A AMD divulgou seus resultados financeiros do terceiro trimestre de 2025 e o cenário é excelente: a receita total cresceu 36%, chegando a US$ 9,2 bilhões (cerca de R$ 51 bilhões), enquanto o lucro subiu 31%, atingindo US$ 2,2 bilhões (aproximadamente R$ 12 bilhões). Embora o setor de data centers e chips de IA continue sendo o maior motor de crescimento, com US$ 4,3 bilhões em receita, o destaque ficou por conta das divisões de clientes e jogos, que juntas cresceram 73% e alcançaram US$ 4 bilhões (R$ 22 bilhões). A CEO Lisa Su afirmou que a linha Ryzen teve vendas recordes e que as placas Radeon 9000 impulsionaram o segmento de gráficos, que saltou 181% em relação ao ano anterior. Além disso, as parcerias com Sony e Microsoft ajudaram a elevar a demanda por chips semi-customizados antes do período de festas. Mesmo com o foco cada vez maior em IA — e o contrato bilionário com a OpenAI —, a AMD mostra que continua sólida no mercado de PCs e games, mantendo um equilíbrio raro entre inovação e desempenho comercial.
A Games Workshop revelou sua linha de produtos natalinos de 2025, e como sempre, o contraste entre o sombrio universo de Warhammer e o clima festivo continua hilário. O destaque deste ano é um conjunto de quatro bolas de árvore dedicadas aos deuses do Caos — Khorne, Nurgle, Tzeentch e Slaanesh —, perfeitas para quem quer consagrar a árvore de Natal às forças sombrias. Outro item que chama atenção é o topo de árvore em forma de cometa de duas caudas, símbolo que anuncia a chegada de Sigmar, substituindo a tradicional estrela dos Reis Magos. A coleção inclui ainda uma caneca do Red Gobbo, novos gorros e cachecóis imperiais, uma meia natalina com logos das facções de Warhammer 40K e até uma oodie que faz parecer que uma boca demoníaca está saindo do seu estômago — ideal pra assustar a família na ceia. Os itens entram em pré-venda amanhã (08) e chegam às lojas no dia 15. Além disso, a Games Workshop deve anunciar em breve os tradicionais army boxes de Natal com descontos em miniaturas.
O novo crossover de Minecraft traz o universo de Dragon Ball Z direto para o jogo em um DLC cheio de ação. A expansão transforma completamente a experiência tradicional de sobrevivência em um jogo de luta em ritmo acelerado, com direito a arenas inspiradas em locais icônicos do anime, como o Planeta Namekusei e a Arena dos Jogos de Cell. Os jogadores podem enfrentar 11 personagens da série, cada um com habilidades únicas que são desbloqueadas ao vencê-los, e usar a Corporação Cápsula como base de operações entre as batalhas. Além dos confrontos, o pacote oferece um modo de exploração e vários elementos visuais fiéis ao universo de Goku e companhia. O conteúdo custa 1510 Minecoins (cerca de R$ 45) e inclui ainda um pacote de skins dos personagens e o acessório Scouter para o criador de personagens. Mesmo quem não é fã hardcore da franquia deve se divertir — afinal, agora dá pra soltar um Kamehameha em pleno mundo de blocos.
MindsEye, o jogo de tiro estilo GTA criado pelo ex-produtor da Rockstar, segue tentando se reerguer após um lançamento conturbado. O Update 5 chegou com mudanças importantes: agora o jogador pode realizar rolagens de esquiva e alternar o ombro da câmera — duas das funções mais pedidas pela comunidade. Por outro lado, o modo Free Roam foi temporariamente removido. Esse modo havia sido amplamente criticado por colocar o jogador no controle de um personagem bizarro, apelidado de “Can’t Drink Dust Guy” (algo como o “Cara do Não dá Pra Beber Poeira”), que vagava por uma cidade vazia com poucas atividades e recompensas insignificantes. A atualização também adiciona novos modos, como um wave shooter com clima de Halloween, corridas de drones e uma missão para proteger um VIP, todos voltados para o modo solo. Outra mudança é o rebranding do sistema criativo do jogo, agora chamado Arcadia, descrito como uma ferramenta de criação sem código que permitirá conteúdo feito pela própria comunidade. A esperança é que essa nova fase ajude o estúdio Build a Rocket Boy a recuperar o rumo — e quem sabe até trazer de volta o excêntrico “Can’t Drink Dust Guy”.
Brandon Adler, diretor de The Outer Worlds 2, acredita que jogos como Baldur’s Gate 3 estão ajudando o gênero RPG a reencontrar suas raízes. Em entrevista ao GamesRadar+, ele criticou a tendência moderna de tornar todos os estilos de jogo “viáveis”, o que, segundo ele, tira o peso das escolhas do jogador. Para Adler, decisões realmente significativas precisam ter consequências — boas ou ruins — e isso é algo que o sucesso da Larian conseguiu resgatar. Ele comentou que assistir jogadores criarem builds ruins em The Outer Worlds 2 é parte da diversão, já que o desafio faz parte da experiência. O diretor também reclamou do uso excessivo de marcadores de objetivo, que desestimula o jogador a prestar atenção nas falas dos NPCs e a pensar sobre o mundo do jogo. Adler vê um retorno aos RPGs que exigem envolvimento e reflexão, e acredita que o público está pronto para isso, especialmente com o crescimento da popularidade de Dungeons & Dragons e do RPG de mesa impulsionado por programas como Critical Role e Dimension 20.
Diablo 4 está prestes a mudar de novo. Três anos após o lançamento, o jogo da Blizzard entra em sua segunda grande reformulação, com a próxima temporada trazendo alterações profundas no comportamento dos monstros e no sistema de personalização de equipamentos. Em entrevista ao streamer Raxxanterax, o diretor associado Zaven Haroutunian explicou que o objetivo não é refazer tudo por refazer, mas revisar o que não contribui para a experiência do jogador. Ele destacou que os tipos de monstros estavam praticamente intocados desde o lançamento e precisavam ser atualizados antes da introdução da Tower, uma nova masmorra com placar de líderes que recompensa quem enfrenta inimigos mais fortes. Haroutunian disse que deixar sistemas “velhos e esquecidos” é um peso para o time, e que o ideal é atualizá-los ou removê-los. Ainda assim, ele reconheceu o risco de mudar demais e fazer o público sentir que precisa reaprender o jogo a cada temporada. A Blizzard promete revelar mais sobre as próximas expansões em breve, encerrando o plano de atualizações de 2025.
A Firaxis abriu uma nova promoção no Steam e trouxe um dos maiores descontos já vistos para XCOM 2: o jogo está com 90% de desconto, sainda por apenas 8 reais, mas só até segunda feira (Dia 10). A oferta faz parte de uma liquidação que vai até 17 de novembro, às 12h (horário de Brasília), e inclui vários clássicos do estúdio. Marvel’s Midnight Suns está com 85% de desconto (R$45) — ótima chance de entender por que foi quase o jogo do ano de 2022. Civilization 7 também entrou na lista com 35% off (R$ 228), acompanhado do DLC Tides of Power Collection, gratuito até 5 de janeiro. Já Civ 6 e Civ 5 estão com 90% e 67% de desconto, respectivamente, e até as versões antigas, como Civ 4 Complete Edition e Sid Meier’s Pirates!, estão com promoções de até 80%. É o momento perfeito para reforçar sua coleção antes da tradicional Steam Winter Sale, que chega em dezembro. Veja todas as ofertas da Firaxis no Steam.
A Valve finalmente atendeu a um pedido antigo dos donos do Steam Deck: agora o portátil pode baixar jogos mesmo com a tela desligada. A novidade já está disponível na versão beta do sistema e vem ativada por padrão quando o aparelho está conectado à energia. Nesse modo, o Steam Deck conclui todos os downloads pendentes e depois entra automaticamente em modo de repouso. Também é possível usar a função apenas com a bateria, ativando-a em Configurações > Energia. Ao pressionar o botão de energia durante um download, o usuário pode escolher continuar baixando com a tela apagada, economizando bateria e desgaste do display. Se a carga cair abaixo de 20%, o sistema entra em suspensão para evitar falhas ou corrupção de dados. É uma melhoria simples, mas prática — especialmente para quem costuma baixar jogos enormes, como Baldur’s Gate 3, e quer deixar o Steam Deck fazendo o trabalho em silêncio. A atualização deve chegar à versão estável do SteamOS nas próximas semanas.
Depois do fim conturbado da Telltale Games, parecia que o estilo de aventuras episódicas com escolhas e consequências tinha morrido. Mas Dispatch, criado pelo estúdio Adhoc — formado por ex-funcionários da Telltale —, provou o contrário ao vender mais de um milhão de cópias em apenas 10 dias. O jogo tem seis episódios, todos já lançados. Entre os desenvolvedores está Pierre Shorette, roteirista de clássicos como The Wolf Among Us e Tales from the Borderlands. Em vez de repetir a velha fórmula, Dispatch mistura drama, humor e simulação: o jogador controla um funcionário que decide quais supervilões reformados serão enviados para missões — desde resgates até situações absurdas como tirar um gato da árvore. Com visual de série animada e roteiro afiado, o game tem conquistado até quem já cansou de histórias de super-heróis. Disponível no Steam, Dispatch mostra que o legado da Telltale ainda tem muita vida pela frente.
Dan Houser, cofundador da Rockstar e roteirista de GTA e Red Dead Redemption, explicou por que Grand Theft Auto sempre se passa em cidades inspiradas nos Estados Unidos. Em entrevista a Lex Fridman, ele disse que o universo de GTA é profundamente ligado à cultura americana — e que isso seria difícil de recriar em outro país. Segundo Houser, cidades como Nova York, Miami e Los Angeles oferecem o equilíbrio perfeito entre glamour, violência e exagero, algo essencial para a sátira e o caos que definem a franquia. Ele até lembrou de GTA: London 1969, um experimento lançado em 1999, mas afirmou que um jogo completo fora dos EUA nunca foi realmente considerado. Para ele, GTA precisa de armas, personagens absurdos e o pano de fundo da cultura pop americana para funcionar. É esse cenário, disse Houser, que torna a série única — um espelho distorcido dos excessos dos EUA. Enquanto isso, GTA 6 segue previsto para 26 de maio no console, ainda sem data confirmada para PC.
Os preços de memória DDR5 estão explodindo. Segundo a Trendforce, os valores no mercado dos Estados Unidos subiram 30% só na última semana e 170% no último ano. No varejo, kits populares praticamente dobraram desde agosto. Aqui no Brasil, os preços estão começando a subir, com alguns modelos de memória já subindo mais de 30% desde o mês passado, como essa de 32GB da OxyBR que era encontrada por menos de R$ 800 e já passa dos R$ 1.000. E isso é só o começo: como os fabricantes compraram chips mais baratos meses atrás, os preços atuais ainda não refletem o aumento total. A previsão? Vai ficar mais caro. Especialistas falam até em uma “apocalipse de preços” que pode durar anos, impulsionada pela demanda da IA. Sim, aquela foto que você pediu para IA melhorar é a grande vilã. As empresas de IA estão com alta demanda de memória RAM e já saiu boatos de fabricantes segurando o estoque de peças, só aguardando o preço subir ainda mais. Se você está pensando em fazer upgrade, a dica é clara: compre agora, ou tente aproveitar o 11/11, Black Friday e Cyber Monday, porque os valores devem continuar subindo.