#Monster Hunter
Quem já chegou no fim do conteúdo de Monster Hunter Stories 3 sabe: os chefes mais fortes não caem só na base do “subir nível”. A parte mais legal (e mais cruel) do endgame é que cada luta exige uma montagem de time bem pensada, com genes, itens e resistências no lugar certo. Para os jogadores, isso importa porque evita horas de tentativa e erro e deixa as vitórias mais consistentes.
O kit mínimo antes de entrar na briga
Antes de encarar os encontros mais pesados de Monster Hunter Stories 3, vale tratar sua equipe como “build de raid”: você precisa de plano A e plano B.
- Cobertura elemental: tenha pelo menos 2 elementos fortes no time e um neutro confiável.
- Genes defensivos: resistência elemental e redução de dano costumam valer mais do que ataque puro.
- Respostas a status: queimadura, paralisia e gelo travam sua rotação; leve curas e imunidades.
- Itens de emergência: reviver, cura em área e remoção de debuff não são “luxo”.
- Armadura por luta: trocar set entre chefes é normal; insistir em um só set é pedir wipe.
Chefões que punem erro: como montar o contra-jogo
Os confrontos mais difíceis geralmente seguem um padrão: fase de “carregamento”, explosão em área e punição forte se você errar o tipo de ataque. O segredo é entrar com resistências e com um Monstie pronto para segurar o turno ruim.
- Chefão de fogo: prioridade é resistência a queimadura e um atacante de água/gelo para quebrar o ritmo.
- Chefão elétrico: paralisia é o perigo real; use imunidade e pense em dano consistente, não em burst.
- Chefão de gelo: controle de velocidade manda; leve cura frequente e um atacante de fogo para abrir espaço.
- Chefão “dragão”/debuff: traga limpeza de status e um plano para sobreviver ao turno de explosão.
Na minha visão, Monster Hunter Stories 3 brilha aqui: vencer esses chefes com preparo dá aquela sensação de “eu realmente entendi o jogo”, e não só passei no dano.
Quem curte montar time e testar combinações novas ganhou um motivo pra voltar a caçar: Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin está destacando duas subespécies queridas da série, a Pink Rathian e o Azure Rathalos. Isso importa porque elas mudam o ritmo das lutas, trazem habilidades bem agressivas e abrem espaço para builds de fogo, veneno e pressão constante.
Duas wyverns clássicas, agora no seu elenco
No universo de Monster Hunter, Pink Rathian e Azure Rathalos sempre foram versões mais “nervosas” do casal original. Em Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin, a graça é que elas não são só inimigas: podem virar parte do seu time e carregar o combate com golpes fortes e boa presença em chefes.
Na prática, é aquele tipo de adição que dá vontade de revirar o estábulo e reorganizar todo mundo só pra testar sinergias.
- Pink Rathian: costuma brilhar pelo pacote de veneno e pressão em dano contínuo, ótima pra lutas longas.
- Azure Rathalos: mais focado em fogo e ofensiva direta, ideal pra quem gosta de acelerar o abate.
- As duas ajudam a cobrir fraquezas do time e deixam mais fácil adaptar a estratégia sem trocar de equipamento toda hora.
Onde a caça fica mais interessante
O caminho para colocar essas subespécies no grupo gira em torno de conteúdo especial dentro do próprio Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin. A ideia é simples: encarar as atividades ligadas a elas, farmar o que precisa e ir atrás do monstro certo para finalmente trazer a wyvern pra casa.
- Fique de olho nas missões e desafios que destacam essas criaturas.
- Se prepare para encontros mais difíceis do que os Rathian/Rathalos comuns.
- Monte um time com boa defesa e curas, porque o dano delas costuma punir erro rápido.
Como fã de Monster Hunter, eu curto quando o jogo incentiva esse “vai e volta” entre caçar e montar time: é aí que Stories 2 mais diverte.
Depois de quase um ano de atualizações que nem sempre ajudaram, uma nova correção focada em PC parece ter melhorado de verdade o desempenho de Monster Hunter Wilds. A atualização trouxe ajustes de CPU e GPU. Isso reduziu engasgos e picos de frametime para muitos jogadores. A resposta da comunidade é muito mais positiva agora. A correção foi aplicada na versão para PC.
Jogadores relataram nas redes uma queda grande nos travamentos e um aumento nas avaliações da loja digital do jogo. Muitos dizem que agora recomendam Monster Hunter Wilds. Também há quem tenha encontrado configurações que permitem rodar o jogo em portáteis, embora seja preciso abrir mão da qualidade visual. Esses relatos apareceram em diferentes comunidades e na página do jogo.
Testei rapidamente e notei melhora em áreas pesadas do jogo, como tempestades de areia e trechos com muita iluminação. Minha placa conseguiu manter acima de 70 FPS com DLAA, sem geração de frames por software. Ainda assim, os resultados variam conforme o hardware. Quem tinha o jogo praticamente injogável não deve esperar cura instantânea. Mesmo assim, depois de tanto tempo, ver uma solução real é um alívio. Os desenvolvedores prometem continuar melhorando. Fica a sensação de que o jogo poderia ter sido lançado com esse nível de otimização desde o início.
Um mod caseiro pode explicar parte dos problemas de desempenho de Monster Hunter Wilds. Um jogador em um fórum publicou que pular a checagem de DLCs fez o jogo rodar muito melhor na conta com todo o conteúdo instalado. A ideia é simples: se o jogo não verifica a presença dos extras, ele evita um processo pesado e ganha frames.
O autor diz que notou a diferença ao alternar entre contas: uma com todos os DLCs, outra sem nada. Na conta com extras, ele relatou mais de 80 FPS em hubs; na sem DLCs, chegava a 20-25 FPS. O mod não desbloqueia conteúdo. Ele apenas ignora a checagem, o que parece reduzir a carga do motor do jogo.
Para confirmar, testes foram feitos em 4K com o preset Alto e geração de frames desligada, em um PC com AMD Ryzen 7 7700X e uma RTX 5070 Ti. Comparei uma cópia sem DLCs e outra com todos os 189 itens de DLC (tirando o pacote de texturas em alta). A média subiu de 61 para 67 FPS. As quedas extremas (1%) praticamente não mudaram e não notei redução clara dos engasgos.
Isso sugere um bug: o jogo pode executar uma checagem de DLC ao passar perto do vendedor Conut, o que consome recursos no hub. Em máquinas mais modestas, esse impacto pode ser maior. Não recomendo comprar DLCs só para tentar melhorar o FPS. O autor diz ter avisado a desenvolvedora e, se nada mudar, pretende liberar o mod como código aberto. Por enquanto, ajustar as configurações do jogo continua sendo a melhor forma de ganhar desempenho.
A Wizards of the Coast adiou o lançamento do Secret Lair x Monster Hunter para algum momento de 2026. O anúncio veio depois que a versão inicial do superdrop recebeu críticas fortes da comunidade. Em um post no blog, a empresa afirmou que o que foi revelado ficou aquém das expectativas e que prefere refazer todo o conjunto para entregar algo melhor.
Fãs e jogadores reclamaram que as cartas escolhidas não conversavam com os monstros e faltou sentido temático. Em fóruns e grupos, muitos disseram que as combinações pareciam arbitrárias. Também houve críticas sobre o valor das cartas: a maior parte são reimpressões pouco procuradas, o que desanimou colecionadores e quem joga. Alguns usaram exemplos como Zinogre e Brachydios para mostrar como emparelhamentos não faziam sentido.
A Wizards of the Coast explicou que a Capcom está de acordo com a revisão e que mais detalhes virão no ano que vem. A ideia é entregar um Secret Lair que agrade tanto fãs de Monster Hunter quanto jogadores de Magic. Muitos esperavam artes novas e cartas mais temáticas. O adiamento incomoda quem esperava o drop, mas mostra que a empresa ouviu a comunidade. E você, o que mudaria nessa nova versão do Secret Lair?
O Monster Hunter Wilds vem sofrendo com desempenho instável no PC, com quedas de performance que pioraram para muitos jogadores após atualizações. Apesar de o jogo ser sólido em conteúdo, a jogabilidade perde quando o desempenho falha, e a Capcom tem demorado para resolver.
Em entrevista para investidores, a Capcom disse que Resident Evil Requiem é diferente de Wilds em jogabilidade, arquitetura de sistema e recursos de rede, e que não espera problemas parecidos no PC. A empresa afirma que está desenvolvendo o jogo para rodar de forma fluida em uma ampla faixa de especificações.
No curto prazo, o Wilds deve receber em dezembro melhorias de otimização com foco em reduzir a carga na CPU e a chegada do primeiro Elder Dragon, o dragão-ancião (monstro de alto nível). Mesmo com os problemas, ainda há uma base ativa de jogadores.
A Capcom também reforçou que seus jogos de catálogo continuam indo bem, citando a série Resident Evil como exemplo, e afirmou não ter preocupações com o potencial de crescimento dessas vendas.
Requiem começou como um projeto multiplayer e migrou para uma experiência single-player, mas a promessa é manter o desempenho estável no PC. Você acha que Requiem vai escapar dos problemas de performance no lançamento?