#Fortnite
Fortnite recebeu o crossover de Overwatch em 14 de maio de 2026, trazendo Tracer, Mercy, Genji e D.Va para Battle Royale, Sem Construção, Reload e Blitz. Os visuais ficaram disponíveis a partir de 14 de maio e seguem até 4 de junho de 2026, mas o que realmente explodiu nas redes não foi o pacote em si: foi a impressão de que a Tracer apareceu com a silhueta mais marcada na versão de Fortnite.
A comparação não saiu do nada. Em 2016, uma das primeiras tretas de Overwatch girou em torno da pose de vitória Over the Shoulder, criticada por parte da comunidade por parecer sexualizada e fora da personalidade da heroína. A animação acabou sendo trocada e, em abril de 2026, Jeff Kaplan voltou ao assunto para dizer que o tamanho do modelo não foi alterado naquela época — o que mudou foi a pose.
Agora, com a Tracer dentro de Fortnite, a comunidade reabriu o debate porque a nova skin parece mais encorpada em alguns ângulos. Importante: até aqui isso continua sendo leitura visual da galera e meme de timeline, não uma confirmação oficial de mudança anatômica feita pela Epic.
- POIs inspirados em Busan, Hanamura, King’s Row e Gibraltar entraram na ilha.
- Genji e D.Va podem ser recrutados como aliados.
- As Pulse Pistols da Tracer e o Bastão Caduceu da Mercy entram no loot pool.
- Na King’s Row Tower, a mecânica de Payload distribui recompensas temáticas durante a partida.
A leitura mais interessante aqui — e isso é uma inferência baseada no conteúdo oficial e nas prévias — é que o verdadeiro buff dessa collab não está no meme sobre proporções, mas na tentativa de traduzir a linguagem de Overwatch para dentro de Fortnite. Quando a parceria adiciona arma temática, aliado recrutável, pontos clássicos do mapa e até uso em primeira pessoa com as pistolas da Tracer, ela deixa de ser só skin de loja e vira um mini evento com identidade própria.
Isso pesa ainda mais porque Overwatch entrou em maio de 2026 no clima de aniversário de 10 anos, com conteúdo comemorativo e modos clássicos rotativos. No fim das contas, a internet pode continuar discutindo a modelagem, mas o gancho real é outro: Fortnite achou um jeito bem esperto de transformar nostalgia de hero shooter em gameplay que dá vontade de testar na hora.
No Fortnite, o Droid Tycoon entra no clima de Star Wars com um loop clássico de tycoon: você compra droids básicos, bota a equipe para trabalhar, junta Créditos e vai trocando por unidades mais fortes quando o caixa permitir.
- Priorize a base: abrir mais slots de droids turbina seu ganho logo no começo. Se aparecer um droid com bônus especial, vale segurar para multiplicar o farm.
- Farm da sucata: no early game, bater no monte de sucata com a picareta ainda é um dos jeitos mais seguros de encher o bolso.
- Use os companions: alguns droids podem seguir você e entregar buffs úteis, como melhorar a picareta ou trazer vantagens de gameplay. Teste cada um para descobrir o melhor kit.
- Feche os objetivos secundários: pelo mapa de Tatooine, há missões que pedem droids específicos e outras em que você resolve tudo na bala contra Stormtroopers. As recompensas vêm em crates com Créditos, Upgrade Chips e itens raros.
- Não esqueça as missões passivas: envie seus droids para trabalhos automáticos no shipyard da base e deixe o progresso rodando em segundo plano.
- Rebirth é o verdadeiro power spike: ao cumprir os requisitos no terminal da entrada, você reseta a progressão para ganhar bônus permanentes. No Fortnite, o melhor é que seus droids continuam com você depois do reset.
- Melhore seus droids: um vendedor escondido atrás da cantina permite evoluir suas unidades usando Upgrade Chips. Quanto mais raros forem os droids, mais alto o teto de upgrade.
- Explore a cantina: NPCs e comerciantes trocam droids, oferecem upgrades para a picareta e até arriscam uma roleta para tentar um upgrade de graça. Vale visitar sempre que puder.
- Caça ao BB-8: conforme você sobe de nível, o droid mais cobiçado aparece em um evento especial com contagem no mapa. Fique ligado para não perder a janela.
A Epic Games avisou que vai desligar alguns modos e experiências ligados ao universo de Fortnite. Na prática, isso significa menos opções dentro do jogo e uma mudança no foco do conteúdo daqui pra frente. Para quem curte alternar entre modos diferentes ou investiu tempo nesses formatos, é uma notícia que importa, porque afeta filas, progressão e até a rotina de quem jogava com amigos no PC.
Três experiências saindo do grid
Os encerramentos atingem modos que funcionavam como “spin-offs” dentro do ecossistema de Fortnite. A Epic Games vai desativar:
- Rocket Racing, o modo de corrida que trouxe uma pegada mais arcade e partidas rápidas;
- Ballistic, uma experiência paralela que tentava oferecer um ritmo diferente do Battle Royale;
- Fortnite Festival: Battle Stage, a parte competitiva do Festival que colocava jogadores em disputas mais diretas.
Na prática, quando esses modos saem do ar, você perde a chance de entrar em partidas oficiais e a comunidade se dispersa. Em jogos online, isso costuma ser o “fim real” do conteúdo.
E fora do Fortnite, um adeus na loja
Além disso, a Epic Games também vai remover Horizon Chase Turbo da venda. Quem já comprou continua com acesso na biblioteca, mas novos jogadores deixam de conseguir pegar o game por ali. Para quem montou coleção no PC, esse tipo de remoção é sempre um alerta: vale manter seus jogos baixados e garantir que a conta esteja bem protegida.
O que vale fazer agora
- Entre nos modos antes do desligamento para aproveitar as últimas partidas.
- Se você jogava em grupo, combine um “último rolê” para fechar a temporada com estilo.
- Se queria Horizon Chase Turbo na sua biblioteca, é melhor checar a compra o quanto antes.
Como jogador, eu acho que a Epic Games está cortando o que não segurou público para concentrar energia no que realmente dá match com a comunidade de Fortnite — só é uma pena para quem curtiu essas variações.
Um boicote de jogadores a Fortnite está sendo organizado para o dia 19 de março. A ideia é simples: reduzir ao máximo o tempo de jogo e os gastos nesse dia para mandar um recado direto à Epic Games. Para quem joga com frequência, isso importa porque movimentos assim podem influenciar decisões sobre loja, passes, eventos e até a forma como a empresa conversa com a comunidade.
Por que o boicote está acontecendo
A mobilização gira em torno de insatisfações que vêm se acumulando na comunidade de Fortnite. Nem todo mundo reclama da mesma coisa, mas o tom geral é de cansaço com escolhas que parecem priorizar monetização e mudanças rápidas, enquanto problemas antigos continuam aparecendo.
- Loja e preços: parte dos jogadores quer valores mais justos e menos sensação de “pressa” para comprar.
- Experiência no jogo: reclamações sobre equilíbrio, partidas mais frustrantes e momentos em que o jogo não parece tão divertido quanto antes.
- Comunicação: pedidos por mais clareza sobre decisões e sobre o que está sendo ajustado.
O que os jogadores pretendem fazer no dia 19
O plano mais comum é não entrar no jogo, evitar compras na loja e não gastar V-Bucks. Alguns grupos também falam em pausar streams e conteúdo do dia para diminuir ainda mais o “barulho” em torno do jogo. O objetivo é transformar um sentimento espalhado em um número que a Epic Games consiga enxergar.
- Não logar no Fortnite durante o dia.
- Não comprar skins, pacotes ou passe.
- Incentivar amigos e squads a fazerem o mesmo.
Impacto real: funciona?
Como gamer, eu acho que boicote de 24 horas só funciona se muita gente aderir e se a mensagem estiver bem clara. Se a participação for grande, a Epic Games pode reagir com ajustes, mudanças na loja ou uma comunicação mais direta. Se for pequeno, vira só mais um protesto que se perde no feed.
Um vazamento recente mexeu com a comunidade de Fortnite: um insider conhecido como AdiraFN falou de vários crossovers que estariam a caminho, dizendo que a informação veio da época em que ele trabalhou com a Epic Games sob NDA. Isso não é só “fofoca de skin”. Quando o papo envolve contrato e informação interna, a linha entre hype e problema fica bem clara.
Fortnite vive de colaborações, e é justamente por isso que qualquer lista “vinda de dentro” chama tanta atenção. Ao mesmo tempo, vazamento assim pode atrapalhar planos, queimar anúncios e até mudar o timing de eventos dentro do jogo. Eu gosto de surpresas bem feitas, e Fortnite costuma mandar bem quando controla o próprio ritmo.
Se a Epic Games realmente está de olho nesse caso, pode rolar uma resposta mais dura para cortar a cultura do “vale tudo”. Para quem joga Fortnite toda semana, o melhor é tratar isso como rumor: curtir a especulação, mas sem comprar como verdade antes do anúncio oficial.
O loot pool de Fortnite Chapter 7 está no melhor ponto que eu lembro em muito tempo. As armas que viviam esquecidas ganharam buffs certeiros, e as novas opções entraram no jogo sem destruir as antigas. O resultado é simples: mais escolhas reais e menos partidas decididas por “caiu a arma certa, acabou”.
O que mais mudou a sensação de combate foi o equilíbrio entre alcance, dano e controle de recuo. Agora dá pra brigar bem no médio alcance sem parecer loteria, e o close range não vira só corrida pra pegar a mesma shotgun de sempre. Em Fortnite, isso faz diferença porque o ritmo da partida depende do que você encontra nos primeiros minutos.
- Mais variedade viável no chão e nos baús
- Menos picos de poder absurdos
- Lutas mais longas e justas, com chance de reação
Pra mim, esse é o tipo de ajuste que mantém o Battle Royale saudável: você perde porque errou, não porque o jogo te negou opções.
O Lock On assault rifle chegou com aquela promessa clássica: facilitar a vida de quem não tem mira afiada. Na prática, em Fortnite Chapter 7 ele fica num limbo estranho. A ideia do travamento é legal, mas o dano baixo faz você perder trocas que qualquer AR comum ganharia. Para jogador novo, isso vira frustração: você “acerta” mais, só que demora tanto para derrubar que o inimigo tem tempo de construir, curar ou simplesmente te apagar.
Mesmo assim, é uma arma bem chata de enfrentar em Fortnite Chapter 7. O travamento pressiona, tira sua calma e te obriga a gastar recursos ou reposicionar toda hora. Em squad, então, vira um inferno quando dois caras focam o mesmo alvo.
- Boa para finalizar inimigo fugindo com pouca vida.
- Útil para punir quem corre em campo aberto.
- Fraca para duelos diretos e contra builds rápidas.
Minha dica: trate como ferramenta de pressão, não como arma principal. Se você insistir nela no mano a mano, vai passar raiva.
A Epic anunciou que vai proibir transações dentro de ilhas que influenciem rodas de prêmios em Fortnite. A regra entra em vigor em 20 de janeiro e atinge qualquer venda que altere o resultado de uma roleta. Isso inclui a venda de giros isolados, pacotes de giros e itens que aumentem as chances. A ideia é impedir que mapas incluam mecânicas que funcionem como apostas ou que deem vantagem por pagamento.
A mudança aparece após uma alteração que liberou vendas diretas dentro dos mapas, o que permitiu que criadores testassem novas formas de monetização. Pouco depois da liberação, o popular mapa criado por jogadores Steal the Brainrot passou a oferecer um pacote pago e uma roleta que dava efeitos no jogo ou pequenas quantias do dinheiro interno. Como o mapa é muito jogado por públicos mais jovens, críticas surgiram por ver a roleta como uma espécie de cassino, que incentiva gastos por chance.
Jogadores, criadores de conteúdo e responsáveis reclamaram do potencial de exploração, apontando que crianças podem gastar sem entender as probabilidades. Em resposta, a empresa disse que continuará revisando práticas de desenvolvedores e ajustando as regras do ecossistema quando for necessário. A expectativa é que a proibição reduza práticas de monetização que pareçam apostas e torne as ilhas mais seguras para jogadores de todas as idades.
A Epic ativou compras dentro das ilhas de Fortnite e, logo no lançamento, as coisas começaram a dar errado. O recurso foi anunciado meses antes e só ficou disponível em 9 de janeiro. Assim que entrou no ar, criadores de mapas passaram a vender itens diretamente dentro de suas criações.
Um mapa muito popular adicionou um pacote de itens caro e uma roleta de sorteios que oferece, por chance, efeitos no jogo ou outras recompensas. A mecânica lembra caixas misteriosas e jogos de azar. Muitos jogadores e criadores criticaram o modelo por atingir principalmente um público jovem que pode gastar sem entender o impacto.
Alguns membros da comunidade disseram que a novidade facilita trapaça financeira e pode enganar crianças. Outros responderam que cabe aos pais controlar gastos dos filhos. Há debate intenso na comunidade online sobre quem deve ser responsabilizado: criadores, plataforma ou famílias.
A Epic afirmou em entrevista que as ofertas seguem as regras e que irá atualizar as diretrizes conforme necessário. A empresa exige transparência sobre as probabilidades e mantém limites para preços dos itens oferecidos. No passado, a própria empresa já revisou práticas relacionadas a caixas misteriosas para deixar claro o que o jogador recebe. Por enquanto, o recurso continua ativo e a expectativa é que novas regras surjam nas próximas semanas.
O Fortnite realizou um evento de fim de temporada chamado Zero Hour que atraiu 10,5 milhões de jogadores ao vivo dentro do jogo. Mais de 3 milhões acompanharam por transmissões externas. Foi um encerramento em grande escala, com música e uma batalha final que parecia saída de um filme épico.
No centro da batalha estava a Dark Presence, uma entidade sombria de aparência quase lovecraftiana. Mas o que chamou mais atenção foram as participações: o Super-Homem e o Homem de Ferro, Godzilla com Hatsune Miku no topo, King Kong, Power Rangers em Megazord, as Tartarugas Ninja, Homer Simpson e até personagens de Squid Game. Houve K-pop, gigantes e referências de várias eras. O resultado foi uma mistura absurda e impossível de ignorar.
O cofundador da Epic Games comentou em postagem nas redes sociais sobre o esforço necessário para garantir essas licenças, elogiando a equipe e a coragem dos parceiros. Ele afirmou que o trabalho exige muita confiança e que a empresa ainda está apenas começando. Jogadores reagiram nas redes com vídeos e memes. Também circulou a informação de que o motorista do ônibus morreu durante o evento dentro da história do jogo.
Você acompanhou o Zero Hour? Qual crossover mais te surpreendeu e qual você quer ver no próximo evento?
Fortnite estreou o Capítulo 7 com uma colaboração de Kill Bill e novas artes espalhadas pelo mapa. A temporada também trouxe uma versão censurada da Pussy Wagon e outros elementos visuais que chamaram a atenção.
O problema é que parte dessa arte parece ter sido criada por inteligência artificial. Em fóruns e redes, jogadores apontaram trabalhos com um aspecto borrado e erros óbvios — um pôster mostra um yeti deitado numa rede com nove dedos no pé, um detalhe que a IA ainda costuma errar. Outros murais e pinturas também receberam críticas por essa aparência sem acabamento.
Há um spray em estilo anime com o personagem Marty McFly que muitos disseram parecer uma cópia gerada por IA ao estilo do Studio Ghibli. A reclamação ficou maior porque esse spray aparece no Passe de Batalha, e muitos afirmaram que pagaram por algo com cara de produção automática.
Os comentários recentes de Tim Sweeney sobre a inevitabilidade da IA na produção de jogos reacenderam a discussão nas redes sociais. Jogadores se dividem entre quem aceita automação para agilizar processos e quem teme a perda do toque humano e de identidade nas artes.
Você acha aceitável que a Epic Games use IA nas artes do jogo ou prefere que tudo seja feito por artistas humanos?