#Call of Duty
https://www.youtube.com/@715TEAM/videos
Uma discussão online levanta perguntas sobre a relação entre a Battlestate Games e o grupo russo 715 Team. Duas galerias de imagens mostram o COO Nikita Buyanov ao lado de membros do 715 Team, além de capturas no Escape from Tarkov com grafites e itens cosméticos ostentando ‘715’ e ‘train hard’, ligados ao slogan do grupo.
Segundo uma matéria de 2022, descreve proximidade com o esforço militar russo, citando que a Battlestate gravou vídeos promocionais com um fabricante de armas e que funcionários teriam sido vistos em fotos com apoiadores da guerra. Não é possível confirmar a maior parte das alegações, pois posts e vídeos originais foram apagados e muito contexto está em russo.
Apesar disso, a discussão ganhou as redes sociais e em threads da comunidade de Tarkov, com fãs debatendo o assunto. A Battlestate Games nunca expressou apoio formal à invasão da Ucrânia, mas as ligações descritas continuam a gerar curiosidade e debate.
O tema mostra como entretenimento pode se misturar com questões reais. Além disso, há pessoas que continuam a apoiar ações humanitárias, como doações a organizações que ajudam a Ucrânia, em entrevista e nas redes sociais.
Quem lê, também pode considerar apoiar organizações humanitárias como a World Central Kitchen ou a Razom for Ukraine.
E você, o que acha disso tudo? Você toparia apoiar ações humanitárias enquanto joga Escape from Tarkov?
Glen Schofield, ex-diretor do Call of Duty, relembra o dia em que mostrou aos executivos da Activision a ideia do boost jump de Advanced Warfare. A reação quase o expulsou da sala.
Às vésperas da segunda década da série, a ideia não era apenas novidade de campanha. O moveset prometia mudar as regras do multiplayer, abrindo caminhos vertiginosos e combos de salto e dashes no ar.
Mesmo com o receio de dividir fãs, a Activision aprovou. A Sledgehammer ganhou crédito por ter ajudado a manter Modern Warfare 3 vivo, quando boa parte dos desenvolvedores originais saiu para trabalhar em Titanfall.
No início, o movimento incluiu protótipos com saltos na parede. Fazer o salto divertido levou tempo; era como criar um jogo novo com um herói que pula e atira em todas as direções.
Havia a ideia do exoesqueleto, o que exigia testes. A Activision pediu para recuar cinco anos, deixando Advanced Warfare cerca de 45 anos no futuro.
Durante o desenvolvimento, Schofield fez uma visita privada ao Jet Propulsion Laboratory da NASA em Los Angeles. Um cientista mostrou um tanque caminhante, e isso ajudou a fundamentar a visão de exoesqueleto.
O jogo foi lançado em 2014 com aclamação crítica, ainda que a movimentação fosse vista como menos fluida do que em Titanfall. Os exoesqueletos criaram caçadas rápidas e divertidas, porém com o tempo a ideia ganhou cansaço entre a comunidade.
Mais tarde, o boost jump apareceu em títulos da mesma série, e fãs começaram a pedir menos inovação assim. Bobby Kotick comentou que a equipe talvez tenha inovado demais.
Sem Advanced Warfare 2, a série voltou ao terreno conhecido da Segunda Guerra Mundial, com o slogan boots on the ground. Schofield diz que fez o jogo para os fãs, equilibrando criação e negócios. E você, toparia ver mais inovações arriscadas assim?
Call of Duty: Black Ops 7 já está disponível, e a polêmica de arte gerada por IA parece inevitável. Muitos fãs dizem que as imagens das calling cards foram criadas por IA, com visual no estilo Studio Ghibli.
As imagens surgem nas redes sociais, gerando reclamações sobre o design das cards de apresentação. A suposta arte gerada por IA domina conversas online desde o lançamento.
A página da Black Ops 7 na Steam traz um descritivo simples: “Nossa equipe usa ferramentas de IA generativas para ajudar a desenvolver alguns assets no jogo.”
A Activision diz que usa uma variedade de ferramentas digitais para apoiar equipes e criar experiências de jogo. A empresa não detalha quem são os artistas por trás das imagens.
Essa polêmica continua, com fãs perguntando se as imagens são de verdade ou geradas pela IA.
Alguns ainda comentam que pagar cerca de R$70 por esse conteúdo de IA é demais. Você concorda com o uso de IA para artes de jogos ou prefere mão de obra humana? Deixe sua opinião.
Hoje é o lançamento de Call of Duty: Black Ops 7, a grande festa anual com mapas novos, armas e killstreaks. No Steam, porém, a participação está mais baixa do que o esperado: cerca de 81 mil jogadores no momento da leitura, segundo o SteamDB.
Em comparação, Arc Raiders atrai cerca de 370 mil e Battlefield 6 fica em torno de 236 mil jogando simultaneamente. Mesmo assim, Call of Duty fica no top 10 entre os jogos mais jogados no Steam. Se olharmos para o lançamento do Black Ops 6, há pouco mais de um ano, quase 230 mil estavam online no Steam naquele dia.
É importante lembrar que os números do Steam não contam quem joga via Game Pass, mas, ainda assim, a queda é significativa mesmo levando em conta apenas a loja. O que vemos é um COD enfrentando cansaço de público, competição acirrada e uma jogabilidade que não empolga tanto quanto em anos anteriores.
Mesmo assim, o lançamento pode ganhar fôlego no fim de semana, quando os picos costumam acontecer. E você, já vai começar a jogar hoje ou prefere esperar entender as mudanças e o equilíbrio das novas fases?
Pode parecer simples ignorar armas iniciais, mas o M15 MOD 0 brilha com o kit certo. Em Call of Duty: Black Ops 7, ele é uma escolha sólida: boa mira, recuo estável e desempenho confiável no médio alcance. Se o objetivo é avançar nos Mastery Camos, esse rifle ajuda bastante.
Melhor loadout do M15 em Black Ops 7
O melhor build do M15 é:
- Optic: Lethal Tools ELO
- Muzzle: VAS 5.56 Suppressor
- Barrel: 15-inch Mirage Light Barrel
- Magazine: Mayday Extended Mag
- Rear Grip: Contour Grip
- Stock: Wander-3V Stock
- Laser: 3mW Motion Strike Laser
- Fire Mods: Buffer Spring
Código de build: A01-B6FDL-EWND5-1. Para usar, abra o menu de loadout, selecione o M15 e clique no ícone ao lado de criar nova build para importar.
A arma tem excelente manuseio desde o início. Recuo baixo, tempo para matar de 315 ms até 46 metros a ajudam no mid-range. Para ter oito attachments, use o Gunfighter Wildcard; sem ele, ficam apenas cinco.
Em vez do Monolithic, vá de VAS 5.56 Suppressor para alcance sem comprometer a mira. Para mobilidade, prefira o 15-inch Mirage Light Barrel, Contour Grip e Wander-3V Stock. Se quiser, o Hexcut Grip substitui o Contour em ações de deslizamento.
O 3mW Motion Strike Laser com suppressor parece estranho pela visibilidade, mas dá alcance e estabilização de recuo. O Buffer Spring corta recuo horizontal e vertical sem desvantagens. Complete com o Mayday mag de 45 tiros e a mira de sua preferência.
Para o resto, Gunfighter é a melhor opção de wildcard; se não tiver, use a Perk Greed.
Fonte: em entrevista
Pronto para testar esse setup no jogo?
Black Ops 7 chega com lançamento global que funciona por região. Na maioria das áreas, o jogo cai na sexta-feira, 14 de novembro, mas na Costa Oeste dos EUA ele já entra na quinta, 13 de novembro. No PC, os horários variam por região: Costa Oeste 21:00 PST em 13 de novembro; Costa Leste 00:00 EST em 14; Reino Unido 5:00 GMT em 14; Europa 6:00 CET em 14; Austrália 16:00 AEDT em 14. No console, o lançamento é meia-noite no fuso local na sexta, 14, então pode rolar antes para quem estiver em NZ com ajuste de fuso.
O preload já está disponível em todas as plataformas, com o arquivo passando de 100 GB. Usando o app CoD HQ, dá para escolher baixar só as partes que você vai usar, economizando espaço, então se você não curte o modo campanha, dá para deixar fora. Essas informações ajudam a planejar o dia de lançamento sem ficar preso a downloads longos. Pronto para cair de cabeça no game assim que abrir a porta? Você vai usar preload para chegar pronto ou vai encarar o hype ao vivo?
Faltam poucos dias para o lançamento de Call of Duty: Black Ops 7, e a hype só cresce. Para quem viveu a era dos shooters no PC, o novo modo Endgame promete ser o grande atrativo dessa edição. Ele só é liberado depois que você fecha a campanha e mistura regiões inspiradas em mapas clássicos de Black Ops 1, 2, 4 e até de capítulos posteriores, tudo em uma área gigantesca repleta de objetivos dinâmicos.
A Treyarch garante que não são remakes 1:1. Algumas zonas foram totalmente redesenhadas, enquanto outras são reinterpretações criativas para manter o ritmo. Você e sua squad de até 32 jogadores vão atravessar diversos biomas, cumprir missões e extrair a tempo para manter o progresso. Quem curte desafios no estilo escape sempre correndo contra o cronômetro vai se sentir em casa.
Para os veteranos de FPS que adoram uma boa campanha, pode ser a primeira vez em anos que um Call of Duty vale a pena ser zerado. E se você já está no hype, vale conferir a página oficial do jogo na Steam para saber mais detalhes e garantir o pre‑load quando abrir.
Call of Duty: Black Ops 7 chega em 14 de novembro, e quem comprou digitalmente pode pré-carregar no PC a partir de 10 de novembro às 14h. O jogo traz mais de 800 opções de personalização, suporte a 4K, Ultrawide, tecnologias como AMD FSR 4, ferramenta de benchmark integrada e Ricochet Anti-Cheat com TPM 2.0 e Secure Boot.
Os requisitos mínimos pedem Ryzen 5 1400 ou i5-6600, 8 GB RAM, RX 470 ou GTX 970, e SSD com 115 GB.
Para rodar bem, o recomendado é um Ryzen 5 1600X ou i7-6700K, 12 GB RAM, RX 6600XT ou RTX 3060.
Já para competitivo/4K, vai precisar de um Ryzen 5 5600X ou i7-10700K, 16 GB RAM, RX 9070XT ou RTX 4080/5070. Black Ops 7 também roda otimizado em portáteis como ROG Ally, com interface adaptada e suporte nativo a controles.
Chegou novembro e a agenda gamer tá lotada! O destaque é Call of Duty: Black Ops 7 (14/11), que vem com mudanças no matchmaking e promete agitar os FPS, mas vai encarar concorrência pesada depois de Battlefield 6 e Arc Raiders. Para quem curte estratégia, Europa Universalis 5 (04/11) e Anno 117: Pax Romana (13/11) chegam com tudo, enquanto os fãs de RPG podem aproveitar com Rue Valley (11/11), um loop temporal cheio de mistério, e Demonschool (19/11), o Persona-like que finalmente dá as caras. Tem também Where Winds Meet (14/11), misturando wuxia e mundo aberto, e uma enxurrada de lançamentos em acesso antecipado, como Whiskerwood, The Last Caretaker (06/11) e Moonlighter 2 (19/11). Ah, e atenção: Escape from Tarkov sai do beta e chega à versão 1.0 no dia 15/11! Se você gosta de estratégia, RPG, FPS ou roguelikes, novembro é o mês pra abrir a carteira e preparar o backlog!