O GGG Live retorna em 4 de dezembro em uma plataforma de streaming com novidades sobre a próxima atualização de Path of Exile 2, The Last of the Druids. A transmissão deve revelar recursos e mudanças relacionadas aos druidas e ao conteúdo que chega em seguida. Jogadores que acompanharem terão uma visão antecipada do que muda na jogabilidade e no mundo do jogo.
Logo após a transmissão, haverá um Final de Semana Gratuito para Path of Exile 2, que acontece entre 12 de dezembro às 16h e 15 de dezembro às 16h, no horário de São Paulo. Durante esse período não haverá restrição de nível, então qualquer pessoa pode experimentar o jogo por completo. O progresso feito no fim de semana poderá ser transferido para a conta do jogador caso ele decida comprar o jogo mais tarde. Quando o evento terminar, quem quiser continuar pode comprar uma chave do Acesso Antecipado ou esperar o lançamento completo.
Além disso, quem assistir à transmissão por 45 minutos receberá o Efeito Passos Verdejantes como drop da transmissão. É uma boa chance de ver as novidades, testar o jogo e garantir um brinde cosmético. Vai aproveitar o fim de semana gratuito para experimentar Path of Exile 2?
Baldur’s Gate 3 reacendeu o interesse por CRPGs e mostrou como uma história reativa e cheia de narrativas emergentes prende os jogadores. Em entrevista, o CEO da CD Projekt Red afirmou que muita coisa em Baldur’s Gate 3 foi fonte de inspiração, especialmente a forma de interagir com o mundo. Ainda assim, a empresa quer manter sua identidade, seguindo o caminho de The Witcher 3 e de Cyberpunk. Eles dizem que querem inovar, mas não apenas replicar outro estúdio.
O CEO foi enfático: a CD Projekt Red não pretende fazer um jogo como os da Larian. A ideia é aproveitar ideias que funcionam e transformá-las em algo próprio. A companhia já levou The Witcher a rumos diferentes com spin-offs como Gwent e Thronebreaker, mas agora a prioridade é concentrar a equipe interna nos jogos pilares. Isso deve reduzir a quantidade de spin-offs e aumentar o foco em grandes títulos de mundo aberto. Não foram revelados detalhes sobre como virá essa inovação.
Fica a expectativa sobre o próximo jogo de mundo aberto da CD Projekt Red. Cyberpunk demorou para se acertar e depois melhorou, e The Witcher 3 segue como referência para muitos jogadores. Você prefere que a CD Projekt Red mantenha seu estilo de mundo aberto clássico ou que tente algo bem diferente?
O Nexus Mods está hospedando uma maratona de mods de Fallout que acompanha a segunda temporada da série. Entre as novidades estão mods que adicionam um traje único e atualizável para o Mensageiro e que ampliam a roda de companheiros.
O mod Lip Motion Fix, disponível para Fallout 3 e Fallout: New Vegas, corrige várias falhas na sincronia labial. Um vídeo comparando o antes e o depois mostra erros como boca fechada em sons finais, pronúncias trocadas e problemas com traços e orientações de dublagem. O mod tenta ser compatível com outras modificações populares, incluindo as que trocam vozes ou mudam a aparência dos NPCs, e vem com um executável para aplicar correções em outros mods, o que pode tornar a instalação mais trabalhosa. Se a sincronia labial te incomoda, vale testar esse mod. Você vai experimentar no seu jogo?
Outlive 25, a versão remasterizada do clássico RTS brasileiro Outlive, terá suas primeiras rodadas de teste beta em dezembro. Após o sucesso da demonstração em outubro e os muitos feedbacks da comunidade, a Continuum Entertainment anuncia esta fase de testes para deixar o jogo mais polido e robusto. O objetivo é ajustar o que for preciso antes do lançamento final.
O Teste Beta será feito em rodadas, cada uma focada em áreas diferentes. Em cada etapa a equipe vai explicar o que está sendo avaliado: modos multiplayer, balanceamento das unidades, níveis de dificuldade, mudanças em mapas e na interface. Quem jogar durante o beta poderá enviar sugestões, comentar o que achar e reportar bugs. Assim a equipe consegue priorizar correções e melhorias com a ajuda dos jogadores.
O acesso ao beta ficará disponível para todos que comprarem o jogo na pré-venda pela Nuuvem, nos pacotes Apocalipse ou Tanque Pesado. Todos que participarem da fase beta terão seus nomes nos créditos do jogo. Quem já comprou esses pacotes terá o acesso garantido e receberá instruções em breve sobre como entrar na primeira rodada. Outlive 25 será lançado apenas para PC e será publicado pela CriticalLeap, selo criado pela Nuuvem para levar games brasileiros e latino-americanos ao mundo. Você vai participar do beta e ajudar a melhorar o jogo?
Morrer em Arc Raiders é frustrante: além de perder a vida, você perde tudo que entrou carregando. Um jogador mostrou isso em vídeo nas redes sociais ao perder 100k em itens por um erro bobo. Depois de lutar contra a Matriarch e enfrentar enxames de Hornets e Wasps, a luta parecia virar a favor dele. O escudo segurou, os inimigos caíram, e então veio a decisão que terminou tudo.
Em vez de recuar com cuidado, o jogador pulou na lateral da represa e caiu até a morte. No inventário ele tinha um Venator 4 com mod de carregador e empunhadura, um Hullcracker 2, duas granadas Wolfpack, duas tirolesas, duas minas Jolt, três barricadas, 400 de munição média e vários itens de cura e escudos. Era equipamento suficiente para derrotar a Matriarch — e foi perdido por dano de queda.
Perdas assim doem, e é fácil se culpar depois. A situação mostra como decisões simples podem arruinar uma boa partida. Todo mundo já passou por erros tolos em expedições. Antes de pular, confira o terreno e a posição dos companheiros; ações simples evitam perdas caras. Reviver custa tempo e nem sempre compensa. Você já perdeu loot por uma queda ou deslize parecido em Arc Raiders? Como evita esses acidentes nas suas expedições?
A atualização pequena de Deadlock mudou como os troopers funcionam. Antes metade das almas era recolhida automaticamente e a outra metade precisava ser abatida no ar. Agora a primeira parte também cai no chão e precisa ser coletada andando perto delas. As almas caídas ficam translúcidas para o inimigo e não podem ser negadas, mas isso deve gerar mais brigas na lane e forçar heróis que gostavam de farmar de longe a se aproximarem.
O trooper de cura deixou de curar automaticamente: se for morto por inimigos, ele solta um kit médico que recupera 10% da vida faltante dos aliados próximos. Quase todo herói recebeu ajustes, a maioria numérica, mas alguns mudaram bastante — por exemplo, o ultimate do Miragem agora permite levá-lo até objetivos aliados. No fim, as mudanças tornam as lanes mais disputadas e facilitam manter renda mesmo chegando tarde no final do jogo. Você acha que isso deixa Deadlock mais divertido ou só mais caótico?
A Arrakis está mais perto: a Funcom liberou um Teste Gratuito de Dune: Awakening por tempo limitado, e o jogo está com 25% de desconto. O teste oferece até 10 horas de jogo gratuitas e fica disponível até 27 de novembro. Ao contrário do Teste Gratuito anterior, agora você pode escolher o servidor de qualquer Mundo e jogar ao lado de quem já tem o jogo. Todo o progresso feito no teste é mantido caso você decida comprar o jogo. O desconto de 25% vale até 1º de dezembro.
O mapa de Hagga Basin é grande e convida a explorar em busca da especiaria e dos Fremen. Desde o lançamento, a desenvolvedora adicionou muitas novidades: histórias novas, itens e contratos, melhorias no combate, eventos e mais variedades de atividades. Também houve trabalho na estabilidade e no desempenho, para deixar a experiência mais fluida. Essas mudanças deixam a exploração e os combates mais dinâmicos e reduzem quedas e travamentos. A equipe promete trazer ainda mais conteúdo e ajustes nos próximos meses.
Se estiver curioso, aproveite as 10 horas gratuitas para testar missões, combate e a exploração em Hagga Basin. Jogue no servidor que preferir, veja como ficou o progresso e decida se quer continuar com o desconto. Fique atento ao tempo do teste e planeje o que quer experimentar nessas horas. Vai encarar Arrakis e a especiaria?
A Microsoft está liberando o Xbox Full Screen Experience (FSE) para mais formatos do Windows 11, como laptops, desktops e tablets, em versão preview. A interface, criada originalmente para os handhelds da Asus, como o ROG Xbox Ally e o ROG Xbox Ally X, funciona como uma área de trabalho virtual separada e foca em navegação por controle, trazendo uma experiência mais parecida com a de um console. Para testar, é preciso estar no Windows Insider Preview Build 26220.7271; ative com Win + F11 e, depois, passe o cursor sobre o ícone do Task View na barra de tarefas ou pressione Win + Tab e escolha Xbox full screen experience.
A liberação é gradual e nem todos recebem o recurso de imediato. Há relatos de tentativas com ferramentas como ViVeTool para forçar a instalação em outros handhelds, como o Legion Go S da Lenovo, mas muitos testes mostraram problemas no mapeamento dos controles. A MSI afirma que seus aparelhos Claw têm suporte oficial, então nesses modelos a experiência tende a ser mais estável.
No PC de mesa, a utilidade é discutível: serve bem para ligar um laptop à TV e jogar no sofá com controle, mas quem joga no desktop com mouse pode preferir ficar no ambiente normal do Windows. Ainda assim, a novidade mostra que a Microsoft quer aproximar o Windows de uma experiência mais parecida com a de um console e seguir rumo a interfaces pensadas para jogos. Você testaria o Xbox Full Screen Experience no seu PC ou handheld?
O mod Real Multiple Protagonists traz para Grand Theft Auto: San Andreas um sistema de troca de protagonistas em tempo real, inspirado no que existe em Grand Theft Auto V. Ele permite alternar entre personagens no modo livre ao recriar uma função já presente no código original do jogo, mas nunca usada. O mod não inclui missões: funciona apenas em exploração livre.
O autor, Kaizo, reimplementou comportamentos, câmera e interface; o maior desafio foi a transição da câmera e a roda de seleção. Como não há código de missão, o sistema fica restrito ao modo livre. A limitação da distância de renderização do jogo afeta a troca aérea, mas combinar o mod com ajustes que aumentam essa distância melhora a sensação. A recepção tem sido positiva e mostra como a comunidade mantém jogos antigos vivos e explora o potencial de títulos da Rockstar. Você gostaria de ver esse sistema em outros jogos da franquia?
Depois de 13 anos cavando no deserto do desenvolvimento, TimeSplitters Rewind finalmente foi lançado. A equipe por trás do mod, a Pantheonyx, publicou uma versão em acesso antecipado que já pode ser baixada. Rewind funciona como um remake, uma compilação e um sucessor espiritual dos três primeiros TimeSplitters, reunindo mapas, modos e parte do conteúdo de história da trilogia original.
Esta versão inicial foca em uma seleção do conteúdo prometido: 28 mapas, 91 personagens, 41 armas e multiplayer competitivo para 10 jogadores, com 20 modos de arcade. Também inclui a campanha completa de TimeSplitters 1 com modo cooperativo. O site do mod afirma que é um dos maiores projetos de conteúdo gratuito já feitos. O trailer publicado pela equipe avisa que há muito conteúdo e que o jogo pode apresentar bugs nesta fase.
O desenvolvimento foi turbulento. A Crytek chegou a autorizar o uso da CryEngine no começo, e a equipe também testou a Unreal Engine 4 e usou o Unreal Tournament como base, mas esse build acabou sendo descartado por violar regras de uso da Epic. O projeto ganhou força em 2020, quando um vídeo interno trouxe mais colaboradores e o time cresceu rapidamente. Resta ver se a reformulação técnica vai tirar as teias de aranha e mostrar o que tornou os jogos originais tão queridos. Você vai baixar e testar o Rewind e contar o que achou?
O produtor criativo Katsura Hashino, da Atlus, e o diretor de arte Shigenori Soejima falaram na conferência G-Star 2025 sobre como a arte e a estrutura de um jogo viram lembrança no jogador. A palestra mostrou como imagens, cenário e ritmo de cenas podem marcar a memória mais que só a história.
Hashino classificou os JRPGs em três eras. JRPG 1.0 reúne os clássicos, como Final Fantasy, Shin Megami Tensei e Persona. JRPG 2.0 é o formato atual, com jogabilidade mais responsiva e acabamento técnico melhor. Essa divisão ajuda a entender como o gênero evoluiu.
Ele quer ajudar a criar o JRPG 3.0, uma etapa que ainda não está definida, mas que promete mudar a estrutura e a apresentação dos jogos. A ideia é dar uma dimensão maior às experiências, misturando arte, sistema e narrativa de forma nova. Não houve anúncios com detalhes; foi mais uma visão do caminho que Hashino imagina.
Também foi comentado o impacto da cultura coreana e de como o entretenimento hoje circula globalmente. Desenvolvedores de vários países têm feito ‘cartas de amor’ ao JRPG, pegando referências e inovando — exemplos recentes incluem Metaphor: ReFantazio e Clair Obscur: Expedition 33. Vai ser interessante ver como essas influências vão se juntar no JRPG 3.0. O que você espera ver na próxima geração de JRPGs?