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Project Shadowglass

Project Shadowglass é um jogo de furtividade em primeira pessoa para quem curte infiltrações silenciosas, arcos e ataques pelas costas. A proposta chamou atenção ao mostrar as primeiras cenas de jogabilidade e detalhes do desenvolvimento, que prometem uma experiência focada em improviso e furtividade.

O estúdio define o visual como ‘3D pixel art’ revolucionário. As imagens exibidas são quentes e vibrantes, com um visual crocante e uma sensação nostálgica. Em algumas tomadas dá para sentir que o jogo mistura pintura e pixelização por software, criando um tom artístico próprio.

No plano da jogabilidade, Project Shadowglass mira em uma experiência imersiva. Haverá níveis abertos cheios de guardas e armadilhas, e a equipe fala em planejamento de assaltos durante o dia e em consequências persistentes. Tudo indica que as escolhas do jogador terão impacto e que o mundo será interconectado, com várias abordagens para o mesmo objetivo.

Outro ponto que se destacou foi um protótipo de áudio 3D altamente simulado que se conecta às mecânicas de furtividade. É uma solução que pode tornar a tomada de decisões por som muito mais relevante. O estúdio também afirmou que não usará inteligência artificial para gerar arte, conteúdo ou som. Não há janela de lançamento definida; é possível adicionar o jogo à lista de desejos na loja e acompanhar o desenvolvimento pelo site oficial e pelas redes do time.

Cena de Kiln
Kiln

Kiln é um jogo online multiplayer que mistura criação de cerâmica e batalhas em equipe. Antes de cada partida você molda um bule, vaso, jarra, caneca, cálice ou tigela no torno. Depois a peça ganha pernas e parte para a luta: a ideia é acertar os adversários e apagar o forno inimigo jogando água — afinal, você é um recipiente.

O formato que você criar muda totalmente suas habilidades. Uma peça pode carregar milho que estoura e causa explosão, outra pode atirar projéteis como um canhão, peças redondas rolam pelo mapa e peças pequenas escapam por frestas. A estratégia começa bem antes da partida, na bancada de cerâmica. Depois das partidas você ganha XP e chips para comprar materiais artísticos e decorar suas criações na sala multiplayer.

Kiln nasceu do Amnesia Fortnight, o período em que a Double Fine pausa projetos principais para prototipar ideias — processo que já gerou Costume Quest e Stacking. O estúdio colocou tanto esforço no sistema de criação quanto nas lutas, e entregou uma proposta com humor e personalidade.

Além das batalhas, o jogo foca na customização: você pode pintar, aplicar texturas e montar detalhes que alteram a aparência e, às vezes, a função das peças. Kiln chega na primavera de 2026 e promete partidas criativas e rápidas para jogar com amigos.

Cena de Beast of Reincarnation
Beast of Reincarnation

Na apresentação do Xbox Developer Direct, Game Freak mostrou mais de Beast of Reincarnation e confirmou que o jogo sai neste verão. É um action RPG surreal ambientado num Japão pós-apocalíptico. A estética mistura campos japoneses belos e místicos com megastructuras enferrujadas e autômatos esguios. O protagonista tem visual de samurai e usa um kasa de aba larga, que ajuda a reforçar o tom tradicional misturado ao estranho.

A história acontece milhares de anos no futuro, com a humanidade lutando contra uma praga de plantas mágicas e corruptas. Também há os Golems: seres criados quando humanos transferiram suas almas para corpos mecânicos para sobreviver, mas que perderam o controle. Essa ideia lembra Nier, embora aqui seja um dos elementos da ambientação; o foco principal parece ser o combate às plantas e o mistério em torno delas.

O combate mistura combos leves e pesados, parry no estilo Sekiro, furtividade e combate à distância com arco e besta. Há também um sistema ativo de comandos para habilidades, parecido com Mass Effect e Final Fantasy 7 Remake. Tudo indica que o jogo será mais aberto do que se esperava, unindo ação técnica, furtividade e exploração em um mesmo ritmo.

Se você curte jogos japoneses com visual forte e ideias estranhas, vale adicionar Beast of Reincarnation à sua lista de desejos na loja antes do lançamento. Fique de olho neste verão: o título pode surpreender quem gosta de ação com clima experimental.

Forza Horizon

Forza Horizon 6 teve seu gameplay revelado durante um showcase da Xbox. O novo jogo leva o festival Horizon para o Japão e chega em 19 de maio. O vídeo mostrou paisagens rurais, ruas urbanas enormes e até um mecha gigante andando perto de um carro.

O mapa é o maior da série. A parte de Tóquio é mais de cinco vezes maior que as maiores áreas urbanas dos jogos anteriores. No lançamento haverá mais de 550 carros. A equipe usou fotogrametria e gravações de som feitas no Japão, além de tecnologias novas como desgaste dinâmico dos pneus e acústica ambiental melhorada. As pétalas de cerejeira chegam a reagir à passagem dos veículos.

O jogo aposta forte na customização: encontros de carros no mundo aberto, criação de pistas multiplayer e uma área “Estate” que você monta com instalações e desafios. Uma dúvida ficou no ar: apesar de aparecerem caminhonetes kei nas gravações, não foi confirmado se poderemos dirigir esses pequenos utilitários. E sim, teve um mecha gigante no fim do segmento — um toque curioso no festival de carros. Forza Horizon 6 sai em 19 de maio. Coloque o jogo na lista de desejos nas lojas digitais e aguarde novas informações nas próximas semanas.

Todd Howard admite: só a Obsidian podia fazer Fallout: New Vegas — entenda o motivo
Fallout

Em entrevista, um artista principal da equipe explicou como a Bethesda definiu o visual das armas em Fallout ao migrar dos RPGs isométricos para o 3D. A estética começou pela arte da caixa. A opção foi exagerar elementos para criar identidade. As armas ficaram maiores e com formas caricatas, misturando peças realistas e tecnologia futurista.

O design das armaduras motorizadas influenciou o desenho das armas. Muitos modelos foram pensados para caber em quem usa armaduras enormes. Assim surgiram armas ‘grandonas’ que depois precisaram ser ajustadas para personagens sem armadura. O resultado são rifles e pistolas que passam sensação de peso e robustez. Também funciona bem no sistema de mira do jogo, deixando o combate mais visceral.

A opção estética foi clara: Fallout não busca realismo extremo. O universo é exagerado — carros enormes, barcos movidos a energia nuclear, tudo um pouco inflado. Isso dá liberdade criativa e uma identidade visual própria. A equipe preferiu o estilo em vez da fidelidade técnica.

O processo afetou armas específicas, como o rifle de assalto que nasceu pensado para armaduras. Ao balancear o jogo, ele virou uma arma mais genérica. Em mãos normais pode ficar desproporcional. Ainda assim, o time manteve esse excesso por causa do impacto visual e da sensação de ‘peso’ que as armas transmitem.

Hooded Horse revela o segredo que ajuda indies — e veta arte gerada por IA
Hooded Horse

Hooded Horse é uma editora que virou referência em jogos de estratégia. O CEO Tim Bender começou sem experiência na indústria: veio do modding e de carreiras fora dos games. A empresa nasceu em 2019 e publicou títulos como Manor Lords, Against the Storm, Endless Legend 2 e 9 Kings. A trajetória de Bender mostra como paixão por mods e formação jurídica moldaram a maneira como a editora trata desenvolvedores.

O modelo de contratos da Hooded Horse é diferente do habitual. Eles evitam termos que prejudicam o fluxo de caixa dos estúdios e repassam a maior parte da receita para os criadores. Quando a editora investe em um projeto, a fatia muda para compensar o aporte sem travar o dinheiro do time. Antes havia uma garantia fixa para marketing e localização, mas ela foi substituída por uma política mais aberta, para evitar confusão com números fixos.

A editora também se posicionou contra o uso de imagens e outros ativos gerados por IA em jogos que publica. É uma cláusula contratual que alinha a editora e os estúdios e busca proteger a integridade artística. Hooded Horse prefere crescimento controlado, foco em estratégia e estabilidade a longo prazo, e diz que esse caminho ajuda devs e jogadores.

Palworld

Depois de dois anos em early access, Palworld segue se aproximando da versão 1.0. A desenvolvedora mostrou um teaser de aniversário com arte conceitual de novos pals e promete que a versão final chegará em algum momento deste ano. No vídeo, o estúdio dá apenas um aperitivo, dizendo que há muitos pals novos, novos locais para explorar e várias surpresas a caminho.

No material mostrado aparecem designs bem marcantes: uma serpente em forma de flor de lótus, um pomeriano elétrico raivoso (mas fofo) e um pintinho de neve que lembra mascotes de inverno. Também dá para ver rapidamente algo que parece uma baleia etérea voando pelo céu em direção a uma árvore gigantesca. As artes deixam clara a direção visual do jogo e deixam os jogadores curiosos para ver esses pals já modelados no mundo.

O CEO, Takuro Mizobe, reforçou que a equipe está totalmente dedicada a finalizar a versão 1.0 e agradeceu o apoio dos fãs. O jogo ainda recebeu quatro indicações em prêmios da Steam, o que dá um impulso moral extra para a equipe. Apesar de o estúdio lidar com um processo envolvendo a Nintendo, o desenvolvimento continua firme e a expectativa é alta para a versão completa.

Golpe em loja online: comprou um RTX 5080 e recebeu uma placa mais fraca dentro da caixa
Asus

Um comprador recebeu uma surpresa: a placa que chegou dentro da caixa anunciada como uma RTX 5080 era, na verdade, uma RTX 5060 Ti. O caso foi relatado por um usuário em um fórum, e chamou atenção porque as duas placas têm aparência muito parecida — mesmo tamanho, três ventoinhas e acabamento quase idêntico.

Isso facilita o golpe: alguém pode ter pedido a RTX 5080, trocado a placa por uma versão mais barata, reaplicado os adesivos e devolvido o pacote. Na inspeção visual rápida de um centro de distribuição, o produto pode parecer correto. O comprador notou um detalhe que denunciou a troca: a placa no interior tem apenas um conector de energia de 8 pinos, enquanto o modelo anunciado exige um conector maior com mais pinos.

Se o anúncio era de produto novo, a loja tem responsabilidade — não é aceitável vender itens devolvidos como novos. Pra quem compra hardware caro, é um alerta claro: caixas e etiquetas podem enganar, e pequenos detalhes (como o tipo de conector, número do modelo ou o selo de série) costumam ser os únicos indícios de fraude.

Dica prática: grave o desembalo com o celular, abra a embalagem na frente da câmera e confira o conector, o número do modelo e o número de série antes de descartar a embalagem. Se algo estiver errado, registre tudo e contate a loja para exigir solução. É chato ter que fazer isso, mas hoje pode ser a melhor forma de se proteger.

Cena de Pax Dei
Pax Dei

Pax Dei é um MMO sandbox social com clima medieval onde você pode construir sua casa, fabricar roupas e abrir barraquinhas num mercado feito por jogadores. O jogo privilegia a vida comunitária: em vez de seguir missões prontas, você cria ofícios, monta comércios e participa de uma economia liderada por quem joga. Neste fim de semana o jogo está gratuito por tempo limitado, uma boa chance para testar o estilo se você costuma jogar solo.

Há também exploração de masmorras para juntar ouro e comprar itens dos mercadores da comunidade. É possível formar clãs, criar vilas e até erguer castelos com equipe suficiente. O título saiu em acesso antecipado em junho de 2024 e recebeu várias novidades desde então. Muitos elogiam os visuais e a evolução técnica, mas o foco em comunidade muda bastante a experiência em comparação com jogos de sobrevivência mais solitários.

Uma das funções mais controversas é o sistema de ‘tokens de lote’: para construir você precisa reivindicar terreno e manter esse espaço pagando os tokens, que exigem assinatura mensal. Nas avaliações da loja, essa exigência gerou críticas e preocupação — alguns players dizem que isso pode fazer uma vila perder construções se alguém não pagar. Se você curtir a proposta, o jogo está em promoção até 2 de fevereiro, então pode valer a pena experimentar o fim de semana gratuito e decidir se quer continuar.

Cena de Pillars of Eternity 2: Deadfire
Pillars of Eternity

Pillars of Eternity 2: Deadfire é um RPG muito bem recebido e continua aparecendo entre os melhores jogos para PC. O jogo não é excessivamente difícil; muitos jogadores conseguem montar uma equipe que vence a maioria dos encontros com facilidade. Isso levantou a dúvida: um acesso antecipado no estilo Baldur’s Gate 3 teria ajudado no balanceamento?

O diretor Josh Sawyer afirma que não. Ele explica que muitos problemas só ficam claros conforme o jogador avança no jogo. No final entram mais números, sistemas e interações, e isso faz com que quaisquer falhas no equilíbrio se ampliem. Testar apenas o começo, diz ele, tende a deixar o final menos coberto pelos testes.

Sawyer lembra que Baldur’s Gate 3 também sofreu críticas ao equilíbrio do terceiro ato no lançamento, apesar do teste amplo nas fases iniciais e médias. Ele compara com jogos menores e mais focados, como Grounded, onde os desenvolvedores conseguem direcionar o feedback para poucas mecânicas. Em jogos com diálogos densos e muitas escolhas, como Deadfire, as áreas de atenção são muitas e dispersas.

No fim, para Sawyer a questão foi mais sobre onde a equipe optou por aplicar esforço e recursos do que sobre o modelo de acesso usado. Por isso ele acha que um acesso antecipado diferente provavelmente não teria evitado os problemas que apareceram ao longo da aventura.

Cena de Cult of the Lamb
Cult of the Lamb

Woolhaven é a expansão que dá mais fôlego a Cult of the Lamb. Ela adiciona novas fases na montanha e no subsolo podre, inimigos inéditos e armas, como o flail, que mudam a sensação do combate. Há também uma figura nova, Yngya, e um deus-lobo chamado Marchosias, cujos seguidores podem ser derrotados e convertidos para o seu culto.

No acampamento, Gofernon e sua gangue de toupeiras abrem um novo espaço subterrâneo que praticamente dobra a área para você decorar. A novidade permite criar um rancho: construir uma casa de fazenda e cercar campos para animais como Yakish, Cowish, Llamaish e Turtleish. Dá para tosar para obter lã, ordenhar, ou abater para carne — recursos valiosos quando o inverno apertar.

O frio é o grande tempero de Woolhaven. A neve começa fofa, mas pode evoluir para tempestades que congelam cultistas, impedem plantações e até danificam construções se você não espalhar aquecedores. É possível prever tempestades com um catavento e montar estruturas como um para-raios ou uma mina de Rotburn para coletar recursos como Rotburn, fragmentos carregados e cascas de teixo. Planejar a colheita e usar o Ritual da Colheita antes das nevascas garante despensa cheia e evita decisões drásticas. No fim, Woolhaven entrega muito conteúdo novo e dá bons motivos para voltar ao jogo.