O eFootball alcançou a marca de 1 bilhão de downloads no mundo e a KONAMI resolveu comemorar do jeito que jogador gosta: evento dentro do game, recompensas de login e até atleta lendário na roleta de contratos. Para quem joga no PC, console ou mobile, isso significa uma semana cheia de itens grátis e um modo temporário que lembra a clássica Master League.
A celebração rola com uma campanha de tempo limitado que premia quem entra no jogo e quem completa partidas. Além das moedas eFootball, o destaque é a chance de pegar nomes históricos em Contratos Aleatórios, com uma lista especial que inclui Ronaldinho Gaúcho.
O que chega na comemoração
- Recompensas de login diário com moedas eFootball e itens de progressão.
- Contratos Aleatórios ao avançar na campanha e concluir partidas, com possibilidade de tirar jogadores lendários.
- Mangá temático “That Time I Got Reincarnated in PES”, com história no universo da Master League (disponibilidade varia por região).
Master League Sprint: evento por tempo limitado
O “Master League Sprint” fica disponível de 9 a 16 de abril e coloca o jogador como dirigente de um clube. A ideia é montar elenco, planejar treinos, gerenciar condicionamento físico e tentar subir na tabela. O time inicial traz rostos bem conhecidos por veteranos, como Castolo e Minanda.
- Sinergia: o desempenho do time muda conforme habilidades e forma dos atletas.
- Episódios: eventos durante a temporada podem ajudar ou atrapalhar, incluindo evolução e lesões.
- Gestão de equipe: pontos de partidas servem para contratar, dispensar e reformular o elenco.
Fechando o pacote, a KONAMI também confirmou ajustes de jogabilidade no eFootball, incluindo o comando de Finta Avançada e melhorias de qualidade de vida para deixar os duelos 1×1 mais naturais.
A gamescom latam 2026 revelou as credenciais oficiais do evento e, desta vez, elas vêm com um tema que chama a atenção de qualquer fã de DC: LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas. Além de liberar a entrada no Distrito Anhembi, em São Paulo, as credenciais serão colecionáveis e diferentes a cada dia, o que deve movimentar bastante a galera que curte guardar lembranças de feira.
O destaque vai além do visual. LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas vai estar jogável no estande da Warner Bros. Games, marcando a primeira chance pública de jogar o título na América Latina antes do lançamento mundial, em 22 de maio de 2026. O game é desenvolvido pela TT Games e chega para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Steam e Epic Games Store), com pré-venda já disponível.
O novo LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas é descrito como uma aventura de ação em mundo aberto, acompanhando a jornada do Bruce Wayne desde o começo até virar a lenda de Gotham City. A proposta combina exploração, combate leve, humor característico de LEGO e o tipo de progressão que costuma girar em torno de liberar personagens, habilidades e conteúdos extras pelo mapa.
Credenciais colecionáveis do evento
- Quinta-feira: Mulher-Gato
- Sexta-feira: Sr. Frio
- Sábado: Coringa
- Domingo: Hera Venenosa
- Ingresso de 4 dias: credencial do Batman
- Deluxe Pass: versão especial do Batman com o horizonte de Gotham ao fundo
Retirada e preços (3º lote)
- Retirada no evento com e-mail de confirmação e cadastro do nome concluído na Mundo Ticket
- Quinta e sexta: meia R$109 | social R$131 | inteira R$218
- Sábado e domingo: meia R$119 | social R$143 | inteira R$238
- Pacote 4 dias: meia R$364 | social R$437 | inteira R$729
- Deluxe Pass (1 dia): R$405 | Deluxe 4 dias: R$1.458
- Start Pro: quinta R$80 | sexta R$80
Far Far West já tem data para chegar ao PC: o shooter cooperativo com faroeste, magia e um toque de terror lança no Steam em 28 de abril. A novidade importa porque o jogo promete partidas cheias de improviso, com contratos diferentes a cada tentativa e foco forte em co-op, seja em dupla ou com uma gangue completa.
Desenvolvido pela Evil Raptor e publicado pela Fireshine Games, Far Far West foi mostrado com um novo trailer no evento the triple-i initiative. O destaque é a mistura de tiroteio clássico de Velho Oeste com feitiços, além de inimigos que fogem do óbvio: não é só “cowboy robô”, tem criatura estranha e perigo vindo de todos os lados.
O que esperar do gameplay
- Cooperativo com clima de caça: você entra como caçador de recompensas, pega contratos na cidade e parte para missões com objetivos e ameaças variando a cada rodada.
- Tiros + magia: revólver, rifle e espingarda dividem espaço com habilidades como bolas de fogo, exigindo reação rápida em lutas apertadas.
- Inimigos fora da curva: de mortos-vivos a ameaças gigantescas, incluindo situações caóticas que podem virar o combate de cabeça para baixo.
- Progressão e personalização: o saque serve para melhorar armas, fortalecer feitiços e mudar o visual do personagem e do cavalo.
Um ponto que chama atenção é o histórico recente do jogo no Steam: a demo de Far Far West acumulou avaliação “Extremamente Positiva”, com mais de 6.000 análises, o que costuma indicar que o básico do loop de combate e recompensas já está bem encaixado.
Com o lançamento marcado para 28 de abril, Far Far West entra na reta final como uma opção direta para quem curte ação cooperativa, progressão por loot e aquele caos controlado típico de missões que nunca saem iguais.
A Blizzard Entertainment confirmou um crossover grande para quem curte ação sem descanso: Diablo Immortal vai receber o evento por tempo limitado Reino de Slayer, juntando o clima de Santuário com a pegada agressiva de DOOM: The Dark Ages. O conteúdo entra no ar em 16 de abril e fica disponível até 13 de maio, trazendo inimigos, itens e progressão temática para a rotina do jogo.
Na prática, a proposta é colocar o ritmo clássico de DOOM dentro de Diablo Immortal, com mais pressão, mais controle de multidões e um foco claro em atacar sem dar espaço. O evento usa como base uma releitura do modo Ruína do Sobrevivente, mas com habilidades e ferramentas inspiradas no Slayer.
O que chega no evento Reino de Slayer
- Modo especial inspirado em DOOM: habilidades temáticas e uma dinâmica mais acelerada, feita para recompensar agressividade e eliminações em sequência.
- Armas icônicas adaptadas: itens inspirados em Serraescudo, Maçapavoro e a Superescopeta, pensados para lidar com grupos e manter o combate em movimento.
- Invasão de inimigos de DOOM: Diabretes aparecem pelo campo de batalha, e o Ciberdemônio vira o grande chefe do evento, reimaginado no estilo fantasia sombria de Diablo.
- Gema Lendária “O Crisol”: nova gema com efeitos de finalização e bônus de dano cumulativos, puxando a fantasia de fúria do Slayer para a progressão.
- Cosméticos e colecionáveis: visuais com Energia Argêntea, a Armadura Pretor do Slayer, além de novos Familiares como o Cacodemônio e a montaria Serrat.
Com esse crossover, Diablo Immortal reforça o modelo de eventos temáticos de tempo limitado, enquanto DOOM ganha espaço dentro do universo gótico do jogo. Para quem quer pegar recompensas exclusivas, a janela é curta: de 16 de abril a 13 de maio.
A KRAFTON liberou a Atualização 41.1 de PUBG: BATTLEGROUNDS trazendo uma mudança grande na rotina de quem vive de drop: chegou o Xeno Point, um modo PvE cooperativo com estrutura de roguelite. Além disso, o update adiciona itens de crossover com Stellar Blade e faz a colaboração com o aespa voltar por tempo limitado.
Xeno Point: PvE cooperativo com clima de horror cósmico
No Xeno Point, o foco sai do “último sobrevivente” e vira trabalho em equipe contra uma ameaça alienígena que tomou Miramar. A ideia é que cada tentativa seja diferente, com fases e missões variando e evolução do personagem ao longo da sessão.
- Início em um hub central, com progressão por regiões e zonas de nível mais alto
- Chefe final chamado Arquiteto
- Habilidades de Chips Azuis para ataque, defesa e suporte
- Super-habilidades ligadas a energia alienígena
- Arma exclusiva: Xeno Cannon
- Passe de Evento: Xeno Point disponível junto do modo
Para marcar o lançamento, a KRAFTON também programou o Xeno Point Streamer Challenge, com premiação total de US$ 100.000 e eventos rolando até 23 de abril.
Stellar Blade e aespa voltam ao PUBG
O crossover com Stellar Blade coloca a protagonista EVE no PUBG: BATTLEGROUNDS via Sistema Contender, dentro da Oficina, com conjuntos premium e customização. O pacote inclui variações de traje, emotes, poses de lobby, efeitos de eliminação e de rastro de queda, além de itens como capacete, mochila, paraquedas e cosméticos de armas.
Já a collab com o aespa retorna entre 22 e 30 de abril, com trajes temáticos, emotes, skins de armas, frigideira e paraquedas.
Outras mudanças de gameplay
- Terreno destrutível expandido para Erangel
- Nova Mochila com Inibidor de Nível 3
- Pedido de caixas de suprimentos usando Chips Azuis de inimigos nas Torres de Chips Azuis
Com isso, PUBG: BATTLEGROUNDS ganha mais opções tanto para quem quer cooperar no PvE quanto para quem foca em vantagem estratégica nas partidas tradicionais.
Doki Doki Literature Club foi lançado no Google Play em dezembro, abrindo a porta para jogar no Android sem depender do PC. Para quem sempre ouviu falar da visual novel famosa por misturar romance escolar com terror psicológico, essa chegada ao celular facilita muito: dá para jogar em qualquer lugar, com tela de toque e sessões rápidas.
O jogo começa como uma história simples sobre entrar em um clube de literatura e conhecer quatro garotas, mas rapidamente muda de tom. Doki Doki Literature Club ficou conhecido justamente por brincar com expectativas e por trazer cenas e temas pesados, então vale atenção aos avisos de conteúdo antes de começar.
O que esperar da versão no Android
- Controles adaptados: leitura e escolhas usando toque, com interface pensada para tela menor.
- Progressão prática: salvar e retomar a qualquer momento é essencial em visual novel, e no celular isso costuma ser ainda mais importante.
- Áudio e imersão: fones fazem diferença, já que música e efeitos são parte forte da experiência.
- Avisos de conteúdo: o jogo lida com temas sensíveis; não é uma história “fofa” do começo ao fim.
No PC, Doki Doki Literature Club ganhou muita força por causa da comunidade e das discussões sobre seus segredos, além de mods e teorias (algo que normalmente é mais limitado no mobile). Em outras plataformas, existe também uma edição estendida com extras e histórias paralelas, então muita gente vai querer conferir o que exatamente está incluído no lançamento do Google Play.
Para jogadores que gostam de narrativas diferentes, reviravoltas e uma pegada meta, a chegada ao Android é uma ótima chance de conhecer o clássico — só não espere uma visual novel comum.
Os fãs de simulação e gerenciamento com humor sombrio podem comemorar: Graveyard Keeper 2, continuação do indie de 2018, tem lançamento marcado para acontecer ainda este ano. Para quem curte jogos de otimização no PC, isso importa porque a série ficou conhecida por misturar crafting, rotina de trabalho, upgrades e escolhas nem sempre muito “éticas”, tudo com um ritmo bem viciante.
No primeiro Graveyard Keeper, o foco era tocar um cemitério medieval, cuidar de enterros, melhorar a igreja e transformar praticamente qualquer recurso do mapa em progresso. O jogo ganhou uma comunidade forte no PC por oferecer liberdade, muita coisa para automatizar e um mundo cheio de missões paralelas.
O que define a série Graveyard Keeper
- Gestão do tempo e prioridades: cada tarefa compete com exploração, coleta e produção.
- Árvore de tecnologias: desbloqueios constantes para expandir oficinas e processos.
- Economia e NPCs: comércio, reputação e missões que abrem novos caminhos.
- Clima “macabro” leve: o tema é mórbido, mas o tom costuma ser mais de sátira do que de terror.
Graveyard Keeper 2 chega com a responsabilidade de evoluir essa fórmula sem perder o que fez o original funcionar: a sensação de sempre ter algo para construir, pesquisar ou otimizar. Até aqui, a promessa principal é entregar uma nova aventura nesse mesmo estilo de simulação medieval, voltada para quem gosta de planejar cadeias de produção e ver a base crescer com o tempo.
Vale lembrar que o primeiro Graveyard Keeper recebeu expansões ao longo da vida, adicionando novas histórias e sistemas, o que ajuda a entender por que existe tanto interesse em uma sequência. Para quem quer entrar preparado, a dica é ficar de olho em informações oficiais sobre data exata, preço e plataformas no PC, já que esses detalhes costumam aparecer mais perto do lançamento.
Uma polêmica envolvendo a Gunzilla Games chamou atenção da comunidade: ex-colaboradores relataram ter passado meses sem receber. Para jogadores, isso importa porque problemas trabalhistas podem afetar o ritmo de produção, a estabilidade das equipes e até a agenda de testes de um jogo que ainda está em desenvolvimento, como Off The Grid.
O ponto mais sensível é que pelo menos um dos relatos descreve uma rotina que parece de trabalho em tempo integral, com atividades e responsabilidades contínuas, mesmo que a contratação tenha sido tratada como prestação de serviço. Esse tipo de situação costuma gerar discussões sobre vínculo e obrigações de pagamento, principalmente quando há metas e entregas recorrentes dentro de um estúdio.
A Gunzilla Games ainda precisa lidar com o impacto disso na percepção do público, já que o estúdio vem tentando colocar Off The Grid no radar como um shooter competitivo ambicioso. O jogo mistura combate em equipes com elementos de extração em um cenário futurista, e a expectativa é de rodadas com bastante foco em loot, progressão e movimentação rápida.
O que vale ficar de olho a partir de agora
-
Atualizações oficiais da Gunzilla Games sobre a situação e eventuais mudanças internas.
-
Possíveis ajustes no cronograma de testes e fases de acesso para Off The Grid.
-
O ritmo de novidades públicas do jogo, como anúncios de modos, armas e melhorias de desempenho.
Enquanto isso, Off The Grid segue como um projeto acompanhado de perto por quem curte PvP online, e qualquer turbulência na Gunzilla Games tende a repercutir diretamente na cadência de novidades e na confiança da comunidade.
World of Warcraft acabou de receber a expansão Midnight e, mesmo com o lançamento ainda fresco, a Blizzard já está trabalhando no patch 12.0.5. Para os jogadores, isso é importante porque indica uma sequência rápida de ajustes, correções e melhorias de qualidade de vida, bem no período em que a galera está explorando o novo conteúdo e montando builds para a temporada.
Midnight chegou com foco pesado na temática do Vazio, novas linhas de progressão e mais atividades repetíveis para quem curte evoluir personagem no próprio ritmo. Em expansões recentes, a Blizzard tem priorizado updates menores mais frequentes, para não deixar problemas de balanceamento e bugs atrapalharem o começo da jornada.
O que esperar do 12.0.5
- Correções de bugs em missões, itens e interações do mundo aberto que geralmente aparecem nas primeiras semanas.
- Ajustes de classes para reduzir extremos de dano e cura, além de melhorar talentos que ficaram para trás.
- Melhorias em dungeons e conteúdo endgame, com ajustes de dificuldade e correções em chefes e afixos.
- Qualidade de vida no inventário, interface e ferramentas de grupo, para diminuir fricção no dia a dia.
- Recompensas e progressão com possíveis ajustes em taxas, requisitos e consistência de drops, sem mudar a proposta de Midnight.
A imagem e as pistas do tema sugerem que sistemas ligados ao Vazio podem ganhar polimento rápido, incluindo efeitos, itens e atividades conectadas a essa fase da história. Para quem joga World of Warcraft de forma competitiva ou casual, o ponto principal é que a Blizzard quer manter o ritmo: lançar, observar a comunidade no jogo e ajustar logo em seguida.
Com Midnight consolidando o novo ciclo, World of Warcraft deve seguir recebendo atualizações curtas entre conteúdos maiores, mantendo a progressão mais estável e o endgame mais redondo ao longo das próximas semanas.
Temtem: Pioneers está sendo pensado como uma nova fase do universo de Temtem, com exploração, coleta de recursos e construção. Uma das decisões que chamou atenção é a direção do combate: o jogo deve fugir de armas militares modernas, então a ideia de ver fuzis de assalto por lá parece bem improvável. Para quem curte o clima mais “aventura” do que “guerra”, isso ajuda a manter a identidade da série.
A proposta de Temtem: Pioneers é colocar o jogador como um pioneiro em uma ilha selvagem, lidando com sobrevivência e progresso aos poucos, sempre com criaturas Temtem ao lado. Em vez de transformar o mundo em um campo de batalha com armamento pesado, o foco tende a ficar em ferramentas, equipamentos e armas que combinem mais com exploração e improviso.
O que isso pode significar na prática
- Combate mais “pé no chão”: menos tiroteio automático e mais opções que parecem feitas para caça, defesa e expedição.
- Mais espaço para craft: armas e itens podem nascer de recursos do mapa, com melhorias graduais.
- Temtem como peça central: as criaturas devem continuar sendo parte importante de exploração e combate, evitando que tudo se resolva só com poder de fogo.
Mesmo com essa limitação de armamento, isso não quer dizer que Temtem: Pioneers será “sem ação”. A tendência é que o desafio venha de criaturas agressivas, clima, fome, território e gerenciamento de recursos, além de encontros que exigem preparo e boa leitura do ambiente.
Por enquanto, Temtem: Pioneers segue em desenvolvimento e ainda parece estar construindo sua identidade dentro da franquia Temtem. Para quem gostou do mundo original e quer algo mais voltado a aventura e sobrevivência, essa escolha de design indica um caminho bem claro: menos estética de shooter moderno e mais cara de expedição em um mundo vivo.
Um novo jogo indie chamado Crop apareceu no radar de quem curte experiências diferentes no PC: ele mistura vida no campo com um mistério pesado em uma cidade pequena, isolada e com cara de lugar onde “tem algo errado”. Para os jogadores, isso importa porque não é só mais um simulador de fazenda: a rotina de plantar e sobreviver parece estar diretamente ligada a segredos, suspeitas e eventos estranhos ao redor.
Fazenda com clima de tensão
Em Crop, a ideia é usar o trabalho no campo como base para se manter vivo e para ganhar espaço dentro da comunidade local. Ao mesmo tempo, a cidade passa uma sensação constante de ameaça, com personagens desconfiados e um ambiente mais sombrio do que o normal para o gênero.
- Plantio e colheita como parte do dia a dia, garantindo comida e recursos.
- Gestão de tempo entre tarefas da fazenda, exploração e interação com moradores.
- Atmosfera grim, com uma direção de arte que puxa mais para o “estranho” do que para o aconchegante.
O mistério vira o objetivo principal
O gancho de Crop é que a cidade não é só cenário: o jogo coloca o jogador no meio de um quebra-cabeça maior. Investigar, conectar pistas e entender a história do lugar parece ser tão importante quanto manter a plantação funcionando.
- Exploração de áreas fora da fazenda para encontrar sinais do que está acontecendo.
- Interações com moradores que podem esconder informações ou ter motivações próprias.
- Progressão que combina melhorias da fazenda com avanços na investigação.
No momento, Crop está sendo apresentado como um título focado em PC, com divulgação de gameplay e elementos de história. Para quem busca um jogo que una rotina, sobrevivência leve e narrativa misteriosa, vale ficar de olho na evolução do projeto e nos próximos materiais que o estúdio divulgar.