#The Elder Scrolls
Parece que a conversa mudou de rumo: em vez do que muita gente esperava, a ideia agora é refazer Daggerfall. É um movimento grande, que mistura nostalgia e risco. O jogo original é enorme e tem uma legião de fãs que lembra de sua liberdade e sistemas profundos.
Um remake pode trazer o mundo para um público novo. Com tecnologia atual, mapas imensos, combate e interface podem ficar mais acessíveis. Muitos jogadores pedem isso justamente para ver as ideias antigas com gráficos e mecânicas modernizadas. Projetos de fãs já mantêm a chama acesa, mostrando que há interesse real.
Mas há desafios. Atualizar tanta mecânica sem perder a identidade é difícil. O jogo original tem escolhas e bugs que faziam parte da experiência. Recriar isso de forma fiel e ao mesmo tempo limpa para público moderno exige tempo e cuidado. Também há questões legais e de escopo que podem atrasar tudo.
No fim, a ideia anima e preocupa ao mesmo tempo. Se o remake acertar o equilíbrio entre legado e modernidade, pode devolver o brilho à série. Se errar, pode desapontar quem guarda memórias do original. Resta acompanhar como o projeto vai evoluir e torcer para que respeitem o que tornou Daggerfall especial.
O ex-loremaster Kurt Kuhlmann diz que, ainda na época de Fallout 4, havia um consenso interno sobre onde The Elder Scrolls 6 deveria se passar, e que a escolha parecia óbvia entre as pessoas que discutiam. Ele deixa claro que aquilo não estava totalmente fechado e que, desde que saiu da empresa em 2023, ficou fora das decisões. O único material oficial que temos é o teaser de 2018 — uma curta cena de montanha que não revela quase nada.
Kuhlmann conta que, apesar de ter sido prometido como chefe de design em TES6, as prioridades mudaram com Fallout 4, Fallout 76 e, principalmente, Starfield, que consumiu muitos recursos do estúdio. Isso explica por que o jogo, na prática, era só uma ideia e não um projeto em desenvolvimento avançado. Na época, as conversas eram mais sobre o tom e o cenário do que sobre roteiro fechado.
O ex-loremaster chegou a imaginar uma história no estilo O Império Contra-Ataca: os jogadores venceriam batalhas, mas o jogo terminaria com o Thalmor tomando Tamriel, preparando um confronto ainda maior para um possível TES7. Enquanto isso, fãs seguem especulando sobre locais como Hammerfell e High Rock, baseados em pistas e no teaser antigo. No fim, permanece a sensação de que ainda vamos ter que adivinhar muito antes de ver algo concreto.
Se você curte quando Skyrim vira um pesadelo subterrâneo, The Rot Below pode ser exatamente o que você procura. Em vez de masmorras que só te levam de volta ao ponto de entrada, este mod leva você a um submundo fúngico cheio de surpresas, atmosfera sombria e encontros longos. É o primeiro mod do autor e traz uma sensação de aventura pesada e assustadora.
O mod traz uma série de inimigos novos e três batalhas contra chefes. Há mais de 350 falas dubladas profissionalmente, principalmente do lich Malkifer e da barda Adabelle, que você deve resgatar. Também aparecem itens mágicos inéditos: espadas encantadas que brilham, magias de conjuração para invocar servos mortos-vivos e até esqueletos com cabeça de cogumelo. A trilha sonora nova ajuda a criar o clima, então vale a pena ligar o som.
A missão principal é liberada a partir do nível 30. Para começar, procure um diário que costuma aparecer no quarto de qualquer mago da corte; encontrar esse diário ativa a missão. O mod está disponível para download em sites de mods. Leve um seguidor se quiser, já que o conteúdo é desafiador e não obriga você a abandonar companheiros como Lydia ou Inigo. Se gosta de exploração sombria e inimigos diferentes, esse mod merece uma conferida.
Kurt Kuhlmann, veterano responsável pelo lore de The Elder Scrolls, deixou a Bethesda em 2023 depois de mais de 20 anos. Hoje ele trabalha no estúdio Lightspeed LA, ligado à Tencent. Em entrevista, ele diz que a saída foi motivada por mudanças internas: o estúdio cresceu demais, equipes ficaram distantes e a comunicação passou a falhar entre os vários times.
Kurt começou ainda nos anos 90 e voltou em 2003. Participou de Daggerfall, Redguard, Morrowind e, nas décadas seguintes, ajudou em Skyrim, Oblivion e Starfield. Foi co-lead em Skyrim e lead systems em Starfield. Com o crescimento, cargos ficaram mais gerenciais e menos práticos. Ele preferia criar conteúdo na prática em vez de só gerenciar, e isso pesou na decisão de sair. Outro ponto decisivo foi uma promessa de Todd Howard de que ele seria lead em The Elder Scrolls 6 — promessa que, no fim, não se cumpriu.
Ele esperou mais de uma década por essa chance, e a negativa ajudou a definir sua saída. Kurt fala sem rancor e afirma que ainda ama a série. Ele tinha ideias fortes para TES6, pensando em um tom mais sombrio e em antagonistas como os Thalmor ganhando força, no estilo de The Empire Strikes Back. Mesmo assim, acredita que um final totalmente negativo e um longo cliffhanger seriam difíceis de sustentar. Agora ele acompanha a série de fora e reflete sobre o que poderia ter sido.
Em entrevista, o ex-artista principal da Bethesda, Nate Purkeypile, disse que The Elder Scrolls 6 foi anunciado junto com Starfield em 2018 para evitar que os fãs ficassem irritados pela demora desde Skyrim. Ele lembrou que havia muito tempo entre os jogos e que a empresa quis garantir que a reação não fosse negativa. Purkeypile também comentou que essas cenas de anúncio são caras.
Ele acredita que hoje o estúdio tem mais tempo e menos pressão econômica para lançar o jogo numa data fixa, e que é preferível atrasar para entregar algo bom. Purkeypile citou que Starfield teve um grande atraso e que antes, no lançamento de Skyrim, havia prazos rígidos que fizeram muita pressão para a equipe. Por isso, ele vê um lado positivo em ter espaço para ajeitar o jogo.
Purkeypile saiu da Bethesda em 2021 e passou a liderar um estúdio próprio. Ele diz que as expectativas são um problema: Skyrim é um marco e muitos jogadores serão críticos mesmo se o novo jogo for excelente, o que chega a afetar a equipe. Sobre o que espera de The Elder Scrolls 6, ele prefere uma abordagem mais contida, concentrar-se numa região de Tamriel e aprofundar o mundo, em vez de simplesmente ampliar a escala. Também gostaria de ver sistemas novos, magia ou árvores de perks diferentes, e se pergunta o que há além do continente de Tamriel.
A Xbox fará um Direct em 22 de janeiro e já citou três jogos para a apresentação: Fable, Forza Horizon 6 e Beast of Reincarnation. Uma resposta a uma publicação nas redes sociais — em que um usuário disse estar mais empolgado por Horizon 6 do que por outro grande lançamento — acabou gerando uma frase que incendiou a comunidade.
A resposta da empresa foi algo como ‘Big year for games ending in 6, though.’ Muitos fãs interpretaram isso como uma pista sobre The Elder Scrolls 6 e começaram a especular. A desativação de respostas à publicação aumentou ainda mais a curiosidade, e várias pessoas passaram a imaginar um possível trailer surpresa durante o Direct.
É fácil se empolgar, mas a probabilidade de The Elder Scrolls 6 aparecer no Direct é baixa. Em entrevista em dezembro de 2025, o diretor do estúdio afirmou que o desenvolvimento ‘está progredindo muito bem’, mas também já disse em outra ocasião que o jogo ainda está longe. Anunciar um trailer tão aguardado sem sinais claros de que o lançamento está próximo seria inesperado.
Por enquanto, o melhor é tratar tudo como rumor. O Direct pode trazer novidades importantes para 2026, mas por enquanto o cenário é de rumores e esperança. Convém esperar por confirmações oficiais antes de tirar conclusões.
Todd Howard, chefe criativo da Bethesda, disse em entrevista que The Elder Scrolls 6 está progredindo bem. Ele afirmou que a maior parte do estúdio trabalha no projeto e explicou que os desenvolvimentos costumam se sobrepor. A equipe também mantém longas pré-produções para ter mais segurança no resultado final. Eles querem ir rápido, mas preferem acertar.
Emil Pagliarulo, diretor de design, disse que o jogo “está indo” e lembrou que é melhor atrasar do que lançar algo ruim. Ele resumiu a ideia: atraso é temporário, erro é para sempre. Angela Browder, diretora do estúdio, falou que o projeto tem muitas possibilidades criativas e que os desenvolvedores estão empolgados com o que podem construir.
O jogo foi anunciado em 2018 e desde então surgiram poucas informações concretas, por isso cada declaração gera expectativa. Além disso, o desempenho de lançamentos recentes do estúdio deixou parte dos fãs cautelosa. Isso pode explicar porque a equipe está sendo mais cuidadosa e investindo tempo extra para revisar sistemas e conteúdo.
Não há data de lançamento, mas as falas deixam claro que o projeto está ativo e que o estúdio quer entregar algo à altura da franquia. Para os fãs, a mensagem é de paciência: os desenvolvedores preferem esperar o tempo necessário para fazer um jogo realmente bom.
Skyblivion foi adiado para 2026. O líder do projeto disse em um vídeo de adiamento que, apesar do progresso, o objetivo de lançar em 2025 não é mais possível. Um ex-designer já havia alertado sobre problemas de gestão e trabalho excessivo, e a equipe preferiu ganhar mais tempo para polir o mod.
O mapa do mundo do Skyblivion está 100% pronto e pode ser visto em um mapa interativo no site do projeto. Todas as masmorras de missões foram concluídas. A maioria das masmorras aleatórias e a maior parte dos interiores de casas, lojas, castelos e estalagens também estão prontas. A Cidade Imperial, no entanto, continua como o maior trabalho restante.
O time ainda precisa terminar a navegação dos NPCs (navmesh), várias missões, atualizações da interface, implementação de ativos e muitos testes. Além disso, a equipe vem trabalhando secretamente em uma cena cinematográfica ambiciosa para o confronto final entre Akatosh e Mehrunes Dagon, mas falta pessoal para criar e renderizar essa cena. Por isso, eles procuram um renderizador, um cenógrafo, um artista de efeitos visuais (VFX) e um artista de simulação de destruição.
Algumas funções planejadas foram cortadas, como combate subaquático e criação de feitiços, mas a equipe espera adicioná-las após o lançamento. O líder garante que o jogo está mais próximo do que nunca e mira 2026, embora isso ainda pareça otimista para alguns. Você vai esperar o lançamento ou prefere experimentar outros mods enquanto isso?
A Bethesda lançou ontem o Fallout 4—Creations Bundle, parte das comemorações de 10 anos, trazendo 150 itens criados pela comunidade por cerca de R$92,65. No entanto, jogadores relatam problemas graves com o pacote e o conteúdo.
No momento da redação, Fallout 4—Creations Bundle tinha na Steam uma avaliação majoritariamente negativa, com 124 análises, algo incomum para um simples pack de ativos. Enquanto alguns criticam o preço e o conteúdo, que pareceria apenas uma reembalagem de itens já disponíveis no Creations Store, a maior parte das reclamações é de que o bundle não funciona.
Um usuário descreve que o jogo trava ao tentar instalar conteúdo do Creation Club e fica preso em um ciclo de inicialização e fechamento, tornando impossível até mesmo usar o Gerenciador de Tarefas ou o Steam para forçar o fechamento. Outro comenta que o bundle deixa o jogo mais instável e que fechar o jogo vira um pesadelo para o PC.
O problema parece vir, em parte, de dificuldades de conexão com a loja da Bethesda, com várias avaliações mencionando problemas de carregar o menu de criações. Mesmo quando funciona, nem todas as criações aparecem no bundle, levantando a suspeita de conteúdos ausentes.
Essa bagunça remete a edições passadas e às promessas de patches da Bethesda, que já avisou que atualizações poderiam impactar mods. O que você quer ver na próxima atualização?
Fallout 4 está recebendo atenção por conta da atualização do Fallout 4 Creations Menu e do Creations Bundle, lançados para comemorar o décimo aniversário do jogo. Enquanto o histórico geral na Steam é visto como muito positivo, a reação recente ficou dividida, com avaliações de usuários chegando a misto e o bundle recebendo avaliações predominantemente negativas. O objetivo era facilitar o acesso a conteúdo criado pela comunidade, mas muitos relatos apontam falhas, bugs e queda de desempenho, além de mods existentes pararem de funcionar.
A Bethesda informou que está ativamente investigando os problemas gerados pela atualização e que os jogadores devem notar carregamentos mais rápidos no menu de Criações, no menu do jogo e na troca de itens do Creation Club. Um hotfix está previsto para o começo da próxima semana, ajudando a resolver instabilidade em consoles, conteúdo de DLC que não funciona e DLCs que podem ser desinstalados após atualizar o jogo no PlayStation.
Depois disso, a equipe planeja dois patches: um na semana de fim de novembro e outro na primeira metade de dezembro, com mais detalhes a seguir. A reação da comunidade segue crítica, com pedidos para que atualizações futuras não quebrem mods antigos. E você, já passou por algo parecido em outros jogos da Bethesda?
Todd Howard confirmou que The Elder Scrolls 6 é atualmente o principal projeto em desenvolvimento na Bethesda, descrevendo-o como “a coisa do dia a dia” para o estúdio. O diretor comentou que gosta de manter um intervalo entre os jogos da série para evitar repetição, mas reconheceu que o hiato desde Skyrim — lançado há 14 anos — foi longo demais.
Howard revelou também que recentemente acompanhou uma sessão de teste de três horas do jogo com fãs ligados à fundação Make-A-Wish, que ajudaram a criar um personagem em homenagem à comunidade Elder Scrolls. Segundo ele, a conversa serviu para alinhar expectativas e reforçar o que o público espera da nova aventura.
Apesar do progresso, o jogo ainda está longe de ser concluído. Howard brincou que, em um mundo ideal, The Elder Scrolls 6 simplesmente “apareceria” de surpresa, sem anos de marketing antecipado — algo que ele diz ter testado com o lançamento de Oblivion Remastered neste ano. Mesmo que isso soe improvável sob o olhar da Microsoft, a ideia de um lançamento mais contido parece combinar com o tom de mistério que sempre cercou a série.