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Resident Evil Requiem recebeu uma atualização gratuita que adiciona um modo bônus simplesmente insano: Leon Must Die Forever. E o nome já entrega o clima — aqui, Leon vai sofrer bonito.
Para liberar o modo, é preciso terminar a campanha principal. Depois disso, ele aparece no menu inicial e transforma a experiência em um roguelike cheio de rota alternativa, variação de inimigos, chefes casca-grossa e melhorias que mudam a build em tempo real.
O objetivo é chegar até Victor Gideon e derrubar o chefão, mas isso está longe de ser simples. Em cada tentativa, o jogo embaralha armas, perks e caminhos, então nenhuma run é igual à anterior. Além disso, há um sistema de progressão permanente: você junta pontos nas investidas, libera habilidades, armas e até visuais para as próximas partidas.
O modo também traz um limite de tempo, mas ele pode ser administrado com truques bem clássicos de jogo de terror: algumas abóboras? Não. Aqui são aranhas douradas que aparecem pelo mapa e rendem tempo extra quando você acerta. Certos abates também garantem bônus no relógio.
Os inimigos vêm em variantes coloridas, cada uma pedindo uma abordagem diferente. Os vermelhos aguentam melhor tiro e pedem porrada ou machadada; os azuis têm barra de vida monstruosa, mas ficam expostos a parry e ataques corpo a corpo. No meio disso tudo ainda entram mini-chefes e inimigos mais perigosos, elevando o caos a outro nível.
As melhorias variam bastante: algumas são buffs diretos, outras trazem trade-offs pesados. Dá para montar uma build focada em weak point, por exemplo, ou investir pesado em granadas e explosões — mesmo que isso enfraqueça suas armas de fogo. No final, o jogo força você a adaptar o estilo de jogo o tempo todo.
A progressão de rotas também ajuda a deixar tudo mais tenso. Em vez de escolher o próximo estágio por um menu, você avança pelas saídas do cenário, com portas vermelhas espalhadas pelos mapas. Isso deixa a exploração mais orgânica e aumenta a sensação de risco a cada passo.
No saldo geral, Leon Must Die Forever parece uma adição robusta para Resident Evil Requiem. É brutal, rejogável e lotado de variedade — exatamente o tipo de conteúdo que faz o combate de Leon brilhar ainda mais. Se você curte desafio de verdade, vale ficar de olho.
Confira como Leon Kennedy brilha em Resident Evil Requiem e por que a Capcom já pensa no futuro dele
Em Resident Evil Requiem, a volta de Leon Kennedy deixou a fanbase em polvorosa — e, pelo que a Capcom vem indicando, ainda tem muita história para esse ícone da franquia. O diretor Koshi Nakanishi afirmou que o personagem pode aparecer até mesmo aos 70 anos, e que o estúdio não vê necessidade de trocar seus rostos clássicos por personagens mais jovens.
Segundo Nakanishi, o tom de Leon em Resident Evil Requiem foi pensado com cuidado para não quebrar o clima de terror logo de cara. A ideia foi começar com menos tiradas e, conforme a tensão sobe, liberar aos poucos o Leon mais zoeiro e insano que os fãs conhecem. No jogo, ele encara cenas absurdas como perseguições de veículo e até uma moto subindo a lateral de um arranha-céu, mas também tem momentos mais pesados, como o retorno à Delegacia de Raccoon City em ruínas e as sequências ligadas à infecção.
O resultado é um Leon mais velho, mais casca-grossa e ainda cheio de carisma, equilibrando ação absurda, humor na medida certa e horror de sobrevivência sem perder o ritmo.
Em Resident Evil Requiem, o grande chamariz não é só Leon Kennedy: os zumbis também estão roubando a cena. A Capcom apostou em uma nova mutação do T-Virus, e o resultado são infectados bem mais bizarros, porque muitos ainda carregam restos de memória e hábitos da vida humana.
Segundo o diretor Koshi Nakanishi, a ideia era justamente mexer com essa sensação desconfortável de ver algo que é quase humano. Em vez de monstros genéricos, os mortos-vivos repetem ações, parecem que vão puxar papo e deixam tudo muito mais tenso.
- zumbis da faxina, que esfregam paredes e chão com fúria;
- zumbis devoradores, que não conseguem parar de comer;
- soldados da BSAA reanimados, que ainda metem bala se você chegar perto demais;
- infectados mais imprevisíveis, capazes até de usar morteiros com boa precisão.
O foco da equipe é elevar o terror sem transformar o jogo numa barra pesada demais. A meta é acertar aquele ponto ideal de medo viciante, em que você fica assustado, mas não consegue largar o controle.
O produtor Masato Kumazawa também destacou que, às vezes, o pavor mais forte nem vem do zumbi em si, mas da espera por ele. Em Resident Evil Requiem, o ritmo de apresentação dos inimigos faz toda a diferença: a tensão de não saber quando a próxima ameaça vai aparecer pode ser mais sinistra do que um susto direto.
Nas áreas iniciais, como o hospital Rhodes Hill, o clima é de puro sufoco. Jogar com Grace em primeira pessoa deixa os sustos ainda mais colados na pele. Já as partes com Leon puxam mais para a ação, então os zumbis acabam ficando menos assustadores com o tempo, mas sem perder o impacto.
Um dos assuntos mais comentados entre fãs de Resident Evil 4 nos últimos dias não é arma nova, chefe secreto ou speedrun: é o meme do “picles do Leon”. A piada virou convite aberto para a comunidade criar suas próprias versões, com trocadilhos, montagens e comentários bem no estilo “humor de chat”. Para quem joga, isso importa porque mantém o jogo vivo fora da campanha, alimenta streams e reforça o lado social que sempre acompanha um grande lançamento.
De onde veio o “picles do Leon”?
Em jogos como Resident Evil, qualquer detalhe pode virar meme quando cai nas mãos certas: uma fala solta, um enquadramento, uma animação ou até um item que aparece rápido demais. No caso do “picles do Leon”, a graça está no duplo sentido e na facilidade de adaptar a piada para qualquer situação do jogo. É aquele tipo de brincadeira que nasce do nada, explode em comentários e, quando você percebe, já está sendo repetida em todo canto.
O mais curioso é como Resident Evil 4 segue entregando momentos “memeáveis” mesmo depois de tanta gente zerar. Isso mostra como a personalidade do Leon continua sendo um dos maiores trunfos da franquia.
Quando o meme vira combustível pra comunidade
Esse tipo de onda costuma puxar junto clipes engraçados, desafios temáticos e até ideias para mods e edições. Não muda a experiência do jogo em si, mas muda o clima ao redor dele. E, como gamer, eu acho isso ótimo: nem toda conversa precisa ser só sobre performance ou meta, às vezes a melhor parte é rir junto.
- Funciona bem em lives e grupos porque é rápido de entender.
- Ajuda novos jogadores a se sentirem parte da comunidade.
- Cria um “folclore” próprio que fica associado ao jogo.
No fim, a Capcom acerta em cheio quando faz um Resident Evil com personagens marcantes: a comunidade faz o resto e mantém o assunto rodando por muito mais tempo.
A nova fase de Resident Evil também está trazendo caras novas fora das telas: Angela Sant’Albano, a atriz por trás de Grace, está estreando nos videogames com esse papel. Isso importa para a gente porque, em jogos cada vez mais cinematográficos, a atuação pode elevar (ou derrubar) a tensão, o carisma e até a credibilidade do terror.
Quem é Grace e por que a escolha chama atenção
Grace já chegou chamando curiosidade por ser um rosto “fresco” no mundo dos games. Para Resident Evil, isso é uma aposta interessante: quando a franquia usa captura de performance e cenas mais longas, o elenco vira parte do peso do jogo. Um bom trabalho de voz, expressão facial e linguagem corporal ajuda a vender o medo e a urgência, principalmente quando o jogo te coloca em corredores apertados e situações sem saída.
O detalhe de ser o primeiro crédito de Angela em videogames também sugere que o estúdio está caçando talento fora do circuito tradicional de dublagem gamer. E isso costuma dar certo quando o personagem precisa parecer mais “gente de verdade” do que “herói de ação”.
O que isso pode significar para o futuro de Resident Evil
Quando uma franquia do tamanho de Resident Evil apresenta uma personagem nova com uma atriz em ascensão, algumas coisas ficam no radar dos jogadores:
- Mais foco em narrativa: personagens novos tendem a ganhar mais espaço em cenas e momentos decisivos.
- Possível retorno em conteúdos futuros: se Grace cair no gosto do público, ela pode aparecer de novo.
- Renovação do elenco: a série pode equilibrar rostos clássicos com protagonistas inéditos.
Como gamer, eu curto essa ousadia: terror funciona melhor quando a gente não sabe exatamente o que esperar, e isso vale tanto para monstros quanto para quem está no centro da história.
Se você já sabe cada corredor de memória, pode esquecer: Resident Evil 4 Remake mexe no mapa e faz você andar com mais cautela. O jogo abre espaço para novas rotas, salas e trechos que não existiam do jeito que a gente lembrava. Isso vale tanto para a campanha do Leon S. Kennedy quanto para a da Ada Wong, o que ajuda a deixar as duas experiências com cara própria, e não só “mais do mesmo”.
O que mais senti na prática é o ritmo dos combates. Em Resident Evil 4 Remake, os encontros parecem mais agressivos e apertados, com inimigos te pressionando de vários ângulos e menos tempo para respirar. Até quando você acha que está seguro, aparece mais um grupo para te forçar a gastar munição, faca e cura.
Para mim, essa é a melhor mudança: o remake não depende só de nostalgia. Ele te pega pela surpresa e te obriga a jogar melhor, principalmente quando o caos estoura em espaços novos e mais fechados.
Em Resident Evil 2, espaço no inventário é vida. O Hip Pouch aumenta o número de slots e deixa você carregar mais munição, cura e chaves sem ficar indo e voltando no baú o tempo todo.
O Hip Pouch mais fácil de pegar no começo fica na delegacia, no West Office. Procure o cofre e use a combinação 9 (esquerda), 15 (direita), 7 (esquerda) para abrir. O item vai direto pro seu inventário e já expande os espaços na hora.
Depois disso, ainda dá para conseguir mais Hip Pouch avançando na campanha: um aparece na Safety Deposit Room (locker 203) e outros ficam em áreas do esgoto e do laboratório. Vale a pena caçar todos, porque cada slot extra reduz o risco de ficar travado sem munição ou sem espaço para itens de missão.
Se você está começando Resident Evil 2, priorize esse upgrade antes de explorar corredores longos ou enfrentar chefes grandes. Isso economiza tempo e salva vidas.
Leon Kennedy volta em Resident Evil Requiem com um visual mais maduro e atraente. A equipe de desenvolvimento dedicou tempo para polir os traços do rosto, a barba e até pequenas rugas no pescoço, além das roupas e cicatrizes. Tudo foi pensado para dar mais realismo e mostrar que Leon carregou décadas de história dentro da série.
O diretor do jogo comentou em entrevista que muitas mulheres da equipe foram rigorosas nas revisões do design. Elas apontaram detalhes mínimos e ajudaram a construir uma aparência que conversa com fãs antigos e novos. A equipe também discutiu bastante o comportamento do personagem, tentando alinhar como ele reagiria em diferentes situações, não só como ele parece.
As primeiras impressões de quem já testou partes do jogo são positivas. Trechos de gameplay mostram combates que misturam elementos clássicos e modernos da franquia, como lutas em corredores cheios de inimigos e até um confronto com motosserra logo no começo. Essa mistura parece manter a identidade da série ao mesmo tempo em que atualiza a experiência.
Para quem curte Leon, o novo visual deve ser um acerto: ele aparece mais humano e com presença reforçada. Resta ver no lançamento como as mudanças no visual e na postura do personagem vão influenciar a narrativa e a sensação de imersão durante o jogo.
Capcom e a Hamilton anunciaram dois relógios oficiais ligados ao novo Resident Evil: Requiem. As peças aparecem nos trailers nos pulsos dos protagonistas Leon e Grace e chegam como itens de colecionador em edição limitada: serão fabricadas apenas 2.000 unidades no total. Cada relógio traz referências diretas ao visual e à história dos personagens.
O modelo associado à Grace segue a linha American Classic Pan Europ, com pulseira com detalhes dourados, fundo com motivos geométricos e mostrador em preto e dourado. O relógio do Leon é um Khaki Field Auto Chrono todo preto, com botões que lembram cartuchos e um detalhe em forma de asa às 9 horas, em homenagem a companheiros perdidos. O modelo da Grace custa cerca de R$7.700, enquanto o de Leon sai por volta de R$11.300. Cada peça é vendida separadamente.
A marca explicou que as peças foram criadas para refletir a importância do tempo na narrativa do jogo. Ambos os relógios chegam no mesmo dia de lançamento de Resident Evil: Requiem, 27 de fevereiro de 2026. A Capcom já lançou outros itens de edição limitada por valores parecidos, então esse movimento faz parte de uma estratégia clara de colecionáveis de luxo. Quem é fã e colecionador deve se preparar: a tiragem é pequena e a disputa pela compra pode ser alta.
Capcom liberou um extenso showcase de Resident Evil Requiem com cenas novas e várias mecânicas reveladas. O jogo divide seu tempo entre Leon S. Kennedy e a novata Grace, com segmentos de duração parecida. O diretor do projeto explicou que Requiem funciona como dois jogos em um: uma parte voltada para o terror e outra para a ação. A decisão veio quando a equipe percebeu que não dava para ter tudo com apenas Leon.
As sequências de Grace lembram Resident Evil 2 e Resident Evil 7. Elas mergulham no horror: andar nas sombras, se esconder, fabricar itens com pressa e racionar munição. Cada bala conta. Haverá muito furtivo e gestão de inventário. A tensão vem do silêncio, dos cantos escuros e da necessidade de usar recursos com cuidado.
As partes de Leon puxam para a ação ao estilo Resident Evil 4, com combates mais intensos e momentos de tirar o fôlego. A mira foi refinada para incentivar mirar partes do corpo e incapacitar inimigos. Para fabricar injeções especializadas será preciso usar sangue infectado, que deve ser retirado de infectados — preferencialmente após derrotá-los. Os zumbis mantêm traços da vida passada; por exemplo, uma enfermeira zumbi continua limpando o local mesmo em estado degradado. O jogo sai em 26 de fevereiro e o vídeo também mostrou bônus de pré-venda e uma parceria curiosa com uma marca de carros.
Resident Evil Requiem é o nono jogo principal da série. Ele retorna a Raccoon City e tem um clima que lembra Resident Evil 2. O lançamento no mercado australiano está marcado para 27 de fevereiro. Todas as pré-vendas garantem uma roupa ‘Apocalypse’ para a co-protagonista Grace.
As opções de compra passam por lojas digitais e por uma edição física Steelbook disponível na Austrália. No digital, os preços entre revendedores estão muito próximos e algumas lojas oferecem benefícios para assinantes. Comprar direto na plataforma oficial do jogo normalmente não traz economia. A versão física em Steelbook não inclui disco: traz um cupom para download, e costuma sair mais cara que a versão digital; vale só se você for colecionador ou quiser a embalagem.
A edição deluxe entrega só extras cosméticos e materiais de lore, sem conteúdo jogável novo. Entre os itens estão roupas temáticas para Grace e Leon, filtros de tela, skins de arma, pingentes como o ‘Sr. Guaxinim’ e o emblema DSO, um pacote de áudio com temas clássicos de Raccoon City e arquivos com cartas de 1998. Se você gosta de customização ou quer os arquivos extras, a deluxe pode interessar; para a maioria dos jogadores a versão padrão digital é a escolha mais prática. Fique de olho nas ofertas para escolher o melhor custo-benefício.