© 2026 Todos os direitos reservados.
Política de Privacidade

Arc Raiders

A Embark, desenvolvedora de Arc Raiders, afirmou que está tratando com prioridade o problema de cheaters. Nas próximas semanas, a equipe vai ajustar regras e implementar novos mecanismos para detectar e remover trapaceiros. Isso inclui melhorias no sistema anti-cheat para aumentar banimentos e correções no cliente para evitar a falha de sair do mapa. Também serão lançadas ferramentas para ajudar quem transmite a reduzir vantagem de espectadores. A empresa diz que vai combinar detecções automáticas com ações manuais para acelerar punições.

O caso ganhou muita visibilidade porque transmissões ao vivo e jogadores de alto nível tendem a cruzar mais com trapaceiros, e esses encontros viram clipes e reclamações. Quem joga de forma casual e evita PvP provavelmente não vai achar wallhackers com frequência enquanto procura recursos pelo mapa. Por isso há uma sensação exagerada do problema entre parte da comunidade. Esse fluxo de conteúdo fez o problema parecer maior do que ele é para a maioria.

A comunidade também relatou o abuso de macros que transformam a arma Chaleira em disparo quase contínuo. Um representante do jogo disse que a equipe está analisando balanceamento e citou Chaleira, Costurador e Granada de Gatilho como possíveis alvos de redução de poder. Em resumo, Embark promete combinar detecção, correções e ajustes de armas para reduzir trapaceiros e proteger a experiência dos jogadores. A expectativa é que essas ações diminuam a frequência de casos e devolvam a qualidade das partidas para a maioria dos jogadores.

Black Ops 7 surpreende: crossover com Fallout invade o jogo e divide fãs
Call of Duty

Black Ops 7 recebeu a primeira atualização de meia-temporada e traz um grande crossover com Fallout. Nas próximas semanas o jogo vai ganhar skins dos personagens da série, modos temáticos, novos mapas e uma versão de Nuketown remodelada pela Vault-Tec. A celebração ocupa metade da temporada e chega em paralelo com a nova temporada da série de TV.

Antes do lançamento, a desenvolvedora disse que Black Ops 7 teria um visual mais autêntico e menos parcerias exageradas. Por isso, a chegada de Fallout parece um recuo quando tomada ao pé da letra. Ainda assim, muitos jogadores viram o crossover como mais natural que as parcerias cartunescas do passado. Macacões Vault-Tec e armaduras motorizadas se encaixam no estilo já presente entre os operadores. Em comunicado anterior, a empresa disse que ouviu críticas e que levaria o feedback em conta. Mesmo assim, o evento chegou sem mudanças claras no tipo de parceria.

A reação foi mista: parte da comunidade está animada por ver itens e mapas com tema Fallout, outra parte ficou indiferente. A popularidade da série de TV ajuda a tornar o evento atraente, e o ritmo menor de interesse por Call of Duty este ano também explica a calma nas reações. Jogadores casuais talvez nem notem a diferença, mas fãs mais dedicados vão debater cada detalhe. Fiquem de olho nas próximas semanas: mais mapas, modos e cosméticos devem chegar durante a meia-temporada.

Fallout 3: o segredo por trás do visual que quase não existiu
Fallout 3

Uma reportagem recente conta como Fallout 3 foi criado, com entrevistas com a equipe da Bethesda que converteu a série isométrica para 3D. Para um estúdio conhecido pelos jogos de fantasia, foi um grande salto. Eles precisaram provar que podiam trabalhar num gênero totalmente diferente.

O artista Istvan Pely liderou boa parte do visual. Ele voltou às referências originais: a arte da caixa com a armadura de energia foi o primeiro ponto, depois o Pip-Boy — transformado em um dispositivo físico de pulso — e, em seguida, o macacão do Vault. A versão do traje na nova versão acabou mais direta do que a ideia inicial, em que os trajes seriam ‘extrudidos’ por uma máquina, como o criador original comentou em outra ocasião. Essas escolhas ajudaram a dar dimensão às imagens clássicas do jogo.

A produção também virou arte das limitações. A equipe era pequena, entre 40 e 80 pessoas em produção, então um cenário pós-apocalíptico mais vazio teve vantagens. Eles decidiram que Washington DC foi muito atingida, criando paisagens áridas e lugares esparsos. Esse visual reforça a sensação de que a humanidade mal sobrevive, com lugares desconexos e um ar de desolação. Locais como Springvale — a saída do Vault perto de uma escola, um posto Red Rocket e ruas suburbanais — resumem bem essa visão.

A estética ficou tão marcante que a série de TV se aproximou do visual dos jogos, e muitos jogadores lembram das longas caminhadas pelo mapa como experiências memoráveis. O design simples e às vezes bagunçado ajuda a vender a ideia de um mundo real, cheio de inconsistências.

Tokyo Xtreme Racer: Corridas noturnas de Tóquio que vão viciar você — entenda por quê
Tokyo Xtreme Racer

Tokyo Xtreme Racer não é sobre bater recordes ou fechar voltas perfeitas. É sobre confrontos nas ruas iluminadas de Tóquio: você enfrenta rivais em duelos que medem a moral do adversário, não o tempo. As corridas começam no meio do trânsito, sem linha de chegada clara, e a vitória vem quando você consegue desmoralizar o oponente. Empurrões nas laterais, apertos entre carros e manobras para forçar colisões são táticas tão válidas quanto abrir distância, e cada duelo exige adaptação rápida.

Os rivais têm carros e estilos distintos, com equipes temáticas, motoristas mais experientes e até encontros que só aparecem em determinados dias. O mapa mostra onde cada um está, o que facilita escolher seu alvo antes de sair da garagem. Basta piscar os faróis para desafiar qualquer carro na rua; até veículos genéricos entram na disputa, mantendo a cidade viva e imprevisível.

As áreas do mapa têm personalidade própria: curvas apertadas de Ginza, longas retas de Higashi Ogishima, e a nova rota circular com pontes iluminadas. Essa variedade muda táticas — não é bom desafiar um rival em espaço apertado com paredes altas, assim como um carro com forte aceleração domina retas longas. O modo foto rende ótimas imagens e pequenas provas por tempo espalhadas pela cidade são um bônus divertido.

A personalização é ampla, das pinturas e adesivos a peças e uma árvore de perks simples. Você escolhe o quão profundo quer mexer nas configurações: do visual às afinações mais técnicas. Há recompensas por drift, quase-colisões e desempenho em trechos cronometrados, o que faz a progressão parecer natural. Lançado em 25 de setembro de 2025, o jogo é flexível e viciante, e também é jogável no Steam Deck.

Alerta urgente: falha grave no MyAsus pode abrir seu PC Asus para invasores — atualize já
Asus

Se você tem um PC, notebook, AIO ou mini PC da Asus, vale a pena checar se os apps pré-instalados estão atualizados. A Asus liberou uma correção para uma falha no app MyAsus que tem gravidade alta. A falha permite que um invasor mexa no funcionamento do aplicativo e, em casos graves, execute código no sistema. Isso pode dar ao atacante um nível de acesso muito sério ao seu equipamento.

A vulnerabilidade é do tipo carregamento não controlado de DLL no componente AsusSoftwareManagerAgent. A nota de gravidade é 8.5, mas a exploração exige acesso local, o que limita quem pode atacar seu PC. Afeta máquinas 64-bit com versões anteriores a v3.1.49.0 ou v1.1.37.0 e dispositivos ARM com versões anteriores a v3.2.50.0. O MyAsus costuma atualizar automaticamente pela Microsoft Store, mas dá para forçar a atualização abrindo a loja, procurando o app e instalando a versão mais recente.

A Asus já vem alertando sobre outras falhas recentes, como problemas em placas-mãe que precisaram de atualização de BIOS e vulnerabilidades em roteadores. Como o MyAsus vem pré-instalado em muitos aparelhos, muita gente pode estar vulnerável sem saber. Aproveite para atualizar o Windows, drivers e todos os apps pré-instalados, e mantenha backups em dia. Atualizar reduz bastante o risco e é rápido de fazer.

Phasmophobia: criadores lançam selo que promete salvar estúdios indies — entenda o que muda
Phasmophobia

Phasmophobia se transformou em um sucesso inesperado e agora os criadores lançaram a Kinetic Publishing, um selo pensado para ajudar outros estúdios independentes. O estúdio cresceu desde o início e hoje conta com mais de 30 desenvolvedores, depois do jogo ter vendido mais de 25 milhões de cópias em acesso antecipado. O impacto do jogo também inspirou uma onda de títulos cooperativos de terror, mostrando que o estilo tem público e mercado.

A nova editora vai oferecer apoio financeiro, jurídico e de marketing, além de orientação durante o desenvolvimento. A ideia é trabalhar com um número pequeno de projetos que tenham visão clara e estejam prontos para lançar em cerca de 12 a 18 meses. Em comunicado, a equipe explicou que quer dar aos times o suporte que gostariam de ter recebido no começo da jornada. Eles disseram ainda que não têm interesse em blockchain, web3 ou em jogos gerados por IA, e que preferem focar em criatividade humana e jogos feitos por equipes reais.

Kinetic Publishing será liderada por cinco membros seniores, incluindo o fundador original, mas a equipe que cuida de Phasmophobia continuará totalmente focada no jogo. Para estúdios pequenos, o selo promete apoio prático e experiência acumulada no desenvolvimento indie. Se tudo correr como anunciado, a iniciativa pode facilitar que jogos independentes com ideias claras cheguem ao mercado com mais suporte e menos burocracia.

Dwarf Fortress: atualização acaba com mães que perseguiam bebês-fantasma — é de partir o coração
Dwarf Fortress

Dwarf Fortress ganhou a atualização 53.09 que corrigiu um bug triste: mães iam atrás de bebês-fantasma. No jogo, se um anão morre sem um enterro digno, o espírito pode voltar e assombrar o local. Às vezes isso acontece com recém-nascidos quando o nascimento termina em tragédia.

As mães em Dwarf Fortress cuidam dos filhos até que tenham 12 meses. O erro fazia com que esse cuidado valesse também para bebês-fantasma. Elas tentavam alcançar o ponto da morte. Se o lugar estava em uma câmara inacessível ou longe demais, a mãe ficava presa tentando chegar lá. O movimento repetido atrapalhava o trabalho da fortaleza.

Em casos piores, as mães chegavam a ignorar outras tarefas. Elas podiam perder água e morrer de desidratação. Isso transformava uma perda em várias perdas. A economia da fortaleza sofria, e outros anões também ficavam mais tristes. A situação era tão estranha quanto angustiante.

A atualização resolveu o problema: mães não procuram mais bebês-fantasma, o que evita que elas fiquem presas e sofram. O lado negativo é que bebês-fantasma deixados em túneis remotos não vão receber consolo. Além disso, a atualização trouxe retratos novos para algumas criaturas. É um ajuste prático e triste, que mostra como simulações podem criar problemas inesperados quando tentam imitar emoções reais.

Dogpile: o roguelike de cachorros que vai te prender por horas
Dogpile

Dogpile é um roguelike deckbuilder onde o momento mais satisfatório é juntar dois cães iguais e vê-los se fundirem em um cão maior. Se a nova criatura entrar ao lado de outro cão igual e provocar uma reação em cadeia, a pilha inteira pode explodir em merges — é pura alegria canina. Em cada rodada você compra três cães e decide onde deixá-los no poço, tentando formar o maior cão possível, o King, antes que a pilha transborde. O jogo sai em 10 de dezembro de 2025.

Cada merge gera ossos e dinheiro: ossos servem para desbloquear upgrades a cada cinco mãos, e o dinheiro permite comprar novos cães e tags na loja. As upgrades e tags mudam muito o estilo de jogo. Por exemplo, Showdog aumenta ganhos, Pack puxa outro cão do baralho e o trait Friendly faz os cães pularem uns aos outros. Tags como Jupiter (gravidade zero) e Endless Joy (que mantém efeitos após merges) podem criar combinações que deixam o poço se organizando sozinho. A física dos cães também permite truques e jogadas de habilidade.

O jogo é charmoso, com cães cheios de personalidade, e as melhores combinações dão aquela sensação de vitória que fãs de roguelike adoram. Ainda assim, há falhas: estratégias repetíveis tornam o retorno menos atraente, o sistema de desbloqueios dilui opções e há problemas de acabamento, como upgrades que não funcionam e um sistema de salvar que falha às vezes. Mesmo assim, a mistura de puzzle e caos canino é cativante e vale dedicar algumas horas, apesar dos cantos por aparar.

Intel Core Ultra Series 3: iGPU até 77% mais rápida — os chips que podem liberar notebooks gamers finos
AMD

A Intel lançou o Panther Lake e promete um salto grande na performance gráfica integrada. A fabricante diz que os chips Core Ultra Series 3 usam o nó de fabricação 18A, com transistores GAA e alimentação por trás do chip. A promessa é de até 77% mais desempenho em jogos comparado ao Lunar Lake. A Intel também falou em ganhos de 82% sobre um processador da AMD em renderização nativa e 73% com upscaling 2x.

A AMD respondeu em entrevista que os chips topo de linha dela — como Strix Halo e Ryzen AI Max — seriam bem melhores para jogos e que a comparação da Intel foi feita com chips de nível médio. Um executivo da AMD ainda sugeriu esperar pelo preço do Panther Lake antes de julgar o resultado. Do lado da Intel, um diretor afirmou que a rival está vendendo ‘silício antigo’ e que o Panther Lake foi feito pensando no mercado de portáteis.

Na prática, Panther Lake usa um nó mais novo, enquanto algumas soluções da AMD são refrescos de gerações anteriores. Isso pode mudar o equilíbrio em handhelds de jogos, se os números se confirmarem e o preço for competitivo. No fim, a disputa promete acelerar melhorias e pode beneficiar quem joga em PCs e portáteis. Resta ver os testes práticos para saber quem leva mesmo a coroa.

Ragnarok
Ragnarök Online

A Gravity liberou a nova atualização de Ragnarök Online LATAM. Ela chega com uma coleção de visuais de verão pensada para trazer clima de praia e férias a Rune-Midgard.

A coleção inclui acessórios que misturam estilo e humor do jogo. O Visual Sensação de Verão tem um efeito gráfico cintilante para carregar o clima quente nas costas. A Bóia de Poring é um acessório divertido, direto das piscinas do Santuário de Rachel. A Rede de Caça traz a vibe de explorador em descanso. A Peruca de Sereia adiciona um charme marítimo ao visual.

Também chega o Baú de Pedras Visuais 16, disponível na Loja Fashion. Ao abrir o baú, o jogador recebe uma Pedra Visual aleatória, com chance de obter as novas pedras adicionadas nesta manutenção.

  • Pedra de Sumo Sacerdote (Topo, Meio, Baixo)
  • Pedra de Arcebispo (Capa)
  • Pedra de Paladino (Topo, Meio, Baixo)
  • Pedra de Guardião Real (Capa)
  • Pedra de Mercenário (Topo, Meio, Baixo)
  • Pedra de Sicário (Capa)

A atualização também traz um novo Artefato Oval com tema de verão e recompensas inéditas. Entre os prêmios estão duas capas novas: o Grande Manto dos Esquecidos, uma versão aprimorada da capa da Tumba da Honra; e as Asas de Garuda, com visual marcante e efeitos ampliados para classes específicas. Ragnarök Online é um MMORPG gratuito lançado em 2002 e presente no Brasil desde 2004. Confira a lista completa de novidades no site oficial do jogo.

Dragon Khan

EVO Game Studio lançou a demo de Dragon Khan no Steam. A notícia saiu em 8 de janeiro de 2026, direto de Natal, Brasil. Na prática, a demo leva o jogador a Ithannar, um mundo governado por dragões. Você controla Botu, um draconato verde nascido com asas e poder elemental. A trama começa com o desaparecimento de um dragão Khan e a invasão do domínio da floresta, que empurra Botu para o conflito.

A demo tem cerca de uma hora e foi pensada para apresentar personagem, mundo e pilares do gameplay. Nela você enfrenta inimigos mortos‑vivos, desbloqueia habilidades dracônicas e testa o sistema de combate, que mistura artes marciais com poderes elementais. Os controles privilegiam movimentos fluidos e combos, criando combate rápido, tático e satisfatório. Há espaço para experimentar estilos distintos e montar seu próprio modo de lutar.

Dragon Khan bebe de influências como Legacy of Kain: Soul Reaver, DarkSiders e Devil May Cry, prometendo exploração por regiões selvagens, ruínas e templos antigos. O visual é pintado à mão e o mundo busca equilíbrio entre beleza e perigo. Como meio‑dragão, Botu usa mandíbulas, garras e uma cauda em forma de chicote, e pode até voar, o que abre possibilidades para combate e exploração. A equipe traz parte do time que trabalhou em DOLMEN e segue independente, sem publisher, em busca de criar um jogo memorável.