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Cena de Magic: The Gathering
Hasbro

Investidores moveram um processo de 76 páginas contra a Hasbro, alegando que executivos da empresa prejudicaram o valor da marca Magic: The Gathering ao imprimir cartas em excesso e ao fazer declarações enganosas para acionistas. O processo diz que essa prática elevou os resultados no curto prazo, mas corroeu o valor da marca a longo prazo.

O documento cita um relatório que alertava para a produção acima da demanda. Mesmo com perguntas de analistas e acionistas, a direção teria negado problemas e apresentado explicações consideradas falsas pelos autores. Como consequência, a empresa teria recomprado ações por um total equivalente a cerca de R$650 milhões; os investidores afirmam que a companhia acabou pagando em excesso aproximadamente R$291 milhões.

Os autores também acusam a Hasbro de tentar criar uma impressão artificial de alta procura por certos lançamentos, como o conjunto de 30º aniversário, incluindo pausas nas vendas para simular esgotamento nas redes sociais. Parte do estoque teria permanecido sem ser vendida e, em relatos, até foi descartada.

Os investidores pedem responsabilização dos executivos e dizem que o caso pode mudar como a empresa lida com impressões e lançamentos no futuro. Para a comunidade de jogadores, a disputa levanta dúvidas sobre a direção da franquia e o equilíbrio entre ganhos imediatos e a preservação do valor das coleções.

Ubisoft
Ubisoft

A Ubisoft anunciou que iniciou conversas para um acordo coletivo de desligamento voluntário que pode afetar até 200 funcionários em sua sede em Paris. A ação faz parte de uma reestruturação maior anunciada na semana passada, que incluiu cancelamentos de jogos e a possibilidade de fechar estúdios. A empresa afirma que a proposta é provisória e depende de um acordo com representantes dos trabalhadores e da validação das autoridades francesas.

O chamado Rupture Conventionnelle Collective é um mecanismo da legislação francesa que permite encerrar contratos de trabalho de forma negociada e voluntária. Ele determina limites para o número de cortes e exige que a empresa ofereça suporte e verbas rescisórias para os que aceitarem. A proposta vale apenas para empregados da Ubisoft International contratados na França.

Na sede de Paris trabalham cerca de 1.100 pessoas. Cortar 200 vagas representaria quase 20% do quadro. O risco é que, se a adesão ao programa voluntário for baixa, a empresa possa recorrer a demissões convencionais, como já ocorreu em outros estúdios, e até encerrar equipes inteiras — o que aumenta a incerteza para quem permanece.

Um sindicato reagiu ao anúncio e criticou o momento da proposta, afirmando que muitos empregados podem sentir-se pressionados a aceitar. Para quem trabalha na indústria, a notícia reforça um clima de incerteza sobre empregos e projetos futuros.

Balancers Elden Ring
Elden Ring

Um canal de vídeos colocou Artorias, o lendário espadachim de Dark Souls, dentro do motor de Elden Ring para enfrentar os chefes do jogo. O experimento transforma cada luta em um confronto direto entre IAs de mundos diferentes. O resultado é, muitas vezes, surpreendente.

Artorias se saiu muito bem. Ele aniquilou chefes iniciais como Margit e Godfrey com poucos golpes. Entre as batalhas mais interessantes estão os embates contra Maliketh, Dragonlord Placidusax, Radagon com Elden Beast e Malenia. Maliketh foi um dos poucos que conseguiu vencer, virando a luta na segunda fase. Malenia mostrou por que é temida: pode ser flinchada, o que a deixa em desvantagem nessas lutas, mas recupera vida ao acertar e tem ataques que são difíceis de parar. Placidusax e a dupla Radagon + Elden Beast deram trabalho por causa da mobilidade e das grandes áreas de efeito, mas Artorias ainda conseguiu triunfar em algumas dessas lutas. A batalha contra o Fire Giant foi longa e equilibrada, e Rykard venceu de forma pouco empolgante por causa de mecânicas de área que favoreceram o chefe.

O vídeo também tem limites. Não mostra confrontos com chefes da expansão mais recente, e outro vídeo apresenta uma derrota de Artorias para a Carian Knight Rellana, então o desempenho não é invencível. No total, o registro do guerreiro virtual fica bastante positivo, com muito mais vitórias do que derrotas. Se você quer ver as partes mais dinâmicas, vale pular para as lutas mencionadas no vídeo; são essas que trazem duelos próximos e reviravoltas.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

O estúdio por trás de Arc Raiders divulgou hoje os detalhes da atualização Headwinds, que chega ao jogo em 27 de janeiro (horário de São Paulo). A mudança mais chamativa é a nova opção de matchmaking Solo vs Squads, liberada para raiders a partir do nível 40. Jogadores solo que aceitarem o risco vão enfrentar equipes completas e receberão bônus de XP como recompensa. É uma proposta de alto risco e alta recompensa: quem é habilidoso pode evoluir mais rápido, mas o desafio é bem maior do que o matchmaking normal. A ideia é dar uma alternativa para quem prefere jogar sozinho e busca combates mais intensos.

Outra adição é a condição de mapa Bird City para Buried City. Com o gelo derretendo, a região ficou tomada por aves que estocaram recursos em ninhos, deixando loot extra espalhado pelos telhados e ruínas. Isso cria novos pontos de interesse, muda as rotas de saque e pode surpreender equipes despreparadas. A presença das aves altera a dinâmica de combate e de exploração, exigindo atenção extra ao planejar uma incursão. Headwinds também traz um projeto de vitrine de troféus para você expor provas das suas vitórias contra os Arc, além de novas opções cosméticas para atualizar seu visual no Rust Belt.

A atualização chega amanhã, 27 de janeiro. Se você curte assumir riscos solo, vale testar a fila Solo vs Squads; se prefere explorar, Bird City tem muito loot novo para caçar. Reveja seu equipamento, ajuste habilidades e vá testar as novidades assim que estiverem ativas. Boa sorte nas expedições — e fique de olho nos ninhos.

Contagem regressiva misteriosa no site de Fallout — será que vem remaster de Fallout 3 em 4 de fevereiro?
Fallout

Boas notícias para quem acompanha a série: os dois últimos episódios de Fallout Season 2 vão ao ar mais cedo do que se esperava. A conta oficial da série publicou nas redes sociais que o Episódio 7 estreia na terça-feira, 27 de janeiro, às 21h (horário de São Paulo), e o Episódio 8 na terça-feira, 3 de fevereiro, às 21h (horário de São Paulo). Antes, as estreias saíam à 3h nas terças em São Paulo.

A mudança adianta o lançamento em seis horas em relação ao plano anterior. Nos Estados Unidos, isso deixa a estreia no início da noite para quem mora na costa oeste e no começo da noite para a costa leste. Para a Europa, será preciso ficar acordado até mais tarde ou acordar cedo para ver assim que liberarem. Se você acompanha por listas de episódios, fique atento às datas em cada região.

Muitos fãs preferem maratonar e episódios semanais curtos tornam a espera mais difícil. O Episódio 6 teve, descontando abertura e créditos, cerca de 43 minutos no total, o que deixou parte do público querendo mais. Resta torcer para que os dois capítulos finais tenham duração maior e entreguem um desfecho sólido.

Como bônus, a produção também divulgou um pôster novo da temporada, que vem sendo compartilhado nas redes. Se você quer evitar spoilers, programe o horário e prepare-se: em São Paulo, as duas noites de estreia chegam por volta das 21h nas datas indicadas.

Cena de Highguard
Highguard

Joguei algumas horas de Highguard em um evento em Los Angeles. Não sei se será meu próximo FPS favorito, mas a forma como a Wildlight está encarando a monetização chamou atenção. Highguard será free-to-play e promete passes de batalha apenas cosméticos que não expiram. Novos heróis e mapas serão liberados gratuitamente para todos.

Em entrevista, a equipe explicou que a loja terá apenas itens cosméticos e compras diretas. Não haverá caixas de loot, elementos aleatórios nem sistemas que deem vantagem a quem paga. A ideia é evitar pressão para comprar por tempo limitado e não usar táticas que forcem o jogador a gastar. Disseram também que terão um sistema mínimo de mensagens, para deixar o jogador livre até ele escolher visitar a loja. Os artistas ficaram empolgados por poder focar em itens de alta qualidade.

No build testado havia menus simples, fundos ligados aos personagens e uma aba de loja, mas nenhum anúncio invasivo fora dela. A equipe garantiu que não pretende encher os jogadores com pop-ups entre partidas nem empurrar ofertas em toda a interface. Também não há planos para skins de crossover que destoem do universo do jogo; colaborações só virão se fizerem sentido para a história. Mais impressões do jogo devem aparecer nos próximos dias.

Cena de Highguard
Highguard

O trailer de Highguard, exibido no fim de um grande evento, foi mal recebido e provocou reações negativas nas redes sociais. Muitos jogadores acharam que o vídeo não mostrou o diferencial do jogo.

A desenvolvedora reconhece o erro. O CEO afirmou que o trailer poderia ter mostrado melhor a proposta. O lead designer disse que o estúdio não precisa de milhões de jogadores para dar certo. Partidas de Highguard têm seis jogadores e o foco é criar uma base fiel de fãs.

O estúdio cresceu durante o desenvolvimento e hoje reúne cerca de 100 pessoas, muitas vindas de Apex Legends e Titanfall. O projeto é bancado por investidores privados e será publicado pela própria equipe. A liderança acredita que o mercado de jogos de tiro continua grande e que ainda há espaço para encontrar um público.

O modo principal é um 3v3 em várias fases, uma espécie de cabo de guerra onde times lutam para saquear as bases do adversário e destruir geradores. O sistema tem camadas de estratégia, mas a experiência inicial pode não prender todo mundo. Depois de algumas horas de jogo com a imprensa, a sensação foi de que o modo tem profundidade, mas não gerou vontade imediata de voltar a jogar.

A equipe diz que vai ouvir o feedback e ajustar o que for preciso. Haverá mais cobertura nos próximos dias conforme o jogo for testado por mais gente.

Highguard
Highguard

No fim da principal premiação do ano, o anúncio de Highguard teve uma recepção morna nas redes sociais. Depois da primeira exibição, a comunicação do estúdio ficou praticamente em silêncio por quase dois meses, o que fez muita gente especular sobre adiamento ou cancelamento. A primeira impressão não mostrou claramente do que o jogo realmente trata.

Em entrevista, o CEO da desenvolvedora admitiu que o trailer poderia ter sido feito de forma diferente e que a equipe leu o feedback do público. Ainda assim, eles mantiveram o plano: anunciar, ficar em silêncio e deixar que o próximo contato dos jogadores fosse o próprio jogo. O estúdio também contou que o apresentador do evento acreditou no projeto e quis dar espaço a um time independente no palco. A equipe diz estar resiliente e seguiu com o lançamento como planejado.

Quem jogar Highguard vai notar que é um hero shooter com formato único: partidas 3v3 em fases, quase um cabo de guerra, onde as equipes lutam pelo direito de invadir a base adversária e explodir geradores. Há pistas de tática defensiva parecida com Rainbow Six Siege, coleta de itens no estilo battle royale e combates em equipe parecidos com Apex Legends. Para explicar melhor essa mistura, o estúdio lançou diários de desenvolvimento e vídeos explicativos junto com o lançamento.

Cena de Clockwork Revolution
Clockwork Revolution

Em junho de 2025 tivemos o primeiro vislumbre atualizado de Clockwork Revolution, o RPG steampunk da InXile, após dois anos de silêncio. Depois disso, voltou o silêncio. Em entrevista, Brian Fargo disse que o jogo é o projeto mais ambicioso do estúdio, possivelmente por um fator de dez, e que esse nível de ambição exige tempo. O primeiro vislumbre mostrou ideias e imagens que deixaram a comunidade curiosa.

Clockwork Revolution é o primeiro RPG em primeira pessoa de grande orçamento da InXile. A ideia é trazer a reatividade que o estúdio alcançou em títulos isométricos para um mundo em primeira pessoa, ou seja, escolhas terão impacto real. Fargo reforçou que os jogadores poderão escolher caminhos sombrios; permitir o lado ruim é necessário para que o bem seja uma escolha de verdade. O estúdio quer também manter um humor sombrio, e as consequências podem ser sombrias, engraçadas ou as duas.

Não sou enorme fã de steampunk, mas curto jogos como Thief e Dishonored, então a proposta me chama atenção. Não há data de lançamento definida; enquanto isso resta esperar que a InXile consiga levar essa reatividade para a primeira pessoa. Se fizerem isso bem, Clockwork Revolution tem tudo para ser um dos grandes RPGs que valem a espera.

Games

A iniciativa Stop Killing Games teve 1.294.188 assinaturas verificadas, de um total de 1.448.270 enviadas, superando o mínimo de um milhão necessário para seguir adiante no processo da União Europeia. A atualização foi publicada pela equipe responsável em um comunicado à comunidade.

A equipe explicou que fez um anúncio menor agora para evitar vazamentos a grupos de lobby e para não sobrecarregar os voluntários. Eles pediram paciência e lembraram que por trás da iniciativa estão pessoas reais; um dos voluntários disse que vai jogar Kingdom Come: Deliverance 2 para relaxar após uma semana estressante.

Uma análise preliminar apontou que cerca de 89% das assinaturas foram consideradas legítimas, o que corresponde a uma taxa de rejeição próxima de 10%. Isso coloca a iniciativa entre as de melhor desempenho, já que algumas alcançam taxas de falha maiores e a amostra de iniciativas é pequena.

O movimento nasceu em resposta a editoras que encerram servidores de jogos pagos, deixando jogadores sem acesso. O pedido central não é suporte eterno, mas planos de fim de vida que garantam acesso contínuo, como servidores de fãs. A equipe agora vai levar o caso à Comissão Europeia para tentar transformar a proposta em mudança real.

  • Austria – 20,714
  • Belgium – 31,846
  • Bulgaria – 14,238
  • Croatia – 14,403
  • Cyprus – 1,997
  • Czech Republic – 25,935
  • Denmark – 36,010
  • Estonia – 9,296
  • Finland – 54,538
  • France – 145,289
  • Germany – 233,180
  • Greece – 19,618
  • Hungary – 25,595
  • Ireland – 36,073
  • Italy – 77,030
  • Latvia – 7,526
  • Lithuania – 14,461
  • Luxembourg – 2,465
  • Malta – 2,007
  • Netherlands – 90,413
  • Poland – 143,826
  • Portugal – 31,585
  • Romania – 38,221
  • Slovakia – 18,628
  • Slovenia – 6,520
  • Spain – 121,616
  • Sweden – 71,158

Highguard

Highguard chega hoje, segunda-feira, 26 de janeiro, com desbloqueio às 15h (horário de São Paulo). O game é gratuito para jogar e estreia com divulgação mínima. A recepção tem sido controversa, mas o melhor é testar por si mesmo.

O horário foi confirmado pela contagem regressiva na loja do jogo, por posts nas redes e por uma transmissão de lançamento do estúdio. Isso deu pistas claras sobre quando os servidores abririam.

Não há opção de pré-carregamento antes do lançamento. O jogo recomenda cerca de 25 GB de espaço livre, então o download não deve demorar muito e você deve conseguir jogar logo após o desbloqueio.

Requisitos mínimos:

  • OS: Windows 10 64-bit ou Windows 11 64-bit
  • Processador: Intel Core i5-6600K / AMD Ryzen 5 1600
  • Memória: 8 GB RAM
  • Placa de vídeo: Nvidia GTX 1060 6 GB / AMD RX 580 8 GB
  • Armazenamento: 25 GB de espaço disponível

Recomendados:

  • OS: Windows 10 64-bit ou Windows 11 64-bit
  • Processador: Intel Core i5-9600K / AMD Ryzen 5 3600
  • Memória: 12 GB RAM
  • Placa de vídeo: Nvidia RTX 2080 8 GB / AMD RX 6650 XT 8 GB
  • Armazenamento: 25 GB de espaço disponível

Por ser gratuito, vale experimentar no lançamento para formar sua opinião. Caso surjam problemas, o estúdio e a comunidade devem reagir rápido. Prepare seu PC e fique de olho na liberação às 15h em São Paulo.