Deimos, um artista que recria Fallout: New Vegas como pinturas românticas, tem atraído muita atenção. Suas imagens transformam cenas do RPG em quadros dramáticos e chegaram a receber elogios do diretor do jogo, Josh Sawyer, e do ator Danny Trejo nas redes sociais. O resultado parece um remaster idealizado do jogo, com composições clássicas e cores fortes.
Entre as peças, “2281 Overture” mostra uma versão pró-NCR da batalha final com todos os companheiros ao redor do Carteiro Seis, lembrando “A Liberdade Guiando o Povo”. Em “You Feel a Little Woozy” o Carteiro aparece apoiado na espingarda única Dinner Bell, cercado por Cazadores e com Lily, a Nightkin, segurando um antídoto. “Quarry Junction” captura o desespero de fugir com ovos de Deathclaw enquanto tenta armar uma explosão.
Deimos conta que New Vegas é sua maior inspiração e que suas pinturas nascem de roleplay e imaginação. Ele mistura elementos oficiais e mods para dar personalidade ao Carteiro, mantendo a máscara parcial para preservar anonimato. Para afastar acusações de uso de IA, ele publica o processo do esboço até a pintura. Impressões em alta qualidade estão à venda na loja online e o artista promete continuar produzindo essas cenas. Ele diz que vai seguir desenhando sobre New Vegas por muitos anos.
Tim Cain, criador e programador líder do Fallout original, tem ouvido a mesma pergunta de fãs: por que não criar um novo RPG original ou voltar a franquias como Fallout, Arcanum ou Temple of Elemental Evil? Em vídeo publicado em seu canal, ele explicou por que essas ideias não são simples de realizar.
Cain lembra sua trajetória desde os anos 90, passando pela Troika e por jogos como Vampire: The Masquerade — Bloodlines, Wildstar e títulos da Obsidian como The Outer Worlds. Mesmo com esse histórico, ele diz que não tem os direitos nem os recursos para liderar um grande remaster ou uma sequência sozinho. Além disso, apontou que outras pessoas e equipes lucram muito mais com as criações que ele ajudou a conceber, enquanto ele recebeu apenas uma fração do retorno.
Para explicar a situação, ele usa a imagem de um pintor: o artista quer continuar criando, mas uma parte grande do lucro acaba nas mãos de quem monta as molduras. Cain afirma não estar amargurado, apenas cansado de responder repetidamente. Hoje ele prefere fazer projetos menores que o deixam feliz, em vez de assumir todo o risco financeiro de um grande estúdio apenas para ver outras pessoas se beneficiarem mais.
Apesar disso, ele voltou a trabalhar em tempo integral na Obsidian e segue contribuindo em papéis de programação e design. O que poderia mudar sua posição, diz ele, é uma divisão de ganhos mais justa na indústria, que permitisse aos criadores receberem uma fatia maior quando seus trabalhos fazem sucesso. Enquanto isso, os fãs ainda podem jogar seus clássicos.
Cultic recebeu uma atualização de Natal chamada Cultmas que traz um mapa bônus, “I’ll Be Home For Cultmas”. O mapa é nevado e vem com um arsenal próprio, armas novas e um tipo de inimigo que não aparecia antes. Um trailer mostra a nova área: muita neve, dinamite voando e cultistas de robe marrom sendo espetados por garfos — tudo com clima e violência à moda dos jogos de tiro clássicos. O visual mistura áreas externas e corredores fechados, o que cria confrontos rápidos e sangrentos.
A atualização também traz várias otimizações e ajustes de balanceamento. O dano por queimadura foi refeito: agora causa dano direto, sem depender de uma barra oculta de ignição. Na prática, fica mais fácil “ensopar” inimigos em dano enquanto eles queimam e eliminá-los mais rápido. Houve correções de bugs e melhorias de fluidez para rodar melhor em PCs variados. Há ainda outras melhorias de desempenho e pequenas mudanças em armas e inimigos para deixar os confrontos mais equilibrados.
Cultic e a versão completa, que reúne os dois capítulos, estão disponíveis para compra na loja do jogo. O capítulo 2, lançado no ano passado, não é necessário para acessar o mapa Cultmas pelo menu “novo jogo”. A atualização chegou logo após as festas e já pode ser experimentada por quem quiser. Se você curte jogos de tiro retrô com ação rápida e som brutal, essa atualização é um bom motivo para voltar a jogar e conferir as armas e o inimigo novos.
Janeiro costuma ser um mês mais tranquilo para jogos de PC, mas 2025 esquenta no fim do mês com vários lançamentos e eventos. Tem desde indies curiosos até grandes RPGs e expansões. Se você quer planejar o mês, vale conferir as datas e separar tempo para as novidades.
Entre os principais estão Quarantine Zone: The Last Check (12 de janeiro), um jogo de gestão em que você inspeciona sobreviventes durante um apocalipse zumbi; Highguard (26 de janeiro), um shooter heroico gratuito tentando ganhar espaço no gênero; Cairn (29 de janeiro), um jogo de escalada em montanha elogiado desde a demo; e Code Vein 2 (29 de janeiro), um RPG de ação com viagem no tempo e visual marcante. Há opções para quem gosta de desafio, ação ou experiências mais diferentes.
Também chegam jogos em acesso antecipado, como StarRupture (6 de janeiro) e Bladesong (22 de janeiro), e alguns títulos foram adiados para janeiro. O mês traz ainda eventos e promoções em lojas digitais, além de feiras de tecnologia e games no fim do mês. Entre atualizações e encerramentos, há uma pré-atualização para World of Warcraft em 20 de janeiro, o fim de Anthem em 12 de janeiro e a expansão Woolhaven para Cult of the Lamb em 22 de janeiro. Em resumo, janeiro oferece muita variedade para testar novos jogos e atualizações.
O cofundador Simon Collins-Laflamme readquiriu Hytale de sua antiga dona em novembro de 2025 e agora trabalha para levá-lo ao lançamento. Em postagem nas redes sociais, ele disse sentir raiva pelo tempo perdido após a aquisição anterior, porque quatro anos de engenharia foram usados para reconstruir o motor em vez de criar recursos de jogabilidade.
Quando reassumiu, o jogo estava quase injogável: câmera, movimento, combate, criação, construção, loop de jogo, sons e renderização apresentavam problemas. Ele relata que esses erros exigiram consertos rápidos, e que a equipe conseguiu, em poucas semanas, devolver ao jogo um estado jogável e divertido — mas isso deixou um grande atraso a ser recuperado.
Para avançar rápido, a equipe adotou uma abordagem enxuta: menos reuniões, confiança nos desenvolvedores, lançar versões iniciais das funcionalidades e melhorar por iteração, mesmo acumulando dívida técnica que será paga depois. O estúdio também confirmou que Hytale entrará em acesso antecipado por um preço baixo e que não estará disponível na Steam nessa primeira fase.
Collins-Laflamme diz que está transformando a raiva em foco e execução, comprometendo mais recursos, tempo e esforço pessoal para entregar a visão do jogo. O objetivo agora é recuperar o ritmo perdido, lançar novidades com rapidez e reconquistar a confiança dos jogadores.
Bloober Team lança site misterioso com contagem regressiva — o que será revelado em 15 de fevereiro?
A Bloober Team lançou um site com uma contagem regressiva misteriosa e uma mensagem que convida a espiar a escuridão. O endereço do site usa uma sequência de letras embaralhadas e não traz mais pistas. O anúncio apareceu nas redes no fim do ano e já gerou várias teorias entre fãs e jogadores.
A contagem termina em 15 de fevereiro (horário de São Paulo), um prazo relativamente longo para esse tipo de teaser, o que dá tempo para muita especulação. A ausência de referência a empresas detentoras de franquias fez alguns acreditar que pode não ter ligação direta com os remakes de Silent Hill, embora a Bloober tenha trabalhado recentemente nesse universo e também tenha lançado Cronos: The New Dawn. O estúdio ainda mencionou estar desenvolvendo um jogo de horror para Nintendo, o que abre outras possibilidades.
Torcedores tentam decifrar o URL e já surgiram interpretações como ‘Remove your old dreams, chosen seer’, que alimentam teorias ligadas a Cronos e até desejos por um remake de Eternal Darkness. Há também palpites mais bem-humorados e memes circulando. Por enquanto a Bloober mantém silêncio, e resta à comunidade esperar pelo fim da contagem para descobrir se virá um remake, um jogo totalmente novo ou apenas uma surpresa inesperada.
A marcha de Liberty Prime em Fallout 3 é uma das cenas mais lembradas da série. Diferente de chefes imponentes que ficam parados no palco, ele atravessa o mundo aberto como um NPC gigante, destruindo tudo no caminho. Essa sequência parecia espontânea, mas na verdade foi o resultado de muita tentativa e erro para fazer o robô seguir um trajeto muito específico.
Os desenvolvedores passaram meses ajustando animação e navegação para que a cena funcionasse. Eles queriam que o jogador visse o robô seguir uma rota exata, mas NPCs aleatórios e limitações do sistema de navegação atrapalhavam. Um ex-programador explicou que técnicas comuns de navmesh não lidam bem com agentes de tamanhos muito diferentes, e o robô gigante provocava vários problemas. Para resolver, parte do código de pathfinding foi reescrita especificamente para ele. O robô também precisava interagir com explosões e física de objetos, o que complicava ainda mais o trabalho.
Trabalhar com uma engine própria abriu possibilidades, mas também exigiu soluções criativas e muita paciência. No fim, o esforço compensou: a marcha ficou como um momento épico que muitos fãs lembram até hoje. Quem quiser saber mais sobre a criação dessa e de outras cenas pode conferir depoimentos de desenvolvedores em uma edição impressa recente de revista de jogos.
Baba Is You ganhou uma atualização grande no começo de 2026. Ela traz novas palavras, sprites e ferramentas pensadas para criadores de níveis e mods. A equipe disse que esta é provavelmente a última grande atualização do jogo. Mesmo assim, a novidade abre muitas possibilidades para quem ainda joga.
Entre as novidades estão cinco palavras novas para usar em níveis personalizados: become, facedby, hold, happy e angry. No jogo, palavras mudam as regras das fases ao formar frases com blocos. Por exemplo, ‘Baba is Happy’ deixaria o personagem feliz — o efeito exato dependerá de como o criador usa a palavra. Também foram adicionados vários sprites novos, como raposa, feijão, cachorro-quente e cacto. Essas peças ficam disponíveis no editor de fases, que funciona nas diferentes plataformas e já tem uma comunidade ativa de níveis feitos por jogadores.
A atualização também melhora o suporte a mods, com mudanças técnicas, correções e ajustes que devem deixar o jogo mais estável para criadores. Não há muitos níveis novos prontos, mas os novos elementos dão brinquedos para quem gosta de inventar desafios esquisitos e confusos. É bom ver suporte chegando anos após o lançamento; Baba Is You continua único e vale a pena revisitar.
Dispatch, a aventura interativa de super‑heróis, foi bem recebida pela crítica, com 89% em uma análise especializada, e também virou sucesso de vendas. O estúdio anunciou que o jogo vendeu mais de 3 milhões de cópias em 2025. Em uma publicação nas redes sociais, o time mostrou um infográfico cheio de números: jogadores atenderam cerca de 727 milhões de chamadas, despacharam mais de 1 bilhão de heróis e acumularam cerca de 23 milhões de horas de gameplay assistidas em plataformas de vídeo e streaming.
Tem dados divertidos nas estatísticas: apenas cerca de 164 mil jogadores terminaram sem se envolver romanticamente. Quase 2 milhões escolheram romançar Invisigal, e cerca de 1 milhão preferiu Blazer. O estúdio também revelou que algumas cenas mais picantes foram cortadas durante o desenvolvimento, então o jogo poderia ter sido ainda mais ousado.
O lançamento não foi fácil — o projeto passou por um longo e conturbado processo antes de chegar ao público. Mesmo assim, muitos apontam que Dispatch traz de volta o estilo das aventuras interativas com foco em escolhas e humor. Para quem curte storygames com personagens carismáticos e decisões importantes, parece valer a pena experimentar.
Importante: o infográfico do estúdio revela escolhas dos jogadores, então quem não quer spoilers deve evitar a publicação. De qualquer forma, Dispatch se firmou como um dos grandes sucessos narrativos do ano.
Os códigos da livestream de Genshin Impact 6.3 (Luna IV) foram divulgados. A série Song of the Welkin Moon segue em Nod-Krai e a transmissão mostra o que vem no próximo update. Os responsáveis pelo jogo costumam liberar até três códigos durante a livestream para quem assistir. Eles costumam expirar em poucas horas, então resgate rápido.
Entre os personagens esperados estão Columbina (Hydro 5★), Zibai (Geo 5★) e Illuga (Geo 4★). Também podem rolar reruns de Neuvillette e Ineffa. Os códigos anunciados na transmissão até agora são:
- ComeNightorDay – 100 Primogemas e 10 Minérios Místicos de Aprimoramento
- Zibai0515 – 100 Primogemas e 5 Sabedorias do Herói
Para resgatar, é preciso ter Aventura Nível 10. Dá para usar o próprio jogo: abra o menu, vá em Configurações > Conta e escolha resgatar código. Outra opção é usar o site oficial de resgate e selecionar sua região. As recompensas chegam pela caixa de correio do jogo. Fique atento ao horário da livestream em São Paulo e pegue os códigos antes que expirem.
Se você está juntando Primogemas para um banner, acompanhe a transmissão para ver qual personagem será o foco. A livestream também deve mostrar missões, chefes e áreas novas que chegam com o update.
A era dourada dos construtores de cidades continua e 2026 promete ideias bem criativas. Nesta prévia, veja sete city builders que levam a construção para locais inusitados. Você vai poder reconstruir uma Roma vigiada por deuses, erguer uma cidade em volta de uma árvore gigante, formar bairros sobre um trem steampunk, morar nas costas de uma baleia espacial, gerenciar várias vilas numa comarca medieval, sustentar uma economia baseada em criaturas colecionáveis e até voltar ao visual dos anos 90 decorando tudo.
1. Nova Roma (Janeiro)
Nova Roma propõe uma reconstrução ambiciosa de uma Roma antiga devastada, colocando o jogador no papel de líder responsável por restaurar a cidade enquanto lida com a influência direta dos deuses. Cada divindade reage às decisões tomadas, podendo provocar desastres naturais ou conceder bênçãos estratégicas. O desafio vai além da expansão urbana: é preciso equilibrar fé, política e infraestrutura, garantindo que a população prospere mesmo sob constantes ameaças divinas. O jogo aposta em escolhas morais e consequências de longo prazo, tornando cada partida única.

2. DarkSwitch (Março)
DarkSwitch leva o conceito de city builder para a verticalidade, com uma cidade construída ao redor de uma árvore sagrada colossal. A sobrevivência depende de administrar recursos limitados enquanto uma névoa misteriosa ameaça a sanidade dos habitantes. O jogador precisa planejar cuidadosamente a expansão para cima, mantendo equilíbrio entre moradia, trabalho e bem-estar mental. A atmosfera sombria e a mecânica de sanidade adicionam uma camada psicológica rara ao gênero, exigindo atenção constante às condições emocionais da população.

3. Steel Artery (Sem mês definido)
Em Steel Artery, a cidade nunca para: ela existe sobre um trem em movimento contínuo por um mundo steampunk. O jogador gerencia bairros, economia e logística enquanto o trem avança, transportando milhares de moradores autônomos, incluindo orcs e elfos. Cada vagão funciona como um distrito, exigindo planejamento modular e adaptação constante às mudanças do percurso. A dinâmica de movimento constante transforma a gestão urbana em um desafio estratégico único, onde estabilidade e progresso precisam coexistir.

4. Beyond These Stars (Sem mês definido)
Beyond These Stars apresenta uma das ideias mais ousadas do gênero: construir uma cidade inteira sobre a carapaça de uma baleia cósmica. Além de expandir a civilização, o jogador deve preservar o ecossistema do ser vivo que sustenta a cidade. O desenvolvimento tecnológico é essencial para compreender e se comunicar com a baleia, criando uma relação simbiótica. O jogo mistura gestão urbana, sustentabilidade e ficção científica, incentivando decisões responsáveis para garantir a sobrevivência de ambos

5. County of Fortune (Sem mês definido)
County of Fortune amplia a escala tradicional dos city builders ao permitir o gerenciamento de várias cidades interligadas que formam uma comarca medieval. Cada vila possui características próprias, mas todas evoluem social e economicamente em conjunto. O jogador precisa coordenar comércio, política e desenvolvimento regional, observando como decisões locais impactam o todo. A progressão social e a interação entre cidades criam um sistema complexo e profundo, ideal para quem busca uma experiência estratégica de longo prazo.

6. Tamer Town (Sem mês definido)
Tamer Town combina construção de cidades com criaturas colecionáveis chamadas Mokiton. A economia gira em torno da criação, treinamento e uso dessas criaturas, que possuem mais de 130 espécies diferentes. Arenas, mercados e áreas residenciais precisam ser planejados para sustentar esse ecossistema único. O jogo mistura gestão urbana com mecânicas de coleção e combate, oferecendo uma abordagem mais leve e criativa ao gênero, sem abrir mão da complexidade estratégica.

7. Metropolis 1998 (Sem mês definido)
Metropolis 1998 aposta em uma estética retrô inspirada nos anos 90, mas com sistemas de simulação modernos e detalhados. O jogador pode decorar cada prédio individualmente, personalizando a cidade em um nível raro no gênero. Apesar do visual nostálgico, a gestão é profunda, exigindo atenção a transporte, economia e qualidade de vida. O contraste entre aparência clássica e mecânicas atuais cria uma experiência charmosa e envolvente para fãs de city builders tradicionais.
