Godzone 6 promete um imsim insano: veja por que o novo roguelike da Blue Manchu merece sua atenção
Godzone 6, novo roguelike em primeira pessoa para PC da Blue Manchu, quer levar a liberdade dos immersive sims a outro nível. O jogo está sendo comandado por Jonathan Chey, veterano de nomes como System Shock 2, BioShock e Thief.
Para Chey, este é o projeto mais aberto que ele já tocou. A ideia é começar cada run montando um mutante bizarro e, depois, atravessar fases pequenas, densas e geradas proceduralmente, cheias de detalhes, atalhos e situações imprevisíveis.
O grande charme de Godzone 6 é que a build não fica presa ao óbvio. Não é só escolher uma arma e sair atirando: dá para jogar na furtividade, virar hacker, apostar em magia, usar programas, focar em inteligência para destravar tecnologia, encolher para passar por frestas, voar ou até abusar de habilidades orgânicas como veneno e garras.
A proposta lembra um imsim raiz: o jogo entrega um espaço de possibilidades enorme, mas a aleatoriedade das mutações te força a improvisar. Em vez de repetir sempre a mesma fórmula, você precisa tirar leite de pedra com o que vier na mão.
Na lore, Godzone 6 aposta numa ficção científica estranha e pesada. Os mutantes vivem sob o domínio de “deuses” que, na real, são sistemas computacionais impossíveis de entender de cara. Até a linguagem dos inimigos foi criada para soar como um pidgin inglês misterioso, que o jogador vai decifrando aos poucos.
A Blue Manchu ainda está na fase de protótipo, mas a intenção é abrir o jogo cedo para a comunidade com demos, builds de preview e testes beta. Para quem curte liberdade, exploração e aquele caos delicioso de imsim, Godzone 6 já entrou forte no radar.
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