Arc Raiders passou a marca de 12 milhões de jogadores desde o lançamento. Logo nas primeiras 30 minutos, o título já somou mais de 100 mil jogadores simultâneos, e desde então manteve um crescimento constante. Em comunicado, o estúdio Embark agradeceu a comunidade, dizendo que o feedback dos jogadores tem sido essencial para guiar o desenvolvimento e as futuras atualizações.
O jogo encontrou seu próprio espaço entre os shooters de extração, oferecendo uma experiência menos tensa e mais acessível para quem busca cooperação. Isso criou duas bases de jogadores: um grupo competitivo atraído pelo PvP, e outro voltado ao PvE, que costuma colaborar e ajudar novos jogadores. Essa convivência entre estilos diferentes tem mantido as partidas variadas e a comunidade ativa.
Para celebrar o marco dos 12 milhões, Embark liberou a Picareta Dourada como brinde. Basta fazer login hoje às 7h (horário de São Paulo) para receber o item na sua conta. A oferta é por tempo limitado e precisa ser resgatada até o fim do dia, então entre no jogo e verifique seu inventário.
O estúdio também reafirmou planos de suporte a longo prazo, com atualizações regulares e novos conteúdos planejados para os próximos anos. Jogadores são convidados a acompanhar os canais oficiais para anúncios sobre novidades e eventos.
Dwarf Fortress começou o ano com um bug estranho: um comunicado da atualização disse que “mães não procuram mais bebês fantasmas” e logo surgiram relatos de anões aparecendo sem roupas nas telas do jogo. O jogo é famoso por ser extremamente detalhado, então até roupas e sua qualidade fazem parte da simulação.
O problema dos anões nus era visual: eles apareciam sem roupas na lista de unidades e na lista de cidadãos, mas, dentro da fortaleza, continuavam a agir como se estivessem vestidos. Uma correção rápida liberada pouco depois resolveu esse erro e também corrigiu um caso em que um filhote feminino estava invisível.
Outro bug mais sério fazia com que mães procurassem por bebês já mortos, incluindo versões “fantasmas”, e segurassem esses corpos até os 12 meses. Isso fazia as mães largarem outras tarefas essenciais, como beber água, e às vezes acabavam morrendo. A atualização 53.09 corrigiu esse comportamento e a 53.10 tratou do problema de visualização das roupas.
Esse tipo de surpresa não é novidade em Dwarf Fortress. A simulação é tão complexa que erros bizarros aparecem com frequência, como gatos mortos adotando anões ou criaturas acusando bebês. Para quem gosta do caos e da narrativa emergente, isso faz parte do charme; para quem administra uma fortaleza, é mais um problema para consertar.
A Lian Li vai trocar os cabos das fontes SX Platinum porque as primeiras remessas de cabos brancos têm um ligeiro tom roxo. Não é um recall por falha: a troca é por estética. A empresa oferece um conjunto substituto de branco puro para quem preferir um visual mais uniforme.
Olhados lado a lado, a diferença é sutil, mas existe. Quem curte hardware roxo pode até gostar do tom lavanda; já em builds totalmente brancos o brilho azulado pode ficar estranho. Quem quiser a troca deve preencher o formulário de suporte da Lian Li e solicitar o novo kit.
A fabricante também lançou a RS Series, uma fonte com conector que gira 90 graus para facilitar o gerenciamento de cabos. A ideia é prática, mas há quem tema que uma peça móvel aumente o risco de falha a longo prazo. Até agora a RS não teve comunicados de problema.
Por fim, a linha HydroShift II de water coolers já teve alguns avisos: problemas de detecção USB, variação na velocidade da bomba e tolerância na montagem AMD. A empresa enviou peças de reposição para usuários que não conseguiram resolver via BIOS. No geral, o caso dos cabos roxos é mais curioso do que preocupante para quem monta PCs.
Um registro de remessa mostrou um “Dell 16 Premium” com a indicação “N1X”. Esse código aponta para o chip Arm da Nvidia para PCs, cuja existência já foi confirmada pela própria empresa. A descoberta veio de um site de dados de remessa e ganhou atenção nas redes sociais. A listagem descreve o produto como “engineering technical samples for R&D” e inclui a sigla “DVT”.
DVT, ou Design Validation Test, normalmente indica que o aparelho está funcional e muito próximo do produto final. Em alguns casos, modelos DVT enviados a revisores só precisam de atualização de firmware para virar a versão de varejo. Por isso essa entrada na lista sugere que a Dell tinha um protótipo pronto para testes, o que aumenta a chance de ter sido planejado para 2025.
Mas há sinais de atraso. A listagem é de novembro do ano passado e a Dell passou a usar outra marca para sua linha premium em 2026, o que aponta para adiamento ou cancelamento do modelo. Além disso, o N1X já passou por revisões e enfrenta um grande desafio: suporte de sistema operacional. A camada de tradução usada hoje foi otimizada para chips concorrentes, então a Nvidia precisaria de adaptação. Se o N1X herdar partes do GB10 usado em servidores, ele pode ter gráficos próximos a uma RTX 5070 de desktop. Em resumo: o chip é promissor para jogos, mas ainda não chegou ao mercado.
Em 10 de dezembro de 2025, a Rockstar lançou um criador de missões em GTA Online. A ferramenta deixa os jogadores desenhar e publicar suas próprias missões. É possível ajustar objetivos, personagens e mecânicas. A novidade era muito pedida pela comunidade.
Pouco depois, surgiu uma missão que gerou forte reação. Ela se chama ‘We are Charlie Kirk’ e recria o assassinato do comentarista Charlie Kirk. No mapa, o jogador nasce num telhado com visão para um público e encontra um rifle de precisão. Efeitos sonoros e barulho de multidão aumentam a cena. O objetivo é atirar no personagem que representa Kirk, receber a tela de missão concluída e ganhar XP. O ataque real aconteceu em setembro do ano passado; o suspeito está preso e aguarda julgamento.
A Rockstar removeu o mapa e incluiu o nome ‘Charlie Kirk’ no filtro de palavrões, bloqueando buscas por ele. Mesmo assim, outras missões com grafias diferentes aparecem, mostrando que a moderação pode ser contornada. A empresa tenta conter o problema, mas enfrenta resistência da comunidade.
O caso evidencia os desafios de dar liberdade criativa em jogos online. O criador de missões tem grande potencial, mas precisa de regras claras e moderação eficaz para evitar reproduções de violência real ou ataques a pessoas. Por enquanto, a ação da Rockstar deixa claro que conteúdos desse tipo não são bem-vindos em GTA Online.
A atualização mais recente de Arc Raiders nerfou dois itens muito usados: a Granada de Gatilho e a Chaleira, além de corrigir alguns exploits. Depois de muitas reclamações da comunidade, o estúdio ajustou o comportamento desses itens para equilibrar o jogo.
A Granada de Gatilho teve o dano redistribuído: agora o estrago fica mais concentrado perto do centro da explosão e diminui mais rápido à distância. O tempo entre o acionamento e a detonação subiu de 0,7 s para 1,5 s, dando mais tempo para reagir e dificultando o uso como detonar no ar. Ela ainda funciona como bomba grudenta, mas não domina tanto os confrontos entre jogadores.
A Chaleira, arma básica, também perdeu velocidade de tiro: a cadência caiu de 600 para 450. O estúdio explicou que a taxa anterior só era realmente possível com macros ou programas de terceiros, gerando vantagem injusta. A atualização corrigiu um exploit que deixava jogadores manter chaves de sala após usar, e escureceu algumas áreas da missão Night Raid em Stella Montis, tornando lanternas mais úteis. O estúdio já vinha avisando que faria ajustes em armas excessivamente fortes, e muitos esperam que essas mudanças deixem os combates mais equilibrados. Ainda há pedidos para que armas épicas recebam buffs ou incentivos para que valha a pena usá-las nas partidas.
My Winter Car é a sequência do conhecido simulador finlandês My Summer Car. O original saiu da fase de acesso antecipado em janeiro de 2025, e o novo título entrou em acesso antecipado em 29 de dezembro. O estúdio por trás do projeto não quis facilitar: a ideia é aumentar a dificuldade para quem já domina a primeira parte.
No jogo você volta a montar e consertar um carro projeto. São cerca de 200 peças únicas para mexer, mas o clima transforma tudo em uma luta pela sobrevivência. Há risco de morte permanente, frio intenso, escuridão e a presença da polícia, elementos que tornam a experiência punitiva. A página da loja já avisa que há “desafio extra para quem dominar o jogo original”.
My Winter Car já acumulou quase 5.000 avaliações desde o lançamento em acesso antecipado, com classificação extremamente positiva na página da loja. A recepção mostra que há um público para esse tipo de simulação rigorosa.
O jogo segue a proposta de ser severo: não tenta agradar o público geral. A dificuldade atrai jogadores que gostam de simulações detalhadas e punitivas. Para muitos, essa experiência será frustrante; para outros, montar um carro no frio extremo é uma prova de habilidade e diversão.
Minecraft recebeu o add-on Dungeon Descent, que amplia as novidades do Mounts of Mayhem com masmorras geradas aleatoriamente e uma nova arma: a lança. As masmorras são desenhadas para desafiar seu jeito de lutar, com vários tipos de inimigos e salas cheias de perigos. Jogadores que gostam de combate vão encontrar provas que exigem dominar cada ataque e posicionamento da lança para sobreviver e avançar pelas fases.
Cada masmorra reúne várias salas onde você enfrentará grupos de mobs e obstáculos que testam suas habilidades. Completar os desafios rende boas recompensas e também exige cuidado na hora de minerar e explorar, já que sair de alguns corredores pode ser mais complicado do que parece. Por isso, praticar os movimentos e aprender a controlar a arma é essencial antes de mergulhar nas áreas mais profundas.
O add-on inclui manequins de treino em quatro variações — Husk, Afogado, Esqueleto e Zumbi — para você treinar ataques contra diferentes perfis de inimigo. Também entram 15 amuletos de sela que deixam trilhas de partículas, como arco-íris, neve e fogos de artifício, e ainda mudam o visual da sela. Para quem gosta de construção, há centenas de blocos decorativos novos para montar estábulos e dar identidade à sua base. É ótimo para quem gosta de ação e customização.
Quarantine Zone: The Last Check é um simulador médico em primeira pessoa ambientado numa zona pós-apocalíptica. O jogo viralizou nas redes sociais após uma demo e agora está disponível na loja. Você é responsável por checar sobreviventes para sinais de infecção e decidir quem entra no posto militar, quem vai para quarentena e quem é encaminhado pelos soldados. Tem também gestão simples de recursos e defesa com torres além das muralhas.
Começa com uma lanterna e um conjunto básico de ferramentas que evoluem rápido. Procura olhos vermelhos, machucados, mordidas óbvias e testa reflexos. Um dos instrumentos é um martelo médico gigante, usado para checar reações — e fácil de usar para, bem, bater na cabeça das pessoas. Às vezes os testados reagem e atacam de volta, o que o jogo lista como possível sintoma. Há decisões rápidas, envio para quarentena e acompanhamento dos casos ao longo dos dias.
O tom mistura humor sombrio e tensão. O jogo lembra Papers, Please na estrutura de escolhas e inspeção, mas com foco clínico e violência cômica. Alguns detalhes bizarros — gente de chinelos e enormes pedaços de queijo nas mochilas — tornam quase todos suspeitos. Se você curte jogos virais com escolhas morais, ritmo acelerado e pitadas de absurdo, vale experimentar Quarantine Zone para ver como essas ferramentas estranhas mudam a experiência.
Por volta das 16h05 (horário de São Paulo), quase sete anos após o lançamento, os últimos jogadores de Anthem foram desconectados. Uma mensagem no jogo avisou que a conexão aos servidores da EA havia sido interrompida e que futuras tentativas de login falhariam por erro na recuperação dos dados do serviço online. Assim se encerrou oficialmente o suporte ao jogo e as partidas foram finalizadas de forma abrupta.
Anthem foi o looter shooter da BioWare que ganhou atenção pelas armaduras voadoras e pelo combate aéreo, mas sofreu com direção criativa fragmentada e conteúdos repetitivos. A recepção inicial foi morna e, mesmo com promessas de reformulação, a editora cancelou os planos de reinvenção em 2021. Desde então o jogo seguiu com uma base menor de jogadores até o desligamento final anunciado recentemente.
Nas horas finais, transmissões e sessões de jogo mostraram o contraste do título: momentos de pura diversão no voo e no combate, seguidos por frustração com missões e apresentação. Jogadores que ainda se reuniam nas bases e fortalezas viram as sessões terminarem no meio de atividades. Um criador que estava lutando contra um chefe resumiu o sentimento ao dizer que o jogo parecia inacabado e que agora sua jornada com Anthem havia acabado, o que deixou muita gente triste.
Arc Raiders agora usa um sistema chamado “aggression-based matchmaking” para juntar jogadores pelo estilo de jogo. O CEO da Embark falou sobre isso em entrevista, e a ideia ganhou reações mistas: uns acharam ótimo ter lobbies mais calmos, outros sentiram que isso pune quem gosta de PvP. O lead de design esclareceu o que o sistema realmente faz.
O lead de design explicou que o sistema rastreia quem atira primeiro, quem leva dano e quem causa mortes, mas não tenta adivinhar a intenção. Se um jogador ruim for agressor e errar tudo, o jogo só vê que ele morreu; não julga motivos. Também não há matchmaking por habilidade ou por equipamento: é um tipo de classificação que a equipe vai ajustar conforme observa a saúde das partidas e o feedback dos jogadores. O recurso é bruto e pode ser contornado, e a equipe aceita que jogadores tenham essa margem de ação.
O objetivo é agrupar jogadores com hábitos parecidos, não isolar totalmente quem prefere PvP. Ainda há pontos para ajustar e até uma contradição nas explicações iniciais, mas a ideia é melhorar a experiência geral. Se você joga de forma mais pacífica, o sistema tende a te emparelhar com outros assim; se busca confronto, pode acabar em lobbies mais hostis — pelo menos por enquanto.