© 2026 Todos os direitos reservados.
Política de Privacidade

Você não vai acreditar: novo jogo de Jonathan Blow mistura 4 quebra-cabeças em uma saga de 500 horas
Order of the Sinking Star

Jonathan Blow, criador de Braid e The Witness, revelou seu novo jogo, Order of the Sinking Star, que está em desenvolvimento há nove anos. Ele descreve o título como um ‘game design supercollider’: quatro jogos de quebra-cabeça distintos são combinados para formar uma grande quimera de enigmas. O projeto promete cerca de 500 horas de conteúdo focado na resolução, com regras e mecânicas que se misturam e se transformam ao longo da jornada.

Em entrevista, Blow afirmou que o gênero de quebra-cabeças anda meio estagnado. Muitos jogos parecem privilegiar apenas a dificuldade, sem ligar os desafios a uma ideia maior. Para ele, projetar um enigma é uma coisa; fazer o jogador entender do que aquele enigma trata é outra. Essa preocupação com significado marca os próprios jogos de Blow: The Witness usa reflexões de filosofia e ciência para dar contexto aos puzzles, e Braid inclui uma camada narrativa que altera a forma como vemos os enigmas.

Blow também comentou jogos recentes que o influenciaram. Ele citou Stephen’s Sausage Roll como um exemplo de obra brutal e pouco acolhedora, mas que, na visão dele, é um dos melhores puzzles já feitos. Falou ainda sobre Trifolium: The Adventures of Gary Pretzelneck, que começa parecendo um jogo simples mas revela ideias inesperadas. No geral, ele diz que poucos títulos recentes o entusiasmaram, e que Order of the Sinking Star quer ser um experimento ambicioso para devolver novidade ao gênero.

Você pagaria R$1.900 por um teclado com Stream Deck embutido? Conheça o Corsair Galleon 100 SD
Micron

A Micron anunciou o 3610 NVMe, o primeiro SSD cliente PCIe Gen5 com memória QLC da empresa. O modelo usa NAND G9 e chega como aposta para combinar maior densidade com desempenho acessível. A ideia é manter a presença no mercado consumidor e abrir caminho para SSDs mais baratos no futuro.

O 3610 é um drive sem DRAM, pensado em eficiência energética, com até 43% mais desempenho por watt em relação a gerações anteriores. As taxas sequenciais chegam a 11 GB/s na leitura e 9,3 GB/s na escrita. As versões maiores oferecem desempenho superior; o modelo de 1 TB tem escrita limitada a cerca de 7,2 GB/s. Está disponível nos tamanhos M.2 2280, 2242 e 2230 e em capacidades de até 4 TB, o que o torna suficiente para muitos jogos e para notebooks finos.

Historicamente a QLC era evitada por ser mais lenta e menos resistente, mas a tecnologia tem evoluído com camadas mais densas e ganhos de velocidade e escrita. Para quem joga, o 3610 promete ser um drive rápido e econômico. A Micron também aponta usos para cargas de trabalho de IA, mas, na prática, o SSD funciona bem como unidade rápida para armazenar e rodar jogos.

HyperX Neurable
Headsets

A HyperX anunciou uma parceria com a startup Neurable para criar um headset de jogo que também lê sinais cerebrais. A ideia é usar sensores parecidos com EEG espalhados na borda das conchas para interpretar a atividade do cérebro em tempo real, com ajuda de inteligência artificial, e assim ajudar jogadores a melhorar foco e mira. A novidade foi mostrada como conceito na CES 2026.

A empresa já tem fones com função de leitura cerebral em pré-venda, com preço aproximado de R$2.600, e promete entregar ferramentas de “insights cognitivos” para identificar os momentos do dia em que a pessoa rende mais. O protótipo visto no evento não tinha braço de microfone e parecia pesado demais para longas sessões, mas modelos conceituais mostram que o produto final deve trazer microfone e ajustes de design. A previsão é que o lançamento comercial ainda esteja a pelo menos um ano.

Durante testes com o protótipo, um avaliador notou que um programa de preparação chamado “Prime” melhorou ligeiramente a precisão e o tempo de reação. A ideia de cortar distrações e treinar a mente tem apelo, mas sobra dúvida se vale pagar o preço e confiar dados cerebrais a empresas. Para muita gente, tapar os ouvidos ainda pode ser a solução mais prática.

Cena de Clair Obscur: Expedition 33
Clair Obscur: Expedition 33

O diretor de Clair Obscur: Expedition 33 admitiu que a dificuldade do chefe final ficou meio fora do que os desenvolvedores esperavam para quem faz tudo antes do fim. Completistas que chegam ao Ato 3 costumam sair pelo mundo aberto, resolver todas as missões opcionais e depois voltar para o chefe já tão fortes que a luta vira passeio. Isso deixou muita gente que queria um duelo desafiador um pouco desapontada.

Em entrevista, o diretor explicou que subestimou esse comportamento dos jogadores e que faltou deixar claro qual é a ordem ideal de jogo. A ideia da equipe não era punir quem explora, mas garantir que quem quisesse ver a história também pudesse ir direto ao final se preferisse. O programador principal acrescentou que a equipe foi cautelosa porque não esperava tanto sucesso; por isso a estrutura ficou mais flexível. Surpreendeu o time ver tantas pessoas completar todo o conteúdo antes de encarar a sala final.

Isso não quer dizer que o chefe deveria escalar para forçar completistas a sofrer. A equipe não se arrepende totalmente do caminho escolhido, mas reconhece que a experiência podia ser explicada melhor. Se você quer o desafio planejado, evite limpar todas as missões opcionais antes de fechar a história; jogue no ritmo natural e deixe o pós-jogo para explorar. Quem já fez tudo pode aproveitar o conteúdo extra ou recorrer a ajustes de dificuldade, quando disponíveis.

Aura Nebula
Fones de Ouvido

A Soundpeats apresentou no CES 2026 os fones Aura Nebula, uma aposta em áudio de alta fidelidade com recursos para gamers. Eles usam um sistema híbrido de cinco drivers com crossover eletrônico três vias: um dynamic de 10 mm, um planar de 6 mm, dois balanced armatures e um micro-planar tweeter. A ideia é combinar graves fortes, médios detalhados e agudos com brilho.

Cada componente tem função clara: o driver dynamic entrega impacto e punch nos graves; o planar busca rapidez e textura no meio; os balanced armatures fornecem precisão e definição; e o micro-planar acrescenta extensão e ar nos agudos. Para jogadores, o que importa é o modo de baixa latência que reduz o atraso de áudio. Também há suporte a codecs de alta qualidade como LDAC, cancelamento de ruído ativo híbrido, redução de ruído em chamadas baseada em IA com três microfones, design externo em S resistente ao vento, carregamento sem fio rápido, pareamento com dois dispositivos e equalizador multibanda no aplicativo.

O lançamento está previsto para a primavera com preço sugerido de cerca de R$1.000. No papel, a mistura de drivers pode entregar um som detalhado sem chegar aos valores dos fones totalmente planar. Se a latência for realmente baixa e o ajuste do aplicativo funcionar bem, os Aura Nebula podem ser uma boa opção para quem joga no PC e quer som de qualidade sem gastar demais. Testes práticos vão dizer se a ideia se confirma.

AMD vai abrir grande parte do FSR 4 — veja o que muda para jogadores e modders
AMD

A AMD anunciou em uma sessão com a imprensa que pretende liberar a maior parte da biblioteca do FSR 4 como código aberto, mas que vai manter o núcleo da tecnologia fechado. A empresa quer dar acesso às ferramentas do SDK, mas proteger os detalhes das redes neurais para não facilitar a vida dos concorrentes.

O FSR 4 é a versão mais recente do sistema de upscaling e geração de frames da AMD. Diferente das versões anteriores, ele depende das unidades matriciais das GPUs RDNA 4 porque usa redes neurais para corrigir artefatos e interpolar frames. Versões anteriores já estão disponíveis sob licença MIT. Uma liberação acidental do código no ano passado permitiu que modders testassem o FSR 4 em GPUs mais antigas, embora com impacto de desempenho.

Com a biblioteca pública, deve ficar mais fácil criar apps de terceiros e ferramentas que melhorem como o FSR é aplicado nos jogos. Isso pode simplificar a vida de quem cria mods e de quem quer sobrepor o FSR em jogos sem depender tanto dos drivers. Mesmo assim, manter o núcleo fechado significa que os modelos e segredos que fazem o upscaling avançado vão continuar protegidos. No fim das contas, jogadores e modders ganham mais opções, mas nem tudo será liberado.

Maxwell 2 chega com 16 melhorias e app novo — vale a pena trocar?
Audeze

Audeze apresentou o Maxwell 2, a nova versão do seu headset planar que já era referência para quem busca som de alta fidelidade em jogos. A empresa afirma ter aplicado 16 melhorias sugeridas pela comunidade e, importante, lançou um app totalmente novo para gerenciar seus produtos.

Na parte técnica, os fundamentos foram mantidos: drivers planars de 90 mm, matriz de ímãs Fluxor, sistema Fazor e bateria de 1800 mAh. O peso subiu de 490 g para 560 g, e grande parte desse aumento vem do SLAM (Symmetric Linear Acoustic Modulator), um sistema físico de canais para reforçar graves e equilíbrio. As conchas ganharam um leve porting, a alça superior passou a ser ventilada para reduzir o calor em sessões longas, e há skins magnéticas nas laterais para personalização.

O microfone teve a largura de banda dobrada para captação de voz mais limpa, a precisão espacial e a remoção de ruído por IA foram melhoradas, e o headset agora suporta Bluetooth Auracast — ainda sem conexões Bluetooth simultâneas. No conjunto, os ajustes prometem preservar o caráter audiophile do Maxwell enquanto melhoram funcionalidades práticas para jogadores.

O app novo é um salto em usabilidade: interface mais limpa e desempenho superior ao antigo, embora haja instabilidade ao conectar via USB entre cabo e dongle. A versão para PlayStation está disponível e custa cerca de R$1.700; a versão para Xbox tem atraso de 2–3 semanas por um problema regulatório e sai por volta de R$1.800, já com licença para Dolby Atmos. Testes detalhados serão publicados quando o headset ficar disponível para avaliação.

Você não vai acreditar: dragão esquelético de Skyrim aparece em cena de Doctor Who
Skyrim

Um usuário notou algo curioso em um episódio de Doctor Who: uma imagem de um dragão esquelético idêntica à de Skyrim aparece em um plano de fundo. A aparição é rápida, mas a semelhança fez quem viu pausar e olhar com atenção.

A arte coincide com a imagem usada para o Dragão Esquelético na wiki da série Elder Scrolls. A página da wiki existe desde 2011, e o episódio foi ao ar em 2017, então é possível que a imagem tenha sido reaproveitada. Outro fã fez uma sobreposição da cena com a arte e mostrou que cabeça, costelas e cauda se alinham de forma bem convincente. Isso acabou gerando um GIF que facilita ver o encaixe perfeito.

Não é algo raríssimo no universo de efeitos visuais. Muitas vezes equipes usam imagens prontas ou ativos simples para preencher fundos, principalmente em cenas rápidas. Às vezes vira gafe; às vezes vira curiosidade entre fãs. Casos semelhantes já apareceram antes, quando artes ou fotos foram reutilizadas sem muita atenção.

No fim das contas, é um achado divertido para quem gosta de reparar detalhes nos jogos e nas séries. Mostra como nosso instinto de reconhecer padrões funciona — hoje a melhor utilidade é para trivia nerd, não para escolher plantas comestíveis.

Você pagaria R$1.900 por um teclado com Stream Deck embutido? Conheça o Corsair Galleon 100 SD
Intel

Intel e Samsung Display apresentaram uma tecnologia chamada SmartPowerHDR que promete reduzir o consumo das telas OLED em notebooks. O sistema analisa o pico de brilho de cada quadro em tempo real e envia essa informação ao controlador do painel (TCON). Com isso, a tensão aplicada ao painel é otimizada conforme quantos pixels estão ativos na tela, em vez de manter a voltagem no máximo como no HDR tradicional.

As empresas afirmam que a economia chega a cerca de 22% no uso diário e cerca de 17% durante conteúdo HDR. Jogos com suporte a HDR tendem a solicitar tensão mais alta com mais frequência, por isso a redução é menor em cenas realmente HDR. Já tarefas como navegar na web, abrir arquivos ou digitar em documentos consomem muito menos quando a voltagem é ajustada dinamicamente.

Não ficou claro se a função vai exigir hardware dedicado ou se pode ser entregue por atualização de software, o que pode afetar a rapidez da adoção. Também há limitações práticas: o HDR no Windows ainda pode ser instável e, em muitos casos, é desativado quando o notebook está na bateria.

Mesmo assim, qualquer ganho no painel — que responde por mais da metade do consumo de um notebook — é bem-vindo. Se a SmartPowerHDR funcionar sem prejudicar a qualidade em jogos, pode significar mais autonomia para notebooks e melhores resultados em monitores OLED voltados para games.

Guia: O truque simples para ligar toda a sua base em StarRupture (sem fios!)
StarRupture

Em um jogo sobre construir linhas de produção cada vez maiores, StarRupture tropeça no primeiro passo: criar uma rede elétrica que as sustente. O tutorial explica por cima, mas gerar eletricidade e descobrir como ligar a energia às máquinas não é tão intuitivo quanto parece.

Se você tem colocado Escavadoras de Minério e outras máquinas sem critério e elas não ligam, mesmo com muitos painéis solares, algo está errado. Aqui explico como conectar energia às máquinas da base, com dicas que aprendi na prática.

Como gerar e conectar energia em StarRupture

Para conectar energia à sua base, construa um gerador, como um painel solar, e conecte-o às máquinas usando trilhos, fundações de plataforma ou pontes. Em StarRupture não existem fios; todos os trilhos e peças de piso conduzem eletricidade.

O ideal é cobrir o chão com passarelas e máquinas, deixando pouca terra à mostra. Assim você pode encadear a energia e levar eletricidade por toda a base.

Coloque geradores ao redor do Núcleo da Base ou das máquinas de produção. Atenção: as Escavadoras de Minério não contam e não são energizadas apenas com um gerador ao lado delas.

Você terá problemas de energia ao montar uma nova linha de produção distante, que não esteja ligada ao que já existe perto do Núcleo da Base. Nesse caso, siga estes passos:

  • 1. Construa a Escavadora de Minério.
  • 2. Coloque outras máquinas, como um Fundidor ou um Lançador de Carga Orbital.
  • 3. Construa geradores de energia ao lado do Núcleo da Base ou das máquinas de produção, como o Fundidor, garantindo que as fundações estejam se tocando.
  • 4. Conecte todas as máquinas usando trilhos (ou plataformas, mas você precisará de trilhos para mover itens).

Tudo deve então ligar e funcionar continuamente. Se não funcionar, provavelmente o sistema precisa de mais eletricidade: adicione mais geradores. Com o tempo você desbloqueará geradores melhores e mais eficientes que os painéis solares, então não precisará lotar o mapa de painéis por muito tempo.

Lenovo revela notebook com tela enrolável que vira monitor de 24 polegadas — ideal para gamers em viagem?
Lenovo

No CES de 2026, a Lenovo apresentou um conceito de notebook com tela enrolável que muda de um formato compacto para uma tela grande e horizontal. No ano anterior, a Lenovo tinha mostrado uma versão vertical com proporção diferente, e agora optou pelo formato widescreen. A ideia é que a tela expanda para 21,5 polegadas no modo Tactical e para 24 polegadas no modo Arena, replicando tamanhos usados em competições. Por ser enrolável, o aparelho busca combinar portabilidade com uma visualização mais imersiva para jogos.

A empresa afirma que o objetivo é atender atletas de esports que precisam de desempenho profissional em viagem, permitindo treinar em condições parecidas com torneios. Mesmo assim, o público comum também ganharia com a tela expansível, que deixa o notebook leve para transporte e amplo para jogar quando aberto. Ainda é só um conceito e não há produto final disponível.

Apesar do foco em esports, a tela horizontal parece mais prática do que a versão vertical mostrada no ano anterior. Se o mecanismo não aumentar muito o peso e o volume, um modelo baseado no Legion Pro 7i poderia ser uma opção portátil que supera até notebooks enormes em imersão. Vale ficar de olho: a ideia é interessante e pode mudar como levamos equipamentos para treinos e viagens.