Overwatch 2 confirmou a Heroína 45: Vendetta, a gladiadora La Lupa. A revelação no trailer mostra que a estátua do mapa Colosseo já dava a pista.
No vídeo, ela usa uma espada gigante com foco total em combate corpo a corpo. Dá um giro que lança um projétil de energia, aplica um golpe carregado que perfura o alvo e finaliza com um corte de energia que parece ser a habilidade suprema.
O papel dela ainda não foi confirmado. Pode ser uma DPS (Dano) de melee, mas também pode ser uma Tank agressiva, no estilo de Junker Queen e Doomfist, capaz de abrir e segurar espaço mesmo sem escudo.
O detalhe mais curioso é a história. O trailer mostra um flashback do pai dela, Antonio, morto com um tiro na cabeça e caindo pela janela. Isso retoma a missão PvE (jogador contra ambiente) Retribution de 2018, quando Genji, Moira, Cassidy e Reaper enfrentam ômnicos e, ao fim, o Reaper elimina Antonio. Ser filha dele pode reabrir o arco da Blackwatch e render novos momentos sobre os últimos dias do Reaper na Overwatch.
A Blizzard ainda não confirmou classe ou data, mas a ideia de uma gladiadora lobo no 5v5 promete mudar o ritmo das lutas.
Você acha que a Vendetta chega como DPS ou Tank?
O clássico 3D Maze do Windows 95 agora pode ser jogado de verdade. O desenvolvedor x86matthew transformou o protetor de tela em um mini jogo controlável, perfeito para quem sente falta dessa relíquia.
O projeto nasceu de engenharia reversa do executável original do 3D Maze, lançado com o Windows 95 da Microsoft. Em vez da câmera andar sozinha, esta versão injeta uma DLL para aceitar comandos do teclado. Não é uma recriação de navegador: é o comportamento do original com controle do jogador.
Estão lá os corredores de tijolos, os sprites de rato que aparecem de vez em quando e o poliedro preto no fim de alguns corredores. Encostar nele vira tudo de cabeça para baixo, do jeito que muita gente lembra.
O autor mostrou o resultado nas redes sociais e mantém o projeto no GitHub, onde você pode baixar o jogo. Para quem curte nostalgia de PC, é uma boa chance de revisitar um pedaço da história dos computadores de forma jogável. Vai encarar o labirinto?
O criador da série Nier, Yoko Taro, contou em um painel na G-Con 2025 que tem trabalhado em muitos jogos nos últimos tempos, mas vários acabaram cancelados antes de serem revelados. Ele comentou que, apesar da impressão de que não está produzindo, os projetos simplesmente não chegam ao público. Segundo ele, pessoalmente não é um problema, pois foi remunerado, mas entende a percepção dos fãs.
O cenário não é isolado. Em 2025, a indústria segue com cancelamentos de jogos, fechamento de estúdios e demissões. A Microsoft teria encerrado projetos em andamento, incluindo um MMO da ZeniMax e um reboot de Perfect Dark. Já a Square Enix, parceira de Yoko em mais de uma dezena de projetos desde Drakengard, anunciou em 2024 que reduziria a quantidade de lançamentos para priorizar qualidade.
Mesmo assim, Yoko Taro não ficou parado depois de Nier: Automata, de 2017. Ele foi diretor criativo da trilogia Voice of Cards, participou de jogos mobile publicados pela Square Enix, escreveu livros, trabalhou em duas séries de TV e assinou peças teatrais ligadas a Nier.
Sobre os cancelamentos, ele disse que prefere não lançar algo do que lançar um jogo que não o deixaria satisfeito, então não guarda sentimentos negativos sobre isso.
E você, prefere ver Yoko Taro voltar a Nier ou anunciar uma nova franquia?
Nolan North, voz de Desmond Miles em Assassin’s Creed, contou em entrevista que só soube da morte do personagem quando um fã perguntou nas redes sociais. Ao ouvir a própria fala final de Desmond em Assassin’s Creed 3, ele percebeu que era a cena de morte — algo que não estava claro para ele durante a gravação. Ele esperava um momento mais marcante para um protagonista.
O ator diz que o plano original incluía oito ou nove jogos com Desmond, mas a Ubisoft mudou os rumos com novas equipes e diretores criativos. North afirmou ter ficado triste por deixar o papel e disse que a série é uma de suas favoritas.
Ainda assim, Desmond não está tecnicamente morto por causa de reviravoltas mostradas em Assassin’s Creed: Valhalla, mas North ainda não voltou ao personagem.
Mais recentemente, Assassin’s Creed Shadows foi lançado e recebeu bons elogios pela jogabilidade furtiva, mas também críticas à história principal e ao elenco.
Você gostaria de ver Desmond voltar em um próximo Assassin’s Creed?
Cold Fear, jogo de terror e sobrevivência com tiro lançado em 2005, foi removido da Steam em 11 de novembro. O título não pode mais ser comprado na loja por enquanto.
Em agosto, a Atari comprou os direitos de Cold Fear e de mais quatro jogos da Ubisoft: I Am Alive, Child of Eden, Grow Home e Grow Up. Esses seguem disponíveis no PC, exceto Child of Eden, que não tem versão para a plataforma.
Com a Nightdive fazendo parte da Atari e conhecida por remasterizações, fãs levantaram a possibilidade de uma nova edição de Cold Fear. No entanto, não há anúncio oficial. Também pode ser apenas um problema de licença que tirou o jogo da loja temporariamente.
Apesar do lançamento ter recebido recepção morna na época, Cold Fear acumula avaliações muito positivas dos jogadores na Steam. Agora, resta esperar por um retorno, remasterização ou algum comunicado sobre o futuro do jogo.
Você quer ver uma remasterização feita pela Nightdive, ou só deseja o clássico de volta à loja?
O governo russo colocou a GSC Game World na lista de organizações indesejáveis. Segundo a Procuradoria-Geral da Rússia, o estúdio ameaçaria a ordem constitucional e a segurança do país. Pessoas na Rússia que mantenham vínculos com o estúdio podem ser punidas.
A GSC Game World é ucraniana. Após a invasão de 2022, o estúdio saiu de Kyiv e abriu escritório em Praga. Um de seus desenvolvedores morreu em combate em 2022. Desde então, o estúdio sofreu ataques de desinformação e tentativas de vazamento.
No comunicado, a Procuradoria acusa a GSC de apoiar financeiramente as Forças Armadas da Ucrânia. O estúdio já arrecadou cerca de R$ 4,6 milhões em uma venda beneficente de seus jogos. As autoridades também afirmam que a gestão doou cerca de R$ 97 milhões a um fundo de assistência militar, mas essa alegação não tem confirmação independente fora do comunicado oficial.
O órgão ainda critica S.T.A.L.K.E.R. 2 por supostamente promover “narrativas ucranianas” e conter “conteúdo russofóbico”. O jogo não tem dublagem em russo.
A classificação veio agora, após ameaças anteriores. Por enquanto, não está claro como isso afeta parceiros e comunidades que se relacionam com o estúdio.
O que você acha dessa decisão e do impacto para a comunidade de S.T.A.L.K.E.R.?
Final Fantasy 14 deve passar por mudanças grandes no próximo ciclo. Em entrevista, o diretor Naoki Yoshida disse que o MMO entra em sua próxima década com grandes anúncios previstos para os Fan Fests e uma “segunda fase” que repensa sistemas do zero.
Yoshida comentou que MMOs não podem mais depender só de grind longo. Um dos alvos é o sistema de Allagan Tomestones, a moeda semanal usada para comprar equipamentos. A ideia é ampliar o valor dessas moedas para quem não liga para nível de item, permitindo trocas por montarias, visuais e outros itens atraentes. O objetivo é que cada atualização traga algo para todos os perfis de jogadores.
O diretor também reconhece que o gênero exige muito tempo e avalia formas de reduzir barreiras para novos e antigos jogadores. Ele sinaliza mudanças estruturais, mas sem indicar um reboot total como A Realm Reborn. Os detalhes devem aparecer nos Fan Fests do ano que vem.
Para quem se afastou após Dawntrail, o recado é claro: o jogo quer mais variedade de recompensas e atividades com motivo para revisitar. Que tipo de mudança em recompensas ou progressão faria você voltar para Eorzea?
XDefiant teve um bom começo em 2024, mas fechou menos de um ano depois. O que pouca gente sabia: o projeto começou como um novo Splinter Cell dentro da Ubisoft.
Em 2017, veteranos de a Telltale entraram na Ubisoft para criar um Splinter Cell focado em história. A ideia era revitalizar a série com uma campanha forte e personagens marcantes.
O projeto durou poucos meses. A Ubisoft mudou a direção para jogos como serviço e a equipe tentou transformar o conceito em algo online e contínuo, com vários protótipos. Com o tempo, o interesse em Splinter Cell esfriou enquanto o estúdio buscava competir com Call of Duty. Dali nasceu XDefiant, com foco em multiplayer.
Para os criadores, os primeiros meses foram empolgantes, mas ficou claro que suas ideias narrativas não teriam espaço. Eles seguiram em frente, fundaram a AdHoc Studio e lançaram Dispatch, que virou sucesso e mostrou que ainda há grande público para jogos de história.
Hoje, a Ubisoft dá sinais de que Splinter Cell pode voltar: houve um anime e conversas sobre um possível remake do primeiro jogo. Você prefere ver um Splinter Cell novo focado em história ou um shooter competitivo como XDefiant?
O evento comunitário Stella Montis de Arc Raiders trouxe um novo mapa com loot de alto nível, cosméticos e a ferramenta mais forte até agora: a mina Deadline.
Durante o evento, cada jogador tem um mini passe de batalha que libera recompensas com XP das expedições. A melhor é a mina Deadline, um item de raridade épica que derrete arcs, os inimigos robóticos do jogo.
Em vídeos, jogadores mostram a mina eliminando um Bastion com um único golpe, finalizando um Leaper e ajudando a derrubar a Rainha arc. Um criador levou oito minas e, com a ajuda do manto eletromagnético e de outros raiders, derrotou a Rainha em menos de 10 minutos.
Se você ainda não tem a mina, dá para pegar no evento, comprar com o vendedor de explosivos Apollo ou, com sorte, encontrar o projeto durante uma expedição.
Um alerta: colar a mina em um Leaper pode ser uma péssima ideia. Se ele saltar em você, a explosão acontece na sua cara e leva todo mundo junto.
Você já pegou a mina Deadline? Vai testar no Bastion ou guardar para o combate contra a Rainha?
O Steam Machine é o novo PC de sala da Valve, pensado para rodar sua biblioteca do Steam sem complicação. Em vídeo, um engenheiro da Valve disse que o aparelho tem desempenho igual ou melhor que 70% dos PCs dos usuários, com base na Pesquisa de Hardware do Steam.
O hardware usa um chip da AMD com arquitetura RDNA 3 e 28 unidades de computação, nível próximo de uma Radeon RX 7600M, e 8 GB de memória de vídeo (VRAM). A ideia é permitir jogar toda a sua biblioteca, mas com foco em um dispositivo de entrada, mais acessível. Por isso as especificações são moderadas.
A Pesquisa de Hardware do Steam mostra que muitos jogadores ainda usam PCs modestos, inclusive com a popular Nvidia GeForce RTX 3060 e placas mais antigas. Isso ajuda a explicar a opção por 8 GB de VRAM, que pode gerar críticas, mas faz sentido se o preço for competitivo.
O ponto-chave é o preço. A expectativa é algo entre R$ 2.800 e R$ 3.360, ainda sem confirmação oficial. Se vier bem posicionado, pode ser uma alternativa simples para jogar no sofá com SteamOS.
Você compraria o Steam Machine se chegar nessa faixa de preço?
Dois jogadores fizeram um mini experimento social em Arc Raiders para comparar o comportamento em PC e PS5. Eles desligaram o cross-play (jogo cruzado) e jogaram solo por uma semana, sempre abaixando as armas e tentando conversar antes do combate.
No PC, houve 172 encontros e 33% foram negativos. Teve mais conversa, formação de duplas e até trocas. No PS5, foram 237 encontros e 79% foram negativos, com mais tiro à primeira vista, traições e parcerias fingidas.
Usar microfone e o chat por proximidade ajuda a evitar brigas: uma fala rápida costuma acalmar a situação e encerrar confrontos sem sentido. A região também influencia: na América do Norte as pessoas conversam mais; na Europa, há um pouco mais de risco de traição, inclusive na extração.
Se você joga no PC e quer partidas mais tranquilas, vale considerar desligar o cross-play para reduzir encontros hostis. Se busca mais PVP, os esquadrões tendem a ter mais combate, enquanto o solo costuma ser mais calmo. Você joga com cross-play ligado ou prefere ficar só com sua plataforma?