DisplayPort 2.1 tem limite escondido? Veja o teste e descubra onde o seu setup pode capar
O DisplayPort 2.1 chegou com a promessa de entregar mais largura de banda para segurar resoluções altas, refresh rates pesados e cores mais profundas sem depender de compressão. Na teoria, é o tipo de upgrade que deixa qualquer setup no modo turbo.
Mas um teste com um monitor QD-OLED 4K de 32 polegadas e uma GPU GeForce RTX 5090 mostrou que nem sempre a conexão entra no máximo só porque os dois lados suportam o padrão. Com o cabo DP80 certo, o link conseguiu ativar o modo UHBR20, liberando os 80 Gbps totais e permitindo 4K a 240 Hz em 10 bits sem precisar de DSC.
Quando o cabo foi trocado por outro DisplayPort comum, tudo continuou funcionando por fora. Só que, nos bastidores, a taxa caiu para 10 Gbps por canal, fechando em 40 Gbps no total. Aí o sistema passou a usar DSC automaticamente para manter a imagem no ar sem engasgo.
Se o DSC é desligado nesse cenário, o monitor desce para 4:2:2 e o refresh máximo cai para 144 Hz. Na prática, isso pesa na fidelidade de cor e na fluidez, ou seja, o setup ainda roda, mas fica capado.
O recado é simples: se você quer extrair o máximo do DisplayPort 2.1, vale usar um cabo certificado DP80 e conferir se ele foi testado para esse padrão. Sem isso, você pode achar que está no full power, quando na verdade o link está segurando o freio de mão.
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