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A KOEI TECMO abriu uma Publisher Sale na Steam, e Mining Mechs está no meio da festa para quem curte mineração, exploração e muito up de máquina.
Se a sua vibe é descer para os túneis, extrair recursos e turbinar seu mecha para encarar desafios cada vez mais pesados, essa é uma boa hora para entrar no game no PC e começar a grindar sem enrolação.
A Steam colocou uma nova leva de promoções no ar para quem curte caçar bom jogo no PC sem pesar a mão no bolso. Entre os destaques, Valheim segue firme como uma pedida certeira para quem gosta de sobrevivência, exploração e construção em mundo aberto.
Na mesma onda, Trailmakers entra na brincadeira com veículos malucos e muita criatividade, enquanto KLETKA aposta numa pegada mais tensa e atmosférica. Já The Slormancer é a escolha pra quem quer ação, loot e progressão sem pausa.
Se a ideia era aumentar a biblioteca com jogos diferentes e bem elogiados, vale conferir a vitrine da Steam agora mesmo e aproveitar enquanto essas ofertas seguem ativas.
Embers of the Uncrowned é o novo MMORPG de ação em dark fantasy da NEXON, pensado para PC, e já chegou chamando atenção com um trailer cinemático cheio de clima brutal e muito sangue na tela.
No centro da história está um herói que precisa reconstruir a Casa Harborwell, devastada pelos elfos, enquanto luta para retomar as terras que um dia pertenceram à humanidade. O pacote vem com cenários caprichados, monstros grotescos e uma narrativa que gira em torno de perigo, destino e retomada de território.
O vídeo de anúncio apresenta Bella, uma elfa enigmática, diante de cavaleiros em ruínas. Quando ela estende a mão, fios de prata líquida atravessam os inimigos antes de eles serem despedaçados. Depois do massacre, sobra apenas um anel com o brasão da fênix.
No gameplay, Embers of the Uncrowned aposta em combate tático e bem pegado, pedindo mais do que dano bruto para vencer. Dá para montar a party com classes como Espadachim Espectral, Executor e Tempestário, além de encarar chefes de domínio e raids cooperativas que exigem sincronia total.
À medida que você sobe de nível e fortalece sua base, a Casa Harborwell evolui de acampamento improvisado para uma cidade viva e pulsante. Também rola uma boa dose de customização, com opções de traje, rosto e corpo para deixar seu personagem com identidade própria.
O jogo já pode ser adicionado à lista de desejos no Steam para PC.
Fading Echo, novo game de ação e aventura em terceira pessoa da New Tales, acaba de ganhar um reforço de peso na dublagem brasileira: Carol Valença será a voz de One, protagonista da jornada no PC.
Na versão original em inglês, a personagem será interpretada por Samantha Béart, conhecida por dar vida a Karlach em Baldur’s Gate 3. Já no áudio em português do Brasil, Carol assume o papel com aquele talento que a galera gamer já conhece bem.
A atriz, dubladora, cantora e locutora coleciona personagens marcantes no currículo, com trabalhos em animes, games e séries populares. Entre seus papéis mais lembrados estão Luffy, de One Piece, e Abby Anderson, de The Last of Us Part II.
No gameplay, Fading Echo aposta numa pegada desert punk com mecânicas baseadas em fluidos. O jogador controla One, que pode alternar instantaneamente entre forma humana e líquida para explorar cenários, encaixar combos e resolver situações com estilo.
O projeto está em desenvolvimento pela Emeteria, estúdio ligado à New Tales, e promete entregar uma experiência diferente para quem curte ação com sistemas criativos e identidade visual marcante no PC.
A Blizzard Entertainment já está aquecendo os motores para a BlizzCon 2026, com uma programação de E-sports que promete encher o palco de partidas grandes e rivalidades antigas. O evento rola nos dias 12 e 13 de setembro, no Anaheim Convention Center, e a ideia é clara: juntar nostalgia, competição de elite e finais ao vivo para quem acompanha de perto — ou torce de casa.
Um palco para lendas: nasce a Classic Cup
A grande estreia é a Classic Cup da Blizzard, um torneio “crossover” entre franquias clássicas. Em vez de focar em um único jogo, a disputa mistura diferentes títulos e coloca peso em cada partida, com um formato rápido baseado em pontos.
- Heroes of the Storm
- StarCraft: Remastered
- StarCraft II
- Warcraft III: Reforged
As equipes serão lideradas por dois nomes gigantes da comunidade competitiva: Nick “Tasteless” Plott e Dan “Artosis” Stemkoski. A promessa é de decisões rápidas e uma coroação ao vivo no palco da BlizzCon 2026.
Os “chefões” voltam: WoW, Overwatch e Hearthstone
Além da Classic Cup, a Blizzard Entertainment também confirmou o retorno de circuitos que já são tradicionais:
- World of Warcraft: a Arena World Championship (AWC) e a Mythic Dungeon International (MDI) voltam com temporada de um ano e final na BlizzCon, incluindo playoffs inter-regionais e a volta da China ao AWC.
- Overwatch: a Copa Mundial retorna celebrando 10 anos de E-sports, com 30 equipes passando por qualificatórias globais.
- Hearthstone: a Masters Tour fecha a temporada de 2026 com o campeonato ao vivo na BlizzCon.
Opinião de quem curte competir
Como gamer, eu curto quando a Blizzard aposta em formatos que valorizam história e habilidade ao mesmo tempo: a Classic Cup tem cara de “evento imperdível” porque pode gerar aquele caos bom — e cada ponto deve virar motivo de clipe e discussão na comunidade.
A proposta de Warm Monkey é tão absurda quanto genial. Você começa controlando um único macaco, perdido em meio a uma cidade grande e movimentada. Mas há um detalhe importante: a cada dez segundos, um novo macaco se junta ao grupo.
Seu objetivo? Levar o bando até o mar, atravessando ruas, praças, prédios e tudo que surgir pelo caminho. Parece simples, mas logo fica claro que manter um grupo crescente sob controle é um desafio imprevisível. Com mais membros, vêm mais problemas. O espaço se torna apertado, os caminhos ficam mais difíceis e a sede de todos só aumenta.
A cidade é viva, dinâmica e perigosa. Os carros não param para esperar, obstáculos inesperados surgem o tempo todo e nem sempre os macacos fazem o que você gostaria. A experiência oscila entre momentos de pura estratégia e caos absoluto.
Liderança, estratégia e hidratação obrigatória
Se apenas manter a coesão do grupo já não fosse complicado, há um detalhe crucial: macacos precisam de água. Conforme o bando cresce, a necessidade por hidratação aumenta. Pequenas poças e fontes espalhadas pela cidade são essenciais para a sobrevivência, mas encontrar um reservatório grande o suficiente para um grupo enorme pode ser um verdadeiro pesadelo logístico.
A sede não é a única preocupação. Se um dos macacos do grupo morrer, o jogo segue, mas se o líder for eliminado, outro assume o posto. No entanto, se todos forem derrotados antes de alcançar o mar, é fim de jogo. Isso significa que cada decisão precisa ser calculada. Quem lidera? Onde encontrar abrigo? Qual caminho é mais seguro?
Os desafios ambientais também não facilitam a vida. A arquitetura urbana impõe limitações inesperadas, forçando os jogadores a usarem escadas, pularem vãos e até mesmo escalarem estruturas para escapar de becos sem saída.
O caos controlado e a inteligência artificial imprevisível
Um dos detalhes mais interessantes do jogo está na forma como os macacos se comportam. Apesar de seguirem o líder, eles também demonstram um certo grau de autonomia. Alguns podem se distrair com fontes de água, enquanto outros podem reagir de forma inesperada a eventos do ambiente.
Essa inteligência artificial contribui para momentos hilários e inesperados. Você pode estar tentando atravessar um cruzamento e, de repente, metade do seu grupo decide voltar porque encontrou uma fonte escondida. Essa imprevisibilidade força o jogador a se adaptar rapidamente, garantindo que cada partida seja diferente.
E se tudo parecer perdido, o jogo ainda conta com um modo cooperativo para até quatro jogadores. Aqui, a comunicação se torna essencial, pois manter o grupo unido exige esforço dobrado.
Estética única e ambientação cativante
Visualmente, Warm Monkey aposta em um estilo pixel art minimalista, mas cheio de personalidade. A cidade não é apenas um cenário genérico; ela tem identidade própria, misturando arquitetura moderna com elementos urbanos inesperados.
A paleta de cores e o design isométrico criam um ambiente nostálgico, remetendo a clássicos do passado, mas com um frescor moderno. Já a trilha sonora complementa perfeitamente a experiência, alternando entre sons urbanos e faixas que intensificam a sensação de urgência e descoberta.
Vale a pena jogar?
Definitivamente. Warm Monkey não é um jogo convencional e talvez por isso mesmo seja tão cativante. Ele exige planejamento, improviso e, acima de tudo, paciência para lidar com o caos.
Se você gosta de desafios inusitados, onde cada jogada pode tomar um rumo completamente diferente, esse jogo é um prato cheio. Seja liderando um pequeno grupo em uma jornada tranquila ou comandando um verdadeiro exército de macacos em uma fuga desesperada, cada partida tem seu próprio ritmo e surpresas.
E a grande pergunta que fica: será que você consegue levar todos ao mar? Ou vai sucumbir ao caos da selva urbana?