Counter-Strike 2: veja como uma VPN pode até baixar seu ping no teste
Depois de testar várias VPNs pensando no Counter-Strike 2, a surpresa foi real: em alguns cenários, a latência caiu em vez de subir. Ou seja, dá para jogar com a VPN ligada sem transformar a partida em caos total.
No teste, a análise passou por ping local, jitter e tempo de download. Em conexões próximas, algumas VPNs ficaram praticamente no mesmo nível da conexão normal, e outras até renderam um ping ligeiramente melhor.
Isso faz sentido porque o tráfego pode seguir por uma rota mais direta até o servidor do game. Se o servidor da VPN estiver mais perto do servidor da partida, ou se o caminho for mais enxuto, a latência pode agradecer. Além disso, uma VPN ajuda a blindar sua navegação e ainda pode driblar possível limitação do provedor.
- Windscribe: destaque quando o assunto é ping baixo.
- NordVPN: melhor equilíbrio geral e boa compatibilidade.
- Surfshark, Mullvad e Proton: opções sólidas para quem quer variar entre desempenho, privacidade e recursos.
Teve também o caso do Valorant: algumas VPNs bateram de frente com o acesso, mas o split tunneling resolveu a treta, deixando o jogo fora da VPN enquanto o resto do tráfego seguia protegido. No fim, a moral é simples: VPN não precisa ser inimiga do competitivo. No Counter-Strike 2, ela pode até ajudar — ou, no mínimo, não atrapalhar.
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