World of Warcraft recua em menos de uma semana: transmog fica mais barato e todos ganham vaga grátis
O sistema de transmog de World of Warcraft foi reformulado. Antes, sempre que você encontrava uma peça nova precisava visitar um especialista. Agora as aparências são gerenciadas por vagas de visual que são compradas com ouro do jogo. A mudança evita visitas repetidas ao especialista, mas reduz a liberdade e aumenta o custo para quem gosta de trocar de look o tempo todo.
A alteração irritou parte da comunidade. Jogadores reclamaram da perda de flexibilidade e do gasto de ouro. Em resposta rápida, a Blizzard publicou nos fóruns oficiais que vai reduzir o preço de criação de conjuntos pela metade para ficar mais próximo do sistema antigo. A empresa também promete liberar uma vaga de visual gratuita para todos os personagens antes da próxima atualização, por meio de uma correção rápida.
Sobre o evento Trial of Style, a Blizzard explicou que os participantes receberão uma vaga especial de visual que pode ser usada dentro e fora da competição; todas as mudanças feitas nessa vaga são gratuitas enquanto o evento estiver ativo, e a vaga é retirada quando o evento termina. A correção mostra que a equipe tem agido rápido. Ainda há pontos a melhorar no novo sistema, mas a redução de custos e a vaga grátis devem acalmar boa parte dos jogadores.
Um torneio de Marvel Rivals que celebrava a chegada do Deadpool virou polêmica quando um jogador top de Magik foi expulso por pedir educadamente que um companheiro deixasse a Viúva Negra e escolhesse um herói mais adequado. Em vez de debate, a capitã do time e outros membros reagiram mal. Mensagens vazadas mostraram que zombaram do pedido e atacaram o jogador. Também surgiu que o namorado de uma jogadora enviou um documento com provas exageradas ao organizador, o que contribuiu para a expulsão.
O organizador depois reconheceu o erro em transmissão pública e disse que não deveria ter interferido. Ele afirmou que preferia ter deixado as partidas acontecerem e que não foi correto expulsar ninguém com base naquele material. Com isso, o jogador foi limpo das acusações e a decisão foi revertida.
A reação da comunidade foi imediata: o canal do jogador recebeu um grande aumento de público, muitas inscrições e doações, e até os desenvolvedores deram unidades do jogo para ele comprar skins. O jogador pediu que as doações cessassem, dizendo que já recebeu apoio suficiente. O caso mostra como disputas internas em torneios podem virar um apoio massivo quando a comunidade percebe que alguém foi tratado injustamente. A comunidade segue atenta.
Hytale já tem uma base ótima para quem curte jogar de forma tranquila: decoração detalhada, móveis, bichinhos de pelúcia e até peças verticais que deixam as construções mais caprichadas. Ainda assim, as mecânicas de fazenda e cozinha estão bem básicas na versão de acesso antecipado. Uma atualização recente trouxe novidades promissoras, mas faltam sistemas fundamentais, como reprodução de animais e incentivos para cuidar da fazenda.
O líder do Hytale, Simon Collins-Laflamme, disse em resposta nas redes sociais que quer montar uma equipe totalmente dedicada ao lado de fazenda e ao aspecto cozy do jogo, com o objetivo de alcançar o que chamou de ‘cosy heaven gameplay vibes’. Isso foi recebido com animação pela comunidade, já que uma equipe especializada pode transformar o gameplay relaxante que muitos players esperam.
Enquanto isso, mods já ajudam a preencher essas lacunas. Pacotes como os de NoCube (Tavern, Orchard, Culinary, Bakehouse e Cultivation) e os da Violet’s Workshop (Furnishings, Plushies e Wardrobe) adicionam atividades como confeitaria, taverna e mobília fofa. Observe que alguns criadores podem se mudar para outros projetos, então nem todos os packs receberão atualizações no futuro. No fim, é provável que uma equipe dedicada demore a aparecer, mas a ideia de expandir o lado cozy do jogo é uma ótima notícia para quem gosta de criar, cozinhar e cuidar de fazendas em mundos de blocos.
A Nexus anunciou que vai focar no Vortex, seu gerenciador de mods, e expandir o suporte para SteamOS. A empresa já havia descontinuado o aplicativo multiplataforma para concentrar esforços no Vortex. O alvo será o hardware Steam “vanilla”, como o Steam Deck e o Steam Machine.
SteamOS é uma versão do Arch Linux feita pela Valve, então isso representa suporte ao Linux na prática. Em distribuições que não sejam o SteamOS, pode ser necessário usar repositórios de terceiros ou ajustes extras para fazer o Vortex funcionar. Ainda assim, é um avanço frente ao foco exclusivo no Windows.
Usuários apontam que os problemas do Vortex vão além de compatibilidade. O gerenciamento de ordem de carregamento em jogos da Bethesda é uma das queixas mais comuns. A Nexus diz que vai investir na experiência de desenvolvimento e em melhorias de qualidade de vida, incluindo navegação mais simples, gestão de jogos facilitada e controles de load order mais intuitivos. A empresa não deu prazos, apenas confirmou que o trabalho começou.
Muitos jogadores ainda preferem Mod Organizer 2, mas um Vortex mais limpo, rápido e rodando bem no Steam Deck e em desktops Linux pode conquistar novos usuários. A expectativa agora é ver como as mudanças vão se concretizar nos próximos meses.
Donos do processador Ryzen 7 9800X3D têm relatado que o chip parou de funcionar em PCs com soquete AM5. Muitos usuários dizem que o sistema apresentou falhas e, em casos graves, o computador não voltou a ligar. Os primeiros relatos vieram de placas-mãe ASRock, mas problemas também surgiram em modelos de outras marcas.
A ASRock começou minimizando a questão, mas depois admitiu que certas versões do BIOS permitiam que a CPU recebesse mais corrente do que o recomendado em situações específicas. A AMD afirmou que algumas BIOS de fabricantes não seguem os valores que ela recomenda. Como há ocorrências em placas da Asus, MSI e Gigabyte, não dá para apontar um único culpado sem uma investigação completa.
A Asus publicou que abriu uma revisão interna e está realizando checagens de compatibilidade e desempenho em parceria com a AMD. A empresa pede que os usuários atualizem o BIOS das placas AMD 800 para a versão mais recente via EZ Flash ou BIOS Flashback e oferece um FAQ técnico; quem teve problemas deve procurar o suporte. Ainda assim, muitos consumidores estão apreensivos por casos mal resolvidos no passado.
Fica em aberto se a solução será só atualizar BIOS ou se será preciso liberar atualizações de microcode para limitar corrente e proteger os chips, como já ocorreu com processadores de outra marca. Enquanto as investigações seguem, donos de CPUs X3D devem manter o BIOS atualizado e acompanhar as orientações oficiais.
Fable voltou e ganhou um trailer de gameplay em um evento da Xbox. Depois de 16 anos sem um novo jogo, a série está nas mãos do estúdio Playground Games, conhecido por Forza Horizon. O diretor do jogo disse em entrevista que o objetivo foi claro: não tentar copiar a Lionhead. Eles querem fazer um Fable com a cara do Playground.
Quando começaram, o time recebeu muitos documentos antigos da Lionhead. Um deles resumiu bem a ideia: Fable é conto de fadas, não fantasia. Essa visão orienta o tom do mundo, que mistura humor, escolhas morais e um ambiente de vila que lembra histórias tradicionais.
A moralidade funciona de forma diferente. Em vez de uma barra que sobe e desce, o jogo cria reputações com base em ações vistas por outras pessoas. Se alguém vê você chutar uma galinha, você pode ficar conhecido como ‘perseguidor de galinhas’ nessa comunidade. O interessante é que nem todo NPC reage igual: alguns podem achar certo. A visão de cada personagem muda como eles tratam você.
O teaser mostrou referências clássicas e promessas de combates grandes e situações engraçadas. Fable chega no outono. Quem curte a combinação de conto de fadas, humor e decisões que importam deve ficar de olho.
Hytale teve um início forte em acesso antecipado: as pré-vendas garantiram mais tempo de desenvolvimento e o jogo foi um dos mais assistidos no dia do lançamento. Nas primeiras semanas, o estúdio liberou atualizações com novidades, de dinossauros subterrâneos a um grimório que permite a necromancia como estilo de jogo experimental.
A novidade gerou reação negativa na comunidade. O grimório é um item raro que pode cair de um chefe; para usá-lo, o jogador precisa coletar componentes matando esqueletos e colocar cinco montes de ossos para invocar um exército de mortos por cerca de cinco minutos. O item é consumido ao ser usado, o que obriga o jogador a derrotar outro chefe para repetir a invocação. Além disso, os esqueletos invocados não atraem a atenção dos inimigos, o que reduz a utilidade em controle de grupo e deixa a habilidade com sensação de fraca em relação ao custo.
A desenvolvedora esclareceu nas redes sociais que esse grimório não equivale ao sistema de magia final. É uma implementação inicial, pensada como item divertido e para abrir possibilidades para criadores de mods. Por ora, itens como cajados e totens estão restritos por causa de brechas que poderiam ser exploradas, mas a ideia é reunir esse conteúdo em um sistema de mana e feitiços mais completo no futuro. No fim, o acesso antecipado serve exatamente para testar ideias e ajustar o jogo com o retorno dos jogadores.
A reimaginação de Albion em Fable vem cheia de cenários bonitos, tom bem-humorado e escolhas que realmente mexem com as pessoas ao redor. A desenvolvedora decidiu que cada morador terá identidade própria: nome, aparência, traços de personalidade, visão moral, onde trabalha, onde mora e como é a família. No total, são cerca de 1.000 personagens distintos, todos pensados e criados à mão.
O fundador Ralph Fulton disse em entrevista que a equipe até cogitou gerar personagens de forma procedural, mas optou por modelar cada um deles. Todos têm conversas totalmente dubladas, e isso abriu espaço para interações bem variadas. Fulton disse que é possível falar com qualquer morador, casar com eles, ter filhos, contratar e demitir. Ele comentou que casar com todos seria ‘um pouco de trabalho’, mas que as opções existem.
Ainda não está claro se o jogo permite casamentos simultâneos ou se será preciso se divorciar para casar com outro personagem. Pode ser que, na prática, o jogador precise recorrer a vários arquivos de salvamento para experimentar todos os relacionamentos. Quem quiser testar tudo vai ter trabalho — e curiosidade —, mas a ideia mostra o quanto o time aposta em personagens vivos e variados em Fable. O jogo chega mais tarde neste ano e será interessante ver como tudo isso funciona na prática.
DreadBound parece feito para quem gosta de jogos com começo, meio e fim, mas sem abrir mão do improviso. O trailer mostra uma mistura de stealth, plataformas e combate com um toque de humor físico. Em vez de exploração cerebral, o foco parece ser a criatividade na hora de enfrentar inimigos.
No vídeo aparecem várias ferramentas de improviso: armadilhas de espinhos que você coloca no chão, poças de óleo que fazem inimigos escorregarem ou pegarem fogo, projéteis de serra circular que se cravam em paredes e viram plataformas, e um chute rápido no estilo Dark Messiah para empurrar inimigos. Tudo sugere um jogo que valoriza truques e soluções inesperadas.
A proposta de uma cidade amaldiçoada que muda a cada morte traz o elemento roguelike para um immersive sim. Isso pode impedir que o jogador caia na rotina e força adaptação a cada partida. Há exemplos em que essa combinação funciona bem, como em Amnesia: The Bunker e na DLC Mooncrash de Prey, onde o aleatório adiciona tensão e variedade.
O jogo ainda não tem janela de lançamento. Já dá para adicionar à lista de desejos na loja e uma demo está prometida para breve. Se DreadBound cumprir o que o trailer sugere, pode ser um jogo que mistura improviso e desafio de forma muito divertida.
Uma nova discussão agitou o mercado após um executivo dizer que oferecer um jogo de graça na Epic ajudou as vendas no Steam. O comentário desencadeou uma série de respostas entre estúdios e plataformas. O CEO da Epic defendeu que ter mais opções beneficia jogadores e desenvolvedores, mas o debate sobre exclusividade voltou forte.
O chefe de publicação da Larian afirmou que a exclusividade de Alan Wake 2 na Epic pode ter prejudicado as vendas no Steam e causado perda de receita para a Remedy. Em reação, a própria Remedy saiu em defesa da parceria. A desenvolvedora afirmou que ‘Alan Wake 2 não existiria sem a Epic Publishing’, que o acordo foi justo e rápido, e elogiou o apoio da editora durante o desenvolvimento. A empresa também lembra que Control estreou como exclusiva na Epic antes de chegar a outras lojas, embora naquela época o jogo tivesse outro editor.
O caso deixa claro que exclusividades têm prós e contras: podem ampliar visibilidade em uma plataforma e, ao mesmo tempo, limitar alcance em outra. Para Remedy, a parceria com a Epic foi positiva, mesmo com as críticas. O debate deve seguir, com estúdios e lojas buscando equilíbrio entre financiamento, alcance e visibilidade.
Uma nova moeda apareceu no beta de Midnight e pode mudar bastante a rotina de quem coleta madeira em World of Warcraft. Pelas informações do teste, essa nova moeda parece criada para acelerar a extração de madeira e facilitar a confecção de itens de decoração para casas dos jogadores. A ideia é reduzir o tempo gasto voando entre pontos de coleta e permitir que você passe mais tempo montando móveis, personalizando ambientes e testando combinações de decoração.
Ainda assim, a moeda não está liberada para todos e os detalhes podem mudar. Nos arquivos do beta há indícios de um recurso que alguns chamam de Essência de Madeira, que poderia ser trocada por madeira adicional, usada para acelerar processos de colheita ou consumida na própria receita de fabricação de objetos. Tudo isso está em testes, então não há garantia de como será implementado no servidor final, mas a expectativa é de menos repetição e mais criatividade.
Se você gosta de decorar e personalizar seu espaço no jogo, vale acompanhar o beta para testar a novidade assim que chegar. Para os jogadores cansados de voar sem parar, a perspectiva de coletar madeira de forma mais rápida é um alívio bem-vindo. Fique atento às atualizações do teste, porque ajustes de balanceamento podem aparecer, e se a mecânica for aprovada, espera-se que ela deixe a experiência de criação muito mais fluida.