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Finalmente: Diablo 4 ganha placares e modo competitivo — The Tower estreia em 12 de janeiro
Diablo 4

A rodada de vídeos chegou pesada, com o trailer de lançamento de The Boss Gangster: Criminal Empire – From the Streets, o gameplay reveal de The Sinking City 2 e o trailer de gameplay do acesso antecipado de Subnautica 2.

Fechando a sessão, Diablo 4 ganha destaque com o vídeo So I Tried Lord of Hatred, assinado por Carbot, numa pegada mais zoeira que mostra o game sob um olhar bem diferentão.

Se você curte ficar por dentro dos drops mais quentes do universo gamer, essa é daquelas matérias para não passar batido.

Diablo 4

Um novo exploit em Diablo 4, na expansão Lord of Hatred, está virando o farm de ouro de cabeça para baixo. Um selo Horádrico apareceu com um bônus de ganho de ouro tão absurdo que muita gente já suspeita de erro na descrição e acredita que o efeito não era para funcionar desse jeito.

Na prática, o esquema passa pelo novo sistema de criação do Cubo Horádrico: o jogador vai rerrolando selos até cair o item certo e, depois, combina isso com charms de baixo nível para ativar o bônus. Quem já vem jogando com regularidade consegue montar tudo bem rápido.

Com o selo equipado, somado às dungeons que já rendem ouro extra e às melhorias das árvores de atividade do endgame, o resultado é um combo insano. Em poucas sessões, o ouro deixa de ser preocupação e vira o verdadeiro loot raro do jogo.

  • O bônus do selo parece forte demais para ser intencional.
  • O combo exige ajustar a build e mexer na dificuldade.
  • Enquanto não rola correção, o mercado interno pode inflacionar pesado.

Se a Blizzard demorar para corrigir, esse atalho deve virar prioridade máxima para quem quer encher o bolso e parar de sofrer com custos de rerrolagem, respec e outras taxinhas do endgame.

Diablo 4

A caça ao level da vaca secreta de Diablo 4 ganhou mais uma pista no fim de semana, reacendendo a comunidade que vasculha o game desde o lançamento. Ainda não apareceu a tão sonhada sala das vacas, mas a expansão Lord of Hatred adicionou objetivos obscuros que deixaram a galera no modo detetive.

Para avançar, os jogadores precisam explorar as novas ilhas de Skovos em busca de itens únicos e seguir uma sequência nada óbvia, como localizar um tomo criptografado em uma sala sem marcação. Quando a etapa é concluída, cai um item novo que, até agora, não tem uso confirmado — mas já está sendo dissecado pela comunidade que toca a investigação no modo turbo.

O guia completo exige rodar o mapa inteiro atrás de drops específicos. Em uma das partes, é preciso perseguir um corvo que some e reaparece até largar um crânio; depois, esse crânio deve ser queimado em um braseiro. O jogo não dá feedback claro, então a sensação é de completar tudo no puro feeling e na fé da comunidade.

As novas tarefas são mais elaboradas do que os enigmas vistos no lançamento. Tem caça a inimigos amaldiçoados para montar um set de armadura, mecânica de pesca que leva a um caixão escondido e até um sistema de crafting que mistura relíquias antigas com itens recém-descobertos.

No estágio atual, a cadeia conhecida leva a uma ilha bovina com estátuas humanoides de vaca, mensagens estranhas e uma masmorra de porão isolada. Ainda não existe consenso sobre o próximo passo, mas há sinais de que a busca continua: um popup com portais, um balde de leite interativo, um peixe mítico com referência nostálgica e até uma transmog de capacete do Rei Vaca que ninguém desbloqueou ainda.

Mesmo com datamining pesado, a comunidade ainda não cravou que o mistério acabou. A sensação geral é de que Diablo 4 ainda pode esconder mais uma etapa — ou até a tão esperada revelação do lendário level secreto.

Diablo 4

Diablo 4 chegou ao mercado como um ARPG estranho: metade hack and slash, metade MMO, com um mundo aberto enorme, mas com aquela sensação de vazio. O endgame também demorou para engrenar.

Desde então, a Blizzard foi mexendo em tudo o tempo todo. Entraram chefes de endgame, atividades como The Pit e mudanças grandes em Whispers, Helltides e Nightmare Dungeons. Também teve rework em gear, poder, aspectos e afixos praticamente sem parar.

O que mais me pegou em Lord of Hatred foi perceber que, pela primeira vez, Diablo 4 parece ter encaixado todas as peças. O novo sistema de habilidades abre muito mais margem para montar build: cada skill ganha passivas que podem mudar seu comportamento por completo, inclusive o tipo de dano. Na prática, o jogo deixa de depender tanto de dropar a peça certa e passa a valorizar mais o planejamento na árvore de habilidades.

Para um Necromante, isso é ouro. Dá para transformar Blight em skill de Gelo ou Sangue, converter Blood Surge e Corpse Explosion em Bone, ou até fazer Bone Spirit virar Shadow. Some isso ao sistema de Tempering, que adiciona afixos e reforça o min-maxing, e o sistema de build fica muito mais gostoso de mexer.

Lord of Hatred ainda traz:

  • as novas classes Warlock e Paladin;
  • o Horadric Cube, que abre mais possibilidades de crafting e transmutação;
  • um arco narrativo que fecha a história atual de Sanctuary.

Depois de anos de ajustes e retrabalhos, Diablo 4 finalmente parece estar no ponto. Se você largou o game porque ele nunca “clicou”, talvez valha dar uma última chance.

Diablo 4

Em Diablo 4: Lord of Hatred, a galera da InfinityBuilds resolveu usar o The Tower como vitrine para provar que suas builds estão no ponto. O grupo encheu os rankings com o nome INFbuilds, chamando atenção de quem acompanha a briga pelo topo.

O modo é uma corrida contra o relógio e contra a própria build: você limpa hordas de monstros, acelera o progresso e sobe pelos níveis de dificuldade para medir o quanto seu personagem aguenta de verdade.

A jogada não foi só para ostentar. A ideia é mostrar, na prática, que as guias da equipe passaram por testes pesados, ajuste fino de meta e otimização de cada detalhe, tudo para entregar builds fortes tanto para quem joga casualmente quanto para quem quer extrair o máximo do personagem.

  • Os rankings ainda estão mudando bastante.
  • Feiticeiros estão brilhando com builds de orbes elétricos.
  • Bárbaros seguem muito fortes com o Whirlwind e o famoso spin-to-win.

No fim, Diablo 4: Lord of Hatred continua virando o jogo para quem gosta de build quebrar cabeça com meta, e a disputa pelo topo promete ficar ainda mais quente. Confira como essa estratégia pode influenciar a comunidade.

Diablo 4

Em Diablo 4, a Blizzard puxou o freio de mão e desativou temporariamente o aspecto lendário Limitless Rage depois que um bug insano deixou Bárbaros causando dano na casa dos quadrilhões.

O problema aparecia na combinação com os itens Melted Heart of Selig e Endurant Faith. Essa interação fazia o bônus do Limitless Rage empilhar mais de 15 mil vezes em um instante, transformando a build de Whirlwind Barbarian numa máquina de derreter chefes e atropelar até as dificuldades mais pesadas do jogo.

  • O Limitless Rage deveria dar bônus de dano ao gerar Fúria, mas o efeito saiu completamente do controle.
  • Com a sinergia bugada, a geração de Fúria explodiu e o dano escalou muito além do previsto.
  • Como Diablo 4 já conta com rankings in-game, a Blizzard está correndo para apagar esse tipo de exploit o quanto antes.

Enquanto a correção não chega, qualquer item com esse aspecto vai aparecer como temporariamente desativado. A promessa é simples: conserto assim que der.

Finalmente: Diablo 4 ganha placares e modo competitivo — The Tower estreia em 12 de janeiro
Diablo 4

Diablo 4 vai ganhar placares de classificação e um novo modo chamado The Tower. A novidade entra em beta na atualização de 12 de janeiro. O objetivo é oferecer um modo competitivo para quem já tem o melhor equipamento e quer medir desempenho contra outros jogadores.

The Tower é um calabouço dividido em vários andares. Em cada andar você enfrenta ondas de monstros e procura pontos, combinando rapidez e poder para avançar até um chefe final. É preciso decidir entre limpar rápido ou focar em builds que causem mais dano para somar pontos.

Existem pylons espalhados que, quando destruídos, dão um grande aumento de dano. Isso pode ajudar montagens fora do meta a competir. Com a chegada dos paladinos nesta temporada, o balanceamento entre classes ficou um pouco desigual. As leaderboards serão organizadas por classe e por faixas de número de jogadores, o que evita que uma classe muito forte domine todos os ranks.

A desenvolvedora quer rodar os rankings em ciclos de duas semanas, para limitar o impacto de eventuais explorações. O modo chega como beta em 12 de janeiro junto com correções de bugs. Com uma expansão prevista para abril, haverá mais conteúdo e testes pela frente.

A novidade deve incentivar experimentação. Como os ranks serão renovados a cada duas semanas, vale tentar combinações diferentes sem temer perder toda uma temporada. O modo está marcado como beta, então ajustes de balanceamento devem chegar com frequência conforme o retorno dos jogadores.

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Jogadores de Diablo 4 descobriram uma montagem de paladino quase totalmente automatizada que faz o trabalho sozinho: você só precisa andar. A base do esquema é uma aura sagrada que incendeia inimigos quando o personagem usa um par de luvas únicas. Além da aura do personagem, é possível invocar lobos e um mercenário, que também herdam a aura, criando várias fontes de dano ao redor.

O resultado é uma equipe inteira focada em auras que deixa um rastro de cinzas. Fora das masmorras de maior dificuldade, basta caminhar até os monstros para queimar tudo. Existem habilidades que aumentam o dano, mas são opcionais; em modos onde os inimigos avançam até você, não há necessidade de apertar botões. A montagem é simples, porque as luvas e as runas para invocar os lobos são relativamente fáceis de obter.

É curioso ver uma configuração tão eficiente sem muita interação, e parte disso vem de um bug que faz o dano do paladino escalar além do esperado. Pode ser que a desenvolvedora ajuste isso na próxima temporada. Ainda assim, a novidade é interessante: com lacaios e aliados carregando a aura, finalmente dá para criar um personagem pensado só em apoiar o grupo. Resta torcer para que a opção não seja completamente eliminada nas próximas correções.