Path of Exile 2: veja por que o PoE 1 assusta novatos — leia e entenda
Quem joga Path of Exile sabe: é comum acumular centenas ou até milhares de horas e ainda se sentir como se estivesse começando agora. A franquia é famosa por sua infinidade de sistemas, árvores de habilidades gigantes e mecânicas que pedem atenção máxima.
Para o co-diretor do game, o maior obstáculo para novos jogadores não é só a complexidade, mas também a idade do Path of Exile 1. Na visão dele, muita gente olha para o jogo, vê um visual mais datado e uma pilha de sistemas acumulados ao longo dos anos, e sente que já perdeu o bonde.
Ele defende que Path of Exile 2 é uma porta de entrada mais amigável para quem quer entrar na franquia agora. Além de ter sistemas mais intuitivos, como gemas de habilidade encaixadas em um menu em vez de presas ao equipamento, o jogo tenta ensinar melhor o que está acontecendo sem abrir mão da profundidade que os veteranos esperam.
Mesmo assim, a meta da equipe não é transformar tudo em algo simplório. A ideia é melhorar o design do primeiro Path of Exile e, ao mesmo tempo, deixar a experiência mais clara para quem está chegando. Um bom exemplo é a atualização Return of the Ancients, que vai levar as mecânicas mais confusas do Path of Exile 2 para uma estrutura de missões tutoriais, preparando o terreno para que futuras novidades sigam o mesmo modelo.
No fim das contas, a missão é evitar que Path of Exile 2 caia na mesma armadilha do antecessor: ser um ARPG absurdamente profundo, mas intimidador para quem não quer passar horas caçando explicação em fórum. Se a Grinding Gear Games conseguir casar profundidade com onboarding mais redondo, a franquia pode ficar muito mais convidativa para novatos sem perder a alma.
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