#Jogos Roguelite

Lançamentos Underground
Jogos Co-Op

Dez jogos que não chegaram aos holofotes principais, mas que cobrem um espectro enorme: torres idle orientais, terror de pacto demoníaco, churrascos caóticos e até parkour de carros entre amigos.

Thousand Floors

Thousand Floors é um idle game de escalada de torre com inspiração visual chinesa, onde Tower Climbers carregam luz âmbar e avançam automaticamente por pagodas enevoadas em uma torre sem fim. O jogo mistura pixel art lateral com combate hands-off: você invoca aliados, aprimora estatísticas e os deixa escalar enquanto enfrentam criaturas inspiradas no Clássico das Montanhas e Mares, texto clássico chinês de mitologia.

A progressão acontece tanto ativamente quanto passivamente — você pode tocar ou segurar a torre para spawnar escaladores de um andar escolhido, enquanto aliados desbloqueados se juntam automaticamente em um timer. Derrotar inimigos rende ouro, e o ouro acumulado mesmo offline mantém o progresso avançando enquanto você está longe do jogo. Andares mais altos significam inimigos mais difíceis, mas também recompensas mais valiosas.

Visualmente, o apelo está na sensação de “mil andares” sendo representada literalmente na tela, com pavilhões orientais em camadas e múltiplas unidades lutando simultaneamente. É um jogo pensado para quem gosta de progressão relaxada acompanhada de uma estética pixelada caprichada, sem a pressão de gerenciamento ativo constante. Com 30% de desconto de lançamento, o jogo sai por R$ 26,34 e é uma boa porta de entrada para quem nunca experimentou o gênero idle/incremental com tema oriental.

Fortune Pact

Uma máquina arcade amaldiçoada. Um pacto com um demônio. Um exorcismo escondido em código. Fortune Pact é um jogo de terror psicológico com elementos de investigação que coloca o jogador na trilha de frases criptografadas que precisam ser encontradas e ditas em voz alta — literalmente — para salvar almas ou ser reivindicado pela escuridão.

A premissa mistura horror tecnológico com ocultismo de uma forma pouco usual: a ideia de um “código” que guarda um ritual de exorcismo cria uma ponte interessante entre o mundo digital e o sobrenatural. As tags do jogo sugerem uma experiência atmosférica e psicológica, com elementos de objeto escondido, navegação tanto em primeira pessoa quanto eventualmente em outras perspectivas, e uma estética visual que mistura pixel art com momentos em 3D.

Desenvolvido e publicado pela Nous Games, Fortune Pact é uma experiência linear single-player que aposta na atmosfera e no mistério ao invés de ação direta. O conceito de “máquina arcade amaldiçoada” também sugere uma camada meta interessante — jogos dentro de jogos, ou pelo menos a estética de fliperama antigo sendo usada como veículo para horror, um território que remete a clássicos do gênero como Five Nights at Freddy’s, mas com uma proposta narrativa mais elaborada envolvendo pactos demoníacos e salvação.

É um lançamento que custa apenas R$ 19,49 e aposta na curiosidade do jogador mais do que em qualquer fórmula testada, e isso por si só já o torna um dos achados mais intrigantes do dia.

Hold The Line

O núcleo de energia está falhando. Você é a última linha de defesa da humanidade. Hold The Line é um FPS brutal de sobrevivência zumbi cooperativo para até 4 jogadores, onde a missão central é exatamente o que o título promete: segurar a linha de defesa pelo maior tempo possível.

A mecânica gira em torno de reforçar barricadas, aprimorar seu arsenal e enfrentar ondas cada vez mais mortais de zumbis, sozinho ou com amigos. É uma fórmula familiar para fãs do gênero tower-defense-shooter, mas a ambientação de “núcleo de energia falhando” dá um senso de urgência constante — não basta sobreviver, é preciso also gerenciar recursos e prioridades enquanto a pressão aumenta.

O apelo de Hold The Line está na simplicidade direta da proposta: não há sistemas excessivamente complexos para aprender, apenas a tensão crescente de cada onda e a necessidade de cooperação real entre jogadores para reforçar pontos fracos nas defesas. É o tipo de jogo perfeito para sessões rápidas e intensas com amigos, sem a curva de aprendizado de RPGs mais elaborados do gênero survival.

Com 10% de desconto no lançamento, o jogo sai por R$ 33,74 durante o Ancesso Antecipado. Hold The Line entra em um mercado já populoso de shooters cooperativos contra hordas, mas a clareza de sua proposta — defender, reforçar, sobreviver — pode ser exatamente o que alguns jogadores procuram quando querem algo direto ao ponto.

Barbecue

Poucas premissas são tão universalmente identificáveis quanto um churrasco que sai do controle. Barbecue é um party game cooperativo para 1 a 4 jogadores onde vocês gerenciam um churrasco de quintal que rapidamente espirala para o caos total: acender o fogo, grelhar a carne, servir os convidados — e tentar não queimar tudo no processo.

A fórmula de caos cooperativo lembra clássicos do gênero como Overcooked, mas trocando a cozinha profissional pela informalidade (e imprevisibilidade) de um churrasco entre amigos. A pressão de múltiplas tarefas simultâneas — manter o fogo na temperatura certa, virar a carne no tempo certo, atender pedidos dos convidados — cria a tempestade perfeita de comunicação apressada e erros hilários que definem o gênero.

É um jogo pensado especificamente para ser jogado em grupo, presencialmente ou online, com a brincadeira vindo tanto do desafio mecânico quanto da dinâmica social de culpar o amigo que deixou o linguiça queimar. A escolha temática também é certeira para o público brasileiro, onde churrasco é praticamente um evento cultural por si só.

Com 30% de desconto de lançamento até 2 de julho, o jogo sai por R$ 22,28. Barbecue é uma aposta segura para quem busca um jogo casual e bem-humorado para reunir amigos, sem a pretensão de ser uma experiência longa ou narrativamente complexa — apenas diversão imediata em volta de uma grelha virtual.

Balada da Varinha Mágica

Balada da Varinha Mágica (Ballad of the Magic Wand) inverte completamente a relação tradicional entre mago e varinha: aqui, você não controla um feiticeiro — você É a varinha mágica. O jogo é um platformer de ação baseado em física, onde o objetivo é escalar usando giros e pulos, derrotando chefes poderosos ao longo do caminho.

A proposta de controlar diretamente um objeto inanimado e dar a ele agência e movimento é uma escolha de design ousada, que imediatamente diferencia o jogo de platformers mais convencionais. O foco em controles precisos sugere uma experiência desafiadora, do tipo que recompensa prática e domínio da física do personagem — girar, saltar e usar o momentum da varinha para superar obstáculos e vencer batalhas contra chefes.

Esse tipo de platformer baseado em física tem uma longa tradição de criar momentos de tensão genuína: cada pulo é uma aposta calculada, e cada erro é imediatamente visível e corrigível. A simplicidade conceitual — uma varinha que precisa subir — esconde uma profundidade mecânica que só se revela conforme os desafios escalam em dificuldade.

Com 15% de desconto no lançamento, o jogo sai por R$ 28,89. Balada da Varinha Mágica é uma escolha interessante para fãs de platformers desafiadores que valorizam conceitos criativos e mecânicas de física bem executadas acima de produção gráfica de ponta.

Car Parkour 2 Together

O caos lendário está de volta. Car Parkour 2 Together é a sequência do popular jogo de parkour automotivo, trazendo ação para 1 a 2 jogadores com física aprimorada e mapas ainda mais mortais para testar — e provavelmente destruir — amizades.

A fórmula original já era conhecida por colocar carros em situações fisicamente absurdas: rampas gigantescas, obstáculos impossíveis e a comédia inerente de ver veículos capotando, voando e se destruindo de formas inesperadas. A sequência promete refinar essa base com física aprimorada, o que deve significar tanto mais previsibilidade nos momentos certos quanto caos ainda mais satisfatório quando tudo dá errado.

O modo cooperativo para dois jogadores é o coração da experiência — o tipo de jogo onde a diversão real está na reação do amigo ao lado quando um salto dá terrivelmente errado, ou na competição informal de quem consegue completar o parkour mais limpo. É um jogo de festa em formato automotivo, com tanto potencial cômico quanto qualquer party game tradicional.

Lançado já com 51% de desconto, Car Parkour 2 Together aposta no apelo nostálgico de quem já curtiu o original e na proposta simples e eficaz de caos automotivo compartilhado. Não é um jogo de simulação de direção — é puro entretenimento físico cooperativo, e com 50% de desconto, o jogo sai por apenas R$ 1,99.

RELOADIAN

RELOADIAN chega ao Steam em Acesso Antecipado como um roguelite de ação 2.5D rápido, onde jogadores enfrentam missões sci-fi, coletam armas e habilidades poderosas, e encaram batalhas intensas contra chefes — sozinhos ou com até três amigos em co-op online. A proposta central é combate em tempo real combinando ataques corpo a corpo e à distância, com progressão de build através de Cores e upgrades de Codex.

Desenvolvido pela estúdio coreano Bucketplay, o jogo já havia gerado expectativa antes mesmo do lançamento completo: uma versão de testes abertos no PlayStation em dezembro de 2025 pegou a comunidade de surpresa, acumulando atenção de fãs de roguelike e metroidvania sem nenhuma campanha de marketing prévia. A versão gratuita para testar gerou bastante buzz justamente pela acessibilidade.

A vertente Early Access lançada agora inclui a experiência central do jogo: combate em tempo real, criação de builds via sistema de roguelite, progressão de fases, batalhas contra chefes e cooperação online. O estúdio é transparente sobre o que ainda está em desenvolvimento — conteúdo adicional, balanceamento, UI/UX, sistemas de progressão e localização continuam evoluindo com base no feedback da comunidade.

Com desconto de lançamento de 15%, RELOADIAN entra em Early Access com a proposta clara de evoluir junto com os jogadores. Para fãs de roguelites de ação rápida com visual anime e ambientação sci-fi, vale acompanhar o desenvolvimento de perto. Confira no Steam.

Phantom Fools

Phantom Fools é um roguelike cooperativo sobre fantasmas com uma mecânica central deliciosamente estranha: possuir objetos. Os jogadores assumem o papel de fantasmas travessos que podem tomar posse de itens pelo ambiente, coletar upgrades, transformar-se em chefes e, no fim das contas, escapar de um castelo assombrado.

A ideia de possessão como mecânica de jogabilidade abre espaço para situações criativas e cômicas — imagine controlar uma cadeira, um candelabro ou qualquer objeto do cenário para resolver puzzles, enganar inimigos ou simplesmente causar o caos necessário para avançar. Combinado com elementos de roguelike, cada tentativa de fuga do castelo deve trazer combinações diferentes de upgrades e desafios.

O foco cooperativo sugere que a diversão real está em coordenar travessuras fantasmagóricas com amigos — decidir quem possui o quê, como usar os objetos de forma sinérgica, e rir das situações absurdas que surgem naturalmente quando fantasmas brincalhões têm liberdade total sobre um ambiente assombrado.

Com 25% de desconto, Phantom Fools está saindo por R$ 24,74 e mira o público que gosta de roguelikes leves e bem-humorados para jogar em grupo, sem a pressão de mecânicas excessivamente punitivas — o foco aqui parece ser diversão caótica antes de tudo.

TernStory

TernStory é uma experiência narrativa e contemplativa centrada em Jules, uma andorinha-do-ártico cuja frequência vocal é mais baixa que a do resto de seu bando. Ao invés de se encaixar no padrão de comunicação de sua espécie, Jules usa sua sensibilidade aguçada às frequências ao seu redor para descobrir sua própria forma única de se comunicar com o mundo.

A jornada acompanha Jules forjando conexões especiais que atravessam oceanos e o mundo natural, em uma narrativa que parece se apoiar fortemente em temas de diferença, identidade e pertencimento — contados através da lente de uma ave migratória que percorre distâncias entre continentes. É uma premissa delicada, que sugere uma experiência mais emocional e reflexiva do que orientada para desafio ou ação.

O conceito de usar frequências sonoras como linguagem alternativa de comunicação também sugere possíveis mecânicas de jogo baseadas em som e ressonância, dando uma camada interativa única à experiência narrativa. Jogos sobre migração animal e conexão com a natureza têm encontrado um público fiel nos últimos anos, geralmente entregando experiências curtas mas emocionalmente impactantes.

Para jogadores que buscam algo mais contemplativo e emocionalmente ressonante em meio a tantos jogos de ação e sobrevivência, TernStory surge como uma opção diferenciada — uma história sobre encontrar sua própria voz, contada através do voo de uma ave pelo mundo, tudo por apenas R$ 10,99.

LenscraftCube

LenscraftCube é um puzzle platformer 2D onde os jogadores assumem o papel de um cubo que precisa navegar por níveis enquanto está constantemente restringido pelos limites de outros “cubos-câmera” ao seu redor. A mecânica central gira em torno de manipular essas fronteiras visuais e espaciais para encontrar caminhos onde, à primeira vista, parece não haver nenhum.

A ideia de usar câmeras como obstáculos e ferramentas de puzzle é um conceito relativamente raro no gênero, criando uma camada extra de pensamento espacial: não basta entender a física do nível, é preciso entender como cada cubo-câmera define os limites do que é alcançável a cada momento. É o tipo de mecânica que recompensa observação cuidadosa antes de qualquer movimento impulsivo.

Com uma proposta enxuta e focada, LenscraftCube se encaixa na tradição de puzzle platformers indies que apostam em uma única mecânica central bem executada ao invés de empilhar sistemas complexos. A simplicidade visual de cubos e câmeras também sugere uma estética minimalista, deixando o quebra-cabeça em si ser o protagonista da experiência.

Com 30% de desconto no lançamento, é um jogo barato que sai por apenas R$ 5,56, que deve agradar especificamente o público de puzzles cerebrais que gosta de mecânicas únicas e conceitualmente interessantes, mesmo que a apresentação visual seja mais discreta que a de produções maiores.

Rocinha Wars
Jogos de Área de Trabalho

Sete jogos que passaram longe dos holofotes, mas que merecem um olhar — de simuladores relaxantes de incenso a guerras urbanas made in Brasil.

Incense Nook

Às vezes a simplicidade é o ponto. Incense Nook é um idle game casual que transforma um cantinho da tela do seu desktop em um pequeno altar de incenso. Você coloca o incenso, ele queima lentamente, e a energia acumulada vai desbloqueando novos tipos de queimadores e fragrâncias ao longo do tempo. Não há combate, progressão agressiva ou pressão de nenhum tipo — é um loop zen voltado para quem gosta de ter algo tranquilo acontecendo em segundo plano enquanto trabalha ou estuda. O jogo está com desconto no lançamento, saindo por R$ 5,00. Ver na Steam.

Rocinha Wars

Desenvolvido por Amadeu Augusto de Carvalho Venturini e publicado pela Zona Sul Company, Rocinha Wars é um jogo de ação online ambientado em um cenário urbano vertical e denso, inspirado na cultura de rua brasileira. A ideia central é PVP em terceira pessoa dentro de um ambiente que imita a topografia e a estética das favelas da América Latina. O combate gira em torno de posicionamento, escolha de loadout e leitura constante do mapa. Um ciclo de dia e noite altera visibilidade e tensão, e veículos permitem atravessar o mapa mais rápido ou montar flanqueamentos. O jogo suporta squads com comunicação por voz e é voltado para quem curte partidas rápidas e intensas em ambiente urbano. É um lançamento indie corajoso que aposta na identidade brasileira como diferencial visual e cultural. O jogo custa menos de R$ 16. Ver na Steam.

Grand Vegas Casino

Grand Vegas Casino é um simulador de cassino que reúne quatro dos jogos de mesa mais populares do mundo — Pôquer, Blackjack, Roleta e Caça-níqueis — em um único pacote. O jogo segue as regras clássicas de cada modalidade, tornando-se uma opção tanto para iniciantes que querem aprender quanto para jogadores que querem praticar estratégias sem risco real. O visual é em HD 2D animado com uma estética colorida que remete ao glamour das grandes salas de cassino. O jogador acumula recompensas ao derrotar oponentes controlados pela IA e pode reiniciar livremente caso fique sem fichas. O jogo sai por R$ 17. Ver na Steam.

Cowboy Ocupado: Ceifador do Oeste

Com o nome original de Cowboy Busy: Mowdown, esse roguelite de sobrevivência coloca você no papel de um cowboy que enfrenta hordas de zumbis no Velho Oeste. A mecânica central combina esquiva ativa com um sistema de evolução de habilidades ativas e passivas que podem ser fundidas em poderosas Super Habilidades — uma faca pode evoluir, uma torrente pode ser combinada com uma railgun. Cada run dura cerca de 10 minutos, o que torna o jogo perfeito para sessões rápidas. Ao morrer, o personagem respawna e o ciclo de evolução recomeça diferente. O arsenal vai de facas e revólveres a armas de alta tecnologia, e a variedade de builds possíveis garante rejogabilidade. O jogo foi lançado com desconto e sai por R$ 11,02. Ver na Steam.

Fantasmas, Fiquem Longe!

Lançado com o nome em inglês Ghosts Keep Out, esse shooter roguelite de sobrevivência com elementos de Tower Defense tem como missão defender sua base contra ondas de zumbis e fantasmas. A cada rodada de 5 minutos você combina habilidades aleatórias e evolui gemas para criar seu build, misturando ativos e passivos em um sistema de tripla progressão: Espíritos, armas e heróis. A proposta é fácil de aprender mas com alto teto de complexidade conforme você desbloqueia novos elementos. Cada run tem composição diferente, mantendo a sensação de novidade mesmo após muitas horas. O jogo foi lançado em promoção por R$ 11,02. Ver na Steam.

OSAKANA PING PONG

OSAKANA PING PONG é um jogo de air hockey online 1 contra 1 com uma premissa completamente nonsense e adorável: a quadra de jogo é formada por cardumes de peixe em 3D. A arena existe porque centenas de peixinhos decidem se organizar em formato de campo — e você bate um disco tentando fazê-lo entrar no gol do adversário enquanto os peixes oscilam ao redor. A ideia é simples mas visualmente encantadora, com um estilo artístico que mistura aquático e arcade de uma forma que poucos jogos tentariam. O foco total é no duelo online, com uma curva de aprendizado acessível e camadas de profundidade para quem quiser dominar os ângulos de rebatida. É o tipo de jogo que você mostra para um amigo antes de desafiar em uma partida — e passa a próxima hora jogando. O jogo custa apenas R$ 3,99. Ver na Steam.

PoopooDino

Parte pet virtual, parte assistente de produtividade, PoopooDino é um dinossauro bobinho que mora na sua tela, pede lanchinhos, cresce ao seu lado e, de brinde, invade os desktops dos seus amigos para deixar cartas e surpresas hilariantes. O jogo também inclui um timer Pomodoro integrado, posicionando o dino como um companheiro de trabalho — alguém que te lembra de fazer pausas enquanto faz caretas na borda da tela. É claramente voltado para quem gosta de ter um pouco de caos controlado e fofura durante o dia a dia no PC. Foi lançado com desconto por apenas R$ 4,79. Veja na Steam.

Cena de Storm Lancers
Jogos Roguelite

Você entra achando que é só acelerar: dash pra frente, espada cantando, loot pingando. Só que o próprio jogo te dá um tapa educativo logo no começo. Na prática, já na primeira fase aparecem inimigos com padrões bem diferentes — e aí fica claro o que a nossa experiência também bateu: um pouco de paciência vai te levar longe. Não é “parar e pensar” no sentido tático profundo, mas é aquele tipo de roguelite em que respeito ao timing vale mais do que dedo nervoso no ataque.

No Steam, Storm Lancers se vende como um roguelite de ação 2D com co-op caótico, foco em “slash, dash” e armas variadas — de espadas e katars a rifles e lança-granadas. E isso é importante: apesar de ter armas de fogo, ele não é “um shooter”. No fundo, o coração do jogo é hack and slash com mobilidade e leitura de inimigo — armas de tiro entram como ferramenta, não como identidade (inclusive o próprio Steam traz “Hack and Slash” como uma das tags populares).

O loop é o padrão que você espera de um roguelie: morre, volta, compra upgrades permanentes e tenta de novo. As armas de cada run voltam a “zerar” — o que faz cada tentativa depender mais do que você achou no caminho do que de um kit fixo. Porém, o que realmente muda o jogo são os upgrades de mobilidade: slide, dash e double jump vão “abrindo” o combate e a plataforma: no começo pode parecer travado, inclusive com vários locais inacessíveis, mas melhora quando você vai avançando no jogo. Por um lado, isso deixa cada partida muito parecida com a outra, mas para que presta atenção em cada detalhe da tela, fica sempre a vontade de jogar de novo até conseguir chegar em uma área inacessível.Co-op: onde ele vira outro jogo

Se existe um ponto em que Storm Lancers ganha brilho, é quando entra um parceiro. De um lado, o estúdio empurra forte o “couch co-op caótico”, inclusive com Steam Remote Play Together, aliás só um jogador precisa comprar o jogo, seu amigo pode jogar no co-op com você mesmo sem o jogo. Em dupla, o caos vira diversão, reviver alivia a frustração e a run rende histórias.

O visual é interessante, mas não chega a surpreender. Tem um estilo meio de anime na abertura, mas que não é seguido ao longo do jogo, e os ambientes não tem nada de mais. O áudio do jogo também não surpreende, mas é decente e cumpre seu papel.

O fato de estar em PT-BR vai ser sempre positivo, e ao contrário de muito jogo, a tradução aqui realmente é localizada, e não apenas aquelas traduções automáticas que não fazem sentido.

O jogo brilha no Steamdeck e similares, pois é leve e casa muito bem com um controle. Vi muita gente reclamando do controle do jogo, mas aqui não tive problemas, sempre respondeu ao que eu queria, pelo menos nunca morri por algum problema técnico, mas sim por falha própria.

No fim, Storm Lancers entrega o que promete no básico — ação rápida, co-op divertido, progressão que destrava o jogo — mas não espere uma revolução. Se você gosta de roguelites, hack slash de plataforma ou se quer mais um bom jogo de co-op na sua coleção, ele será um prato cheio!

Towa and the Guardians of the Sacred Tree
Jogos Roguelite

O primeiro impacto não veio de um golpe crítico, mas do recomeço. Towa exige aquele ritual que só faz sentido depois da terceira ou quarta tentativa: sair para apanhar e aprender, voltar com materiais e ideias, conversar, forjar uma lâmina que muda o “como” tanto quanto o “quanto”, sair de novo. Quando a engrenagem pega, cada run vira uma pequena história de intenções: a escolha da espada dita a cadência, a parceria escolhida define como a arena será “costurada” e o vilarejo passa a ter peso emocional, não só funcional. A sensação é de circuito fechado, mas vivo — o mundo responde a pequenos avanços, e isso empurra naturalmente para a próxima saída.

O combate ganha corpo quando a alternância entre ataque e suporte vira reflexo. Entrar estourando guarda abre sorriso, mas é a troca bem-timed para magia, cura, buff ou controle que sustenta vitórias limpas. A leitura de distância e o tempo de invencibilidade pedem atenção constante; atravessar uma investida grande sem gastar recurso vira mini-celebração. Há runs em que a escolha da lâmina inclina tudo para derretimento rápido; em outras, a arena pede paciência, debuff, empilhamento de efeitos. O jogo convida a aceitar esse vaivém em vez de brigar com ele, e nessa hora os dedos aprendem a respirar.

A forja é o coração que dita humor e fantasia. Não é só número crescendo; é um tipo de personagem que nasce da lâmina. Uma espada com sinergia de congelamento obriga a pensar o agrupamento dos inimigos; outra, focada em crítico explosivo, transforma elites em alvo de “set piece”. A certa altura, escolher o material parece escolher uma atitude. Voltar ao vilarejo com peças suficientes para tentar “aquela” combinação e ver o resultado no campo dá uma sensação de autoria rara num roguelite de ação: a build não é apenas uma tabela — ela tem textura e rosto.

No PC, a ergonomia dos periféricos influencia o aprendizado. O controle ajuda a orbitar grupos com naturalidade e a sentir o timing de rolagem sem medir pixels; teclado e mouse favorecem mira pontual para projéteis, além de alternâncias secas de prioridade quando a tela vira confete de partículas. Depois de algumas runs, a impressão é de que ambos funcionam e contam histórias ligeiramente diferentes: um estilo mais “dança” de polegar, outro mais “cirúrgico” de ponteiro. Ajustes simples — travar a 60 quadros, reduzir sombras e pós-processamento para clarear leitura visual — valem ouro quando a densidade da tela sobe.

A parte social do hub sela o pacto de repetição. Não é um lobby decorado; é um lugar que cresce, conversa e devolve sentido ao recomeço. É fácil cair na rotina de “só forjar e partir”, mas gastar dois minutos ouvindo, aceitando bênçãos e mexendo na casa muda a postura. A cada retorno, uma camada se encaixa melhor — e, quando um bônus persistente finalmente aparece no campo sem ruído, há a sensação de que o mundo lembra. O efeito indireto é curioso: a vontade de experimentar espadas novas não se apoia apenas em planilha, e sim em quem se quer ser naquela próxima investida.

Nem tudo escorrega liso. O jogo despeja sistemas cedo: espadas, bênçãos, favor, pares de função, rotas, materiais específicos… a primeira hora parece um balcão cheio de rótulos onde tudo quer ser importante ao mesmo tempo. Passado o susto, a cabeça organiza a ordem de prioridade; até lá, a cadência sofre, com menus atravessando o embalo em momentos pouco oportunos. Também há combinações de suporte que pedem mais tempo de mão para “assentar”; quando a troca não rende, fica a impressão de que o ataque puro faria o serviço com metade do esforço. É menos defeito do que curva: Towa cobra domínio de ritmo e posicionamento antes de liberar o prazer do transbordo.

Visualmente, a elegância é consistente. A arte evita exageros e se apoia em contrastes que preservam legibilidade mesmo sob chuva de efeitos. Em alguns encontros, partículas em excesso competem por atenção, mas pequenos cortes em bloom e pós-processamento resolvem sem detonar o charme. A música assume papel de cola emocional — há temas que entram discretos e, de repente, elevam um combate comum a uma luta que parece “importante”, mesmo que o inimigo seja só mais um intermediário da rota. É raro sair de uma run sem um momento de trilha grudado na cabeça.

Com o jogo travado a 60 quadros e ajustes moderados, a sensação de responsividade se mantém estável em máquinas medianas. Em picos de partículas, a taxa pode beliscar para baixo; nada que comprometa a leitura se o restante estiver sob controle. O armazenamento pequeno e o carregamento rápido ajudam a manter o ritmo “vai de novo”. E como o desenho da run é curto o bastante para caber em intervalos de meia hora, fica fácil encaixar Towa entre tarefas — o que, ironicamente, alonga as sessões.

A memória que fica depois de algumas noites não é a de um “hack’n’slash com árvore” nem a de um roguelite sobre slots eficientes. É a de um combate que pede humildade antes de generosidade. A ideia de partir, apanhar, voltar e forjar vira quase ritual zen: o fracasso que informa a próxima lâmina, a lâmina que muda a próxima dança, a dança que grava um aprendizado fino sobre distância e tempo. Quando o jogo abre espaço para isso — e ele abre —, a recompensa é um estado raro: foco sem frustração.

Ainda há arestas a polir: reduzir interrupções didáticas nas primeiras horas, dar um toque a mais de impacto a certos perks discretos, aparar combinações de suporte que rendem menos do que prometem. Mesmo assim, a balança pende bonito para o lado das virtudes. No PC, Towa encontra casa: a mecânica responde, os ajustes oferecem margens claras de estabilidade e a fantasia de “forjar identidade” por meio da lâmina se sustenta roda após roda.

No fim, a conclusão é simples: quando se aceita a dança proposta, o jogo devolve noites de “só mais uma”

Maze Mice
Jogos Roguelite

Atenção: se você der o primeiro passo em Maze Mice, é bom estar preparado pra não sair tão cedo. Esse jogo é aquela mistura maluca de simplicidade com genialidade que a gente nem sabe como caiu na nossa biblioteca, mas quando percebe… já foram três horas, três personagens desbloqueados e uma run onde o último gato maldito quase acabou com tudo. É um daqueles indies que você começa pensando “vou testar rapidinho” e termina sonhando com upgrades e labirintos coloridos. Sério.

Vamos direto ao ponto: Maze Mice é um roguelite de ação estratégica onde você joga com um camundongo fofo (ou bizarro, dependendo do que desbloquear) que precisa sobreviver em labirintos cheios de perigos, enquanto coleta pontinhos brilhantes de XP pra evoluir e escolher habilidades insanas. A sacada aqui? O tempo só anda quando você anda. E isso muda tudo.

No início, parece só mais um joguinho retrô com carinha de Pac-Man remixado. Mas depois da primeira run, você percebe que ele tem o cérebro de SUPERHOT, o vício de Vampire Survivors e a crueldade de um roguelite que não perdoa erro. Cada passo conta. Se você se move errado, um gato pode cravar as garras em você. Se espera demais, o mapa começa a te engolir. Mas o controle tá 100% na sua mão — e isso é o que torna tudo tão viciante.

Maze Mice

Você começa com um camundongo inicial, mas rapidinho desbloqueia mais. São trinta, cada um com sua aparência, stats e equipamento inicial. E não é só cosmético não — o rato que começa com uma arma de agulhas de costura voadora joga completamente diferente daquele que tem regeneração passiva ou escudo giratório. Em cada run, você escolhe entre três upgrades sempre que sobe de nível, e as combinações são absurdamente criativas. Quer virar um tanque invulnerável que explode tudo ao redor? Tem build pra isso. Quer se mover como um ninja e envenenar qualquer um que chegar perto? Também tem.

E cara, a progressão é simplesmente deliciosa. Cada XP coletado parece recompensador. Cada upgrade te dá aquela dúvida gostosa: será que invisto em dano agora ou aumento a regeneração pra sobreviver mais? Será que vale o risco de encarar aquele gato no canto pra pegar aquele ponto de experiência gordo? E não tem esse papo de build certa — o jogo te incentiva a experimentar. E quando você acerta aquela sinergia perfeita… aí, meu amigo, é só brilhar.

A arte é pixelada e charmosa. Tudo é muito claro, os inimigos se destacam bem, os efeitos são suaves e gostosos de ver. A trilha sonora acompanha o clima: começa calma, meio zen, e vai crescendo junto com a tensão da sua run. E sim, dá pra pausar. Isso parece bobo, mas num jogo onde tudo depende de cada movimento, poder parar, respirar e pensar sem ser punido é uma bênção.

Agora, deixa eu te contar uma história rápida. Em uma das minhas runs, eu estava com um rato que tinha bônus de regeneração e alcance. Estava indo bem, pegando XP como se fosse pipoca em sessão dupla de filme, quando me vi encurralado por três gatos e uma sombra que parecia um glitch de outro jogo. Pensei que era o fim. Mas aí percebi que eu tinha um upgrade de dash carregado e… pá! Escapei por um fio de pixel, peguei mais XP, subi de nível, ativei uma explosão passiva e limpei o mapa. Foi tipo final de Copa. E eu ali, sozinho na frente do monitor, rindo igual bobo. Isso é Maze Mice.

Mas nem tudo é queijo suíço. Como todo roguelite em início de jornada, Maze Mice ainda tem algumas limitações. São apenas quatro mapas por enquanto, e depois de umas boas horas, a repetição pode começar a aparecer. Claro que os personagens e upgrades trazem bastante variedade, mas pra quem busca centenas de horas como Slay the Spire ou Hades, talvez ele não seja tão duradouro assim. Outro ponto: o balanceamento ainda está em evolução. Algumas builds quebram o jogo com facilidade, enquanto outras parecem praticamente inviáveis. Mas o dev é ativo, já lançou atualizações, está presente na comunidade e claramente sabe o que está fazendo.

Maze Mice

Ah, e sobre performance: tá redondinho. Roda tranquilo até no Steam Deck. No PC, nem se fala. Sem travamentos, sem bugs bizarros, sem tempo de load cansativo. E por ser um jogo leve, é perfeito pra deixar aberto e jogar entre uma tarefa e outra. Uma run pode durar cinco minutos ou meia hora, dependendo do quão bem você joga — e essa liberdade é maravilhosa.

A galera no Steam tá em festa. A taxa de aprovação é altíssima e os comentários são um misto de “socorro, não consigo parar de jogar” com “esse jogo me pegou de surpresa”. Tem muito amor pela simplicidade, pelo carinho colocado em cada detalhe, e principalmente por respeitar o tempo e a inteligência do jogador. Um cara comentou: “Me senti inteligente e burro na mesma run, e amei cada segundo.” Não tem como descrever melhor.

Se você gosta de jogos que fazem muito com pouco, que não precisam de cutscene de 20 minutos nem tutorial gigante pra te prender, Maze Mice é ouro puro. Ele acerta em ritmo, acerta em sensação de progresso, acerta em criatividade. E o melhor: ele sabe exatamente o que é. Não tenta ser algo maior do que precisa — e por isso, entrega uma experiência focada, afiada e divertida pra caramba.

Vale a pena?

Se você curte roguelites, já pode colocar Maze Mice na sua lista agora. Ele é inteligente, viciante e tem aquele gostinho de “só mais uma tentativa” que a gente tanto ama. Mesmo com poucos mapas e algumas builds desequilibradas, o que ele entrega é tão afiado e tão bem feito que é impossível não se apaixonar. Além de tudo, é barato e leve. É o tipo de jogo que vai ficar instalado por muito tempo, te esperando pra mais uma run rápida, mais um combo insano, mais uma risada sozinho no escuro. E olha… ele sempre vale a pena.

Battle Trains
Trem Bomba

Você não está só jogando com trens — está lutando por sobrevivência em um tabuleiro caótico, onde cada curva pode ser a sua última.

Tudo começa com um tabuleiro. Parece tranquilo, com alguns minérios aqui, uma base inimiga ali. Mas é só engano. Em Battle Train, cada turno é uma corrida contra o tempo, contra o azar e contra um adversário que também está traçando seu caminho até você — e a qualquer momento, pode disparar uma locomotiva armada até os dentes.

A proposta é curiosa e viciante: você usa cartas de trilhos com formatos variados para conectar sua base até a mini-base do inimigo. Conseguiu? Hora de lançar o trem-bomba. Ele atravessa seu caminho recém-formado até explodir na cara do inimigo, tirando vida da base e, de quebra, destruindo parte do que você construiu. A adrenalina não para: após cada ataque, você precisa reconstruir seu caminho antes que seu oponente faça o mesmo.

Cada carta é uma jogada de xadrez

O charme de Battle Train está no sistema de cartas. Cada carta representa um trecho de trilho — em linha reta, em curva, cruzamentos, bifurcações — e seu uso exige raciocínio e adaptação. Mas não basta apenas conectar as pontas: o segredo está nos minérios espalhados pelo mapa. Pegar esses minérios com seus trilhos te dá energia extra e permite continuar jogando cartas no mesmo turno. O jogo te recompensa por jogar bem — e rápido.

Além disso, você pode capturar minas fixas no mapa, que aumentam sua produção de minério a cada rodada. Gerenciar bem seus recursos é vital. Conseguir usar tudo, tanto de forma ofensiva quanto defensiva, é vital para conseguir superar seu adversário!

Combate tático e sabotagem criativa

Sim, porque Battle Train não é só sobre construir. É também sobre destruir. Bombas fazem parte do seu arsenal, e podem ser jogadas diretamente na base inimiga (acelerando a vitória) ou nos trilhos do inimigo (impedindo o ataque dele). A satisfação de ver aquele trilho perfeito ser desintegrado por uma bomba no último segundo é real. O jogo é um eterno cabo de guerra, uma disputa de construção e sabotagem simultâneas.

Você também pode bloquear o caminho inimigo usando seus próprios trilhos. Isso adiciona uma camada extra de estratégia: às vezes, é mais útil atrasar o oponente do que correr para o ataque.

Progressão que faz diferença

Por ser um roguelite, Battle Train recompensa a persistência. A cada partida, você desbloqueia novas cartas e acessórios para o trem — que mudam drasticamente seu estilo de jogo. Há cartas mais ousadas, mais agressivas, mais defensivas. Há equipamentos que aceleram recarga de trem, aumentam o dano da explosão ou reduzem o cooldown.

Essa progressão é bem dosada e te instiga a voltar para mais uma run. Quanto mais você joga, mais possibilidades se abrem. E com isso, novas estratégias surgem.

Mapas, escolhas e chefões que fazem pensar

Cada partida se desenvolve em um mapa com vários caminhos possíveis. Você escolhe entre rotas com batalhas, mercados, bônus e mais. Isso dá um toque de roguelite clássico — lembrar um pouco o sistema de mapas de Slay the Spire ou Roguebook. No final de cada mapa, um chefão com habilidades especiais te aguarda. Esses combates são o verdadeiro teste de tudo que você aprendeu: as lutas são intensas, desafiadoras e exigem pensar fora do trilho.

Vale a pena jogar Battle Train?

Se você curte jogos de estratégia com ritmo acelerado, elementos de roguelite e aquele gostinho de sabotagem inteligente, Battle Train é um prato cheio. O sistema de cartas e recursos é bem equilibrado, o ritmo de jogo é empolgante, e o universo construído — com humor, caos e tensão — funciona muito bem.

Mesmo com alguns exageros nos diálogos, a diversão que o jogo proporciona é clara. É o tipo de jogo que te faz dizer “só mais uma” várias vezes. E quando você menos espera, passou a madrugada toda traçando trilhos e lançando trens-bomba.

Ah e o jogo está localizado para português, só não tem dublagem!