Resident Evil Requiem: veja por que os zumbis ficaram muito mais sinistros

Em Resident Evil Requiem, o grande chamariz não é só Leon Kennedy: os zumbis também estão roubando a cena. A Capcom apostou em uma nova mutação do T-Virus, e o resultado são infectados bem mais bizarros, porque muitos ainda carregam restos de memória e hábitos da vida humana.

Segundo o diretor Koshi Nakanishi, a ideia era justamente mexer com essa sensação desconfortável de ver algo que é quase humano. Em vez de monstros genéricos, os mortos-vivos repetem ações, parecem que vão puxar papo e deixam tudo muito mais tenso.

  • zumbis da faxina, que esfregam paredes e chão com fúria;
  • zumbis devoradores, que não conseguem parar de comer;
  • soldados da BSAA reanimados, que ainda metem bala se você chegar perto demais;
  • infectados mais imprevisíveis, capazes até de usar morteiros com boa precisão.

O foco da equipe é elevar o terror sem transformar o jogo numa barra pesada demais. A meta é acertar aquele ponto ideal de medo viciante, em que você fica assustado, mas não consegue largar o controle.

O produtor Masato Kumazawa também destacou que, às vezes, o pavor mais forte nem vem do zumbi em si, mas da espera por ele. Em Resident Evil Requiem, o ritmo de apresentação dos inimigos faz toda a diferença: a tensão de não saber quando a próxima ameaça vai aparecer pode ser mais sinistra do que um susto direto.

Nas áreas iniciais, como o hospital Rhodes Hill, o clima é de puro sufoco. Jogar com Grace em primeira pessoa deixa os sustos ainda mais colados na pele. Já as partes com Leon puxam mais para a ação, então os zumbis acabam ficando menos assustadores com o tempo, mas sem perder o impacto.

Por Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

Inscrever-se
Notificar de
0 Comentários
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários