#The Expanse
Os detalhes mais legais de The Expanse: Osiris Reborn começaram a aparecer: o jogo apresentou melhor o seu grupo de companheiros, mostrando que a aventura não vai ser só tiroteio no vácuo. Para quem joga no PC e curte RPG com escolhas, isso importa porque a “party” define seu estilo de combate, como você resolve missões e até quem fica do seu lado quando a situação aperta.
Uma tripulação com cara de The Expanse
A ideia aqui é formar uma equipe que pareça real dentro do universo da série: gente competente, mas cheia de bagagem e interesses próprios. Em The Expanse: Osiris Reborn, cada companheiro tem uma função clara e também um jeito diferente de encarar política, lealdade e sobrevivência.
- Foco em combate: personagem mais “linha de frente”, bom para segurar briga em corredor apertado e troca de tiros rápida.
- Suporte técnico: alguém voltado para engenharia e sistemas, útil para lidar com portas, segurança e situações fora do combate.
- Especialista tático: kit pensado para controle do campo, posicionamento e vantagens de equipe.
- Perfil social: companheiro que brilha em conversas, pressão e acordos, mudando o rumo de encontros sem puxar o gatilho.
Sinergia, decisões e aquela tensão de nave
O que chama atenção é como a composição do grupo parece afetar tudo: do jeito que você aborda uma base até como lida com facções e conflitos. Em jogos assim, não basta escolher “os mais fortes”; você monta um time que combina com seu tipo de decisão.
Minha leitura de gamer: se The Expanse: Osiris Reborn acertar a química entre os personagens, ele pode entregar aquela sensação rara de “campanha em equipe”, onde cada missão vira história para contar.
Por que isso anima no PC?
Party-based RPG costuma brilhar no PC por causa de builds, gerenciamento de habilidades e combate mais tático. Se o jogo realmente der espaço para experimentar formações diferentes, a rejogabilidade tende a subir bastante.
A Owlcat está apostando alto com The Expanse: Osiris Reborn, mudando do RPG isométrico para um RPG de ação espacial. O jogo coloca a narrativa, o elenco e escolhas de impacto no centro, como os fãs gostam, enquanto a equipe tenta manter o espírito de exploração tenso que marcou seus títulos anteriores, como Wrath of the Righteous no Pathfinder.
No dia 7 de novembro, a Owlcat publicou a música tema, composta por Paweł Perepelica, que já trabalhou em Wrath of the Righteous e Rogue Trader. A trilha mistura grandiosas passagens orquestrais com sintetizadores cyberpunk, criando aquela sensação de salvar a galáxia ou lidar com a dureza espacial que lembra Mass Effect e The Expanse.
Osiris Reborn parece mirar uma transição de isométrico para ação, algo que a empresa tem feito em seus lançamentos, tentando manter a complexidade de RPG com a fluidez de combate de um RPG de ação. Se conseguir esse salto, pode representar o momento ‘Witcher 2’ ou ‘Original Sin 2’ para a Owlcat, mostrando que eles podem superar o visual e a produção.
A data de lançamento ainda não foi anunciada, mas já dá para wishlist no Steam e conferir opções de founder packs no site da Owlcat. Enquanto isso, a publisher arm da empresa está ajudando a trazer Rue Valley, um noir de loops temporais com vibe de Disco Elysium, e a continuar apoiando Rogue Trader, além de planejar Dark Heresy, um outro RPG ambientado em Warhammer 40k.
Você está pronto para ver Osiris Reborn sair dos isométricos para o combate em tempo real, com uma trilha que dá aquele feeling de Mass Effect e The Expanse, e ver se a Owlcat entrega o que promete?