A Bungie está perto de colocar na rua o seu novo shooter de extração, e a curiosidade aqui está alta. Marathon promete aquela mistura que dói e vicia: entrar com pouco, procurar loot, enfrentar outros jogadores e ainda lidar com ameaças do mapa, tudo com a pressão de sair vivo. Se você curte tensão de verdade, esse tipo de jogo pega forte.
O que mais me anima em Marathon é a chance de ver a Bungie fora da sombra de Destiny 2, mas ainda usando o que ela sabe fazer melhor: arma com impacto, movimentação gostosa e combate que parece “certo” na mão. Ao mesmo tempo, extraction shooter não perdoa. Se o balanceamento falhar, vira frustração rápida. Se acertar, vira rotina diária.
Marathon também tem um estilo bem marcante e uma premissa que combina com partidas intensas e decisões rápidas. Agora é ver se o jogo entrega conteúdo e progressão que segurem a galera por meses, não só por uma semana.
Unrailed 2: Back on Track finalmente está saindo do Early Access e já tem data marcada para ganhar forma completa. O jogo apareceu no Nintendo Indie World Showcase com trailer novo e a promessa de chegar em maio de 2026 no PC (atualização 1.0) e também em versões nativas para Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch.
E tem mais: uma demo jogável já está disponível no Nintendo Switch. Ela deixa você testar o primeiro bioma, encarar um chefe e jogar no multiplayer local com até quatro pessoas no mesmo console. Para quem curte chamar a galera no sofá, isso aqui é o tipo de demo que vende a ideia em poucos minutos.
Depois do lançamento, a versão de Nintendo Switch 2 ainda vai ter suporte ao GameShare, o que pode facilitar muito juntar amigos sem dor de cabeça. Unrailed 2: Back on Track continua sendo aquele caos organizado: coletar recursos, montar trilhos correndo e impedir o trem de descarrilhar. Eu adoro como esse jogo transforma comunicação em “sobrevivência”.
No fim de 2026, Unrailed 2: Back on Track também chega ao PlayStation 5.
O Discord está distribuindo um novo battle pet, Razeshi C., para quem estiver jogando World of Warcraft: Midnight com o app aberto no PC.
O detalhe chato é que essa missão não aparece sozinha. Você precisa ir atrás dela. No Discord, abra a área de Quests, procure a missão de World of Warcraft: Midnight e clique para começar. A partir daí, deixe o Discord rodando em segundo plano e inicie o jogo. Quando o Discord detectar a sessão, é só jogar até a barra da missão completar.
Terminou? Volte ao Discord e resgate a recompensa. Em geral ele entrega um código para ativação; copie e resgate na sua conta Battle.net para que o pet fique disponível no World of Warcraft: Midnight. Se nada chegar na hora, feche e abra o jogo e confira a caixa de correio do personagem.
Eu curto esse tipo de brinde porque não exige maratona, mas a missão escondida no menu é um vacilo.
Black Ops Royale, novo modo de Call of Duty: Warzone, chega em 13 de março e vai mexer com quem cansou do mesmo BR. A proposta é bem Blackout: nada de armamentos personalizados, nada de Gulag e nada de estação de compra. Você cai de wingsuit em Avalon, vasculha na raça e encara 24 esquadrões numa zona gigante que fecha sem dó.
O loop gira em torno de raridade e arquétipos: cada arma de Black Ops 7 vem com um estilo próprio, e você evolui com kits de acessórios até o lendário. O HUD Cerebral Link mostra vida, raridade, upgrades e uma mochila maior, deixando as trocas bem mais rápidas.
Também curti o retorno das vantagens consumíveis: cinco boosts que você ativa quando quiser, sem slot fixo, perfeito pra jogada clutch. E o pacote de equipamentos lembra Blackout, com Gancho de Escalada, Dardo Sensor, Kit Trauma e colete por tiers. Entre 17 de março e 2 de abril rola o Passe Counter Skies com desafios e unlocks que valem em Call of Duty: Warzone e Black Ops 7.
A cada mês parece que o roteiro se repete: estúdios fecham times, projetos somem do mapa e muita gente boa perde o trabalho do dia pra noite. O papo de “fase ruim” já cansou, porque as demissões continuam mesmo depois de lançamentos grandes e anos de crescimento. Do lado de cá, como gamer, o que eu vejo é simples: menos jogos finalizados, mais atualizações interrompidas e sequências que viram promessa eterna.
Esses cortes também mexem com a qualidade. Quando um time é desmontado, sobra retrabalho, trocas de direção e aquela sensação de jogo remendado. E não dá pra fingir que isso não bate na comunidade: a confiança cai, o hype vira desconfiança, e muita gente para de comprar no lançamento.
O problema não é falta de talento. É planejamento curto, metas agressivas e decisões que tratam pessoas como número. Um dia essa maré pode virar, mas hoje ainda parece longe.
Subir profissões em Midnight pode virar um dreno de ouro e paciência. A boa notícia é que a Darkmoon Faire chega bem na hora para aliviar esse começo, dando pontos de profissão de um jeito bem tranquilo.
Em World of Warcraft, a lógica é simples: vá até a feira, pegue a missão da sua profissão e entregue. Ela é rápida, não exige craftar uma lista enorme de itens e costuma ser bem segura até para quem está voltando agora. A recompensa é direta: pontos de habilidade na profissão (normalmente 2) e, de quebra, tickets da feira.
O que eu gosto aqui é que isso dá aquele empurrão inicial sem te obrigar a gastar uma fortuna no leilão logo no primeiro dia. Se você quer otimizar, faça isso com todas as profissões que tiver no personagem.
- A Darkmoon Faire fica ativa por uma semana, no começo do mês.
- Leve os materiais básicos da sua profissão para evitar correr atrás de última hora.
Se você joga World of Warcraft mais focado em progressão, isso é praticamente “ponto grátis”.
Cheater em jogo online é o tipo de coisa que mata a vontade de jogar. A EA diz que o seu novo anti-cheat, chamado Javelin, já está com 94% de “taxa de sucesso” na detecção e bloqueio de trapaças. Na prática, isso significa mais partidas limpas em títulos como Battlefield 2042 e menos tempo perdido em denúncias que nunca dão em nada.
Eu gosto da ideia de um sistema mais agressivo, mas esse número por si só não conta a história toda. O que importa é: quantos cheaters escapam, quantos inocentes são punidos e quanto isso pesa no desempenho do PC. Em Battlefield 2042, qualquer atraso ou queda de FPS já estraga a experiência.
Se a EA mantiver transparência e ajustar rápido quando rolar falso positivo, é um passo enorme. Se virar só um “número bonito” enquanto as trapaças migram e voltam, a frustração continua. Por enquanto, fico cautelosamente otimista.
Todo dia a Steam recebe uma enxurrada de jogos novos. Tem coisa boa escondida ali, mas também tem muito projeto inacabado, cópia sem graça e jogo que parece demo vendida como produto final. Se você abre a loja no automático, é fácil cair em armadilhas e gastar dinheiro (e horas) no que não vale.
O que funciona pra mim é tratar a Steam como vitrine, não como curadoria. Eu uso a lista de desejos sem dó: entrou, eu espero promoção ou mais avaliações. Também filtro por tags que realmente combinam com meu gosto e ignoro “lançamento” sem gameplay claro. Trailer bonito sozinho não me compra mais.
Outra dica é testar demos e ficar de olho em eventos com páginas organizadas, porque aí dá pra comparar jogos parecidos lado a lado. E quando o jogo tem só review curta e genérica, eu desconfio na hora.
No fim, a Steam é ótima, mas você precisa ser mais seletivo do que nunca pra achar os jogos que merecem seu tempo.
Flesh & Wire foi confirmado para 2027, e isso já acende um alerta: ou o time quer fazer algo realmente grande, ou está evitando prometer mais do que consegue entregar. Eu prefiro a segunda opção. Melhor esperar e receber um jogo redondo do que cair em hype vazio.
O nome Flesh & Wire passa uma vibe pesada de corpo e máquina, daquele tipo de ficção científica suja que combina muito com PC. Se a proposta for mesmo mergulhar em escolhas, tensão e ambiente, 2027 pode ser um bom sinal de que eles estão dando tempo para polir animações, sistemas e, principalmente, desempenho.
O que eu vou observar de perto até lá:
- Gameplay de verdade, sem corte cinematográfico demais
- Como o jogo lida com exploração e ritmo
- Requisitos no PC e opções gráficas decentes
Até aparecer um trailer mais completo, Flesh & Wire fica na minha lista de “quero ver, mas sem pressa”.
O loot pool de Fortnite Chapter 7 está no melhor ponto que eu lembro em muito tempo. As armas que viviam esquecidas ganharam buffs certeiros, e as novas opções entraram no jogo sem destruir as antigas. O resultado é simples: mais escolhas reais e menos partidas decididas por “caiu a arma certa, acabou”.
O que mais mudou a sensação de combate foi o equilíbrio entre alcance, dano e controle de recuo. Agora dá pra brigar bem no médio alcance sem parecer loteria, e o close range não vira só corrida pra pegar a mesma shotgun de sempre. Em Fortnite, isso faz diferença porque o ritmo da partida depende do que você encontra nos primeiros minutos.
- Mais variedade viável no chão e nos baús
- Menos picos de poder absurdos
- Lutas mais longas e justas, com chance de reação
Pra mim, esse é o tipo de ajuste que mantém o Battle Royale saudável: você perde porque errou, não porque o jogo te negou opções.
O Myrient, um dos endereços mais conhecidos por quem curte preservação de jogos clássicos, vai sair do ar em 31 de março. Para muita gente, ele era aquele “plano B” quando uma mídia antiga já não funciona, quando um console morreu, ou quando você só quer pesquisar versões, dumps e coleções históricas sem depender de links quebrados.
Esse tipo de fechamento sempre dói porque a internet não é tão permanente quanto parece. Hoje tem, amanhã some. E com jogos retrô isso pesa ainda mais: hardware envelhece, discos apodrecem, cartuchos falham. Sem arquivos bem organizados, a memória de uma era inteira vai junto.
Ao mesmo tempo, é impossível ignorar a zona cinzenta que cerca esse tema. Preservação é importante, mas direitos autorais e distribuição ainda batem de frente com a comunidade.
Minha visão: o fim do Myrient é um alerta. Se a indústria quer que a gente pare de procurar alternativas, ela precisa oferecer acesso real e decente ao catálogo antigo, sem sumiços e sem pegadinhas.