Diablo 4 finalmente ficou redondo? Veja por que Lord of Hatred vale o retorno

Diablo 4 chegou ao mercado como um ARPG estranho: metade hack and slash, metade MMO, com um mundo aberto enorme, mas com aquela sensação de vazio. O endgame também demorou para engrenar.

Desde então, a Blizzard foi mexendo em tudo o tempo todo. Entraram chefes de endgame, atividades como The Pit e mudanças grandes em Whispers, Helltides e Nightmare Dungeons. Também teve rework em gear, poder, aspectos e afixos praticamente sem parar.

O que mais me pegou em Lord of Hatred foi perceber que, pela primeira vez, Diablo 4 parece ter encaixado todas as peças. O novo sistema de habilidades abre muito mais margem para montar build: cada skill ganha passivas que podem mudar seu comportamento por completo, inclusive o tipo de dano. Na prática, o jogo deixa de depender tanto de dropar a peça certa e passa a valorizar mais o planejamento na árvore de habilidades.

Para um Necromante, isso é ouro. Dá para transformar Blight em skill de Gelo ou Sangue, converter Blood Surge e Corpse Explosion em Bone, ou até fazer Bone Spirit virar Shadow. Some isso ao sistema de Tempering, que adiciona afixos e reforça o min-maxing, e o sistema de build fica muito mais gostoso de mexer.

Lord of Hatred ainda traz:

  • as novas classes Warlock e Paladin;
  • o Horadric Cube, que abre mais possibilidades de crafting e transmutação;
  • um arco narrativo que fecha a história atual de Sanctuary.

Depois de anos de ajustes e retrabalhos, Diablo 4 finalmente parece estar no ponto. Se você largou o game porque ele nunca “clicou”, talvez valha dar uma última chance.

Por Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

Inscrever-se
Notificar de
0 Comentários
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários