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Latin American Games Showcase

Gunny Ascend pega a fórmula clássica de empilhar blocos e injeta um jogo de ação inteiro em cima disso. Cada peça que cai é plataforma, arma e ameaça ao mesmo tempo, enquanto você tenta subir, escapar e não ser engolido pelo caos. Você controla Gunny, um operário quieto jogado no meio de um conflito dimensional depois de ser capturado pelos Collectors, criaturas obcecadas em “preservar” histórias. Com a ajuda do mentor Wako e um caminhão que controla portais, a meta vira libertar outros prisioneiros e montar um time para derrubar esses colecionadores de gente.

A graça está na mistura: blocos caem em alta velocidade, você se move em tempo real entre eles, improvisa plataformas, desvia de perigos, enfrenta inimigos e monta estratégias de run em estilo roguelite, com combinações diferentes de itens, riscos e modificadores a cada tentativa. O jogo promete 30+ personagens e mundos, 7 chefes com mecânicas bem distintas e 40 itens para equipar, combinar e testar até achar o loadout que encaixa melhor com seu jeito de jogar.

Gunny Ascend também puxa forte para a cultura indie: cruzando dimensões, você encontra referências, personagens inesperados e homenagens a outros jogos independentes, sempre com visual colorido, ritmo acelerado, trilha original da Cactus Bear e suporte a controle, modo história roguelite e PvP online. Você encara essa mistura de puzzle retrô com plataforma agressiva e fuga dimensional ou prefere manter seus blocos quietos e organizados?

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Hack And Climb te coloca literalmente na lâmina: você é um machado amaldiçoado, jogado no abismo e condenado a escalar uma montanha inteira em pura sede de vingança. É um plataforma 2D baseado em física em que o próprio movimento depende do jeito que você gira, lança e finca a arma nas superfícies. Cada arremesso vira um cálculo minucioso: errar significa despencar, acertar rende aquele microtriunfo que empurra mais alguns metros rumo ao topo.

A progressão gira em torno de dominar esse controle e desbloquear até 10 armas diferentes, cada uma com comportamento, alcance e “personalidade” próprios, exigindo reaprender a escalar com novos prós e contras. O trajeto passa por minas antigas, florestas encharcadas de chuva e tempestades congelantes de alta montanha, sempre usando o machado como único meio de locomoção real. A ideia é clara: desafio alto, porém descrito como “justo”, com fases pensadas para testar persistência e precisão em igual medida, incluindo modos de dificuldade mais pesados como o Lendário.

No pacote vêm single-player com conquistas, estatísticas, Nuvem Steam e Compartilhamento em família, suporte a vários idiomas (incluindo PT-BR com interface e dublagem) e demo gratuita já disponível, com layout de controle próprio e compatibilidade total com Steam Deck e gamepads. Esse tipo de escalada punitiva usando só física e um machado rancoroso entra no seu radar ou você passa longe desse tipo de dor autoinduzida?

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Onikura é um jogo de plataforma 2D em esquema de Boss Rush que gira totalmente em torno de combate preciso e customização de estilo. A ideia é simples na teoria e cruel na prática: enfrentar chefes seguidos em batalhas intensas, usando parry, cortes rápidos, cura, especiais, talismãs e upgrades para moldar o jeito que você luta. Cada vitória te deixa mais forte, mas também puxa inimigos ainda mais agressivos pela frente, mantendo a curva de dificuldade sempre em alta.

A ambientação puxa para uma fantasia inspirada no Japão, onde você é a última esperança contra os Onis que devastam a terra. A missão é derrotar cada um deles e selar suas almas em uma grande árvore sagrada, usando justamente o poder dessas almas absorvidas para desbloquear novas habilidades e técnicas. O combate é descrito como frenético, com foco em slashes rápidos e parry cirúrgico, exigindo decisões constantes entre atacar, defender, curar ou gastar recursos em especiais no momento certo.

Além disso, o jogo promete cenários e trilhas únicas para cada confronto, sistema de progressão que permite criar builds diferentes ao longo da jornada e aquela estrutura pura de boss rush: nada de fases longas cheias de enfeite, o foco está nos duelos que “ficam na memória”. Onikura terá campanha single-player, suporte total a controle, conquistas, Steam Cloud e leaderboard, com demo já disponível no Steam para quem quiser testar esse ritmo de pressão constante antes do lançamento completo. Você encara um jogo inteiro construído em cima de chefes difíceis e parry milimétrico ou isso já acende todos os seus traumas de soulslike?

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Llamalandia mistura aventura relaxada com construção de vilarejo em plena cordilheira, no altiplano boliviano. Você controla uma lhama que se perdeu nas montanhas e precisa encarar desafios enquanto cruza desertos dourados, picos nevados e templos antigos, em uma jornada bem direta: encontrar sua família e salvar o restante da espécie. Cada passo faz o mundo reagir, como se a história fosse sendo escrita no caminho em vez de só jogada na sua frente.

Além de explorar cenários cheios de bichos e surpresas, o jogo deixa você montar seu próprio santuário de lhamas. Com os tesouros encontrados nas viagens, dá para planejar casas aconchegantes, fazendas e estruturas especiais, criando um lugar que funciona tanto como base quanto como lar para a sua turma peluda. A ideia é ver esse refúgio crescer conforme a campanha avança, sempre ligado ao que você faz fora dali.

O coração do jogo está nos laços que você cria: cada nova lhama traz personalidade própria e um vínculo diferente, enquanto filhotes correm, brincam, aprendem e crescem junto com você. O santuário também abre espaço para outros moradores, como alpacas, guanacos, tatus e mais criaturas típicas das terras altas, transformando o mapa em um zoológico doméstico cheio de momentos tranquilos e bem pessoais. Você teria paciência para cuidar dessa base de lhamas e amigos ou prefere deixar o altiplano para outro jogador?

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Hayaku! Island of Darkness é um metroidvania retrô inspirado na era 8-bit, focado em plataforma desafiadora, combate direto e uma história centrada em uma ilha cheia de criaturas anômalas. Você controla Hayaki, um soldado da organização Reikan, enviada para investigar o que está causando o surgimento desses monstros em um lugar teoricamente isolado. Além da missão oficial, ele ainda procura o irmão desaparecido, também membro da Reikan, o que amarra a exploração da ilha a um objetivo bem pessoal.

O jogo aposta em mapas grandes com sistema de mapa interno e estações de navegação que destravam o layout de cada área conforme você avança, dando aquela sensação de “desenhar” a progressão aos poucos. No combate, o destaque é o Arsenal System: você pode explorar e criar mais de 12 armas que funcionam como upgrades tanto para a espada quanto para a pistola. Cada arma sobe de nível e muda de comportamento conforme evolui, o que abre espaço para montar estilos de jogo bem diferentes usando o mesmo kit básico.

Outra peça central é o Ride Armor Customization System: ao encontrar partes de Ride Armor espalhadas pelo mapa, você monta e ajusta o seu robô de combate, liberando habilidades novas e upgrades específicos para enfrentamentos mais pesados. Tudo isso vem embalado em visual inspirado em NES, com pixel art que mistura nostalgia com detalhes mais modernos, mais uma trilha chiptune feita como se tivesse sido composta para um console 8-bit clássico. Esse combo de metroidvania retrô, arsenal evolutivo e mecha customizável te anima ou você prefere deixar essa ilha anômala para outro agente da Reikan?

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One Card One Shot – Mafia vende a ideia sem rodeio: explorar o submundo da máfia no “primeiro Sniper Card Game”, onde cada missão mistura estratégia de cartas, mira precisa e decisões em segundos. A cada contrato surgem novos inimigos, cartas e mecânicas, em partidas cheias de surpresas que terminam sempre com a mesma sensação: o que vem na próxima rodada?

O jogo alterna entre duas perspectivas bem marcadas: quando é hora de pensar, o foco vai para uma visão top-down estratégica, em que você joga e administra suas cartas; quando é hora de agir, a câmera entra em modo FPS 3D, colocando você atrás da mira de um sniper no meio de perseguições de carro, tiroteios intensos e momentos em que cada movimento pesa. Essa troca acompanha o ritmo da missão e amarra na prática o que a descrição promete: cartas decidem o rumo, balas decidem quem continua vivo.

No papel, One Card One Shot – Mafia fica na encruzilhada entre ação, estratégia e deckbuilding, com elementos de roguelite, furtividade e “choices matter”, tudo em campanha single-player com conquistas, Steam Cloud, leaderboards e suporte completo a português do Brasil, incluindo dublagem. Parece o tipo de jogo que você deixaria fixo na barra de tarefas para alternar entre partidas rápidas e sessões longas ou esse casamento de card game com sniper não te convence?

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SHADE Protocol é um metroidvania 2D de fantasia cibernética em um mundo que está literalmente desmoronando. Elythium, um metal senciente, se voltou contra tudo e reescreveu as regras da existência. Você controla Zura, uma Replica protótipo capaz de recompilar a realidade, última esperança de humanos e máquinas com vontade própria. A jornada passa por ruínas de civilizações, tecnologias esquecidas e uma guerra entre SHADEs, Xaviors e o próprio SHADE Protocol, que ameaça apagar o que sobrou.

O jogo gira em torno de combate preciso, mobilidade fluida e um sistema de formas duplas: DAWN e SHADE. Alternar entre elas muda o estilo de jogo em tempo real, permitindo encaixar combos, parries e counters em sequência. As armas são “Instruments”, código transformado em armamento inspirado em música, cada um com função específica em combate e exploração. Lança crepuscular, machado do nascer do sol, chakram da meia-noite: cada instrumento abre possibilidades diferentes de abordagem enquanto você atravessa Bastions interconectados em alta velocidade.

O UNISON System é o centro da parte “engenharia de realidade” do jogo: o mundo existe como código, e Zura pode manipular eventos, revisitar momentos-chave e decidir seus desfechos, afetando facções inteiras. Perfeitos parries e counters restauram Echo, recurso essencial para ataques poderosos e defesa avançada, criando um loop em que jogar bem alimenta ainda mais agressão e controle. Com suporte total a controle, foco em campanha single player e forte ênfase em narrativa, SHADE Protocol claramente mira quem gosta de metroidvania exigente, com sistemas interligados e mundo denso para destrinchar. Esse tipo de metroidvania que mistura música, código e parry afiado entra na sua lista de desejados ou passa longe do seu backlog?

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Mutter coloca você na pele de Maddox Holloway, um garoto de 9 anos vivendo no interior da Inglaterra em 1940, enquanto o pai está na linha de frente da Segunda Guerra. Em casa, a batalha é outra: uma doença estranha começa a consumir a mãe dele, deformando corpo e mente até algo cada vez mais monstruoso. O jogo acompanha essa tentativa desesperada de entender o que está acontecendo, sobreviver dentro da própria casa e, ao mesmo tempo, tentar se agarrar à lembrança de quem ela era antes de tudo desandar.

O mundo de Mutter foi todo construído com estética stop-motion artesanal, com cenários cheios de textura esquisita, clima pesado e aquele tipo de horror que foca mais em tensão psicológica e impacto emocional do que em susto barato. Você explora o campo, pedala entre diferentes áreas com a bicicleta, resolve quebra-cabeças ambientais e vai desenterrando o mistério por trás da maldição da família Holloway, sempre em terceira pessoa, com pegada de adventure e exploração.

Além de fugir e investigar, você ainda precisa cuidar do jardim, colher vegetais e ervas e usar tudo isso para criar itens que sustentam a história: sopas, comidas, poções e receitas específicas que ajudam a manter tanto Maddox quanto a mãe vivos pelo maior tempo possível. Tudo isso amarrado por uma trilha sonora original pensada para sustentar essa mistura de fantasia sombria, trauma e horror doméstico. Você encararia um jogo onde o “boss” mais assustador é a pessoa que deveria cuidar de você?

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RoadOut é um action RPG em visão de cima que junta exploração de masmorras com direção em um mundo pós-apocalíptico dominado por uma inteligência artificial. Você controla Claire, uma mercenária que vive de contratos de entrega, sabotagem e assassinato na Zona Morta, uma região desértica onde rebeldes e três facções rivais tentam sobreviver ao caos. A ideia é simples de entender: pegar trabalho, cruzar o deserto dirigindo, lidar com gangues, robôs e bandidos no caminho e, no meio disso tudo, cavar mais fundo no passado de Claire e na origem dessa IA que arrasou o mundo.

A estrutura mistura exploração de mundo aberto sobre rodas com dungeons cheias de puzzles e combate twin stick a pé. No carro, você cruza cavernas, cidades, bunkers e estradas destruídas, entra em corridas mortais e encara combates veiculares em pistas e arenas que lembram muito jogos de corrida de combate clássicos, com direito a armas e tecnologia embarcada. Fora do carro, o foco vai para golpes corpo a corpo e à distância, uso de escudo, gerenciamento de cura por drogas criadas no caminho e resolução de enigmas em cenários que parecem 2D, mas usam perspectiva rotacionável em 3D.

Conforme avança, você mexe em tudo: árvore de habilidades, modificações corporais, implantes cibernéticos, arsenal, além de upgrades no carro para aguentar terreno, clima e ciclo de dia e noite da Zona Morta. O jogo é single player, com conquistas na Steam, suporte total a controle e dublagem em português do Brasil, e ainda assume sem vergonha inspirações em The Legend of Zelda, GTA e Rock’n Roll Racing na forma como mistura história, missões e corridas. Esse tipo de híbrido de dungeon crawler com corrida top-down te anima ou você prefere manter RPG e jogo de corrida em pastas separadas na biblioteca?

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Into The Grid propõe aquele casamento bem explícito de deckbuilder roguelike com RPG de mesa em clima cyberpunk. As batalhas são inteiras em cartas, mas a exploração de mapa é quase de wargame: cada nó, cada rota e cada recurso exigem cálculo frio. O Grid é essa paisagem digital infinita onde toda informação vive, cheia de recompensa obscena e ameaça constante, e o jogo te força o tempo todo a decidir se avança, recua, desvia, pega o bônus pequeno agora ou segura a aposta para um prêmio maior depois.

O sistema de recursos gira em torno de um conceito próprio: toda carta tem seu efeito e, ao mesmo tempo, gera VIM, uma Memória Virtual que impede mãos “mortas”. Essa VIM alimenta os Comandos, habilidades desbloqueáveis que funcionam como macro de poder bruto, virando completamente o rumo de um combate quando encaixadas na hora certa. O Repo é seu arsenal vivo: novos programas entram, os fracos são descartados, sinergias estranhas aparecem e o baralho vai se concentrando em poucas linhas de ataque bem específicas.

Como hacker, seu Console é tratado quase como corpo extra: você destrava mods, vantagens de hardware e opções que mudam a forma de abordar cada run. O plano é ter quatro personagens jogáveis, cada um com mecânicas e narrativa próprias, expandindo o Grid em direções diferentes conforme o acesso antecipado evolui; você se anima em quebrar essa rede carta por carta ou prefere deixar as corporações mandando no ciberespaço?

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Hollow Stories: Lockdown é um survival horror noir ambientado nos anos 1990. A cidade vive em estado de sítio, com corrupção policial e um culto atuando nas sombras. O jogo coloca você no meio dessa teia de crimes, onde investigar, escolher e sobreviver são ações constantes. Nada é totalmente claro, e a tensão cresce a cada esquina.

A jogabilidade mistura câmeras fixas em terceira pessoa com mira em primeira pessoa durante o combate. A proposta puxa para os clássicos do fim dos anos 90, mas com controles e ritmo mais modernos. A progressão exige exploração cuidadosa, resolução de puzzles em uma delegacia sombria e gerenciamento de inventário à moda antiga. Munição e recursos são escassos, o que torna cada confronto mais perigoso.

O visual segue um estilo modern-retro que lembra gráficos de PS1, porém com mais definição. A estética é escura e a trilha sonora aposta em suspense retrô. A narrativa aborda crimes policiais, conspirações internas e rituais do culto infiltrado na força. Há combate contra inimigos armados e cenas de assassinato e sacrifício, sem apelar para sexualização, drogas ou autoagressão.

O jogo é single-player e traz conquistas na Steam, além de dublagem e legendas em português do Brasil. Também tem suporte oficial para Windows e para Linux via Proton. Hollow Stories: Lockdown mistura investigação, medo e escolhas morais. Depois dessa combinação de culto, delegacia e câmera fixa, você teria coragem de jogar de fone no escuro ou deixaria para outro horário?