Artigos por Autor: Granfino do PortalWoW
Sou o famoso Granfino, jogo World of Warcraft desde que o Clássico era a única opção. Fui o criador do extinto site PortalWoW, o primeiro site realmente em português a falar de WoW. Agora, participo com orgulho do Steamaníacos, trazendo todas as novidades e histórias do World of Warcraft pro site!
A Blizzard programou uma manutenção do World of Warcraft para hoje que deve durar cerca de uma hora. Depois de várias semanas com paradas longas, isso aparece como uma boa surpresa. A previsão é de apenas uma hora de parada, já no horário de São Paulo. Os servidores ficarão offline por um curto período e, em seguida, os jogadores poderão voltar ao jogo normalmente.
Com essa janela curta, muitos vão conseguir retomar a coleta de materiais e completar rotas sem perder muito tempo. É uma boa oportunidade para farmar minérios, ervas, componentes de profissão e itens para as futuras guarnições dos jogadores. Missões diárias e tarefas de mundo aberto ficam mais fáceis de encaixar quando a manutenção é rápida. Ainda assim, pode valer a pena revisar suas rotas e preparar o inventário antes da parada.
Aproveite a manutenção para organizar o inventário, limpar a casa de leilões, enviar itens para o banco e evitar começar atividades longas, como raids, pouco antes do downtime. Mesmo com uma janela curta, planejar com antecedência faz diferença na hora de retomar o jogo. Fique atento ao horário de São Paulo para logar assim que a manutenção terminar. Você vai usar essa janela curta para se preparar melhor no jogo?
O Early Access de moradias para jogadores em World of Warcraft começa em 2 de dezembro. Com isso, será possível coletar madeira necessária para fabricar itens de decoração.
As profissões que não são de coleta terão receitas fáceis de aprender em cada um dos doze capítulos do jogo, o que deve facilitar personalizar sua casa com peças artesanais. Já pensou como vai decorar sua casa quando o acesso abrir?
A história começa com os heróis de Azeroth convocados por Dama Liadrin para a defesa desesperada da Sunwell. Antes de aceitar o chamado, é importante relembrar a origem dela: a Matriarca dos Cavaleiros Sangrentos, que se firmou como líder após escolhas difíceis para proteger a fonte mágica.
Dama Liadrin começou como sacerdotisa e depois se tornou paladina, o que deixou sua relação com a Luz bem complexa — talvez a mais conturbada entre os aliados. O texto explora esse passado e explica por que ela age com tanta urgência ao convocar ajuda para a Sunwell. E você, o que acha da trajetória de Dama Liadrin?
Para comemorar o lançamento da beta de Midnight, a Blizzard liberou um novo Twitch Drop em World of Warcraft: o Conjunto de Moletom Violeta. O traje estará disponível de terça-feira, 11 de novembro, às 15h (horário de São Paulo) até terça-feira, 2 de dezembro, às 15h (horário de São Paulo).
Para conseguir, é preciso assistir quatro horas de qualquer streamer participante na Twitch durante esse período. Fique de olho nas transmissões que oferecem o drop para garantir o Conjunto de Moletom Violeta. Vai tentar garantir o seu durante a beta?
O novo patch 11.1.7 de World of Warcraft trouxe uma novidade pequena no papel, mas enorme no impacto: uma habilidade chamada Recuperate. Com ela, qualquer personagem pode acender uma fogueira e regenerar a vida em 30 segundos, sem custo, sem mana, sem comida. Conveniente? Sem dúvida. Mas também… preocupante.
Se você joga WoW há tempo suficiente — ou, como eu, desde a época da beta em 2004 — deve ter sentido um aperto no peito ao ler isso. Sabe aquele pão seco comprado de um vendedor no acampamento de Crossroads? Ou a carne grelhada feita na fogueira depois de uma caçada? Esquece. Agora, com um clique, você se cura e segue o baile. Sem comprar nada, sem falar com NPC algum, sem gastar um cobre.
Talvez pra quem chegou agora isso soe como progresso. Um alívio. Menos cliques, menos tralha no inventário. Mas quem viu Azeroth nascer sente que algo se perdeu. E não falo só da comida. Falo da sensação de estar em um mundo vivo, onde tudo tem função — até o vendedor de bolinhos de peixe em Redridge Mountains.
Esse tipo de mudança me lembra outra decisão polêmica do passado: a remoção da necessidade de alimentar os pets dos caçadores. Era trabalhoso? Sim. Mas também dava personalidade. Fazia diferença. Transformava aquele tigre das selvas de Stranglethorn em algo mais do que um boneco de dano. Agora, ele é só… mais um slot de habilidade.
Recuperate segue esse caminho. E tudo bem querer tornar o jogo mais prático, mas não dá pra ignorar que, ao fazer isso, estamos apagando traços que tornavam o jogo único. Aquelas pequenas ações — cozinhar, comer, alimentar, interagir — são o que faziam o mundo parecer real. Tirar isso é como apagar as cicatrizes de uma história longa. Fica mais bonito, talvez. Mas menos verdadeiro.
É claro que muitos vão adorar a novidade. E tá tudo bem. Mas se você, assim como eu, sentiu um vazio no lugar onde antes havia um pão velho e um pouco de conversa com um NPC esquecido… saiba que não está sozinho.
Segura essa: a Blizzard anunciou que está caminhando para cortar o acesso que addons como WeakAuras, Deadly Boss Mods e medidores de dano têm ao combate em tempo real. Sim, você leu certo. A partir de um futuro próximo, esses mods que praticamente definem como se joga World of Warcraft vão parar de funcionar como conhecemos. O motivo? Segundo Ion Hazzikostas, diretor de WoW, o jogo virou um teatro de comandos automatizados onde addons tomam decisões pelo jogador — e isso, nas palavras dele, precisa acabar.
Se você já jogou uma raid moderna sem WeakAura ou DBM, sabe que é o mesmo que tentar decifrar o manual de um foguete russo sem saber ler cirílico. Então como o jogo chegou nesse ponto? E mais importante: será que é mesmo justo colocar todo esse peso nos ombros do jogador comum?
A guerra silenciosa entre devs e mods
Não é de hoje que a relação entre os desenvolvedores e a comunidade de mods em WoW é tensa. Mods como DBM existem desde a época em que Onyxia ainda assustava. Só que com o tempo, eles deixaram de ser “uma ajudinha” para se tornar um item obrigatório. As lutas evoluíram tanto para compensar o uso de addons que hoje é impensável enfrentar um Mythic+ ou um boss final de raid sem um assistente digital sussurrando cada mecânica.
E isso virou um ciclo vicioso: os devs criam lutas cada vez mais complexas porque os jogadores têm ferramentas que resolvem a metade delas. Os jogadores, por sua vez, passam a depender dessas ferramentas. E a Blizzard… decidiu cortar o cordão.
Uma reformulação completa da experiência de combate
A promessa da Blizzard é substituir esses recursos com funcionalidades nativas a partir do patch 11.1.7. Teremos medidores de dano, sugestões de rotação, alertas sonoros, interface mais inteligente para cooldowns e debuffs, além de melhorias no sistema de placas de nome.
Vai ter até um botão que você aperta e o jogo automaticamente executa a próxima habilidade ideal, com penalidade de tempo, claro. Segundo Hazzikostas, isso serve para ajudar jogadores casuais ou com necessidades de acessibilidade. Mas convenhamos: o que antes era demonizado como “automation” agora virou feature oficial?
Mas e o desafio?
Uma das maiores preocupações da comunidade é: sem os addons, como encarar lutas como Broodtwister? Aquelas que exigem precisão milimétrica, coordenação em segundos e decisões instantâneas?
Segundo Ion, muitas dessas lutas só são desse jeito por causa dos próprios addons. Se eles não existissem, os encontros teriam sido pensados de forma diferente. O objetivo agora é simplificar a complexidade sem perder o desafio. Na prática, isso significa remover mecânicas redundantes, deixar os efeitos mais claros e garantir que todo mundo consiga entender o que está acontecendo só com o jogo base.
Soa ideal? Sim. Mas será que rola na prática?
O que ainda vai funcionar?
Mods visuais, estéticos, de roleplay, ajuda com quests, entre outros, continuarão. A mira da Blizzard está em qualquer mod que “pense por você” em combate. Se você depende de alertas para usar uma habilidade específica, ou de uma aura para saber quando se mover — esses são os dias contados.
Áudio também está na mira. A famosa sirene do GTFO, por exemplo, deve ser substituída por alertas visuais e sonoros nativos. A Blizzard promete melhorar a sinalização de áreas perigosas e garantir que a interface mostre o que precisa ser mostrado, sem forçar o jogador a “adivinhar”.
Reação da comunidade: medo, alívio e indignação
As reações estão, como sempre, divididas. Para alguns, é o início de uma nova era, onde jogar bem depende de leitura de cenário e não de automação. Para outros, é uma tentativa desastrada de forçar uma experiência old-school em um jogo que, ironicamente, foi moldado por essas ferramentas.
Vale lembrar que muito do conteúdo atual foi desenhado esperando que os jogadores tenham esses mods. Remover isso de uma vez só seria um desastre. Por isso, o plano é gradual. A cada patch, funcionalidades serão implementadas até que, segundo os desenvolvedores, não haja mais “necessidade real” para os mods.
E se não der certo?
A Blizzard já deixou claro que esse caminho não está totalmente fechado. Ion diz que está abrindo a conversa, ouvindo feedback e que o jogo pertence aos milhões de jogadores que o sustentam há décadas. Mas também deixou claro: a direção é essa. O fim da dependência dos addons está em curso, e o WoW vai mudar.
Se será para melhor ou pior, isso vai depender da execução — e da reação da comunidade. Mas uma coisa é certa: a era dos WeakAuras como bengala universal está com os dias contados.
A atualização 11.1.5 chegou a World of Warcraft: The War Within como uma ruptura no tempo, um aviso de que o verdadeiro fim está longe de ter sido escrito. Esqueça o que você achava que sabia sobre a calmaria depois da tempestade — o novo patch não apenas reacende o fogo da guerra, ele o transforma em um cataclismo jogável. O mundo treme novamente, e os ventos do Ocaso não sopram em vão.
Prepare-se: novas forças surgem no horizonte, o passado distorce o presente, e eventos inéditos desafiam os limites do que significa resistir.
Ocaso: quando o fim não é o bastante
Com a queda da Rainha Ansurek, uma falsa sensação de vitória se espalhou por Azeroth. Mas o silêncio foi apenas o prenúncio de algo muito mais sombrio. As forças sureki ressurgem com sede de devastação, invadindo Pouso Santo em uma ofensiva que rasga o tecido da estabilidade.
É aqui que entra Ocaso, o novo evento de mundo aberto. Mais do que um desafio, é um cerco narrativo. Jogadores unem forças com a facção Resplendor da Chama, enfrentando cenários semanais que funcionam como raides dinâmicas — tenentes colossais, trilha de renome exclusiva e um senso de urgência que não se via há muito tempo. Cada batalha é uma ruptura. Cada vitória, uma dúvida: o que virá depois?
Interface repensada: Gerenciador de Recarga
Em meio ao caos, um alento técnico. A Blizzard finalmente incorpora à interface nativa o Gerenciador de Recarga, uma adição certeira para jogadores que valorizam clareza, controle e precisão. Acompanhar habilidades agora é mais intuitivo, sem depender de mods ou soluções externas. Em guerras onde cada segundo vale ouro, essa ferramenta é o tipo de reforço que muda o destino de combates.
Visões Horrendas Revividas: o passado clama por vingança
A partir de 20 de maio, o pesadelo retorna — distorcido, enlouquecido, e mais mortal do que nunca. Com a ajuda de Crona da Revoada Bronze, jogadores revisitariam as versões corrompidas de Ventobravo e Orgrimmar, em uma vertigem temporal onde tudo o que foi já não é mais.
As Visões Horrendas estão de volta, com modos solo e em grupo, dificuldades escaláveis, árvores de talento distorcidas, máscaras inéditas, e uma chuva de recompensas. Montarias, mascotes, transmogrificações… e o maior presente de todos: a glória de enfrentar novamente o impossível — e vencer.
Duplas da Discórdia: combate elevado ao absurdo
De 3 de junho a 15 de julho, Azeroth se tornará palco de uma competição insana: Duplas da Discórdia, o novo evento que mistura estratégia com caos em batalhas multichefe frenéticas.
Prepare-se para ondas de lendas azerothianas colidindo com força total. O novo sistema de classificação por pontos transforma cada tentativa em uma corrida por supremacia. Aqui, nada é certo. Inimigos mudam, recompensas se multiplicam, e o campo de batalha pulsa com uma energia imprevisível. Montarias raras, mascotes exclusivos e cosméticos únicos aguardam os que sobreviverem ao caos organizado.
The War Within se reinventa com 11.1.5
A atualização 11.1.5 não é apenas um pacote de conteúdo. Ela é um grito — um lembrete brutal de que World of Warcraft ainda tem o dom de surpreender. Não há área do jogo que permaneça intocada: o mundo é moldado por novos eventos, o passado é reescrito diante de seus olhos, e o sistema em si se torna mais fluido e responsivo.
Aos jogadores veteranos, esta é uma oportunidade de ouro para mergulhar em desafios renovados. Aos novatos, é o ponto ideal de entrada, onde cada nova mecânica vem carregada de propósito. Mas uma coisa é certa: depois de 11.1.5, o “normal” em Azeroth ficou para trás.
A guerra continua. O mundo muda. E você está no centro de tudo isso.
Não se deixe enganar pelo nome — os Ventos da Fortuna Misteriosa não são apenas um bônus de XP. Eles são um chamado. De 22 de abril a 20 de maio, esse sopro enfeitiçado concede +20% de experiência e +200% de renome com facções de Dragonflight, além de +100% em algumas de The War Within. Parece generoso. É sedutor. Mas esconde algo mais profundo: uma reativação sistêmica da progressão. É o jogo sussurrando que vale a pena voltar — ou que, talvez, você nunca deveria ter saído.
E não para por aí. Criaturas caídas nas zonas de nível 10 a 79 agora soltam algibeiras mágicas que misturam utilidade com surpresa. Equipamentos, poções, bônus visuais e buffs temporários — é loot, é sorte, é um cassino envolto em névoa arcana. E o melhor (ou pior): algumas dessas poções de experiência se acumulam com os Ventos até o limite de 30% de XP. Uma escalada de poder que parece quase fora de controle — e talvez devesse ser.
Ocaso: uma guerra onde só restam os voluntários
No cenário Ocaso, não há exércitos. Há milícias. O Resplendor da Chama, nova facção, surge como resposta desesperada à ameaça Sureki remanescente da Rainha Ansurek. Não são guerreiros honrados — são veteranos, sobreviventes, recrutas de última hora. Eles não marcham, eles resistem.
A proposta é simples, mas amarga: defender os Arathi enquanto o mundo parece desmoronar por dentro. O progresso de renome com o Resplendor concede recompensas como novos conjuntos de armaduras e um tabardo que muda com sua reputação — uma estética literal do progresso moral. Ao subir de posto, o jogador não só fica mais forte em Azj-Kahet e Pouso Santo, como carrega no peito a prova visual do quão longe chegou na resistência.
As missões não são apenas “vá até ali e mate”. São atos de guerrilha, de contenção, de recaptura de território que parece cada vez menos nosso.
O retorno da loucura: Visões Horrendas revividas
Lembram das Visões Horrendas de N’Zoth? Pois bem, elas voltaram. Mas o que deveria ser um aceno nostálgico tornou-se uma carta de sanidade questionável. Orgrimmar e Ventobravo, corrompidas, voltam a respirar sob a influência do antigo deus. E desta vez, você pode não estar preparado.
Sozinho ou com grupo, o objetivo é o mesmo: manter a sanidade enquanto completa objetivos e resiste aos pesadelos tangíveis que infestam as cidades. Mas há um novo elemento: o Constructo de Soridormi. Um seguidor NPC que pode preencher qualquer função — tanque, cura ou dano — e não é afetado pela loucura. Um aliado fiel ou uma prova de que, para vencer, talvez o jogador precise deixar de ser humano?
As máscaras estão de volta — antigas e novas. Máscara da Ponte Destruída. Máscara da Vingança. Máscara da Nêmesis. Cada uma distorce o desafio, a realidade, o próprio tempo. E junto com elas, uma nova moeda: Lembranças Corrompidas Deslocadas. Trocáveis por transmogs, brinquedos, montarias… mas, principalmente, por uma sensação de que nada se perde — tudo se transforma, mesmo que seja em pesadelo.
Duplas da Discórdia: um circo armado em nome da glória
E então, em 3 de junho, chega a exibição. O espetáculo. O Domo da Discórdia, comandado por Vini Mariola, o narrador-showman que traz o caos em forma de entretenimento. Nesse novo evento, jogadores enfrentam versões animatrônicas de chefes antigos — caricaturas mecânicas de lendas passadas. É como enfrentar as sombras de suas próprias vitórias.
O objetivo? Pontuar. Matar rápido, causar dano, resistir. Ganhar conquistas que alteram efeitos do evento. Tirar onda com sua pontuação. É como se WoW tivesse decidido gamificar sua própria mitologia — e fazê-lo com estilo.
Três centros: Orgrimmar, Ventobravo e Dornogal. Uma arena viva, uma fila cheia de expectativas, e o som de multidões esperando ver você cair — ou brilhar.
Na primeira semana, quatro chefes. Depois, mais virão, até somarem dez. E enquanto isso, Wodin, o serviçal troll, te prepara. Te fortalece. Te transforma. Porque no Domo da Discórdia, ou você performa… ou você é só mais um espetáculo que falhou.
World of Warcraft 11.1.5 não é apenas conteúdo. É provocação. É uma dança entre memória e reinvenção, onde os ventos sopram com força demais, as cidades esquecidas respiram de novo e até a loucura vem com score.
Não importa se você é um veterano de 20 anos ou um novato perdido. O jogo está chamando — e desta vez, ele tem todos os instrumentos para fazer você escutar.
As Imersões, ou delves, receberam muitas novidades no Patch 11.1: Inframinado. Desde novas recompensas, a novas Imersões e até novas habilidades para nosso famoso parceiro Brann Barbabronze. Vamos descobrir tudo?
Para começar, uma nova montaria, se trata do Aerogoblin do Imersor, que será fornecida gratuitamente ao iniciar as novas missões relacionadas as imersões.
Brann Barbabronze continua como nosso companheiro durante a Segunda Temporada, ele se esquecerá das habilidades aprendidas durante a Primeira Temporada, mas vai manter o mesmo level, que agora pode chegar até 80! Aliás, quem ainda não chegou no level 60, vai ter mais facilidade de agora em diante. E finalmente, Brann agora pode atuar como um Tank, o que vai ser bem útil não é mesmo?

Novas Imersões
Duas novas Imersões foram adicionadas, o Sítio de Escavação 9 e o Ralo da Ruela. Além disso, as imersões antigas ganharam novas variações, então compensa visitar as antigas também! Novos poderes e tesouros foram adicionados, e as imersões abundantes agora devem acontecer com mais frequência em todas as imersões, antes de se repetirem.
O progresso do Tier foi resetado, então todo mundo começará no Tier 4, até por isso, a dificuldade dos Tiers também aumentaram, para fazer jus ao aumento dos novos níveis de item. Chaves de cofre também foram resetadas e a Recompensa do Imersor agora só irá aparecer 1 vez por semana, porém a chance de aparecer está muito maior, então é provável que você vai receber uma toda semana.
Uma outra novidade é que nessa Segunda Temporada, Tiers acima do 9 vão dar mais recompensas no final e no Tier 11 você ganhará mais Brasões Rúnicos três vezes por semana, como recompensa dos Baús Dourados, que não precisam de chave, mas que só aparecem se você completar com vidas sobrando.
Nova Jornada
A Jornada do Imersor também foi resetada na segunda temporada, novamente temos 10 ranques e cada ranque precisa de 4200 pontos para ser concluído. Para ganhar esses pontos é simples, basta concluir imersões. São 50 pontos para imersões de Tier 4, 75 para Tier 5, 100 para Tier 6, 125 para Tier 7 e 150 para Tier 8 e acima. Abrir um Cofre Abundante te dará ainda 250 pontos e completando a semanal com a Chave Decifradora Arcaica, vai te dar 1500 pontos.
Cada ranque da jornada possui uma recompensa diferente, do Ranque 1 ao Ranque 4 e também no Ranque 6, as recompensas são modificações para a nova montaria. No Ranque 5 você libera a compra de Chave de Cofre Restaurada, no Ranque 7 você libera o Imersobô 7001, que te leva para uma Imersão Abundante aleatória, no Ranque 8 é liberado a compra de equipamentos de nível 623, no Ranque 9 é liberado um desconto de 50% para a compra de chaves e finalmente, no Ranque 10, você libera um fundo de tela novo para seu Bando de Guerra.
Quem roubou o chapéu do Brann?
O chefão da vez também deixa de ser o Zekvir, e passa a ser o Underpin, que (spoiler alert) roubou o chapéu do Brann! Ele se encontra no Domo da Demolição, que fica disponível a partir do Tier 7. Um fato curioso sobre essa incursão, é que ela só tem dois níveis, ao invés de 11, o nível “?” que é recomendado item level de 636 e o nível “??” que nem mesmo tem um item level recomendado, mas a recompensa é a versão dourada da montaria! Vai encarar?

Derrotar Underpin não vai ser tão difícil quanto derrotar o Zekvir, já que as habilidades deles são mais fáceis de esquivar e não deve causar a morte com um 1 hit, o grande desafio do encontro é conseguir quebrar um escudo que ele levanta quando junta 100 de energia, se não quebrar esse escudo em 20 segundos, ele vai curar 25% da vida, então já sabe quando deve usar seus cooldowns, né?
Uma última recompensa será dada para quem completar todas as conquistas dessa segunda temperada, a montaria Goliathos de Marfim.
Tabela de Prêmios da Imersão
Para concluir, vamos deixar a tabela de recompensa de cada nível de imersão abaixo:
| Tier | Baú Abundante | Baú do Imersor | O Grande Cofre |
| 1 | 610 (Aventureiro 1/8) | — | 623 (Veterano 1/8) |
| 2 | 613 (Aventureiro 2/8) | — | 623 (Veterano 1/8) |
| 3 | 616 (Aventureiro 3/8) | — | 626 (Veterano 2/8) |
| 4 | 619 (Aventureiro 4/8) | 626 (Veterano 2/8) | 636 (Campeão 1/8) |
| 5 | 623 (Veterano 1/8) | 632 (Veterano 4/8) | 642 (Campeão 3/8) |
| 6 | 626 (Veterano 2/8) | 639 (Campeão 2/8) | 645 (Campeão 4/8) |
| 7 | 636 (Campeão 1/8) | 645 (Campeão 4/8) | 645 (Campeão 4/8) |
| 8, 9, 10 e 11 | 639 (Campeão 2/8) | 649 (Herói 1/6) | 649 (Herói 1/6) |
E então, pronto para as Imersões de Inframinado?