderno: casinha, pote de ração e caminha. O charme extra fica por conta da animação de idle, que mostra o Roofus todo animado no modo construtor.

Outro ponto que chama atenção é que o mascote vale para WoW moderno e Classic, então a comunidade de ambos os lados pode aproveitar.

Como de costume, a iniciativa tem pegada solidária: a compra do pacote ajuda uma organização voltada à moradia para famílias que precisam de um lar, mantendo a tradição do jogo de transformar pets em apoio real.

Se você curte cosméticos e quer um companheiro que combina com a vibe de housing, vale ficar de olho no Roofus antes que a campanha termine.

Neverness to Everness

Neverness to Everness chegou com um gacha que parece clássico, mas tem algumas regras próprias. Para quem quer só personagem e arma decentes, o jogo é bem mais generoso do que muita concorrência. O aperto real fica para quem quer fechar a coleção de cosméticos.

No banner de personagem, não existe 50/50: ao sair um S-Class, ele já vem como o destaque garantido. O pity também é amigável, com soft pity por volta de 70 puxadas e hard pity em 90. E o contador acumula de um banner limitado para o outro.

  • Cosméticos de banner: marcos de 50, 120 e 200 puxadas liberam itens exclusivos, e o progresso carrega em reruns.
  • Awakenings: são as dupes do jogo. Você pode tirar nos banners ou comprar algumas no shop com moeda interna, e a ordem de desbloqueio não é fixa.
  • Banner iniciante: fica embutido no banner permanente e oferece desconto até 50 puxadas, além de permitir escolher um standard S-Class no fim.
  • Banner de armas: as Arcs funcionam como armas. O pity próprio existe, mas a chance de vir a arma destaque é mais cruel do que no banner de personagem.
  • Armas grátis: fora as signatures limitadas, algumas Arcs S-Class podem ser obtidas jogando, com cópias liberadas na loja de troca.

As moedas do gacha em Neverness to Everness também merecem atenção:

  • Solid Dice: usadas no banner limitado de personagem.
  • Fabricated Dice: usadas no banner padrão.
  • Tri-Keys: usadas para puxar Arcs na loja de seleção.
  • Warp Pieces e Lost Pieces: caem em pulls e alimentam lojas de troca.
  • U00-NE: moeda ligada às Arcs vindas de bosses.
  • Annulith: moeda principal para puxar nos banners.
  • Riftcrystal: moeda premium que pode ser convertida em Annulith.

Sobre os banners em andamento, Nanally está no banner atual, enquanto Hotori é a próxima a chegar. Depois dela, Lacrimosa e Chaos entram na fila da atualização seguinte. No banner de armas, a Arc assinatura de Nanally, Ready-Ready, é a grande estrela do momento.

No fim das contas, Neverness to Everness é aquele tipo de gacha que parece de boa no início, mas pode virar armadilha para quem quer tudo. Se você for f2p ou low spender, o segredo é planejar bem cada pull e não cair na tentação dos banners cosméticos.

DOOM

Por muito tempo, muita gente jurou que o Doomguy de Doom estava usando uma camiseta cropped estilosa, daquelas que deixam o abdômen à mostra. Mas o detalhe icônico da capa clássica engana: o que aparece ali é a camiseta rasgada no meio do corre contra os demônios, não um look pensado para ostentar o shape.

Mesmo assim, esse visual virou praticamente parte do DNA do personagem. Em artes da comunidade e em releituras modernas do uniforme, o famoso “tummy window” continua aparecendo porque a ilustração original ficou gravada na memória da galera como a cara do herói de FPS.

No fim das contas, a explicação é simples: no material de capa de Doom, o traje do Doomguy foi destruído pelos demônios, enquanto dentro do jogo ele aparece totalmente vestido. Moral da história: o abdômen não era um recurso de moda — foi só um efeito de uma arte lendária que acabou virando lenda do game.

The Elder Scrolls

Um modder conseguiu fazer The Elder Scrolls 3: Morrowind rodar dentro do terminal e do Pip-Boy de Fallout 4, entregando uma das gambiarras mais malucas e legais da cena de mods.

No vídeo de demonstração, o RPG aparece em uma tela monocromática dentro do próprio jogo. Não é exatamente o jeito mais confortável de encarar uma campanha longa, já que a imagem fica bem limitada e a leitura pode virar um teste de paciência.

Por trás da zoeira, a engenharia é mais direta do que parece: o OpenMW roda em uma janela oculta, a imagem é escalada e transmitida em tempo real para o display de Fallout 4. Um plugin customizado cuida do gatilho, da ponte de memória compartilhada e do envio de comandos, então dá para jogar Morrowind sem sair da experiência do outro game.

O criador contou que foram muitas horas quebrando a cabeça até fechar a ideia. Para fazer tudo funcionar, você precisa das versões de PC de Fallout 4 e Morrowind, além do extensor de scripts do jogo. No fim, o que mais chama atenção é ver um clássico de 2002 virando um verdadeiro jogo dentro do jogo com um charme caótico absurdo.

Opinião

Blood Vial é um micro-FPS retrô que aposta em ação acelerada e numa mecânica bem fora da curva: o sangue derramado nas lutas não é só cenografia, ele é parte essencial da jogatina.

No comando de um vampiro ferido, você entra em arenas cheias de inimigos armados e precisa manter seu frasco de sangue abastecido o tempo todo. Como o recipiente está vazando, a solução é simples e brutal: eliminar os adversários e se jogar nas poças de sangue espalhadas pelo cenário para sobreviver.

O sangue também funciona como ferramenta tática. Com ele, dá para deslizar pelo chão, escapar de tiros, contornar ameaças de perto e até subir paredes para criar ângulos melhores de ataque. Na prática, isso deixa cada combate rápido, agressivo e com aquela sensação gostosa de desenhar o próprio caminho no caos.

O ritmo é o ponto alto de Blood Vial. Cada disparo ajuda a abrir rotas sangrentas pelo mapa, enquanto a mecânica de drenagem constante mantém a tensão lá em cima. Você sempre precisa decidir entre gastar sangue para ganhar mobilidade ou guardar recurso para não ficar vendido na troca de tiros.

Mesmo assim, o jogo não é exatamente profundo. As melhorias entre fases são simples e a progressão passa pelos mesmos conjuntos de cenários com pouca variação. Ainda assim, para quem quer um FPS curtinho, direto ao ponto e perfeito para algumas rodadas de tiro insano, Blood Vial entrega uma experiência divertida e bem rápida de pegar o jeito.

Aliens: Fireteam Elite

Aliens: Fireteam Elite 2 foi revelado e vai apostar na mesma pegada do primeiro jogo, mas com mudanças importantes para deixar o co-op ainda mais insano no PC.

Desta vez, a jogatina vai permitir até quatro jogadores no mesmo esquadrão, o que deve aumentar tanto o caos quanto a pancadaria contra os xenomorfos. A ideia é clara: mais gente na equipe, mais fogo cruzado e mais chance de sobreviver ao pesadelo espacial.

Outra novidade é a Specialist Class, um sistema que dá mais liberdade para montar a build do jeito que o jogador quiser, misturando habilidades principais e secundárias sem ficar preso só aos modelos padrão.

Os xenomorfos também não ficaram para trás. Aliens: Fireteam Elite 2 promete uma variedade maior de inimigos, obrigando o time a se mover o tempo todo, manter atenção redobrada e usar todos os recursos disponíveis para não virar refém da infestação.

O jogo ainda vai chegar com vários mapas dedicados ao modo horda, trazendo recompensas para quem aguentar as ondas de ataques até o fim. No trailer, o clima segue fiel à franquia: escuridão, sinalizadores vermelhos, correria e ação caótica do começo ao fim.

Aliens: Fireteam Elite 2 ainda não tem data fechada, mas já está no radar dos fãs de tiro cooperativo e promete entregar mais ação, mais tensão e muito mais xenomorfo na tela.

Blindfire

Depois de cerca de um ano e meio em acesso antecipado, Blindfire finalmente saiu da fase de testes e ganhou sua versão completa no PC. O multiplayer FPS aposta numa pegada bem diferente: arenas mergulhadas na escuridão, onde você precisa usar som, percepção e tecnologia para rastrear os inimigos.

A virada veio com um tom agridoce. A equipe da Double Eleven admitiu que o jogo não estourou como esperava, mas decidiu tocar o barco de um jeito raro no mercado: em vez de encerrar tudo, Blindfire virou grátis e deve continuar online por anos.

  • duas armas novas: Desolation, uma shotgun com projétil explosivo, e Tempest, um rifle de rajada mais preciso;
  • novos achievements para caçar;
  • um pacote grande de skins;
  • suporte completo a haptics para deixar cada tiro mais imersivo;
  • Audio Aim Assist, recurso pensado para jogadores cegos e com baixa visão.

Com o fim do desenvolvimento ativo, Blindfire fecha esse ciclo como um shooter diferente do comum, mas ainda vivo para quem curte PvP tenso, jogo de posição e leitura de áudio. Agora é pegar, testar e ver se o dark mode mais brutal dos FPS é a sua praia.