A marcha de Liberty Prime em Fallout 3 é uma das cenas mais lembradas da série. Diferente de chefes imponentes que ficam parados no palco, ele atravessa o mundo aberto como um NPC gigante, destruindo tudo no caminho. Essa sequência parecia espontânea, mas na verdade foi o resultado de muita tentativa e erro para fazer o robô seguir um trajeto muito específico.
Os desenvolvedores passaram meses ajustando animação e navegação para que a cena funcionasse. Eles queriam que o jogador visse o robô seguir uma rota exata, mas NPCs aleatórios e limitações do sistema de navegação atrapalhavam. Um ex-programador explicou que técnicas comuns de navmesh não lidam bem com agentes de tamanhos muito diferentes, e o robô gigante provocava vários problemas. Para resolver, parte do código de pathfinding foi reescrita especificamente para ele. O robô também precisava interagir com explosões e física de objetos, o que complicava ainda mais o trabalho.
Trabalhar com uma engine própria abriu possibilidades, mas também exigiu soluções criativas e muita paciência. No fim, o esforço compensou: a marcha ficou como um momento épico que muitos fãs lembram até hoje. Quem quiser saber mais sobre a criação dessa e de outras cenas pode conferir depoimentos de desenvolvedores em uma edição impressa recente de revista de jogos.
Baba Is You ganhou uma atualização grande no começo de 2026. Ela traz novas palavras, sprites e ferramentas pensadas para criadores de níveis e mods. A equipe disse que esta é provavelmente a última grande atualização do jogo. Mesmo assim, a novidade abre muitas possibilidades para quem ainda joga.
Entre as novidades estão cinco palavras novas para usar em níveis personalizados: become, facedby, hold, happy e angry. No jogo, palavras mudam as regras das fases ao formar frases com blocos. Por exemplo, ‘Baba is Happy’ deixaria o personagem feliz — o efeito exato dependerá de como o criador usa a palavra. Também foram adicionados vários sprites novos, como raposa, feijão, cachorro-quente e cacto. Essas peças ficam disponíveis no editor de fases, que funciona nas diferentes plataformas e já tem uma comunidade ativa de níveis feitos por jogadores.
A atualização também melhora o suporte a mods, com mudanças técnicas, correções e ajustes que devem deixar o jogo mais estável para criadores. Não há muitos níveis novos prontos, mas os novos elementos dão brinquedos para quem gosta de inventar desafios esquisitos e confusos. É bom ver suporte chegando anos após o lançamento; Baba Is You continua único e vale a pena revisitar.
Dispatch, a aventura interativa de super‑heróis, foi bem recebida pela crítica, com 89% em uma análise especializada, e também virou sucesso de vendas. O estúdio anunciou que o jogo vendeu mais de 3 milhões de cópias em 2025. Em uma publicação nas redes sociais, o time mostrou um infográfico cheio de números: jogadores atenderam cerca de 727 milhões de chamadas, despacharam mais de 1 bilhão de heróis e acumularam cerca de 23 milhões de horas de gameplay assistidas em plataformas de vídeo e streaming.
Tem dados divertidos nas estatísticas: apenas cerca de 164 mil jogadores terminaram sem se envolver romanticamente. Quase 2 milhões escolheram romançar Invisigal, e cerca de 1 milhão preferiu Blazer. O estúdio também revelou que algumas cenas mais picantes foram cortadas durante o desenvolvimento, então o jogo poderia ter sido ainda mais ousado.
O lançamento não foi fácil — o projeto passou por um longo e conturbado processo antes de chegar ao público. Mesmo assim, muitos apontam que Dispatch traz de volta o estilo das aventuras interativas com foco em escolhas e humor. Para quem curte storygames com personagens carismáticos e decisões importantes, parece valer a pena experimentar.
Importante: o infográfico do estúdio revela escolhas dos jogadores, então quem não quer spoilers deve evitar a publicação. De qualquer forma, Dispatch se firmou como um dos grandes sucessos narrativos do ano.
Os códigos da livestream de Genshin Impact 6.3 (Luna IV) foram divulgados. A série Song of the Welkin Moon segue em Nod-Krai e a transmissão mostra o que vem no próximo update. Os responsáveis pelo jogo costumam liberar até três códigos durante a livestream para quem assistir. Eles costumam expirar em poucas horas, então resgate rápido.
Entre os personagens esperados estão Columbina (Hydro 5★), Zibai (Geo 5★) e Illuga (Geo 4★). Também podem rolar reruns de Neuvillette e Ineffa. Os códigos anunciados na transmissão até agora são:
- ComeNightorDay – 100 Primogemas e 10 Minérios Místicos de Aprimoramento
- Zibai0515 – 100 Primogemas e 5 Sabedorias do Herói
Para resgatar, é preciso ter Aventura Nível 10. Dá para usar o próprio jogo: abra o menu, vá em Configurações > Conta e escolha resgatar código. Outra opção é usar o site oficial de resgate e selecionar sua região. As recompensas chegam pela caixa de correio do jogo. Fique atento ao horário da livestream em São Paulo e pegue os códigos antes que expirem.
Se você está juntando Primogemas para um banner, acompanhe a transmissão para ver qual personagem será o foco. A livestream também deve mostrar missões, chefes e áreas novas que chegam com o update.
A era dourada dos construtores de cidades continua e 2026 promete ideias bem criativas. Nesta prévia, veja sete city builders que levam a construção para locais inusitados. Você vai poder reconstruir uma Roma vigiada por deuses, erguer uma cidade em volta de uma árvore gigante, formar bairros sobre um trem steampunk, morar nas costas de uma baleia espacial, gerenciar várias vilas numa comarca medieval, sustentar uma economia baseada em criaturas colecionáveis e até voltar ao visual dos anos 90 decorando tudo.
1. Nova Roma (Janeiro)
Nova Roma propõe uma reconstrução ambiciosa de uma Roma antiga devastada, colocando o jogador no papel de líder responsável por restaurar a cidade enquanto lida com a influência direta dos deuses. Cada divindade reage às decisões tomadas, podendo provocar desastres naturais ou conceder bênçãos estratégicas. O desafio vai além da expansão urbana: é preciso equilibrar fé, política e infraestrutura, garantindo que a população prospere mesmo sob constantes ameaças divinas. O jogo aposta em escolhas morais e consequências de longo prazo, tornando cada partida única.

2. DarkSwitch (Março)
DarkSwitch leva o conceito de city builder para a verticalidade, com uma cidade construída ao redor de uma árvore sagrada colossal. A sobrevivência depende de administrar recursos limitados enquanto uma névoa misteriosa ameaça a sanidade dos habitantes. O jogador precisa planejar cuidadosamente a expansão para cima, mantendo equilíbrio entre moradia, trabalho e bem-estar mental. A atmosfera sombria e a mecânica de sanidade adicionam uma camada psicológica rara ao gênero, exigindo atenção constante às condições emocionais da população.

3. Steel Artery (Sem mês definido)
Em Steel Artery, a cidade nunca para: ela existe sobre um trem em movimento contínuo por um mundo steampunk. O jogador gerencia bairros, economia e logística enquanto o trem avança, transportando milhares de moradores autônomos, incluindo orcs e elfos. Cada vagão funciona como um distrito, exigindo planejamento modular e adaptação constante às mudanças do percurso. A dinâmica de movimento constante transforma a gestão urbana em um desafio estratégico único, onde estabilidade e progresso precisam coexistir.

4. Beyond These Stars (Sem mês definido)
Beyond These Stars apresenta uma das ideias mais ousadas do gênero: construir uma cidade inteira sobre a carapaça de uma baleia cósmica. Além de expandir a civilização, o jogador deve preservar o ecossistema do ser vivo que sustenta a cidade. O desenvolvimento tecnológico é essencial para compreender e se comunicar com a baleia, criando uma relação simbiótica. O jogo mistura gestão urbana, sustentabilidade e ficção científica, incentivando decisões responsáveis para garantir a sobrevivência de ambos

5. County of Fortune (Sem mês definido)
County of Fortune amplia a escala tradicional dos city builders ao permitir o gerenciamento de várias cidades interligadas que formam uma comarca medieval. Cada vila possui características próprias, mas todas evoluem social e economicamente em conjunto. O jogador precisa coordenar comércio, política e desenvolvimento regional, observando como decisões locais impactam o todo. A progressão social e a interação entre cidades criam um sistema complexo e profundo, ideal para quem busca uma experiência estratégica de longo prazo.

6. Tamer Town (Sem mês definido)
Tamer Town combina construção de cidades com criaturas colecionáveis chamadas Mokiton. A economia gira em torno da criação, treinamento e uso dessas criaturas, que possuem mais de 130 espécies diferentes. Arenas, mercados e áreas residenciais precisam ser planejados para sustentar esse ecossistema único. O jogo mistura gestão urbana com mecânicas de coleção e combate, oferecendo uma abordagem mais leve e criativa ao gênero, sem abrir mão da complexidade estratégica.

7. Metropolis 1998 (Sem mês definido)
Metropolis 1998 aposta em uma estética retrô inspirada nos anos 90, mas com sistemas de simulação modernos e detalhados. O jogador pode decorar cada prédio individualmente, personalizando a cidade em um nível raro no gênero. Apesar do visual nostálgico, a gestão é profunda, exigindo atenção a transporte, economia e qualidade de vida. O contraste entre aparência clássica e mecânicas atuais cria uma experiência charmosa e envolvente para fãs de city builders tradicionais.

Quer montar o banquete perfeito na sala de jantar da sua Player Housing? A profissão Cooking em World of Warcraft permite criar pratos e travessas que deixam qualquer mesa mais atraente. Com receitas certas você consegue combinar decoração e tema, seja para um jantar formal ou para encontros mais descontraídos. Muitas criações têm aparência única e ajudam a dar personalidade aos ambientes, tornando a casa mais convidativa para visitas e eventos.
O jogo já traz várias receitas e novas opções devem chegar em Midnight e nas próximas atualizações. As receitas variam de petiscos simples a preparos mais elaborados, e algumas são mais raras que outras. Buscar ingredientes, experimentar combinações e organizar a cozinha vira parte da diversão. Trocar dicas com outros jogadores e preparar menus para ocasiões específicas também é uma forma de interação dentro do jogo.
Lembre que nem tudo aparece automaticamente: seus amigos e guildmates podem precisar trazer os próprios lanches quando visitarem. Planeje eventos, combine quem leva cada item e use a cozinha como elemento central da sua decoração. Teste diferentes pratos e arranjos para ver o que melhor casa com o estilo da sua casa. Se você gosta de personalizar espaços, investir em Cooking é uma maneira prática e divertida de deixar sua Player Housing mais acolhedora e memorável.
A nova edição da revista celebra tudo sobre Fallout. Ela traz acesso exclusivo a várias pessoas que ajudaram a construir a série, em entrevistas com desenvolvedores e com o elenco da nova adaptação para TV. A matéria percorre a evolução da franquia, desde os primeiros jogos isométricos até as versões 3D e a Anniversary Edition de Fallout 4. O material reúne histórias internas, curiosidades dos bastidores e detalhes que fãs vão gostar de rever.
Além do especial de capa, a edição traz um mergulho em Deadlock, a nova aposta da Valve que mistura shooter de movimento com elementos de MOBA. Com muitas horas de acesso antecipado, a reportagem apresenta impressões iniciais e um guia prático para quem quiser começar. Há também uma prévia de Pathologic 3, um horror psicológico em que você assume o papel de um médico tentando salvar uma cidade em pouco tempo. A crítica oficial de Dispatch avalia como a série interativa equilibra humor e emoção.
A edição ainda dedica espaço a mods e clássicos: um mod com ray tracing para Painkiller, uma revisita a Command & Conquer: Red Alert 2 e matérias que reavaliam hits cult. Na área de hardware, há um projeto de PC sem limite de orçamento e testes com mouses leves para jogadores. Também há guias práticos, diários de jogatina e reportagens sobre novos simuladores. No total, é uma edição bem variada, para quem gosta tanto de jogar quanto de montar e testar equipamentos.
Berserk Games anunciou mudanças grandes para Tabletop Simulator com a chegada da versão 2.0. A atualização, gratuita, promete modernizar o visual, melhorar desempenho, a estabilidade online e o suporte a realidade virtual. O objetivo é deixar a plataforma pronta para os próximos anos.
Uma das mudanças mais visíveis será a interface com dois modos: Play Mode, feito para simplificar a jogabilidade e reduzir a bagunça, e Edit Mode, pensado para criadores e usuários avançados que querem mais controle. A experiência também será mais amigável para o Steam Deck e outros dispositivos portáteis.
Outra novidade é a Creator Marketplace, uma loja para conteúdo criado pelos jogadores, incluindo opções pagas. Hoje a comunidade usa muito a oficina de mods da plataforma, com criações não oficiais de jogos como Uno, Settlers of Catan e miniaturas de D&D. A empresa diz que a loja não vai atrapalhar os mods gratuitos, mas jogadores nas comunidades online temem que a monetização atraia processos de editoras e acabe afastando mods sem licença. A reação nas discussões é mista; alguns aprovam as melhorias, outros estão preocupados com o futuro dos mods gratuitos.
Nos próximos meses, a desenvolvedora deve liberar as primeiras atualizações e mais detalhes sobre como a Creator Marketplace vai funcionar e como os criadores serão remunerados. Muitos jogadores vão ficar de olho nas mudanças e na compatibilidade com mods antigos. Se a promessa de equilíbrio se confirmar, a comunidade deve ganhar mais conteúdo sem perder o que já existe; se não, pode haver disputa entre criadores, editoras e jogadores.
A atualização Hightown de Gloomwood chegou no dia 1º de janeiro, depois de um pequeno atraso. Ela traz a maior área explorável do jogo até agora e um cenário mais vertical, cheio de vielas e prédios góticos. O trailer mostra essas novas áreas e apresenta uma arma nova: um revólver com coronha de rifle e luneta, que muda o jeito de jogar furtivamente.
Os desenvolvedores afirmam que Hightown é a área mais ampla e vertical já criada, e que abriga uma força inimiga mais complexa e letal. Espere patrulhas mais organizadas e atiradores posicionados em pontos altos. A nova arma parece pensada para enfrentar esses snipers, oferecendo maior alcance e precisão sem perder o aspecto de revólver.
O jogo está em acesso antecipado e tem recebido atualizações frequentes. Entre as novidades já testadas estão melhorias na inteligência dos inimigos e habilidades que permitem ao jogador copiar poderes de criaturas. Tudo isso mostra um jogo em evolução, com mapas mais abertos e mecânicas arriscadas e interessantes.
Jogadores que têm acompanhado as mudanças notam semelhanças entre Hightown e áreas de demos anteriores, mas também veem quanto o jogo evoluiu. Se você curte stealth com mapas complexos e clima sombrio, vale muito a pena experimentar esta atualização. Gloomwood está disponível para compra na Steam.
Rhea Seehorn, que hoje estrela a série Pluribus, teve um dos primeiros papéis em um jogo de PC dos anos 90. Ela aparece num tutorial de Magic: The Gathering da versão Shandalar. O vídeo é barato e nostálgico, com atores filmados sobre cenários gerados por computador bem rudimentares.
Shandalar foi uma adaptação digital de Magic com uma campanha singleplayer. Você andava por um mapa, enfrentava outros magos e montava baralhos a cada vitória. Para a época, o jogo era bem amplo e trouxe muito mais conteúdo do que a maioria das versões digitais de cartas; até hoje é lembrado por esse escopo.
O tutorial completo tem mais de uma hora de instrução dita. É engraçado e meio atrapalhado: atuação exagerada, efeitos toscos e aquele visual de PC dos anos 90. Não é o melhor jeito de aprender as regras hoje, mas mostra o empenho de quem fez o jogo e diverte pelo contraste com produções atuais.
Em entrevista, Seehorn contou que a produção era tão econômica que improvisaram botas com meias e fita. Ela lembrou de ver a própria foto na caixa do jogo e ir a uma loja pedir uma cópia. Hoje o tutorial está disponível online e os comentários fazem piada ligando aquele papel antigo ao personagem que ela vive agora; vale pela nostalgia.
Player Housing em World of Warcraft trouxe opções interessantes de personalização, mas esconde um grande custo de tempo. Para criar objetos decorativos únicos é preciso usar profissões e consumir grande quantidade de madeira. Muitos jogadores relatam ter passado o último mês voando por Azeroth atrás de toras e troncos, só para encher duas casas de itens.
Esse trabalho se multiplica se você tem vários personagens. O que funciona para um lar vira obrigação quando se quer repetir o mesmo estilo em diferentes casas. A coleta é repetitiva: encontrar nodos de madeira, pousar, recolher, seguir para o próximo ponto. Para quem gosta de criar cenário, a recompensa existe, mas para quem quer só uma boa casa, acaba virando grind.
A comunidade já fala em mudanças de qualidade de vida. Sugestões comuns incluem mais fontes de madeira pelo mapa, opções de armazenamento entre personagens e receitas alternativas que não peçam tanto recurso. Alguns recorrem ao comércio entre jogadores ou aproveitam eventos que aumentam a queda de recursos. Outros organizam rotinas semanais de coleta para não gastar todo o tempo livre. Enquanto isso não chega, jogadores recomendam planejar bem os projetos, focar nas peças essenciais e priorizar o que realmente vai mostrar nas casas. Assim dá para aproveitar o lado criativo do Player Housing sem ser consumido pelo farming.