Cena de World of Warcraft The War Within
World of Warcraft
Crimson Desert

Crimson Desert está cada vez mais com cara de jogo moldado pela comunidade. Mesmo sendo um RPG solo, o game vem recebendo patches e ajustes rápidos conforme o feedback dos jogadores chega.

O estúdio deixou claro que não trabalha com um roadmap engessado. A proposta é ir refinando gameplay, conteúdo e qualidade de vida em tempo real, sem ficar preso a promessas fechadas antes da hora. Em vez de bater o martelo cedo demais, a equipe prefere ouvir a galera e ajustar a rota conforme o jogo evolui.

  • Pediram para esconder o capacete? A função chegou.
  • Os controles de movimentação estavam estranhos? Entrou uma opção mais clássica.
  • A dificuldade estava fora da curva? Novas opções foram adicionadas para calibrar o desafio.

Esse vaivém constante mostra que Crimson Desert está sendo lapidado quase como um MMO, só que dentro de uma experiência single-player. A comunidade ganha mais voz, o jogo ganha mais ajustes finos e, no fim, a sensação é de que a mão está mesmo dividindo o volante com a dev.

Resta ver até onde essa filosofia vai levar o projeto. Mas uma coisa já ficou clara: Crimson Desert virou um dos RPGs mais interessantes quando o assunto é escutar o feedback da base e transformar pedido de jogador em mudança real.

Cena de FOUNDRY
Ofertas

FOUNDRY entrou em fim de semana grátis na Steam, então essa é a chance de testar de graça esse construtor de fábricas em Acesso Antecipado e ver se você manda bem na automação pesada.

No jogo, você aterrissa em um planeta inexplorado e começa do zero em um mundo voxel gerado proceduralmente e praticamente infinito. A ideia é erguer uma megafábrica robotizada, organizar cada etapa da produção e deixar tudo rodando redondo com a ajuda de Carl, sua parceira de IA.

Além de construir, você também precisa lidar com comércio interestelar, encaixar sua produção nas rotas certas e escalar a operação até transformar sua base em um império industrial de alcance galáctico. Se curtir o teste, ainda dá para seguir com seu progresso depois.

Cena de Trackmania
Trackmania

O Formula E Weekly Shorts #3 coloca Trackmania na pista e entrega aquela vibe arcade que o game faz tão bem. É velocidade na veia, curva no limite e precisão total para não perder o ritmo.

Se você curte corrida frenética, time attack e desafio milimétrico, esse episódio é mais uma prova de que Trackmania segue firme como referência para quem gosta de dominar a pista no PC.

Opinião

O Gaussian Splatting — que se lê mais perto de “Gau-si-an” — está virando assunto porque consegue entregar visuais quase fotorealistas sem exigir o peso bruto de muitos workflows 3D tradicionais. A técnica já apareceu em uma demo de FPS jogável no navegador e vem ganhando moral entre devs e artistas.

Em vez de depender de malha polida, o sistema usa milhares de “splats” 3D, algo como pequenas nuvens de informação visual. Cada splat tem opacidade, cor e um comportamento que muda conforme o ângulo da câmera. Quando tudo é projetado e mesclado pela GPU, a cena toma forma em tempo real, com aquele visual levemente pontilhista que entrega o truque.

O ganho mais insano está no pipeline. No fluxo tradicional de assets escaneados, o trabalho costuma passar por:

  • limpeza e otimização;
  • retopologia;
  • UVs;
  • baking;
  • setup de materiais;
  • várias etapas extras até o asset ficar pronto.

Com Gaussian Splatting, boa parte desse trampo pode ser pulada. Em vez de reconstruir a cena em geometria limpa, o processo de treino transforma diretamente os dados capturados em uma representação em tempo real.

Isso abre a porteira para elementos que costumam dar trabalho em pipelines clássicos, como cabelo, transparência, translucidez, subsurface scattering e folhagem fina. Para equipes pequenas, isso pode ser um baita boost na produção de cenários realistas.

Mas nem tudo é só brilho. Cenários super realistas nem sempre são tão legíveis para o jogador, então ainda existe o desafio de deixar o gameplay claro sem sacrificar a imersão. Mesmo assim, a tecnologia tem tudo para mexer com jogos de tiro, exploração e até experiências com vídeo ao vivo.

No fim, o Gaussian Splatting ainda está mais no território de prova de conceito do que de blockbuster, mas o recado é claro: capturar, transformar e jogar em tempo real nunca pareceu tão promissor no PC.

Europa Universalis 5

Europa Universalis 5 acaba de receber o update mais parrudo até agora: o patch Encinades, o segundo grande pacote de ajustes do jogo, mexe pesado em várias mecânicas e corrige mais de 2.000 bugs.

O foco da atualização é fortalecer os Bálcãs e o sudeste da Europa, trazendo mais de 300 avanços novos e cerca de 150 eventos históricos dinâmicos. Boa parte desse conteúdo conversa com a expansão Fate of the Phoenix, que puxa a campanha para o lado bizantino, mas as novidades chegam para todo mundo sem custo extra.

Um dos maiores destaques é o rework do Sacro Império Romano-Germânico, que agora ganhou uma interface em abas para facilitar a leitura de membros, políticas e finanças de relance.

A economia também foi turbinarada: as rotas de comércio ficaram mais inteligentes, a mecânica de Maritime Presence recebeu melhorias e o sistema de trade orders entrou no pacote para deixar o setup econômico mais fiel à história.

Na parte religiosa, a Ortodoxia foi reformulada para transformar os Patriarcas em personagens interativos, enquanto o sistema de leis e dogmas passou a ter regras mais rígidas em alguns pontos e mais flexíveis em outros.

  • Mais de 2.000 bugs corrigidos
  • Wars of the Roses agora dispara como deveria
  • A Lichfield Cathedral parou de sair andando até Stafford
  • O desastre Reform Society não deve mais repetir em loop
  • O bug que impedia libertar países por eles “deixarem de existir” também foi resolvido

No geral, o patch Encinades deixa Europa Universalis 5 ainda mais afiado, aprofundando a simulação e acertando vários pontos que atrapalhavam a campanha.

Abiotic Factor

Abiotic Factor já era um monstro de survival crafting, mas a Deep Field Games decidiu abrir mais uma fenda no laboratório com o update Cosmic Companions. A novidade leva os jogadores até a Dunkeltaler Forest, um portal world gelado e cheio de pinheiros, onde fica o Alpen Signal Observatorium. O acesso acontece pelo portal da Hydroplant, e a missão é descobrir de onde vem o sinal misterioso captado pelo observatório.

O grande destaque, no entanto, é o sistema de pets totalmente turbinado. Agora, Abiotic Factor conta com o chamado Pets 2.0, que adiciona um slot de companheiro ao inventário e deixa os bichos bem mais úteis na exploração. Dá até para levar pets no hotbar, o que facilita subir escadas, entrar em dutos e carregar seu parceiro para qualquer canto do mapa.

  • Nova área: Dunkeltaler Forest e o Alpen Signal Observatorium
  • Pets 2.0: slot de companheiro e pets acompanhando sua run
  • Peccary como pet: mais opções para montar seu squad
  • Química: novas bancadas para criar buffs, coatings e flasks
  • Combate e utilidade: melhorias nas armas contundentes, Power Chair e Mop 9.000

Outra adição de peso é o novo sistema de química, que traz duas bancadas inéditas: a distillation bench e a chemistry bench. Com elas, dá para criar poções de força, velocidade e até de aumento de tamanho, além de coatings para armas e flasks arremessáveis com efeitos de cura ou dano. O patch também melhora o desempenho das armas de impacto, adiciona a Power Chair, uma espécie de veículo flutuante, e fecha com chave de ouro ao trazer o lendário Mop 9.000, perfeito para limpar qualquer sujeira do laboratório.

PVKK
PVKK

A equipe de PVKK confirmou que o game, uma simulação de defesa em primeira pessoa, não vai mais sair neste ano. Agora, a previsão de lançamento foi empurrada para 2027.

Segundo os devs, o projeto cresceu muito nos bastidores e a missão agora é dar mais tempo para lapidar tudo com carinho. O time passou de 4 para 11 integrantes em 2025, justamente para dar conta da quantidade de conteúdo e recursos que o jogo precisa entregar.

Na prática, isso significa que PVKK vai ganhar mais tempo de polimento para chegar no lançamento em sua melhor forma possível, sem cortes e sem comprometer a experiência final.

Cena de Fallout 4
Fallout

Um novo mod para Fallout 4 está chamando a atenção da galera no PC por uma proposta bem ousada: colocar Morrowind dentro do próprio jogo. A ideia é permitir que os fãs revisitem o clássico da franquia The Elder Scrolls usando a base de Fallout 4.

Esse tipo de projeto mostra como a cena de mods continua empurrando o limite e entregando experiências que vão muito além do conteúdo oficial. Para quem curte nostalgia, criatividade e aquele caos organizado da comunidade, vale ficar de olho nessa brincadeira.

Skywind

O mod Skywind, que recria Morrowind usando a tecnologia de Skyrim, ganhou mais uma atualização de progresso — e a real é que ainda não existe data de lançamento nem janela prevista.

O novo vídeo mostra que o projeto continua andando, mas ainda tem bastante trabalho pela frente. Algumas áreas já estão quase fechadas, enquanto outras seguem em ritmo pesado de produção.

  • Quase concluídos: arte 2D, escrita e dublagem
  • Em andamento: animação, masterização de voz, efeitos sonoros e localização

A equipe também segue buscando novos voluntários. A mensagem é clara: Skywind não foi tocado sempre pelo mesmo grupo, e sim passado adiante ao longo dos anos, como uma verdadeira corrida de revezamento.

Mesmo sem novidade sobre estreia, o material divulgado impressiona pela qualidade e reforça por que tanta gente ainda acompanha o projeto de perto. Para quem tem saudade do clima único de Morrowind, a ideia de revisitar esse mundo com visual renovado segue muito promissora.

Se você quiser ajudar o projeto, a equipe ainda está aceitando inscrições de voluntários.

ChatGPT Image 8 de mai. de 2026, 17_10_13
Super Alloy Crush

Existem jogos que claramente tentam copiar clássicos. E existem jogos que entendem por que aqueles clássicos eram tão especiais. Super Alloy Crush pertence ao segundo grupo.

Desde os primeiros minutos, fica impossível não lembrar imediatamente da era dourada de Mega Man X. O visual em pixel art, a movimentação veloz, os tiros carregados, os chefões enormes e até o ritmo da ação parecem uma verdadeira carta de amor aos fãs dos clássicos da Capcom dos anos 90.

Mas o mais importante é que Super Alloy Crush não se resume apenas à nostalgia. Ele consegue capturar a essência daqueles jogos antigos enquanto adiciona identidade própria, criando uma experiência extremamente divertida, dinâmica e viciante.

Para quem cresceu jogando Mega Drive, Super Nintendo, PlayStation 1 e principalmente Mega Man X no SNES, esse é exatamente o tipo de indie que faz abrir um sorriso no rosto.

Um clássico moderno com alma retrô

A inspiração em Mega Man é impossível de ignorar — e isso definitivamente é um elogio.

O protagonista lembra imediatamente os heróis clássicos dos jogos de ação 2D, enquanto os inimigos mecânicos, tiros energéticos e fases destrutivas reforçam ainda mais essa sensação nostálgica.

Só que o jogo não parece uma simples cópia barata. Existe personalidade aqui.

A movimentação é rápida, os controles são precisos e o combate possui aquele ritmo frenético clássico dos melhores jogos de ação arcade. Em poucos minutos você já entra naquele estado de “só mais uma fase” sem perceber o tempo passar.

Tudo funciona exatamente como deveria:

  • tiros responsivos;
  • movimentação fluida;
  • combate acelerado;
  • chefes memoráveis;
  • gameplay extremamente viciante.

É um daqueles jogos que entendem perfeitamente o que fazia os clássicos funcionarem tão bem.

Gameplay rápido, divertido e cheio de ação

Super Alloy Crush praticamente não perde tempo.

Desde o começo o jogador já é colocado em cenários caóticos cheios de explosões, tiros e inimigos aparecendo de todos os lados. A ação é constante, mas nunca injusta.

O jogo possui um excelente equilíbrio entre desafio e diversão. Existe dificuldade, principalmente nos confrontos contra chefes, mas os controles são tão precisos que qualquer erro normalmente parece culpa do jogador — exatamente como acontecia nos melhores jogos da era 16-bit.

As batalhas contra chefões merecem destaque especial.

Os inimigos gigantes possuem ataques variados, padrões interessantes e deixam as lutas extremamente cinematográficas. Em vários momentos o jogo lembra aqueles encontros épicos de Mega Man X, Gunstar Heroes e até alguns trechos de Contra.

Tudo acontece em um ritmo muito intenso e energético.

Pixel art extremamente caprichada

Visualmente, Super Alloy Crush é lindo.

A pixel art é detalhada, colorida e cheia de personalidade. Os cenários destruídos, robôs gigantes e efeitos de explosão ajudam bastante na atmosfera futurista retrô que o jogo tenta construir.

Os sprites possuem ótima animação e existe um cuidado evidente em cada efeito visual:

  • disparos energéticos;
  • partículas;
  • explosões;
  • iluminação;
  • movimentação dos inimigos.

Mesmo sendo claramente inspirado nos clássicos, o jogo ainda consegue parecer moderno graças à qualidade da direção artística.

Trilha sonora extremamente nostálgica

Outro ponto que ajuda muito na sensação retrô é a trilha sonora.

As músicas possuem aquele estilo energético clássico dos jogos de ação japoneses dos anos 90. Em vários momentos a trilha parece saída diretamente de um Mega Man do Super Nintendo ou de um anime cyberpunk antigo.

É impossível não sentir nostalgia.

As guitarras, sintetizadores e batidas aceleradas combinam perfeitamente com a ação frenética do gameplay. A música constantemente empurra o jogador para frente, aumentando ainda mais a adrenalina das batalhas.

Para quem sente saudade da época dourada dos jogos de ação 2D, a trilha sonora aqui acerta em cheio.

Excelente experiência no Legion Go

Testei Super Alloy Crush no Legion Go e a experiência foi excelente.

O jogo roda perfeitamente, sem travamentos, sem quedas perceptíveis de desempenho e com ótimo consumo de bateria. Isso faz dele uma escolha perfeita para handhelds.

E honestamente, esse tipo de jogo combina demais com portáteis.

As fases rápidas, gameplay viciante e controles precisos transformam o jogo em uma experiência perfeita para sessões curtas ou longas fora de casa.

Além disso:

  • o visual fica ótimo na tela portátil;
  • os controles funcionam perfeitamente;
  • o desempenho é extremamente leve;
  • a bateria dura bastante.

É facilmente um daqueles jogos ideais para carregar sempre instalado no dispositivo.

Um verdadeiro tributo aos clássicos

O maior mérito de Super Alloy Crush talvez seja justamente entender o que fazia os clássicos serem tão especiais.

O jogo não tenta reinventar completamente o gênero. Em vez disso, ele abraça totalmente sua inspiração e entrega uma experiência refinada, divertida e extremamente carismática.

Existe paixão evidente aqui.

Os desenvolvedores claramente entendem o legado de jogos como:

  • Mega Man X;
  • Gunvolt;
  • Contra;
  • Gunstar Heroes;
  • clássicos arcade de ação japonesa.

E isso aparece em cada detalhe do gameplay.

Vale o seu tempo

Super Alloy Crush é um excelente ode aos clássicos da era de ouro dos jogos de ação 2D. Ele consegue capturar perfeitamente a sensação dos antigos Mega Man X enquanto entrega gameplay moderno, responsivo e extremamente divertido.

A ação frenética, os chefões gigantes, a pixel art caprichada e a trilha sonora nostálgica fazem dele um prato cheio para fãs de jogos retrô.

Somado ao excelente desempenho no Legion Go, baixo consumo de bateria e gameplay viciante, temos aqui um indie extremamente fácil de recomendar.

Se você sente saudade dos tempos de ouro do Super Nintendo, PlayStation 1 e dos clássicos da Capcom, Super Alloy Crush provavelmente vai conquistar você nos primeiros minutos.