#The Elder Scrolls
Se você curte quando Skyrim vira um pesadelo subterrâneo, The Rot Below pode ser exatamente o que você procura. Em vez de masmorras que só te levam de volta ao ponto de entrada, este mod leva você a um submundo fúngico cheio de surpresas, atmosfera sombria e encontros longos. É o primeiro mod do autor e traz uma sensação de aventura pesada e assustadora.
O mod traz uma série de inimigos novos e três batalhas contra chefes. Há mais de 350 falas dubladas profissionalmente, principalmente do lich Malkifer e da barda Adabelle, que você deve resgatar. Também aparecem itens mágicos inéditos: espadas encantadas que brilham, magias de conjuração para invocar servos mortos-vivos e até esqueletos com cabeça de cogumelo. A trilha sonora nova ajuda a criar o clima, então vale a pena ligar o som.
A missão principal é liberada a partir do nível 30. Para começar, procure um diário que costuma aparecer no quarto de qualquer mago da corte; encontrar esse diário ativa a missão. O mod está disponível para download em sites de mods. Leve um seguidor se quiser, já que o conteúdo é desafiador e não obriga você a abandonar companheiros como Lydia ou Inigo. Se gosta de exploração sombria e inimigos diferentes, esse mod merece uma conferida.
Kurt Kuhlmann, veterano responsável pelo lore de The Elder Scrolls, deixou a Bethesda em 2023 depois de mais de 20 anos. Hoje ele trabalha no estúdio Lightspeed LA, ligado à Tencent. Em entrevista, ele diz que a saída foi motivada por mudanças internas: o estúdio cresceu demais, equipes ficaram distantes e a comunicação passou a falhar entre os vários times.
Kurt começou ainda nos anos 90 e voltou em 2003. Participou de Daggerfall, Redguard, Morrowind e, nas décadas seguintes, ajudou em Skyrim, Oblivion e Starfield. Foi co-lead em Skyrim e lead systems em Starfield. Com o crescimento, cargos ficaram mais gerenciais e menos práticos. Ele preferia criar conteúdo na prática em vez de só gerenciar, e isso pesou na decisão de sair. Outro ponto decisivo foi uma promessa de Todd Howard de que ele seria lead em The Elder Scrolls 6 — promessa que, no fim, não se cumpriu.
Ele esperou mais de uma década por essa chance, e a negativa ajudou a definir sua saída. Kurt fala sem rancor e afirma que ainda ama a série. Ele tinha ideias fortes para TES6, pensando em um tom mais sombrio e em antagonistas como os Thalmor ganhando força, no estilo de The Empire Strikes Back. Mesmo assim, acredita que um final totalmente negativo e um longo cliffhanger seriam difíceis de sustentar. Agora ele acompanha a série de fora e reflete sobre o que poderia ter sido.
Em entrevista, o ex-artista principal da Bethesda, Nate Purkeypile, disse que The Elder Scrolls 6 foi anunciado junto com Starfield em 2018 para evitar que os fãs ficassem irritados pela demora desde Skyrim. Ele lembrou que havia muito tempo entre os jogos e que a empresa quis garantir que a reação não fosse negativa. Purkeypile também comentou que essas cenas de anúncio são caras.
Ele acredita que hoje o estúdio tem mais tempo e menos pressão econômica para lançar o jogo numa data fixa, e que é preferível atrasar para entregar algo bom. Purkeypile citou que Starfield teve um grande atraso e que antes, no lançamento de Skyrim, havia prazos rígidos que fizeram muita pressão para a equipe. Por isso, ele vê um lado positivo em ter espaço para ajeitar o jogo.
Purkeypile saiu da Bethesda em 2021 e passou a liderar um estúdio próprio. Ele diz que as expectativas são um problema: Skyrim é um marco e muitos jogadores serão críticos mesmo se o novo jogo for excelente, o que chega a afetar a equipe. Sobre o que espera de The Elder Scrolls 6, ele prefere uma abordagem mais contida, concentrar-se numa região de Tamriel e aprofundar o mundo, em vez de simplesmente ampliar a escala. Também gostaria de ver sistemas novos, magia ou árvores de perks diferentes, e se pergunta o que há além do continente de Tamriel.
A Xbox fará um Direct em 22 de janeiro e já citou três jogos para a apresentação: Fable, Forza Horizon 6 e Beast of Reincarnation. Uma resposta a uma publicação nas redes sociais — em que um usuário disse estar mais empolgado por Horizon 6 do que por outro grande lançamento — acabou gerando uma frase que incendiou a comunidade.
A resposta da empresa foi algo como ‘Big year for games ending in 6, though.’ Muitos fãs interpretaram isso como uma pista sobre The Elder Scrolls 6 e começaram a especular. A desativação de respostas à publicação aumentou ainda mais a curiosidade, e várias pessoas passaram a imaginar um possível trailer surpresa durante o Direct.
É fácil se empolgar, mas a probabilidade de The Elder Scrolls 6 aparecer no Direct é baixa. Em entrevista em dezembro de 2025, o diretor do estúdio afirmou que o desenvolvimento ‘está progredindo muito bem’, mas também já disse em outra ocasião que o jogo ainda está longe. Anunciar um trailer tão aguardado sem sinais claros de que o lançamento está próximo seria inesperado.
Por enquanto, o melhor é tratar tudo como rumor. O Direct pode trazer novidades importantes para 2026, mas por enquanto o cenário é de rumores e esperança. Convém esperar por confirmações oficiais antes de tirar conclusões.
Todd Howard, chefe criativo da Bethesda, disse em entrevista que The Elder Scrolls 6 está progredindo bem. Ele afirmou que a maior parte do estúdio trabalha no projeto e explicou que os desenvolvimentos costumam se sobrepor. A equipe também mantém longas pré-produções para ter mais segurança no resultado final. Eles querem ir rápido, mas preferem acertar.
Emil Pagliarulo, diretor de design, disse que o jogo “está indo” e lembrou que é melhor atrasar do que lançar algo ruim. Ele resumiu a ideia: atraso é temporário, erro é para sempre. Angela Browder, diretora do estúdio, falou que o projeto tem muitas possibilidades criativas e que os desenvolvedores estão empolgados com o que podem construir.
O jogo foi anunciado em 2018 e desde então surgiram poucas informações concretas, por isso cada declaração gera expectativa. Além disso, o desempenho de lançamentos recentes do estúdio deixou parte dos fãs cautelosa. Isso pode explicar porque a equipe está sendo mais cuidadosa e investindo tempo extra para revisar sistemas e conteúdo.
Não há data de lançamento, mas as falas deixam claro que o projeto está ativo e que o estúdio quer entregar algo à altura da franquia. Para os fãs, a mensagem é de paciência: os desenvolvedores preferem esperar o tempo necessário para fazer um jogo realmente bom.
Skyblivion foi adiado para 2026. O líder do projeto disse em um vídeo de adiamento que, apesar do progresso, o objetivo de lançar em 2025 não é mais possível. Um ex-designer já havia alertado sobre problemas de gestão e trabalho excessivo, e a equipe preferiu ganhar mais tempo para polir o mod.
O mapa do mundo do Skyblivion está 100% pronto e pode ser visto em um mapa interativo no site do projeto. Todas as masmorras de missões foram concluídas. A maioria das masmorras aleatórias e a maior parte dos interiores de casas, lojas, castelos e estalagens também estão prontas. A Cidade Imperial, no entanto, continua como o maior trabalho restante.
O time ainda precisa terminar a navegação dos NPCs (navmesh), várias missões, atualizações da interface, implementação de ativos e muitos testes. Além disso, a equipe vem trabalhando secretamente em uma cena cinematográfica ambiciosa para o confronto final entre Akatosh e Mehrunes Dagon, mas falta pessoal para criar e renderizar essa cena. Por isso, eles procuram um renderizador, um cenógrafo, um artista de efeitos visuais (VFX) e um artista de simulação de destruição.
Algumas funções planejadas foram cortadas, como combate subaquático e criação de feitiços, mas a equipe espera adicioná-las após o lançamento. O líder garante que o jogo está mais próximo do que nunca e mira 2026, embora isso ainda pareça otimista para alguns. Você vai esperar o lançamento ou prefere experimentar outros mods enquanto isso?
A Bethesda lançou ontem o Fallout 4—Creations Bundle, parte das comemorações de 10 anos, trazendo 150 itens criados pela comunidade por cerca de R$92,65. No entanto, jogadores relatam problemas graves com o pacote e o conteúdo.
No momento da redação, Fallout 4—Creations Bundle tinha na Steam uma avaliação majoritariamente negativa, com 124 análises, algo incomum para um simples pack de ativos. Enquanto alguns criticam o preço e o conteúdo, que pareceria apenas uma reembalagem de itens já disponíveis no Creations Store, a maior parte das reclamações é de que o bundle não funciona.
Um usuário descreve que o jogo trava ao tentar instalar conteúdo do Creation Club e fica preso em um ciclo de inicialização e fechamento, tornando impossível até mesmo usar o Gerenciador de Tarefas ou o Steam para forçar o fechamento. Outro comenta que o bundle deixa o jogo mais instável e que fechar o jogo vira um pesadelo para o PC.
O problema parece vir, em parte, de dificuldades de conexão com a loja da Bethesda, com várias avaliações mencionando problemas de carregar o menu de criações. Mesmo quando funciona, nem todas as criações aparecem no bundle, levantando a suspeita de conteúdos ausentes.
Essa bagunça remete a edições passadas e às promessas de patches da Bethesda, que já avisou que atualizações poderiam impactar mods. O que você quer ver na próxima atualização?
Fallout 4 está recebendo atenção por conta da atualização do Fallout 4 Creations Menu e do Creations Bundle, lançados para comemorar o décimo aniversário do jogo. Enquanto o histórico geral na Steam é visto como muito positivo, a reação recente ficou dividida, com avaliações de usuários chegando a misto e o bundle recebendo avaliações predominantemente negativas. O objetivo era facilitar o acesso a conteúdo criado pela comunidade, mas muitos relatos apontam falhas, bugs e queda de desempenho, além de mods existentes pararem de funcionar.
A Bethesda informou que está ativamente investigando os problemas gerados pela atualização e que os jogadores devem notar carregamentos mais rápidos no menu de Criações, no menu do jogo e na troca de itens do Creation Club. Um hotfix está previsto para o começo da próxima semana, ajudando a resolver instabilidade em consoles, conteúdo de DLC que não funciona e DLCs que podem ser desinstalados após atualizar o jogo no PlayStation.
Depois disso, a equipe planeja dois patches: um na semana de fim de novembro e outro na primeira metade de dezembro, com mais detalhes a seguir. A reação da comunidade segue crítica, com pedidos para que atualizações futuras não quebrem mods antigos. E você, já passou por algo parecido em outros jogos da Bethesda?
Todd Howard confirmou que The Elder Scrolls 6 é atualmente o principal projeto em desenvolvimento na Bethesda, descrevendo-o como “a coisa do dia a dia” para o estúdio. O diretor comentou que gosta de manter um intervalo entre os jogos da série para evitar repetição, mas reconheceu que o hiato desde Skyrim — lançado há 14 anos — foi longo demais.
Howard revelou também que recentemente acompanhou uma sessão de teste de três horas do jogo com fãs ligados à fundação Make-A-Wish, que ajudaram a criar um personagem em homenagem à comunidade Elder Scrolls. Segundo ele, a conversa serviu para alinhar expectativas e reforçar o que o público espera da nova aventura.
Apesar do progresso, o jogo ainda está longe de ser concluído. Howard brincou que, em um mundo ideal, The Elder Scrolls 6 simplesmente “apareceria” de surpresa, sem anos de marketing antecipado — algo que ele diz ter testado com o lançamento de Oblivion Remastered neste ano. Mesmo que isso soe improvável sob o olhar da Microsoft, a ideia de um lançamento mais contido parece combinar com o tom de mistério que sempre cercou a série.
A nova versão do OpenMW, o projeto open-source que reconstrói o motor de The Elder Scrolls III: Morrowind, acaba de chegar e é uma das atualizações mais empolgantes até agora. A versão 0.50 traz suporte total a controles, ajustes profundos no sistema de combate, melhorias na interface e novas possibilidades para modders com a expansão da API de scripts em Lua. Para quem não conhece, o OpenMW permite jogar Morrowind com desempenho moderno e compatibilidade com praticamente qualquer dispositivo — de PCs potentes até o Steam Deck —, desde que o jogo original esteja instalado. A equipe destaca que a atualização “revoluciona a experiência com gamepads”, tornando menus, inventários e mapas muito mais intuitivos de navegar. Além disso, o processo de “dehardcoding combat” abre caminho para mods que poderão reescrever completamente a mecânica de batalhas no futuro. Visualmente, o jogo também recebeu pequenos retoques na interface e uma função aguardada pelos fãs: transferência rápida de itens. Mais de 20 anos depois do lançamento, Morrowind continua vivo graças à dedicação de sua comunidade — e o OpenMW 0.50 é a prova de que esse clássico ainda tem muito fôlego pela frente.