Eu joguei muitos simuladores de vida, mas ultimamente me entediava rápido quando não havia algo imediato que me prendesse. Heartopia apareceu justo nesse momento e me reconectou com o gênero. O visual em tons pastéis e o clima My Sims deram a sensação certa, e mesmo com alguns bugs (como neve dentro da minha casa) eu volto todo dia para ver as quests e resgatar recompensas diárias. Mas o que mais me fisgou foi um recurso simples: os hobbies.
No jogo há as atividades tradicionais — pesca, jardinagem e cozinha — mas Heartopia vai além e oferece sete hobbies: também dá para pegar insetos, cuidar de gatos, cuidar de cães e observar pássaros, entre outros. Cada hobby começa com tutoriais curtos e pequenas missões dadas por personagens da cidade. Ao completar tarefas você ganha pontos de proficiência que sobem o nível do hobby e permitem melhorar habilidades. Essas melhorias trazem benefícios práticos, como aumento na qualidade dos peixes e das colheitas, e não há uma ordem fixa para evoluir, então dá para focar só no que você gosta.
Acabei ficando obcecado por evoluir hobbies sempre que podia. Não há uma recompensa grandiosa no fim, mas ver o avatar ficando melhor em coisas simples é muito satisfatório. Atualmente é preciso subir o nível D.G. até 12 para desbloquear todos os hobbies, mas não há nada que impeça adicionarem mais no futuro. No fim, esse sistema de hobbies é o toque que me faz voltar para Heartopia todos os dias.
Larry Hryb, conhecido como Major Nelson, foi demitido da Unity após 19 meses como diretor de Comunidade e Advocacy. Ele anunciou a saída nas redes sociais e disse que, como muita gente no setor, foi dispensado.
Hryb construiu carreira de mais de 20 anos ligada ao Xbox. Entrou na Microsoft em 2001, criou o podcast Major Nelson e se tornou a voz constante da marca entre jogadores. Mesmo quando ocupou cargos de gestão, manteve forte conexão com a comunidade.
Na Unity, Hryb diz que reconstruiu a equipe de comunidade e criou uma estratégia para aproximar criadores, desenvolvedores e jogadores. Ele relata que trouxe energia a canais que estavam parados, ajudou a restaurar confiança e elevou a presença da empresa em eventos como a PAX. Também alinhou o engajamento da comunidade com a estratégia de produto.
A demissão acontece enquanto a Unity passa por um momento conturbado, com cortes, fechamento de escritórios e polêmicas sobre mudanças nas políticas. Não está claro se a saída faz parte de novos cortes mais amplos. A situação gera desconforto entre desenvolvedores e criadores, e a empresa ainda não se manifestou publicamente sobre o caso.
Hryb é visto como um ícone pela comunidade e a saída surpreendeu muita gente. Seu trabalho com criadores e desenvolvedores funcionava como ponte entre a empresa e os usuários. Resta esperar que ele anuncie seus próximos passos em breve.
Reus 2 ganhou a terceira DLC, Planícies, que traz um novo bioma, líderes inéditos e várias eras extras. A expansão adiciona também novos pontos de virada e mudanças nas mecânicas que afetam como você cria e transforma seus mundos.
O novo bioma Estepe pode ser colocado pelo Gigante da Savana, Jangwa, quando o jogador ativa o modo Pradaria. Jangwa recebe um visual renovado. Estepe inclui mais de 65 novas espécies, como bisão, lavanda-da-estepe e o cão-da-pradaria. Uma mecânica nova faz com que cada biota aumente o estresse do solo até que faíscas provoquem incêndios. O fogo se espalha e permite que a natureza renasça com biotas fortalecidas e domesticadas.
A DLC traz quatro novos líderes: o Agricultor, que foca na expansão agrícola; o Cultista, que usa oferendas sombrias para gerar riqueza; o Arquiteto, que aumenta a curiosidade com construções; e o Astronauta, que acelera a evolução tecnológica. Há também três novas eras — Cidade Fabulosa, Planeta Celestial e Sonho Biocinético — que oferecem caminhos diferentes para o desenvolvimento humano.
O jogo continua a permitir que você molde mundos usando quatro poderosos Gigantes, cada um com habilidades únicas sobre plantas, animais e minerais. Com a atualização Cataclisma, líderes podem formar relações, trocar ou entrar em guerra, e a humanidade pode até enviar caçadores para atacar os Gigantes. Experimente combinações de flora, fauna e materiais para criar ecossistemas que geram sinergias e conduzem a novas eras. Cada partida deixa um legado e abre novas possibilidades para a próxima criação.
Em uma entrevista ao vivo durante a CES 2026, o gerente de marketing da Patriot falou sobre a crise na oferta de memória. Ele afirmou que empresas de IA compraram cerca de 40% da produção de wafers — e isso antes mesmo das memórias virarem chips prontos. Essa demanda gigantesca ajuda a explicar por que a RAM anda tão cara. Parte desse estoque pode nem estar em uso, porque faltam energia e infraestrutura para montar tantos data centers.
O executivo ressaltou que a Patriot fabrica módulos, não os chips em si. Poucas empresas fazem os circuitos integrados que vão para os módulos, e são essas fábricas que limitam a oferta. Isso pressiona preços para cima e faz com que fabricantes menores também acabem pagando caro pelas peças. A empresa diz que vai continuar no mercado de consumo, mas admite que ninguém sabe exatamente quando os preços vão cair — e há declarações de grandes fabricantes afirmando que não vão aumentar capacidade tão cedo.
Para quem joga, o conselho é prático: se seu PC ainda roda os jogos que você joga, não atualize agora. Se for comprar memória, escolha um kit que faça sentido para seu uso, em vez do top mais caro. Muitas pessoas usam módulos padrão e nunca ativam XMP, então nem precisam das versões mais caras. Guardar dinheiro para GPU, CPU ou mais armazenamento pode ser opção melhor. Além disso, outros componentes podem subir de preço, então, se não estiver quebrado, segure o upgrade.
A Microsoft detectou que os certificados usados pelo Secure Boot vão expirar em junho. Para evitar problemas, ela já começou a liberar uma atualização do Windows (KB5074109) que checa se o PC usa os certificados antigos de 2011 e instala as novas chaves de 2023 quando necessário. Muitos PCs fabricados desde 2024 já vêm com os certificados 2023, mas alguns modelos ainda dependem da entrega pelo Windows ou de atualizações de firmware dos fabricantes.
Isso interessa a jogadores porque vários sistemas anti‑cheat populares dependem do Secure Boot para validar firmware, drivers e carregadores de boot. Se o certificado expirou e não foi substituído, o Secure Boot pode não conseguir verificar módulos essenciais, o que pode impedir o funcionamento do anti‑cheat ou causar instabilidades no sistema e no jogo. Apesar das críticas que o software anti‑cheat já recebeu por causar problemas, muitos estúdios afirmam que o Secure Boot ajuda a reduzir trapaças.
Para conferir no seu PC, abra o PowerShell como administrador e execute: ([System.Text.Encoding]::ASCII.GetString((Get-SecureBootUEFI db).bytes) -match ‘Windows UEFI CA 2023’) Se aparecer True, seu PC já tem os certificados de 2023. Se aparecer False, o Windows Update deverá entregar a correção em breve e os fabricantes podem liberar firmware para garantir compatibilidade.
Na maioria dos casos não é preciso agir além de manter o Windows atualizado e ter o Secure Boot ativado. A Steam também tem uma opção rápida para mostrar se o Secure Boot está ativo. Fique atento às atualizações até junho para evitar qualquer problema com anti‑cheats nos seus jogos.
Um jogador da comunidade revelou um jeito muito mais fácil de conquistar o troféu Death From Above em Arc Raiders. Esse troféu é um dos mais raros do jogo — só cerca de 2,6% dos jogadores o têm — porque exige que você cause pelo menos 50 pontos de dano a um inimigo (um Arc ou um Raider) enquanto estiver em cima de um Rocketeer.
A dica é simples: não é preciso ficar sobre um Rocketeer vivo. Você pode subir em uma parte de um Rocketeer morto e atirar em um Arc ou outro inimigo a partir dali. Jogadores testaram o método e confirmaram que o jogo conta o dano quando você está em cima da peça morta, liberando o troféu sem precisar arriscar pular num robô voador.
Ainda assim, há trabalho: é preciso encontrar um Rocketeer morto ou derrubar um, o que pode ser perigoso. Às vezes o jogo dá sorte e rocketeers bugados ficam no chão, virando alvos fáceis. Alguns jogadores reclamam que o truque tira a graça do feito, mas para quem tem medo de altura ou quer uma rota mais segura, é uma alternativa prática e eficaz.
Fica mais fácil quando as atividades com Rocketeers estiverem ativas no jogo. Procure se juntar a uma equipe e combinar a tentativa, assim um jogador pode derrubar ou provocar um Rocketeer enquanto outro sobe na peça. Com cuidado e um pouco de sorte, dá para conseguir o troféu sem morrer no processo.
A Framework anunciou novo aumento nos preços da memória para suas placas e mainboards de desktop. A empresa afirma que os preços dos chips continuam subindo rapidamente. Os chips de 128 Gbit foram os mais afetados, o que pressiona especialmente as opções de 128 GB. No fim do ano passado a empresa já havia aumentado valores da memória para notebooks em cerca de 50%.
Por exemplo, a versão de 32 GB do mainboard com Ryzen AI Max 385 passou de cerca de R$4.150 para cerca de R$4.360. A opção de 64 GB subiu de aproximadamente R$6.760 para R$6.960. A maior alta foi na versão de 128 GB: saiu de perto de R$8.840 e agora custa cerca de R$11.230. Para notebooks, um kit de 16 GB fica em torno de R$830 e 32 GB em torno de R$1.660.
A empresa diz que vai honrar os preços de quem já fez pré-compra e que limitou os aumentos ao necessário, usando custo médio ponderado do estoque para lidar com a volatilidade. Ainda assim, a previsão para o mercado de memória em 2026 é pessimista e pode haver mais reajustes nos próximos meses. Para quem pretende montar ou ampliar máquinas, vale planejar com cuidado e ficar de olho nas opções antes do próximo aumento.
Um exploit em Arc Raiders permitia que jogadores usassem comandos no console para remover sombras, clarear o mapa e eliminar obstáculos visuais, o que pode dar vantagem em partidas. Tfue, streamer conhecido, voltou a transmitir o jogo e acabou testando essa falha no campo de treino e no mapa Stella Montis. Pelas imagens, ele apenas caminhou e comentou que tudo parecia muito mais claro, sem outros abusos óbvios.
A reação da comunidade ficou dividida. Alguns jogadores acreditam que a exposição feita por alguém com grande alcance ajudou a resolver o problema mais rápido; outros reclamam que influenciadores têm tratamento diferenciado e deveriam receber punições iguais aos demais. A desenvolvedora aplicou suspensões temporárias a quem usou o exploit, mas isso não evitou questionamentos sobre justiça e consistência.
Tfue publicou nas redes sociais sobre a suspensão às 22:59 do dia 12 de janeiro (horário de São Paulo), fez outro post às 1:10 do dia 13 pedindo apoio, e anunciou que foi desbanido às 18:39 do dia 13 — 17 horas e 29 minutos depois do post das 1:10. Ele disse que só quis ‘chamar atenção’ para a falha e que um problema no seu novo PC pode ter influenciado o banimento. No fim das contas, a remoção rápida da suspensão acalmou parte da comunidade, mas a discussão sobre como tratar influenciadores que expõem falhas segue viva.
O Steam mudou o sistema de prêmios da comunidade: as reações agora não dão mais Steam Points e várias premiações antigas foram removidas, incluindo o icônico palhaço. A ideia é reduzir incentivos para conteúdo agressivo e tornar os posts mais positivos. A nova seleção tem só 12 prêmios fixos, pensados para ter significados distintos e ser mais fácil de escolher.
Antes, cada prêmio vinha com alguns Steam Points que podiam ser usados na loja de pontos. Isso criou um ciclo onde trolls publicavam conteúdo chamativo só para receber o palhaço e acumular pontos. Em comunicado, a empresa afirmou que esse sistema privilegiava um tipo estreito de conteúdo e afastava contribuições mais bem pensadas. Também foi removido o badge de perfil para quem dá ou recebe essas reações.
Os 12 prêmios atuais incluem itens simples como medalha dourada, flor, coração, pimenta, risada, símbolo 100, salva-vidas, alvo, +1, lâmpada, baú do tesouro e uma xícara de bebida quente. Todos custam a mesma quantia de pontos e podem ser exibidos em uma vitrine no perfil. As premiações da primeira edição não podem mais ser concedidas.
Não é uma solução mágica para toda a toxicidade, mas elimina o incentivo direto para quem posta lixo só para ganhar reações. No fim, a mudança dificulta transformar premiações em ferramenta de humilhação e pode deixar as conversas nas comunidades um pouco menos tóxicas.
Ao explorar Heartopia você vai ver vários animais, como alpacas, pássaros e até capivaras e pandas. Porém, esses animais não podem ser domesticados. No momento, só é possível desbloquear cães e gatos como pets em Heartopia.
Heartopia é focado em hobbies, e cuidar de gatos e cães são atividades separadas. Você precisa avançar nos níveis de membro D.G. para liberar essas opções, mas vale a pena quando você ver esses bichinhos.
Você desbloqueia a opção de cuidar de pets ao alcançar o nível 12 como membro D.G. Assim que atingir esse marco, você recebe uma missão que pede para conversar com a Sra. Joan no centro de adoção, no centro da cidade.
Ao falar com a Sra. Joan ela explica o processo de adoção. Infelizmente para quem prefere cães, a missão exige que você adote um gato primeiro; se falar com a Sra. Joan logo em seguida, ela passa a explicar também sobre os cães.
Há três cães e três gatos disponíveis para adoção, e as espécies mudam diariamente. Se estiver no meio da missão e não encontrar uma espécie que goste, basta esperar até o dia seguinte.
Depois de adotar e nomear o pet, ele vai direto para sua casa para você criar vínculo por meio de alimentar, acariciar, brincar e dar banho. As interações mudam um pouco para cães: além dessas ações, você também pode passear e treinar o filhote.
No momento, apenas gatos e cães podem ser adotados no centro da Sra. Joan. Seria legal ver mais animais no futuro, como pássaros ou porquinhos-da-índia, mas por enquanto esses são os únicos pets disponíveis.
No final do episódio mais recente da segunda temporada de Fallout, surge por um instante uma tela que cita a FEV. Após sair do Vault 31, Norm e o grupo chegam à sede da Vault-Tec, onde Norm usa um terminal e lê uma entrada que começa explicando a FEV. A mensagem é interrompida quando outro personagem destrói o terminal. Mesmo breve, a aparição deixa claro que o vírus existe no universo da série.
FEV, o Vírus de Evolução Forçada, foi criado pela West Tek antes da Grande Guerra. Nos jogos, ele altera genes e corpos para criar soldados e novas formas de vida. Há referências a quem queria usar abrigos para experimentos, incluindo menções que apontam para o Vault 87, fonte dos Super Mutantes nos jogos. O FEV esteve ligado a grupos como o Enclave e a figuras como o Mestre, responsável por transformar pessoas em monstros no primeiro jogo.
Com a FEV citada, é provável que a série introduza Super Mutantes em algum momento da segunda temporada. Resta ver quando isso vai acontecer e como será mostrado. A presença do vírus amplia as possibilidades de conflitos e horrores no Wasteland. Vamos aguardar os próximos episódios para conferir o impacto dessa ameaça.