Depois das críticas ao som estático em Plants vs. Zombies: Replanted, a EA lançou o patch 1.3.0 que restaura o áudio dinâmico clássico, onde a música muda conforme a intensidade da partida, como no original. A atualização também corrige bugs e ajustes gerais: menus agora tocam a trilha certa, efeitos sonoros não se sobrepõem à música em velocidades altas e problemas com Vsync e controles foram resolvidos. Além disso, zumbis retrô não teleportam mais, bandeiras sobem corretamente na barra de progresso e itens como Magnet-Shroom e Plantern funcionam como esperado. A EA confirmou que o próximo patch, 1.4.0, chega em até duas semanas com melhorias para o controle e mais correções.
David Sirland, produtor de Battlefield 6, voltou das férias e perguntou no X: “O que te irrita no BF6?”. A postagem viralizou e trouxe respostas sobre problemas como hitreg (erro na detecção de tiros), recoil, bloom (dispersão dos disparos), áudio de passos, interface confusa e o bug do laser que derruba helicópteros. Sirland confirmou que o próximo patch vai corrigir o exploit do drone com martelo, melhorar a busca por servidores, ajustar recoil e dispersão, revisar aim assist (assistência de mira para quem joga no controle), corrigir bugs de hitreg e melhorar o código que calcula o tempo até morrer após levar dano. Também estão nos planos melhorias no sistema de veículos, balanceamento de armas, fila solo no Redsec e ajustes no limite de squads, para ter grupos maiores que 4 jogadores. Zonas F2P terão mixagem de áudio revisada e mapas maiores estão em estudo. Segundo Sirland, tudo isso chega “em breve”, mas sem data exata.
O roguelite Ball x Pit ganhou atualização em novembro trazendo mudanças que deixam o jogo mais prático. A principal novidade é a enciclopédia com ícones coloridos, facilitando identificar bolas como veneno (verde) ou gelo (azul) sem confusão. Outra melhoria é no recurso Retry, que agora mantém os recursos obtidos na run anterior. Além disso, o patch corrigiu bugs como o Casino não reduzindo custo de reroll, problemas em colheitas aceleradas que diminuíam recursos, e soldados de pedra presos em minibosses. Também houve ajustes no mercado, correção de soft locks e melhorias gerais na interface e no balanceamento.
A atualização Roots chegou ao Peak e adicionou um bioma cheio de desafios: florestas de sequoias, cogumelos gigantes que funcionam como trampolins e cavernas traiçoeiras. Mas não para por aí: além das nuvens de esporos que causam efeitos negativos e das aranhas que te prendem em teias, agora existem zumbis inspirados em The Last of Us, que caçam jogadores sem piedade. Eles eram tão fortes que um patch já reduziu a frequência de spawn e a velocidade deles, embora o dano continue alto. O update também inclui besouros gigantes que podem te derrubar da montanha, tornando cada escalada um teste de sobrevivência. Mesmo com os ajustes, Roots continua sendo a área mais perigosa do jogo, exigindo planejamento e reflexos rápidos para chegar vivo ao próximo acampamento.
A Blizzard confirmou no Reddit, que World of Warcraft: Midnight vai limitar AddOns que dão vantagem em combate, como Deadly Boss Mods, alterando a API para impedir funções como contagem regressiva e alertas automáticos. Segundo Ion Hazzikostas, objetivo é “nivelar o campo de jogo” e garantir que a experiência base não seja inferior à de quem usa mods. Isso significa redesenhar classes e encontros para oferecer telemetria clara e tempo de reação sem depender de AddOns. A decisão traz desafios para acessibilidade, já que muitos jogadores com deficiência visual ou daltonismo dependem de alertas sonoros. Hazzikostas admite que pode incluir contagem regressiva no futuro se necessário, mas afirma que tudo deve estar no UI padrão, não em mods. É uma mudança gigante para WoW, que sempre teve uma comunidade ativa de AddOns, e promete redefinir como raids e dungeons serão jogadas.
O aguardado Unbeatable, jogo de ritmo com visual de anime e combate contra um mundo onde música é proibida, não será mais lançado hoje, 6 de novembro. Horas antes do lançamento, a desenvolvedora D-Cell Games encontrou um bug grave que bloqueia a progressão e decidiu adiar para 9 de dezembro. Segundo o desenvolvedor, corrigir o problema sem atrasar a versão de console seria impossível por causa das exigências de certificação, então a equipe optou por empurrar tudo para garantir qualidade. A mudança também evita disputar espaço com lançamentos gigantes como Black Ops 7 e dá tempo para ajustes e ações pré-lançamento. Para quem esperava, é frustrante, mas melhor do que lançar um jogo quebrado, não é mesmo?
A Bohemia Interactive divulgou os vencedores do concurso Make Arma Not War 2025, que distribuiu US$100 mil (cerca de R$560 mil) entre os melhores mods criados para Arma Reforger. Foram mais de 200 inscrições e 33 finalistas divididos em três categorias: Assets, com destaques como British Forces e Realistic Combat Drones; Conteúdo Jogável, com mods como Freedom Fighters e Conflict Escalation; e Wildcard, que trouxe inovações como ACE Anvil e Realism Overhaul. Além disso, a premiação especial Don’t Fight Alone, em parceria com a ONG Stack Up, deu US$3 mil (aprox. R$17 mil) ao mod Rock Paper Scissors por promover saúde mental e cooperação entre jogadores. Todos os mods, incluindo os que não venceram, já estão disponíveis no workshop do jogo na aba “Make Arma Not War 2025”. Prepare-se para explorar conteúdos épicos criados pela comunidade!
O Google alertou que hackers estão usando IA para criar malwares que evoluem sozinhos. Um exemplo é o Promptflux, que pede ao Gemini para reescrever seu código durante a execução, salvando uma versão ofuscada na pasta de inicialização para manter persistência. Isso significa que o vírus pode mudar de comportamento para evitar antivírus, algo que até pouco tempo parecia ficção. Além dele, surgiram outros casos em 2025: Fruitshell, que abre conexão remota para executar comandos; Promptlock, capaz de gerar scripts maliciosos e criptografar arquivos; Promptsteal, que usa IA para minerar dados; e Quietvault, que rouba credenciais e publica no GitHub. A boa notícia é que a DeepMind já está reforçando barreiras para impedir que modelos ajudem ataques desse tipo. Mas a tendência é clara: IA contra IA virou realidade, e a disputa pode definir a segurança dos nossos PCs nos próximos anos.
A fila para entrar em Marvel Rivals só aumenta, e agora dois ícones dos X-Men estão praticamente confirmados: Gambit e Vampira aparecem no fundo da imagem do patch da atualização de hoje, indicando sua estreia na Temporada 5, que começa após o fim da Temporada 4 em 14 de novembro. A grande questão é: quais funções eles vão assumir? Gambit deve ser um Duelista de médio alcance, usando cartas carregadas e agilidade aprimorada, enquanto Vampira pode virar uma Estrategista, apesar de muitos fãs esperarem que ela seja uma Vanguarda com roubo de força e resistência absurda. Já tem gente especulando as habilidades e builds, mas uma coisa é certa: essa dupla promete mexer no meta e trazer variedade para um jogo que começou com excesso de Duelistas. Prepare-se para uma dose mutante no campo de batalha!
A BlizzCon 2026 acontece nos dias 12 e 13 de setembro no Anaheim Convention Center, na California nos Estados Unidos, e os passes já têm data e preço definidos: o BlizzCon Pass promocional sai por US$250 (cerca de R$1.400) se comprado entre 7 e 9 de novembro, enquanto o valor normal será US$290 (aprox. R$1.620) a partir de 18 de novembro. Quem quiser algo exclusivo pode optar pelo adicional Feira de Negraluna: Depois do Expediente, por US$90 (cerca de R$500), garantindo acesso a um evento noturno de 3 horas após o fim da Blizzcon, levando também credenciais colecionáveis e fichas de troca das Lojas da Feira. Já a Noite Beneficente, que inclui encontro com devs, assento reservado na abertura e arte autografada, custa US$500 (aprox. R$2.800), com toda a renda destinada à Make-A-Wish®. Além disso, o passe dá acesso completo aos dois dias, brindes in-game e atrações clássicas como torneios de e-sports, painéis, jogabilidade hands-on e a icônica Feira de Negraluna.
Jogadores de Battlefield 6 no PC descobriram que é possível desligar o crossplay, mesmo sem opção oficial no menu, mas isso já causou polêmica: um usuário foi banido da comunidade do jogo no Steam por publicar o método. A EA permite desativar o recurso nos consoles, mas no PC não há botão para isso — provavelmente para evitar que a base de jogadores fique pequena. O truque é simples: abra o arquivo PROFSAVE_profile em Documentos/Battlefield 6/settings/steam e adicione essa linha no final:
GstGameplay.CrossPlayEnable 0
Salve o arquivo e pronto, crossplay desativado. O ban não parece ser uma regra oficial, já que outros posts com o mesmo passo a passo continuam ativos. A discussão levanta um ponto clássico: mexer em arquivos de configuração sempre fez parte da cultura PC gamer, e aqui só replica uma função que já existe nos consoles. Quer jogar só com a galera do PC? Dá para fazer — mas cuidado com onde você compartilha isso.