CoD PodPah

Igão e Mítico assumem o manto de The Replacer no Brasil para o lançamento de Call of Duty: Black Ops 7, entrando na tradição iniciada em Black Ops II de “substituir” a rotina alheia para todo mundo poder jogar; a campanha, com vídeos bem-humorados no X e Instagram do Call of Duty Brasil, traz a dupla do PodPah no centro da ação — e ainda promete uma participação surpresa que será revelada em breve. Confira a campanha no Instagram do @podpah

911 Operator

Já pensou em ser o cérebro por trás das emergências de uma cidade inteira? Em 911 Operator, você assume o papel de despachante e precisa decidir quem salvar, quando e com quais recursos — tudo isso enquanto lida com trotes, falta de grana e desastres reais como terremotos e atentados. Para comemorar os 10 anos da Jutsu Games, o jogo está 100% gratuito na Steam até essa quarta (29 de outubro). Corre pra garantir e testar seus reflexos estratégicos antes que o caos volte a ser pago!

A próxima expansão de Path of Exile resgata o terror da antiga liga Breach com uma nova trama, desafios inéditos e poderosas mecânicas. Em Keepers of the Flame, os jogadores se unem a Ailith, líder da ordem monástica que protege Wraeclast dos Breachlords, enfrentando hordas em Unstable Breaches e áreas de endgame infestadas. A atualização introduz as Bloodline Ascendancy Classes, que permitem absorver a essência de chefes derrotados, o aguardado sistema de trocas assíncronas, novos chefes Uber Pinnacle, e a aterrorizante Genesis Tree, capaz de gerar melhorias carnais chamadas Grafts, que concedem habilidades únicas como tornados de gelo e armas emergindo da terra. Além disso, há novas gemas de habilidade e suporte, como Kinetic Rain e Lighting Support, ajustes de progressão e 40 desafios com recompensas cosméticas. Keepers of the Flame estreia em 31 de outubro para PC e promete incendiar novamente o legado sombrio de Path of Exile.

RV There Yet.jpgh
Jogos Cooperativos

A estrada oficial fechou e a gente foi empurrado para dentro de um vale que não quer visita, então virei a chave, ativei o farol e pedi no chat de proximidade para cada um assumir um papel: um no mapa, outro no kit médico, eu no volante e o último pronto para saltar com o guincho, e assim começou aquela viagem que parece passeio até a primeira curva fazer o RV cantar pneu.

O asfalto cedeu para terra batida e, quando a lama mordeu, o peso do motor virou inimigo; dei um toquinho no acelerador enquanto o colega pulava para fora com o cabo de aço, e a coordenação apareceu no susto quando ele fixou o gancho numa árvore e contou regressivo, porque soltar volante, dosar torque e subir inclinada só funciona quando todo mundo respira junto.

Mabutts Valley não perdoa distração: a trilha abriu em dois e o navegador jurou que o desvio curto era seguro, mas encontrou um leito seco que virava armadilha, então fizemos meia-volta milimétrica com o guincho ancorado, e foi nesse microdrama que aprendi a respeitar cada bifurcação como encontro de chefe, já que qualquer erro vira meia hora de RV atravessado em barranco.

A fome bateu no momento errado e os medidores começaram a gritar; encostei numa clareira e montei fogareiro no pára-choque enquanto o paramédico improvisado checava estoque de antídotos e EpiPens, e aquela pausa tensa virou parte do loop, porque se a tripulação não come e não trata envenenamento, o melhor motorista do mundo só prolonga o inevitável.

De volta ao volante, uma ponte improvisada tremia como se tivesse vontade própria; baixei a marcha, alinhei a entrada na diagonal e deixei o amigo no porta-malas pronto para contrapeso, e quando as tábuas começaram a estalar, ouvi o grito no chat pedindo guincho do outro lado, o que nos fez atravessar por milagre e cair em risada nervosa, daquelas que aliviam só para abrir espaço para o próximo susto.

A noite chegou antes do previsto e o vale mudou de humor; os faróis pegaram partículas no ar que confundiam a profundidade, então o navegador passou a ler o relevo pela sombra das pedras e eu segui a cadência como em raid: acelera, freia, ancora, respira, repete, e esse ritmo de equipe transformou um ônibus teimoso numa criatura obediente.

No trecho seguinte, o vale mostrou dentes: enxames, poças tóxicas e um zigue-zague que parecia piada de mau gosto; o suporte pulou para limpar o caminho, eu mantive a direção reta o suficiente para não balançar a galera, e o mecânico, que até então só xingava, virou herói quando ajustou pressão dos pneus durante a marcha, baixando vibração e salvando nossa sanidade para a última subida.

O guincho se tornou personagem principal na escalada final; cravamos âncoras em rochas, alternamos pontos de fixação e usamos o peso do próprio RV como compasso, enquanto o rádio pingava com piadas que seguravam a moral e comandos que evitavam desastre, e quando a traseira ameaçou escorregar, o paramédico jogou calço no instinto, provando que co-op bom é aquele em que todo mundo aprende função nova no calor do momento.

A placa da rota 65 apareceu como miragem depois de um cotovelo cego, e não aceleramos; paramos o RV, nos olhamos no escuro da cabine e deixamos o silêncio confirmar que o vale tinha virado história para contar, dessas que colam o grupo por mais tempo do que qualquer lobby, e só então engatei a marcha para a reta que devolve a estrada e a voz.

Fechei a sessão com mãos suadas e aquela paz de quem venceu sem glamour, apenas com leitura de terreno, guincho bem usado, cozinha na hora certa e um chat que serviu como bússola, e é por isso que quero mais: porque esse jogo transforma direção em co-op tático, risco em piada interna e cada curva em lembrança que pede replay com outra composição de time.

Borderlands 4

O novo update de Borderlands 4 trouxe boas melhorias — filtros de inventário persistentes, radar para loot lendário e correções de bugs —, mas os erros roubaram a cena. A faca Jakobs foi nerfada a ponto de reduzir o dano de builds inteiras, e o evento Horrors of Kairos decepcionou com pouco conteúdo, basicamente um filtro laranja e loot mediano. Jogadores chamaram a celebração de “um passo atrás” em relação ao Halloween de BL3, e até criadores como Moxsy classificaram o evento como “muito abaixo do esperado”.

Bye Sweet Carole

Com animação 2D à la “Renascença Disney”, Bye Sweet Carole mistura encanto infantil e horror atmosférico: você guia Lana por Bunny Hall e cenários decadentes, fugindo de criaturas bizarras (coelho humanoide, homem de piche), resolvendo puzzles criativos e perseguindo pistas da enigmática Carole. Menos sustos baratos, mais tensão narrativa — uma fábula sombria que brilha pelo estilo e pela inquietação que deixa no ar.

Plants vs Zombies replanted

O remaster Plants vs. Zombies: Replanted chegou animando quem joga no Steam Deck (16:9 e performance mais suave), mas recebeu avaliações mistas no Steam: faltam a trilha dinâmica do original e multiplayer online, há críticas a suposta arte upscalada e a detalhes “fora de lugar” — e o preço de R$ 89 pesa quando o GOTY clássico segue por R$ 10. Para novatos, funciona; para veteranos, muitos enxergam “menos ganhos que perdas”.

Escape From Duckov

O shooter top-down de extração estrelado por patos explodiu nas paradas da Steam com base no público chinês — 64% das análises são em chinês e os picos acontecem no horário noturno do país —, um feito raro para um single-player de R$ 70. Publicado pela Bilibili, Escape From Duckov já comemora 1 milhão de cópias na primeira semana e mostra que não é só meme: looting, crafting e tiroteios afiados estão fisgando jogadores corrida após corrida.

Battlefield™ 6

A EA revelou que o primeiro patch de Battlefield 6 chega em 28 de outubro, com ajustes em bloom de armas, movimentação e iluminação solar. As mudanças nos desafios, porém, virão só nos próximos updates — os devs prometem simplificar objetivos exagerados, como reduzir de 150 para 5 as eliminações de sniper a 200 metros e de 6.000 para 1.000 os pontos de reparo de veículos. As melhorias serão aplicadas ao longo de duas atualizações futuras.

Necesse
Jogos de Sobrevivência

A vela rangeu no mastro quando encostei na primeira ilha e desci com uma picareta minguada, mirando um punhado de cobre como se fosse tesouro de rei, porque em Necesse a estrada para qualquer grandeza começa com uma fogueira e um baú bem escondido, e esse primeiro abrigo vira promessa do que você ainda vai erguer.

Cavei túnel até ouvir o barulho de água correndo entre blocos e abri a parede para um bolsão que virou minha primeira sala de forja, onde fundi barras suficientes para uma arma que finalmente matava sem pedir desculpas, e com esse fôlego veio a ousadia de marcar no mapa as dungeons da região, já que nenhum arquipélago respeita quem se contenta com a praia.

A porta de pedra da primeira dungeon pesou mais pelo silêncio do que pelo perigo, até o corredor cuspir mobs em ondas que afiaram meu kite, pedindo rotação de poções, troca de arma rápida e atenção no aggro para não puxar sala inteira, e quando o baú do fundo abriu com um item raro, decidi que a vila que eu sonhava não cabia mais em uma ilha só.

Joguei a âncora e atravessei para a vizinha com os bolsos cheios de madeira, pedra e ideias, levantando paredes que conversavam com a topografia e ruas que protegiam linhas de visão, porque base boa é aquela em que o pathing funciona até durante tempestade, e foi aí que construí as casas dos primeiros colonos com espaço para crescer.

Quando os colonos chegaram, o parque de diversões virou cidade em construção: atribuí profissões, delimitei áreas de trabalho, planejei rotas de guarda e abri uma praça central com armazém e estação de crafting, e a partir daí cada dia tinha checklist vivo, já que vila feliz produz, defende e segue o plano quando a sirene toca.

A noite quebrou o sossego com uma invasão que testou meu muro e minha paciência, e aprendi do jeito certo que torres mal posicionadas só fazem barulho, então refiz linhas, ajustei ângulos e criei choke points que transformaram pânico em rotina, o que me deu confiança para caçar um boss do outro lado do mapa.

A jornada até o boss foi um inventário ambulante: comida para buff, poções de emergência, uma arma secundária para adds e uma montaria pronta para reposicionamento, e quando o chão tremeu e a barra enorme acendeu na tela, foquei em leitura de padrão, window de dano e cooldowns, até abrir o espaço que decide luta de verdade.

Com o troféu no bolso, voltei para casa e destravei crafts que encurtaram metade dos processos da vila, melhorando coleta, refino e comércio, e esse salto de eficiência virou capital para explorar biomas mais agressivos, onde a recompensa custa a pele, e foi nessa escalada que o mapa começou a parecer pequeno demais.

Resolvi testar co-op e a vila ganhou pulseira VIP de caos controlado: um focado em mineração profunda, outro em construção e eu no frontline das expedições, e a sinergia transformou tarefas lentas em sprint, enquanto as viagens entre ilhas viravam papo tático sobre próximo upgrade e qual dungeon pagar primeiro.

Fechei a semana com muralhas sólidas, rotas de patrulha eficientes e um porto cheio de barcos apontando para pontos de interesse, e foi olhando a cidade respirar que entendi por que esse loop vicia: cada ilha é um capítulo, cada dungeon é um parágrafo, e cada colono bem instalado é uma frase que empurra a história para o próximo mapa.

Halo Campaign Evolved

A Microsoft anunciou Halo: Campaign Evolved, remake da campanha de Combat Evolved em Unreal Engine 5, com visuais em alta definição, cinematics refeitos, controles refinados e três missões-prelúdio inéditas com Master Chief e Sgt. Johnson. O pacote traz arsenal ampliado (incluindo sprint, energy sword, needle rifle e battle rifle), Skulls, co-op de 2 jogadores em tela dividida nos consoles e 4 online com cross-progression, além de fases reconstruídas com melhor orientação e novas vozes do elenco principal. Ainda sem data de lançamento.