World of Warcraft vai liberar moradia para os jogadores com o patch 11.2.7, The Warning, que funciona como prólogo para a expansão Midnight. A atualização chega no dia 2 de dezembro e prepara o terreno ao revisitar os eventos que levaram à Midnight, além de apresentar quatro Lorewalking stories para entender os momentos chave da história do jogo.
A grande novidade é a moradia de jogador. Quem pré-encomendar Midnight terá acesso antecipado aos imóveis, já dando para procurar decorações e deixar o cantinho com a sua cara. Ainda assim, nem tudo chega de cara; as atividades Endevors, que ajudam a decorar bairros em grupo, ficam para quando Midnight estiver no ar completo.
O beta de Midnight começou recentemente, sugerindo um lançamento entre janeiro e fevereiro. Blizzard está deixando mudanças de jogabilidade mais claras, com mods de combate saindo e várias classes ficando mais simples, o que mostra que o foco é experimentar o novo sem travar tudo nos raids ainda nesse começo.
Você vai montar sua casa primeiro ou prefere explorar as novas histórias antes de tudo?
A missão Um Lugar Quente para Descansar em ARC Raiders é curta e direta, o problema é seguir os sinais sem virar alvo. Começa no Acampamento da Rodovia Abandonada, no sudoeste da Cidade Sepultada — tem que subir nos telhados para acessar a estrada elevada. Investigue a mochila amarela ao lado da entrada do veículo; isso dispara o objetivo e mostra por onde ir. Depois é seguir uma trilha de bandeiras vermelhas que serpenteia pela rodovia até uma parte colapsada que desce para a Piazza Arbusto. A rota leva nordeste, entre ruínas e prédios submersos, até as Propriedades Sepultadas; lá, as bandeiras terminam num túmulo que pode ser investigado. Cuidado ao andar exposto na via elevada: outros Raiders podem atirar de longe enquanto você segue as marcas. Não há itens para extrair nesse contrato, então um loadout grátis resolve bem se você quiser economizar recursos. Ao completar “Inspecionar o túmulo” o objetivo fecha e é hora de exfiltrar. Rápido, sem passos extras; a parte chata é a rota e a visibilidade. Vai encarar seguir as bandeiras com seu esquadrão ou prefere evitar a rodovia elevada e procurar outro caminho?
Uma pesquisa recente mostrou que 72% dos desenvolvedores (a maioria deles em cargos executivos) consideram a Steam um monopólio, e isso gerou discussão em todo canto da internet. Michael Douse, diretor de publicação da Larian, entrou na conversa no X para alfinetar os concorrentes da Steam, dizendo que a plataforma não oferece “um serviço de merda definido por indicadores de desempenho para acionistas públicos”. O argumento dele faz sentido: a Valve é uma empresa privada, ou seja, não está na bolsa de valores e não tem investidores cobrando lucros trimestrais e exigindo que a empresa corra atrás de qualquer tendência passageira. Diferente da Epic, Amazon, Ubisoft ou EA, a Valve só precisa responder para o presidente Gabe Newell, que está ocupado comprando empresas de iates. Se a Valve tivesse acionistas, provavelmente já teríamos algum chatbot de IA horrível integrado na loja. A Epic Games Store não tem isso mais porque não dá lucro do que por consciência corporativa. Mas a pergunta que não quer calar: o que acontece quando Newell não estiver mais no comando? Douse não parece otimista – respondeu que “um mundo pós-Gabe é aterrorizante”. A preocupação é real: será que os sucessores vão abrir a empresa para acionistas sedentos por lucro e destruir o serviço onde construímos nossas bibliotecas?
A Blizzard confirmou no Reddit, que World of Warcraft: Midnight vai limitar AddOns que dão vantagem em combate, como Deadly Boss Mods, alterando a API para impedir funções como contagem regressiva e alertas automáticos. Segundo Ion Hazzikostas, objetivo é “nivelar o campo de jogo” e garantir que a experiência base não seja inferior à de quem usa mods. Isso significa redesenhar classes e encontros para oferecer telemetria clara e tempo de reação sem depender de AddOns. A decisão traz desafios para acessibilidade, já que muitos jogadores com deficiência visual ou daltonismo dependem de alertas sonoros. Hazzikostas admite que pode incluir contagem regressiva no futuro se necessário, mas afirma que tudo deve estar no UI padrão, não em mods. É uma mudança gigante para WoW, que sempre teve uma comunidade ativa de AddOns, e promete redefinir como raids e dungeons serão jogadas.
A BlizzCon 2026 acontece nos dias 12 e 13 de setembro no Anaheim Convention Center, na California nos Estados Unidos, e os passes já têm data e preço definidos: o BlizzCon Pass promocional sai por US$250 (cerca de R$1.400) se comprado entre 7 e 9 de novembro, enquanto o valor normal será US$290 (aprox. R$1.620) a partir de 18 de novembro. Quem quiser algo exclusivo pode optar pelo adicional Feira de Negraluna: Depois do Expediente, por US$90 (cerca de R$500), garantindo acesso a um evento noturno de 3 horas após o fim da Blizzcon, levando também credenciais colecionáveis e fichas de troca das Lojas da Feira. Já a Noite Beneficente, que inclui encontro com devs, assento reservado na abertura e arte autografada, custa US$500 (aprox. R$2.800), com toda a renda destinada à Make-A-Wish®. Além disso, o passe dá acesso completo aos dois dias, brindes in-game e atrações clássicas como torneios de e-sports, painéis, jogabilidade hands-on e a icônica Feira de Negraluna.
Jogadores de Battlefield 6 no PC descobriram que é possível desligar o crossplay, mesmo sem opção oficial no menu, mas isso já causou polêmica: um usuário foi banido da comunidade do jogo no Steam por publicar o método. A EA permite desativar o recurso nos consoles, mas no PC não há botão para isso — provavelmente para evitar que a base de jogadores fique pequena. O truque é simples: abra o arquivo PROFSAVE_profile em Documentos/Battlefield 6/settings/steam e adicione essa linha no final:
GstGameplay.CrossPlayEnable 0
Salve o arquivo e pronto, crossplay desativado. O ban não parece ser uma regra oficial, já que outros posts com o mesmo passo a passo continuam ativos. A discussão levanta um ponto clássico: mexer em arquivos de configuração sempre fez parte da cultura PC gamer, e aqui só replica uma função que já existe nos consoles. Quer jogar só com a galera do PC? Dá para fazer — mas cuidado com onde você compartilha isso.
Rumores sobre World of Warcraft ganhar uma versão para consoles voltaram a circular após mudanças na jogabilidade da próxima expansão, Midnight, que tornam as classes mais simples e acessíveis. Muitos jogadores especularam que isso seria um passo para adaptar o MMO ao controle, especialmente com notícias sobre integração entre Xbox, PlayStation e Windows. Em entrevista ao podcast Unshackled Fury, o diretor do jogo, Ion Hazzikostas, encerrou as especulações: “Para ser totalmente transparente, não estamos trabalhando para levar WoW aos consoles. Nosso foco continua sendo a experiência no PC.” Ele explicou que as alterações têm como objetivo tornar o jogo mais acessível, não preparar uma versão para outras plataformas. Apesar disso, Hazzikostas não descartou a possibilidade de suporte oficial a controles no futuro, algo que hoje só é possível via mods. A Blizzard vem trabalhando cada vez mais para substituir mods famosos mas, por enquanto, WoW permanece exclusivo para PC.
A expansão Midnight de World of Warcraft vai trazer um recurso aguardado por anos: player housing. Os jogadores poderão criar e personalizar suas próprias casas usando uma ampla variedade de decorações, incluindo itens clássicos do jogo e novidades exclusivas. Dataminers identificaram na versão alfa uma nova moeda premium chamada Hearthsteel, representada por moedas prateadas com o ícone de habitação. Essa descoberta indica que parte das decorações poderá ser adquirida por meio dessa moeda, seguindo modelos já vistos em outros títulos da Blizzard, como Diablo e Overwatch. Atualmente, a loja do WoW utiliza valores diretos em dinheiro real, mas o Hearthsteel sugere uma mudança para pacotes virtuais. A Blizzard ainda não divulgou detalhes oficiais sobre preços ou funcionamento, mas o redesenho da loja com novas abas reforça a preparação para itens maiores, como móveis e ornamentos. O lançamento da expansão está previsto para o próximo ano.
A Remedy Entertainment divulgou seus resultados do terceiro trimestre de 2025, revelando uma queda de 32% na receita e um prejuízo de R$102 milhões, impulsionado pelo fraco desempenho de FBC: Firebreak. O shooter cooperativo, lançado em junho sem recursos básicos como chat por voz e tutorial, não conseguiu atrair jogadores — atualmente, pouco mais de duas dezenas ativos no Steam — e levou a empresa a reconhecer um prejuízo de R$ 93 milhões. Após a saída do CEO Tero Virtala, o estúdio disse que continuará oferecendo suporte ao jogo, mas já realocou parte da equipe para projetos mais promissores, como Control 2 e o remake de Max Payne 1 & 2 em parceria com a Rockstar. Se não fosse os royalties de Alan Wake 2 e Control, as coisas poderiam ter sido ainda piores. Resta saber se Firebreak terá fôlego para justificar o investimento ou ficará como um ponto fraco na trajetória da Remedy.
Entrei na primeira sala com aquela confiança boba de quem acha que enigma bom é só virar chave e abrir gaveta, e Escape Simulator 2 me respondeu com um sussurro pesado de metal e um relógio que não perdoa distração, porque cada objeto pede toque, cada etiqueta esconde contexto e cada passo errado vira lição no corpo, o que me fez encostar a cabeça na porta e prometer a mim mesmo que respiraria diferente na próxima tentativa, só para descobrir que a porta não era o problema, eu era.
A superfície dos objetos conta história antes mesmo do papel começar a falar: madeira com farpas que denunciam uso, latão com marcas de dedo que apontam direção, livros que escondem dó menor no miolo e peças que se encaixam com um estalo que dá gosto de ouvir, e foi aí que percebi o que o jogo quer de verdade, quer que eu aprenda a olhar como um relojoeiro cansado, aquele que enxerga poeira e vê intenção, porque é nessa mudança de foco que o cérebro se acostuma ao ritmo da sala seguinte.
Testei o modo solo e percebi que a conversa que faço comigo é parte do design, mas foi no co-op que a experiência ganhou volume, já que dividir um mecanismo de cinco etapas com duas vozes ansiosas cria música própria, e quando um amigo lê uma cifra enquanto o outro gira válvulas, o quarto se transforma numa oficina de improviso onde erros viram risos e acertos viram gritos, o que me empurrou a tentar uma terceira sala só para confirmar que o jogo brilha quando as mãos se cruzam sem combinar antes.
Num dos quartos, uma máquina antiga dormia com ciúmes num canto e jurava ser decoração, até que três notas tocadas sem convicção fizeram o painel tremer e a parede ceder um centímetro, mostrando que o puzzle não era só lógica, era tato, ritmo e escuta, combinação rara que afasta o preguiçoso e presenteia o curioso, e eu, teimoso, decidi que reviraria cada almofada com reverência de arqueólogo e pressa de assaltante, porque a sala ensinou que o próximo segredo gosta de quem não passa correndo.
A maior vitória está na fisicalidade que sustenta a dúvida: nada soa plástico, tudo tem um peso convincente, então quando encaixo uma engrenagem torta, sinto que falhei com as mãos e não com a sorte, e essa responsabilidade muda a postura, endireita a coluna e afia o olhar, porque paro de pensar em “qual é o truque” e começo a perguntar “o que essa peça quer de mim”, pergunta que encontra respostas quando menos espero, como quem acha chave de casa no bolso do casaco do inverno passado.
Em coop, descobri a alegria de uma bagunça que vira método: itens espalhados parecem furacão infantil, mas de repente as pilhas gritam padrão, as cores viram mapa e os recortes contam um alfabeto que ninguém ensinou, e quando a equipe escuta esse dialeto novo, o ambiente perde o ar ameaçador e vira laboratório da turma, lugar onde o erro não humilha e o acerto não exibe, criando um ciclo de confiança que dá vontade de tentar uma sala mais difícil com a mesma calma de quem aprendeu a nadar no rio.
O humor aqui respira nos detalhes que não pedem manchete: um bilhete com rancor, um retrato que mente por um centímetro, uma etiqueta colada torta de propósito, pequenas piadas de design que lembram que há mãos humanas atrás da cortina, mãos que às vezes provocam, às vezes conduzem, e às vezes só observam a gente se perder com classe, e foi num desses momentos que parei para rir de mim mesmo, porque o jogo me fisgou sem gritos, só com artesanato bem posto.
Quando a dificuldade sobe, não é por inflar números, e sim por embaralhar linguagem, trocando a gramática que eu já dominava por um dialeto com sotaque, e a transição é honesta: você tem pistas para aprender as novas regras, mas precisa aceitar que seu dicionário anterior não serve inteiro, e essa humildade de aprendiz me fez voltar para o primeiro quarto com olhos novos, percebendo como um detalhe que ignorei virava tutorial silencioso para o mecanismo que só entendi duas salas depois.
Há um prazer especial na hora em que o design te pega pela vaidade: aquele momento em que tudo parece decifrado e uma gaveta resiste com maldade, exigindo um passo atrás e um olhar fresco para o todo, lembrando que a sala é um único organismo e não uma sequência de caixinhas, e foi ali que Escape Simulator 2 me convenceu de vez, porque respeita a inteligência do jogador sem transformá-la em prova de vestibular, preferindo o caminho da intuição treinada pela experiência.
Do lado técnico, a sensação de pegar, rodar, combinar e alinhar objetos mantém a ilusão de que tudo foi construído à mão, o que reduz a distância entre o jogador e a cena e alimenta o vício de “só mais um teste”, e quando essa confiança fica alta, o próprio corpo acelera a solução: dedos avançam sozinhos para o botão certo e os olhos passeiam como farol, o que me levou a perceber que o jogo não quer que eu memorize receitas, quer que eu aprenda a ver, e aprender a ver é uma das melhores recompensas que um quebra-cabeça pode oferecer.
Em noites mais longas, o editor de salas virou caderno de rascunhos, e construir um enigma simples para amigos me ensinou ainda mais sobre o motor do jogo: constraints claras, feedback tátil no momento certo e um caminho lógico que admite false starts sem punir com sarcasmo, e nesse processo passei a reconhecer, como jogador, quais sinais de design são generosos e quais são só barulho, o que elevou meu respeito por cada sala oficial que treina essa pedagogia invisível.
Claro que nem tudo brilha com o mesmo verniz, e é aí que moram as farpas que seguraram meu lápis na hora do dez: em grupos grandes, comunicação torta vira confusão de inventário e, em uma ou outra sala, a pista chave pode se esconder atrás de uma camada de ruído que estica o tempo para além do prazer, pedindo um ajuste fino de legibilidade em momentos específicos, além de pequenas inconsistências de alinhamento que quebram a fantasia por um segundo antes de a sala recuperar o pulso.
Apesar disso, o conjunto se impõe com autoridade serena: quebra-cabeças que ensinam ao resolver, co-op que multiplica a inteligência sem diminuir o indivíduo, fisicalidade que dá culpa boa quando erramos e aquela curva de aprendizagem que aquece o cérebro sem esfolar a paciência, combinação que me fez prometer a última sala da noite e falhar sem remorso, porque o próximo cadeado piscou para mim como quem diz que o segredo não está longe, está mal iluminado.
Fechei a sessão com os bolsos cheios de pequenos rituais: separar itens por família, ler rótulos em voz alta, alinhar peças na mesa antes de tentar combinação, e esses hábitos contam uma história de confiança que poucos jogos conseguem construir, a história de alguém que entrou para abrir portas e saiu aprendendo a ouvir objetos, e é essa mudança de escuta que me faz querer voltar amanhã com outra companhia, outra sala e a mesma teimosia.
Atenção, heróis de Azeroth! A saga continua e Midnight, a segunda parte da lendária Saga da Alma do Mundo, está prestes a abrir seus portais para o beta no dia 11 de novembro! Se você garantiu a Epic Edition ou se inscreveu no site oficial, já pode se preparar para mergulhar nas novas aventuras e dar aquele feedback que molda o futuro do jogo. Nesta fase, você vai explorar campanhas de progressão, encarar a renovada Floresta do Canto Eterno e Luaprata, testar o sistema de Presa, conhecer a nova raça haranir e muito mais.