Artigos por Autor: bruno

Cena de ELDEN RING NIGHTREIGN
Elden Ring

Como costuma acontecer com os DLCs da FromSoftware, parte da dificuldade em Elden Ring Nightreign é descobrir como desbloquear The Forsaken Hollows. Felizmente, não é tão críptico quanto a expansão Artorias of the Abyss de Dark Souls, que era quase impossível de achar sem saber onde procurar.

Em Nightreign, basta cumprir alguns requisitos específicos, parecidos com os que liberam a Duquesa e o Renascido no jogo principal. Você terá de derrotar alguns Nightlords, mas, a menos que esteja começando do zero, provavelmente já os derrotou. A seguir explicamos como começar Forsaken Hollows em Nightreign.

Para iniciar o conteúdo de Forsaken Hollows você precisa:

  • Derrotar duas expedições diferentes de Nightlords, incluindo a primeira expedição Tricephalos. Recomenda-se o Augur se quiser uma segunda vitória mais fácil.
  • Desbloquear tanto o Undertaker quanto os Scholar Nightfarers. A FromSoftware já deu um esboço sobre isso; guias com os passos exatos devem aparecer depois.

Depois de cumprir ambos os requisitos, vá até o Small Jar Merchant na ala leste do Roundtable Hold. A porta atrás dele terá se aberto e você encontrará uma capela. A partir daí será possível enfrentar o novo evento de terreno ‘The Great Hollow’ e a expedição contra o chefe Balancers.

Conteúdo do DLC também começará a aparecer no Deep of Night, o que pode ser assustador. Lembre que é preciso fazer matchmaking com outros jogadores que possuem o DLC para que esses conteúdos apareçam; não é garantido se você jogar com pessoas que não têm a expansão.

Pronto para tentar desbloquear The Forsaken Hollows agora?

Micron

A Micron anunciou que vai encerrar a venda da marca Crucial ao consumidor. A empresa diz que há uma forte demanda por memória e armazenamento vinda de centros de dados de IA, e por isso prefere concentrar oferta e suporte nos clientes maiores e em segmentos que crescem mais rápido.

Isso significa que a Crucial, conhecida por vender memória RAM e SSDs para usuários comuns, deixará de oferecer produtos para PCs de uso diário a partir de fevereiro de 2026. Outras fabricantes também estão priorizando clientes empresariais, o que tende a reduzir o estoque para consumidores e aumentar os preços de RAM e SSDs nos próximos anos. A Micron afirma que cerca de 25% da capacidade mundial de DRAM será dedicada ao mercado empresarial. A situação pode manter os preços altos até que novas linhas de produção entrem em operação.

Para gamers e quem monta PC, a notícia é ruim: menos opções e peças mais caras. Para a Micron, é positivo: a ação da empresa valorizou cerca de 180% no ano, impulsionada por vendas de memória de alta largura de banda usada em GPUs e aplicações de IA. Fique atento ao mercado, compare marcas e estoques se pretende montar ou ampliar seu computador. O que você vai fazer para proteger seu PC dessa falta de peças?

MARVEL Cosmic Invasion
Marvel

O Tribute Games entregou um beat ‘em up old-school que destaca o elenco. Marvel Cosmic Invasion traz 15 heróis jogáveis e cada um se sente distinto. O combate é simples: aparecem inimigos, você bate até sumirem e segue em frente, mas com mecânicas modernas que ajudam, como bloqueios, aparos, esquivas e lançadores que permitem combos fáceis. As animações são expressivas e a trilha sonora dá o tom certo.

Uma ideia que funciona é poder escolher dois heróis por jogador e alternar entre eles. Isso cria opções táticas: sair de um grapple, recuperar vida ou montar combos usando habilidades diferentes. Também facilita testar o elenco e torna o jogo mais acolhedor para quem aprende um personagem novo. Jogar com amigos fica divertido justamente pela variedade de estilos entre personagens como Homem de Ferro, Wolverine, Fênix e Rocket.

O problema é o conteúdo além da campanha. A aventura principal dura cerca de três horas, tem um pico de dificuldade no meio e depois perde força até um chefe final pouco empolgante. O modo arcade e algumas opções existem, mas no fim é repetir fases sem muito incentivo. Seria fácil adicionar modos de sobrevivência, desafios ou colecionáveis para esticar a diversão. E você, qual dupla escolheria para enfrentar a invasão?

Avowed Picklock
Avowed

Avowed saiu em fevereiro e é o RPG em primeira pessoa ambientado no universo de Pillars of Eternity. Desde o lançamento, a Obsidian vem liberando atualizações e ajustes. Já tivemos reformulação das classes de guerreiros e patrulheiros, a adição de seis pontos de talento e até a mudança de aranhas por orbes. Isso mostra que a equipe está atenta aos feedbacks e continua a melhorar a experiência.

Agora a Obsidian anunciou que a atualização de outono não será lançada. A mensagem foi publicada em 3 de dezembro de 2025, às 11h51 (horário de São Paulo), e explica que a equipe vai concentrar esforços em algo maior. Em vez de soltar o conteúdo no outono, a empresa vai juntar tudo a uma atualização de aniversário, prevista para fevereiro. A promessa é que ela reúna o que estava planejado para o outono e acrescente extras, sendo a maior atualização do jogo até agora.

Entre os recursos confirmados estão:

  • Novo Jogo+
  • Modo foto
  • Um novo tipo de arma
  • Possibilidade de mudar a aparência do personagem durante o jogo
  • Novos presets para personagem
  • Mais predefinições para Godlike

A Obsidian não detalhou os extras por enquanto e pede que os jogadores fiquem atentos. Você vai esperar até fevereiro para testar as novidades?

Ayaneo Next II
Ayaneo

O Ayaneo Next II foi anunciado como um poderoso portátil para jogos com Windows. A configuração top traz a AMD Ryzen AI Max+ 395 e uma bateria gigante de 115 Wh, pensada para dar fôlego ao conjunto. Com TDP de 85 W, o aparelho mira desempenho de PC, não só jogos leves.

A tela OLED tem 9,06 polegadas e resolução de 2400 × 1504, com brilho de até 1100 nits. O painel suporta taxas variáveis de 60, 90, 120, 144 e 165 Hz. Isso exige mais energia, mas também entrega imagem muito fluida.

A AMD Ryzen AI Max+ 395 combina CPU Zen 5 Strix Halo, GPU integrada RDNA 3.5 Radeon 8060S e recursos de IA para rodar AAA, criar conteúdo e multitarefa. Em testes em desktops modulares, esse chip foi forte; em portáteis menores, a versão 390 impressionou menos.

O controle tem joysticks e gatilhos com efeito Hall para reduzir stick drift, gatilhos de dois estágios e um d-pad de oito direções. Os hápticos chegam por um motor de levitação magnética desenvolvido com a Guli Technology. Há botões traseiros remapeáveis e quatro teclas de função extras para um controle mais completo. A Ayaneo diz que o grip foi ampliado para melhorar a pegada, mas peso e conforto só serão conhecidos quando o aparelho chegar. Ainda não há data de lançamento nem preço, e a tendência é que seja bem caro. Você compraria um portátil assim ou acha que é exagero?

Tela Azul Windows
Memória RAM

A lenda do Linux, Linus Torvalds, falou em entrevista sobre o PC que ele considera ideal. Para ele, a máquina precisa ser confiável: por isso escolheu um processador Threadripper 9960X da AMD, memória ECC e uma GPU Intel Arc. Torvalds diz que ainda compila o kernel inteiro entre merges, então prefere desempenho consistente e silêncio a um número exagerado de núcleos.

Ele afirma que boa parte dos famosos ‘blue screens’ do Windows não vem de bugs de software, mas de hardware pouco confiável, especialmente memória sem ECC. O ECC é uma tecnologia de memória RAM que evita corrupção de dados e geralmente só é utilizado em servidores que precisam de alta segurança e confiabilidade.

Torvalds contou que já passou dias caçando um bug até descobrir que na verdade era a memória RAM que estava corrompendo dados; o problema só apareceu depois de anos de uso. Para ele, poder confiar na máquina é mais importante que qualquer outra coisa, por isso evita sistemas sem ECC.

Isso é relevante para jogadores: erros de memória podem causar travamentos que parecem bugs do jogo. A maioria dos processadores Ryzen da AMD aceita memória ECC quando a placa-mãe também suporta. Processadores recentes da Intel também têm suporte, mas muitas placas-mãe desktop não ativam ECC, sendo necessário um chipset workstation como o W880. Se você busca estabilidade, vale checar suporte a ECC na CPU e na placa. Você já teve travamentos que podem ter sido falhas de memória?

Hytale
Hytale

A Hypixel Studios publicou requisitos de hardware muito detalhados para Hytale. O estúdio lista três metas de desempenho: mínimo de 30 FPS em 1080p com qualidade Low, recomendado de 60 FPS em 1080p com qualidade High, e um perfil de streaming com captura de vídeo de alta qualidade em 1440p com taxa estável. Isso inclui desde CPUs e GPUs integradas até configurações para streamers.

Para CPUs, o mínimo indicado é um Intel Core i5 7500 ou um AMD Ryzen 3 1200; para o recomendado, Intel Core i5 10400 ou Ryzen 5 3600; e para streaming, Intel Core i7 10700K ou Ryzen 7 3800X. Em GPUs integradas, aparecem Intel UHD Graphics 620 e Radeon Vega 6 como mínimo, e Iris Xe ou Radeon 660M como recomendado. Em vídeo dedicado, o mínimo e o recomendado apontam séries mais antigas (GTX 900 ou Radeon 400 e Intel Arc A-Series), enquanto streamers devem mirar em RTX 30 Series, Radeon RX 7000 ou Intel Arc topo de linha. Memória sugerida é 8 GB no mínimo (12 GB se usar integrada), 16 GB recomendado e 32 GB para streaming. Armazenamento pede 20 GB em SSD (SATA para mínimo, NVMe recomendado) e até 50 GB livres em NVMe para streaming. Rede mínima de 2 Mbit/s para multiplayer e 8 Mbit/s para uma experiência mais estável.

No geral, as exigências não são pesadas; são parecidas com as do Minecraft, mas a grande diferença é o nível de detalhe. A Hypixel Studios explica como cada ajuste afeta desempenho, e até traz benchmarks internos que mostram resultados em hardware de ponta. Hytale tem previsão de acesso antecipado em janeiro de 2026. Você já checou se seu PC entra nesses perfis? Conte para a gente qual é a sua configuração.

PC Gaming Show

O PC Gaming Show: Most Wanted, produzido pela PC Gamer em parceria com o Xbox Game Pass, está de volta com uma seleção dos 25 jogos mais aguardados eleitos por um conselho com mais de 120 jornalistas, criadores e especialistas. A longlist inicial teve 100 jogos, incluindo títulos grandes como Lego Batman: Legacy of the Dark Knight, Resident Evil Requiem e 007 First Light. Os apresentadores incluem a figura regular Frankie Ward, o comentarista Midas e a talentosa Amelia Tyler, prometendo um programa com boas surpresas.

A transmissão ao vivo acontece na quinta-feira, 4 de dezembro de 2025, às 17h (horário de São Paulo). Você poderá acompanhar pelos canais oficiais do evento e por transmissões parceiras; haverá streams localizados com legendas em inglês, espanhol, chinês, árabe, japonês, francês, coreano, alemão, russo, polonês e também em línguas de sinais. Se entrar 30 minutos antes, pega o pré-show com trailers e especialistas falando das tendências de jogos de 2025.

A equipe fará cobertura completa com resumos e comentários sobre os anúncios, e também há uma página com os jogos recomendados para você adicionar à sua lista de desejos. Está animado para ver as revelações? Qual foi o jogo da lista que mais chamou sua atenção?

Cena de Band of Crusaders
Band of Crusaders

O estúdio polonês Virtual Alchemy liberou a primeira demo jogável de Band of Crusaders, já disponível gratuitamente nas lojas do Steam e do GOG. Na demo você assume o papel de Grão-Mestre de uma ordem de cavaleiros e precisa conter uma invasão demoníaca pela Europa em combates curtos e intensos. O teste mostra a jogabilidade sandbox complexa e a narrativa sombria do jogo.

A proposta mistura liderança, tática e sobrevivência. Você administra o acampamento, cuida das necessidades da ordem e personaliza habilidades e equipamentos dos cavaleiros. Em campo, o combate é em tempo real com pausa e conta com uma câmera lenta tática que permite decisões mais pensadas. A história bebe em lendas e eventos históricos, com artefatos como a Lança de Longinus e arquidemônios que encarnam os Sete Pecados.

O jogo privilegia a agência do jogador e narrativas emergentes em um mapa da Europa continental, com cultos sobrenaturais e missões locais. O diretor Dominik Sypnicki diz que a equipe se inspirou em RPGs táticos clássicos e quer reinventar o formato com ação isométrica moderna. Desde que a parceria com a NCSOFT foi anunciada, a lista de desejos triplicou e a comunidade se aproxima de cem mil interessados.

A demo já está pronta para testarem. Vai baixar e liderar sua ordem na Guerra Santa?

Diablo

A Blizzard Entertainment anunciou que a Temporada da Intervenção Divina de Diablo IV chega em 12 de dezembro, às 1h30 (horário de São Paulo). Nesta temporada, os Males Inferiores invadem Santuário e Azmodan retorna acompanhado por Belial, Andariel e Duriel. Os jogadores terão acesso a afixos de pesadelo para ganhar favor divino e enfrentar a nova onda de demônios.

Os inimigos ficaram mais espertos e perigosos. Monstros evoluídos têm papéis de combate mais definidos e comportamento dinâmico, forçando mudanças na tática de luta. A itemização também foi revista: a Têmpera e a Maximização fazem a progressão ficar mais simples. Com uma Receita de Têmpera, você pode definir afixos diretamente. A Maximização melhora a qualidade do item e adiciona bônus ao dano-base, à armadura ou às resistências.

A Santificação traz uma última melhoria celestial aos seus equipamentos. Ela pode aplicar um poder lendário extra, aprimorar, adicionar ou substituir um afixo e, em casos raros, tornar o item indestrutível. A Jornada de Temporada vira o Ranque de Temporada, uma versão mais difícil que pede a conclusão de uma Masmorra Suprema para avançar e oferece recompensas maiores. Prepare seu grupo. Você vai testar essa temporada no lançamento e montar seu build para enfrentar Azmodan?

Cena de Yakuza 0
Yakuza

A série Yakuza tem muitos jogos desde 2005 e sempre misturou drama intenso com humor absurdo. Mesmo só virando sucesso no ocidente a partir de Yakuza 0, o estúdio manteve sua identidade sem ceder a mudanças para o público estrangeiro. Em entrevista, o produtor executivo Yokoyama Masayoshi afirmou que o RGG Studio não vai abandonar a ideia de fazer o que parece verdadeiro para a equipe. Eles reconhecem que o público ocidental cresceu desde 2015, mas não pretendem mudar a fórmula por isso.

Ele explicou que, se quisessem criar um jogo pensado para públicos estrangeiros, o caminho seria ter um protagonista estrangeiro e ambientar a história fora do Japão. Mas, disse ele, isso deixaria de ser Like a Dragon. Para o estúdio, é mais importante preservar o que os define e levar essa identidade para o mundo. Ele também alertou que perder a própria direção pode levar a decisões estranhas.

As escolhas recentes mostram essa postura. Em 2020 a série mudou o combate para turnos com Yakuza: Like a Dragon. Em 2024 veio Like a Dragon: Infinite Wealth, ambientado no Havaí. Este ano também saiu um spin-off de piratas. Essas mudanças foram controversas, mas deixam claro que o estúdio prefere inovar do próprio jeito, mesmo que isso não signifique vender ainda mais no ocidente. E você, concorda com a postura do estúdio?