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A Epic Games avisou que vai desligar alguns modos e experiências ligados ao universo de Fortnite. Na prática, isso significa menos opções dentro do jogo e uma mudança no foco do conteúdo daqui pra frente. Para quem curte alternar entre modos diferentes ou investiu tempo nesses formatos, é uma notícia que importa, porque afeta filas, progressão e até a rotina de quem jogava com amigos no PC.
Três experiências saindo do grid
Os encerramentos atingem modos que funcionavam como “spin-offs” dentro do ecossistema de Fortnite. A Epic Games vai desativar:
- Rocket Racing, o modo de corrida que trouxe uma pegada mais arcade e partidas rápidas;
- Ballistic, uma experiência paralela que tentava oferecer um ritmo diferente do Battle Royale;
- Fortnite Festival: Battle Stage, a parte competitiva do Festival que colocava jogadores em disputas mais diretas.
Na prática, quando esses modos saem do ar, você perde a chance de entrar em partidas oficiais e a comunidade se dispersa. Em jogos online, isso costuma ser o “fim real” do conteúdo.
E fora do Fortnite, um adeus na loja
Além disso, a Epic Games também vai remover Horizon Chase Turbo da venda. Quem já comprou continua com acesso na biblioteca, mas novos jogadores deixam de conseguir pegar o game por ali. Para quem montou coleção no PC, esse tipo de remoção é sempre um alerta: vale manter seus jogos baixados e garantir que a conta esteja bem protegida.
O que vale fazer agora
- Entre nos modos antes do desligamento para aproveitar as últimas partidas.
- Se você jogava em grupo, combine um “último rolê” para fechar a temporada com estilo.
- Se queria Horizon Chase Turbo na sua biblioteca, é melhor checar a compra o quanto antes.
Como jogador, eu acho que a Epic Games está cortando o que não segurou público para concentrar energia no que realmente dá match com a comunidade de Fortnite — só é uma pena para quem curtiu essas variações.
Um boicote de jogadores a Fortnite está sendo organizado para o dia 19 de março. A ideia é simples: reduzir ao máximo o tempo de jogo e os gastos nesse dia para mandar um recado direto à Epic Games. Para quem joga com frequência, isso importa porque movimentos assim podem influenciar decisões sobre loja, passes, eventos e até a forma como a empresa conversa com a comunidade.
Por que o boicote está acontecendo
A mobilização gira em torno de insatisfações que vêm se acumulando na comunidade de Fortnite. Nem todo mundo reclama da mesma coisa, mas o tom geral é de cansaço com escolhas que parecem priorizar monetização e mudanças rápidas, enquanto problemas antigos continuam aparecendo.
- Loja e preços: parte dos jogadores quer valores mais justos e menos sensação de “pressa” para comprar.
- Experiência no jogo: reclamações sobre equilíbrio, partidas mais frustrantes e momentos em que o jogo não parece tão divertido quanto antes.
- Comunicação: pedidos por mais clareza sobre decisões e sobre o que está sendo ajustado.
O que os jogadores pretendem fazer no dia 19
O plano mais comum é não entrar no jogo, evitar compras na loja e não gastar V-Bucks. Alguns grupos também falam em pausar streams e conteúdo do dia para diminuir ainda mais o “barulho” em torno do jogo. O objetivo é transformar um sentimento espalhado em um número que a Epic Games consiga enxergar.
- Não logar no Fortnite durante o dia.
- Não comprar skins, pacotes ou passe.
- Incentivar amigos e squads a fazerem o mesmo.
Impacto real: funciona?
Como gamer, eu acho que boicote de 24 horas só funciona se muita gente aderir e se a mensagem estiver bem clara. Se a participação for grande, a Epic Games pode reagir com ajustes, mudanças na loja ou uma comunicação mais direta. Se for pequeno, vira só mais um protesto que se perde no feed.
Um vazamento recente mexeu com a comunidade de Fortnite: um insider conhecido como AdiraFN falou de vários crossovers que estariam a caminho, dizendo que a informação veio da época em que ele trabalhou com a Epic Games sob NDA. Isso não é só “fofoca de skin”. Quando o papo envolve contrato e informação interna, a linha entre hype e problema fica bem clara.
Fortnite vive de colaborações, e é justamente por isso que qualquer lista “vinda de dentro” chama tanta atenção. Ao mesmo tempo, vazamento assim pode atrapalhar planos, queimar anúncios e até mudar o timing de eventos dentro do jogo. Eu gosto de surpresas bem feitas, e Fortnite costuma mandar bem quando controla o próprio ritmo.
Se a Epic Games realmente está de olho nesse caso, pode rolar uma resposta mais dura para cortar a cultura do “vale tudo”. Para quem joga Fortnite toda semana, o melhor é tratar isso como rumor: curtir a especulação, mas sem comprar como verdade antes do anúncio oficial.
O loot pool de Fortnite Chapter 7 está no melhor ponto que eu lembro em muito tempo. As armas que viviam esquecidas ganharam buffs certeiros, e as novas opções entraram no jogo sem destruir as antigas. O resultado é simples: mais escolhas reais e menos partidas decididas por “caiu a arma certa, acabou”.
O que mais mudou a sensação de combate foi o equilíbrio entre alcance, dano e controle de recuo. Agora dá pra brigar bem no médio alcance sem parecer loteria, e o close range não vira só corrida pra pegar a mesma shotgun de sempre. Em Fortnite, isso faz diferença porque o ritmo da partida depende do que você encontra nos primeiros minutos.
- Mais variedade viável no chão e nos baús
- Menos picos de poder absurdos
- Lutas mais longas e justas, com chance de reação
Pra mim, esse é o tipo de ajuste que mantém o Battle Royale saudável: você perde porque errou, não porque o jogo te negou opções.
O Lock On assault rifle chegou com aquela promessa clássica: facilitar a vida de quem não tem mira afiada. Na prática, em Fortnite Chapter 7 ele fica num limbo estranho. A ideia do travamento é legal, mas o dano baixo faz você perder trocas que qualquer AR comum ganharia. Para jogador novo, isso vira frustração: você “acerta” mais, só que demora tanto para derrubar que o inimigo tem tempo de construir, curar ou simplesmente te apagar.
Mesmo assim, é uma arma bem chata de enfrentar em Fortnite Chapter 7. O travamento pressiona, tira sua calma e te obriga a gastar recursos ou reposicionar toda hora. Em squad, então, vira um inferno quando dois caras focam o mesmo alvo.
- Boa para finalizar inimigo fugindo com pouca vida.
- Útil para punir quem corre em campo aberto.
- Fraca para duelos diretos e contra builds rápidas.
Minha dica: trate como ferramenta de pressão, não como arma principal. Se você insistir nela no mano a mano, vai passar raiva.
A Epic anunciou que vai proibir transações dentro de ilhas que influenciem rodas de prêmios em Fortnite. A regra entra em vigor em 20 de janeiro e atinge qualquer venda que altere o resultado de uma roleta. Isso inclui a venda de giros isolados, pacotes de giros e itens que aumentem as chances. A ideia é impedir que mapas incluam mecânicas que funcionem como apostas ou que deem vantagem por pagamento.
A mudança aparece após uma alteração que liberou vendas diretas dentro dos mapas, o que permitiu que criadores testassem novas formas de monetização. Pouco depois da liberação, o popular mapa criado por jogadores Steal the Brainrot passou a oferecer um pacote pago e uma roleta que dava efeitos no jogo ou pequenas quantias do dinheiro interno. Como o mapa é muito jogado por públicos mais jovens, críticas surgiram por ver a roleta como uma espécie de cassino, que incentiva gastos por chance.
Jogadores, criadores de conteúdo e responsáveis reclamaram do potencial de exploração, apontando que crianças podem gastar sem entender as probabilidades. Em resposta, a empresa disse que continuará revisando práticas de desenvolvedores e ajustando as regras do ecossistema quando for necessário. A expectativa é que a proibição reduza práticas de monetização que pareçam apostas e torne as ilhas mais seguras para jogadores de todas as idades.
A Epic ativou compras dentro das ilhas de Fortnite e, logo no lançamento, as coisas começaram a dar errado. O recurso foi anunciado meses antes e só ficou disponível em 9 de janeiro. Assim que entrou no ar, criadores de mapas passaram a vender itens diretamente dentro de suas criações.
Um mapa muito popular adicionou um pacote de itens caro e uma roleta de sorteios que oferece, por chance, efeitos no jogo ou outras recompensas. A mecânica lembra caixas misteriosas e jogos de azar. Muitos jogadores e criadores criticaram o modelo por atingir principalmente um público jovem que pode gastar sem entender o impacto.
Alguns membros da comunidade disseram que a novidade facilita trapaça financeira e pode enganar crianças. Outros responderam que cabe aos pais controlar gastos dos filhos. Há debate intenso na comunidade online sobre quem deve ser responsabilizado: criadores, plataforma ou famílias.
A Epic afirmou em entrevista que as ofertas seguem as regras e que irá atualizar as diretrizes conforme necessário. A empresa exige transparência sobre as probabilidades e mantém limites para preços dos itens oferecidos. No passado, a própria empresa já revisou práticas relacionadas a caixas misteriosas para deixar claro o que o jogador recebe. Por enquanto, o recurso continua ativo e a expectativa é que novas regras surjam nas próximas semanas.
O Fortnite realizou um evento de fim de temporada chamado Zero Hour que atraiu 10,5 milhões de jogadores ao vivo dentro do jogo. Mais de 3 milhões acompanharam por transmissões externas. Foi um encerramento em grande escala, com música e uma batalha final que parecia saída de um filme épico.
No centro da batalha estava a Dark Presence, uma entidade sombria de aparência quase lovecraftiana. Mas o que chamou mais atenção foram as participações: o Super-Homem e o Homem de Ferro, Godzilla com Hatsune Miku no topo, King Kong, Power Rangers em Megazord, as Tartarugas Ninja, Homer Simpson e até personagens de Squid Game. Houve K-pop, gigantes e referências de várias eras. O resultado foi uma mistura absurda e impossível de ignorar.
O cofundador da Epic Games comentou em postagem nas redes sociais sobre o esforço necessário para garantir essas licenças, elogiando a equipe e a coragem dos parceiros. Ele afirmou que o trabalho exige muita confiança e que a empresa ainda está apenas começando. Jogadores reagiram nas redes com vídeos e memes. Também circulou a informação de que o motorista do ônibus morreu durante o evento dentro da história do jogo.
Você acompanhou o Zero Hour? Qual crossover mais te surpreendeu e qual você quer ver no próximo evento?
Fortnite estreou o Capítulo 7 com uma colaboração de Kill Bill e novas artes espalhadas pelo mapa. A temporada também trouxe uma versão censurada da Pussy Wagon e outros elementos visuais que chamaram a atenção.
O problema é que parte dessa arte parece ter sido criada por inteligência artificial. Em fóruns e redes, jogadores apontaram trabalhos com um aspecto borrado e erros óbvios — um pôster mostra um yeti deitado numa rede com nove dedos no pé, um detalhe que a IA ainda costuma errar. Outros murais e pinturas também receberam críticas por essa aparência sem acabamento.
Há um spray em estilo anime com o personagem Marty McFly que muitos disseram parecer uma cópia gerada por IA ao estilo do Studio Ghibli. A reclamação ficou maior porque esse spray aparece no Passe de Batalha, e muitos afirmaram que pagaram por algo com cara de produção automática.
Os comentários recentes de Tim Sweeney sobre a inevitabilidade da IA na produção de jogos reacenderam a discussão nas redes sociais. Jogadores se dividem entre quem aceita automação para agilizar processos e quem teme a perda do toque humano e de identidade nas artes.
Você acha aceitável que a Epic Games use IA nas artes do jogo ou prefere que tudo seja feito por artistas humanos?
Fortnite vai receber uma cena inédita de Kill Bill chamada The Lost Chapter: Yuki’s Revenge. O teaser revela Yuki, irmã de Gogo Yubari, uma versão ainda mais hiperativa e armada da personagem. Na história do filme, Gogo morre de forma violenta, e o novo capítulo foca na vingança da irmã. A mistura é curiosa: personagens cartunescos do jogo, como Peely, aparecem ao lado de figuras do filme. Até a caminhonete famosa foi adaptada e ficou com um visual mais comedido para caber no universo do jogo.
O contraste é o que chama atenção. A violência e o tom íntimo de Tarantino soam diferentes no cenário colorido e aberto de Fortnite. A Epic Games segue abrindo o jogo para parcerias de todos os tipos, e isso faz a experiência ficar imprevisível. No teaser, as cenas foram tratadas de forma a respeitar a classificação do jogo, sem perder a identidade do material original. O resultado fica estranho para quem conhece o filme, mas pode atrair quem curte parcerias inusitadas.
A estreia de Yuki’s Revenge no Fortnite acontece em 30 de novembro às 16h (horário de São Paulo), com as portas abrindo às 15h30. Se você perder o evento no jogo, também haverá uma exibição longa ligada ao material em sessões limitadas a partir de 5 de dezembro. Você vai conferir o evento no Fortnite ou prefere ver a versão longa no cinema?
A Epic Games vai transformar o modo Blitz Royale em um cenário inspirado no Mundo Invertido de Stranger Things. O mapa temático começa em 21 de novembro, e as skins chegam à loja hoje à noite. Entre os visuais estão Will, Lucas, Mike e Dustin, além de uma versão sombria do Vecna. Também serão lançadas mochilas, picaretas, emotes e versões em LEGO dos personagens. É possível que os portais do Mundo Invertido retornem, como na colaboração da Temporada 9, e que itens daquela temporada reapareçam na loja. Para quem não é fã da série pode não ser o maior atrativo, mas a parceria amplia as opções de cosméticos e promete um mini-mapa que altera a dinâmica do Blitz Royale.
Vai entrar no mapa do Mundo Invertido ou passar essa?