Outbound

Se você quer cair no mundo de Outbound com a tropa, tem um detalhe importante: o co-op não libera de cara. Primeiro, você precisa passar pelo tutorial e sair do primeiro ponto de acampamento. A boa notícia é que isso leva poucos minutos.

Depois de cumprir o básico, siga estes passos para abrir o multiplayer:

  • Dirija até a área de camping e pare o camper van.
  • Abra a parte de trás do veículo para montar o acampamento.
  • Saqueie os itens do baú, acenda a fogueira e baixe os planos de ferramentas básicas no terminal.
  • Junte o sucata, use a bancada do van e crie a Wrench I para abrir a barreira da frente.

Com o portão destravado, o jogo libera um aviso para convidar a galera. A partir daí, quem estiver host só precisa apertar Tab, clicar no ícone de multiplayer e compartilhar o código da sessão com até três amigos. Os outros entram pelo menu Join Friend.

Na parte da progressão, vale o alerta: em Outbound, o avanço fica preso ao save, e não ao personagem. Ou seja, o que você desbloquear numa sessão vai ficar salvo naquele mundo. Se você entrar no save de outra pessoa, vai criar um personagem novo. A boa notícia é que ferramentas e receitas são compartilhadas dentro da mesma campanha, então a party inteira aproveita os desbloqueios.

Opinião

Alerta de spoilers de Mortal Kombat 2.

Se o primeiro Mortal Kombat de 2021 já parecia um festival de decisões ruins, a sequência corrige o rumo logo de cara ao tirar Cole Young do centro da história. O personagem original, criado só para o filme, mal aparece por aqui e acaba virando só um nome jogado ao fundo antes de ser eliminado de vez por Shao Kahn no palco do Dead Pool.

E, sinceramente? Isso faz bem para o filme. Com Cole fora da jogada, Mortal Kombat 2 finalmente coloca o holofote nos personagens que a galera realmente quer ver: Johnny Cage e Kitana. Karl Urban entrega um Cage sarcástico e carismático, enquanto Adeline Rudolph manda muito bem como a princesa que domina os fan blades. Ainda assim, Liu Kang continua subaproveitado, e Kano volta do limbo para seguir sendo irritante, mesmo que agora esteja um pouco mais contido.

Apesar disso, a dinâmica entre os personagens rende momentos genuinamente divertidos, incluindo uma cena ótima contra Baraka. Não, Mortal Kombat 2 não é a melhor adaptação de videogame já feita e ainda cai no território do “meio termo”, mas é bem superior ao primeiro filme. O final ainda deixa gancho para uma possível continuação, e dá a sensação de que o estúdio finalmente entendeu onde acertar o fatality.

Oblivion

Se você ainda sente falta da lendária roda de persuasão de Oblivion, o Wheeljam 2 nasceu justamente para isso: desafiar a comunidade a criar, em tempo recorde, experiências jogáveis que tragam o mini-game de lockpicking ou a wheel de convencimento de algum jeito.

A segunda edição do evento fechou com 40 submissões, e boa parte delas já pode ser testada direto no navegador. Como manda a tradição dos jams mais caóticos, tem muita coisa estranha, torta e deliciosamente difícil de explicar — o tipo de bagunça que só quem viveu a era dos mini-games esquisitos entende de verdade.

Entre os destaques, um dos favoritos é A Contrario, que troca o combate por uma seleção de estações numa vibe vaporwave. Também vale ficar de olho em Wheelfox 64 e The Wolf Of Wheel Street, que seguem a mesma linha de criatividade sem freio.

A votação ainda fica aberta por mais alguns dias, mas os jogos continuam jogáveis depois disso. Então, se você curte Oblivion e esse tipo de gambiarra genial de game design, já pode cair dentro e descobrir suas pérolas favoritas.

Drawquarium

Drawquarium é um sandbox bem diferente no PC: em vez de só organizar um aquário, você literalmente desenha peixes e plantas para montar um tanque chamativo e fisgar a clientela. A demo já dá um gostinho dessa bagunça criativa.

No começo, a seleção de formas base é pequena, mas o charme está em customizar cada peixe do seu jeito. Dá para brincar com cores, traços e estilos, deixando o aquário com a sua assinatura — mesmo que o resultado final fique meio torto, o visual coletivo compensa.

Depois de montar o ecossistema, entra a parte de cuidar da tropa: manter o tanque bonito e alimentar os peixes quando a fome bater. Quanto melhor o capricho, mais eles evoluem visualmente, ganhando um brilho holográfico e, em situações especiais, até um visual dourado.

O jogo ainda vai receber mais conteúdo em breve, embora ainda sem data de lançamento anunciada, com:

  • mais decoração para o aquário
  • novos temas
  • fundos personalizados

Se você curte experiências relax, sandbox criativo e aquela vibe de faz do seu jeito, Drawquarium merece entrar na sua lista de desejos.

Kingdom Come: Deliverance 2

Um dos responsáveis criativos de Kingdom Come: Deliverance 2 contou que uma história curiosa do primeiro jogo ajudou a equipe a cravar o caminho da franquia: deixar o mundo medieval tão sistêmico que o jogador começa a acreditar que tudo ali pode virar uma grande confusão orgânica.

O caso clássico foi a famosa “saga das botas”. Um jogador percebeu que o protagonista estava sem os calçados, achou que alguém tinha roubado o item e saiu vasculhando o castelo como se fosse uma missão escondida. Na real, as botas só tinham desaparecido do cenário, mas a reação mostrou exatamente o efeito que o estúdio queria: um mundo vivo, imprevisível e cheio de histórias emergentes.

Para a equipe, esse tipo de situação foi a prova de que vale a pena investir em sistemas complexos, mesmo com todo o trampo para deixar a parada redonda e sem bugs. A comunidade começou a criar teorias e lembrar de encontros que pareciam eventos roteirizados, mas que na verdade tinham nascido da própria simulação.

Em Kingdom Come: Deliverance 2, essa filosofia foi levada ainda mais longe. Agora, se Henry apagar de bêbado, os NPCs podem roubar os sapatos e o boné dele — e até sair usando os itens. É o tipo de caos controlado que faz cada sessão render causos únicos e reforça a pegada sandbox da série.

Forza Horizon

Forza Horizon 6 já chegou chutando a porta no Steam antes mesmo do lançamento oficial. O novo racer da franquia vem segurando espaço entre os mais vendidos da loja e mostra que a comunidade de PC entrou de cabeça no hype.

Entre os atrativos da pré-venda, o jogo oferece um carro bônus e a edição Premium libera acesso antecipado e os DLCs futuros. Mas o que mais chama atenção é a força do nome Forza Horizon 6: mesmo sendo muito parecido com os capítulos anteriores, o game segue como uma das poucas corridas capazes de furar a bolha e aparecer no topo das vendas.

O curioso é que jogos de corrida raramente ficam muito tempo no centro da conversa. Mesmo quando um lançamento embala, outros gêneros costumam roubar os holofotes. Ainda assim, Forza Horizon 6 continua sendo o grande nome do gênero no PC, agora com uma proposta ambientada no Japão e cheia de espaço para drift, velocidade e cenas prontas para clipar.

  • Forza Horizon 6 está entre os jogos mais vendidos do Steam antes da estreia
  • A pré-venda traz bônus e acesso antecipado para quem quer entrar mais cedo na pista
  • Racers seguem sendo exceção no topo das vendas, e a franquia continua mandando no pedaço
Team Fortress 2

Mann Versus Zombies é um mod de conversão total que pega Team Fortress 2 e joga os mercenários numa batalha de sobrevivência contra hordas de zumbis. Pelo que já foi mostrado, a ideia passa muito a vibe de um spin-off de verdade, só que nas mãos da comunidade.

O trailer, em clima de Source Filmmaker, destaca novas armas e versões zumbificadas dos personagens clássicos do TF2. O visual continua cartunesco, mas com aquela camada extra de gore e sujeira que combina demais com a proposta.

  • Co-op para até 8 jogadores
  • Perks exclusivas
  • Sistema de barricadas
  • Ondas infinitas com dificuldade escalando sem parar
  • Cosméticos do jogo base liberados para uso

Sem gameplay bruto por enquanto, mas o pacote já chama atenção: em vez do caos leve e acelerado de sempre, Team Fortress 2 ganha uma pegada mais sombria, focada em hordas, defesa de área e sobrevivência. Ainda não existe janela de lançamento, então o jeito é ficar na torcida por novidades do mod.

Enquanto isso, Team Fortress 2 continua muito vivo, com a comunidade empurrando o clássico para novos modos, novas ideias e experiências cada vez mais insanas.

Warped Universe

Warped Universe já está em Early Access no Steam e chegou trazendo uma proposta bem diferente para quem curte looter shooter sci-fi. O jogo da Warped Games foi lançado de graça nesta semana e já estreou com dois trailers para mostrar suas duas frentes de combate: combate terrestre e voo espacial.

Na prática, o loop é o seguinte: você é enviado para um planeta engolido pelo Void, precisa avançar pela corrupção, eliminar a ameaça cósmica e garantir recursos valiosos. Só que a missão não para por aí. O Residuum coletado por você não serve apenas para o seu progresso — ele ajuda a abastecer uma instalação naquele planeta, e quando essa estrutura é concluída, todo mundo no jogo recebe um bônus permanente.

Enquanto isso, outros jogadores podem estar explorando cantos distantes da galáxia, descobrindo novos planetas e liberando mais melhorias globais. A ideia é montar uma espécie de meta-jogo galáctico, em que cada missão ajuda a empurrar o universo inteiro para frente.

Por enquanto, Warped Universe começa com missões solo, mas o co-op deve chegar depois. E, segundo a proposta apresentada, o jogo vai oferecer centenas de objetivos a cada temporada, todos conectados ao mesmo universo persistente.

Cena de CD-ROM
CD-ROM

CD-ROM acabou de desembarcar na Steam com uma proposta bem retrô: um puzzle game para Windows inspirado nos clássicos discos de shareware dos anos 1990.

Em CD-ROM, a missão é quebrar a cabeça para desvendar 10 CDs temáticos. Para seguir em frente, você vai precisar decifrar textos codificados, analisar imagens, pegar pistas em minigames e fuçar cada canto dos dados em busca de segredos escondidos.

Cada desafio leva a uma senha de 8 dígitos, usada para destravar o próximo disco. O jogo aposta pesado em criptografia e esteganografia, então quem curte puzzle raiz e investigação digital vai se sentir em casa.

Para completar, CD-ROM ainda conta com uma demo jogável, ideal para sentir o clima antes de encarar o pacote completo de enigmas.

Cena de The Witcher 3: Wild Hunt
The Witcher

Uma modificação não oficial acabou de dar um upgrade em The Witcher 3 no modo Next-Gen, adicionando suporte para DLSS 4.5 Multi-Frame Gen e Dynamic MFG. Na prática, isso pode deixar a jogatina mais fluida em PCs compatíveis, principalmente para quem curte extrair o máximo de desempenho do game.

O detalhe é que esse suporte não veio como atualização oficial, e sim pela comunidade. Ou seja, é aquele tipo de mod que chega para destravar possibilidades, mas que pode variar bastante de acordo com o setup de cada um.

  • The Witcher 3 Next-Gen ganhou uma mãozinha da comunidade.
  • O foco do mod é melhorar a fluidez com DLSS 4.5 Multi-Frame Gen.
  • Por ser algo extraoficial, vale testar com atenção antes de considerar no dia a dia.
Gamble With Your Friends

Gamble With Your Friends é o novo caos cooperativo do PC que está chamando atenção da comunidade. Na pegada friendslop, o jogo mistura zoeira em grupo, tensão a cada jogada e aquele clima de voz por proximidade que transforma qualquer sessão em bagunça organizada.

Na prática, você e sua party ficam presos dentro de um cassino sinistro e precisam dar um jeito de sair da dívida antes que o jogo cobre a conta de um jeito nada amigável. A proposta lembra um dungeon crawler de cassino: mesas de blackjack, decisões apressadas e aquele momento clássico em que um amigo vacila e afunda o saldo coletivo.

Um dos destaques é a conta bancária compartilhada, que deixa cada escolha ainda mais pesada. Se alguém faz uma jogada ruim, todo mundo sente o impacto — e é exatamente isso que dá graça ao cooperativo do game.

A desenvolvedora comemorou a recepção positiva e afirmou que já está trabalhando para corrigir os bugs reportados pela galera.