Directive 8020: veja por que o novo horror da Supermassive merece entrar no seu radar
Directive 8020 leva a Supermassive Games para o espaço e acerta em cheio ao trocar o terror clássico por um sci-fi sujo, tenso e cheio de escolhas que realmente pesam.
A bordo da nave Cassiopeia, a tripulação parte rumo a Tau Ceti f para abrir caminho para uma nova colonização, mas tudo desanda quando uma entidade shapeshifter começa a caçar o grupo. O grande diferencial aqui é o sistema Turning Point, que permite voltar em momentos-chave, desfazer vacilos e explorar ramificações sem precisar recomeçar tudo do zero.
- Modo survivor para quem quer viver cada erro sem segunda chance;
- Turning Points para corrigir decisões, destravar cenas extras e testar rotas diferentes;
- 44 cenas de morte, com body horror nojento e caprichado na medida certa.
O mais interessante é como Directive 8020 usa essa estrutura para dar mais peso à narrativa. Brianna Young, Samantha Cooper e o restante da equipe vão ganhando camadas a cada nova run, enquanto gravações, notas e diários espalhados pela nave ajudam a montar o quebra-cabeça da história.
No fim, o jogo transforma replay em parte central da experiência: primeiro vem o choque, depois a vontade de voltar e ver tudo o que ficou escondido. Para quem curte terror narrativo, tensão de QTE e gore de respeito, Directive 8020 parece ser um dos passos mais seguros e confiantes da Supermassive em anos.
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