O primeiro trailer do filme The Mortuary Assistant chegou e mostra que a adaptação prefere o terror direto. O jogo original criava desconforto com lentidão e detalhes do trabalho diário. O trailer, em vez disso, aposta em sequências de susto e ação imediata, com ritmo mais acelerado.
No jogo, você é um jovem legista chamado para um plantão noturno. O trabalho vira algo estranho: além de embalsamar, o personagem precisa realizar rituais para afastar forças ocultas. O jogo se destaca por mostrar, sem romantizar, as rotinas técnicas do ofício — drenar sangue, prender mandíbulas e preservar olhos — e transforma essas tarefas em fonte de tensão.
O trailer do filme usa a funerária como palco para corpos que voltam a se mover e para muitos jump scares. A narrativa do vídeo é direta: existe uma entidade que precisa ser expulsa e o processo tende a sair do controle. Sem a interatividade do jogo, a adaptação descreve tudo de forma explícita e sonora, com mais gritos e confrontos.
O filme estreia em 13 de fevereiro. Quem ainda não jogou pode experimentar a versão original no PC, que oferece demo gratuita. A mudança de tom entre jogo e filme é clara: o jogo trabalha o incômodo e a rotina, o filme busca impacto imediato. As duas abordagens têm apelo diferente e podem interessar públicos distintos.
A atualização “Regimento Censurado” de Helldivers 2, que foi adiada na última hora, agora tem nova data de lançamento. Em vez de chegar em 20 de janeiro, a desenvolvedora anunciou que o pacote chegará em 22 de janeiro. Uma atualização será lançada às 7h e o pacote ficará disponível às 10h, no horário de São Paulo. A desenvolvedora informou nas redes sociais que o problema que causou o atraso foi resolvido.
Não ficou claro o que exatamente deu errado nos testes finais, apenas que algo não atendia aos padrões. Alguns jogadores especularam que implementar furtividade em um jogo que costuma ser barulhento pode ter sido mais complicado do que parecia. O pacote aposta no jogo discreto e traz duas armas silenciadas, uma pistola que dispara dardos, dois conjuntos de armadura sombria e a vantagem Inserção Oculta, que adiciona cortinas de fumaça às chegadas de Hellpod. Também há uma mochila com seis cargas de C4 adesivas, para quando o silêncio não for mais opção.
Se você estava esperando por opções furtivas, a espera será curta. No dia 22, às 7h (horário de São Paulo) fique atento para baixar a atualização e, às 10h, aproveite o conteúdo. Vale a pena preparar um loadout que combine silêncio e explosões: você nunca sabe quando vai precisar de ambos.
RuneScape começou 2026 com um roadmap que promete mudanças grandes. O item mais importante é a remoção do sistema de microtransações Caçador de Tesouros, já retirado do jogo. Jogadores têm um ano para usar o que já compraram, com oportunidades extras ao longo do ano para limpar o inventário antes que centenas de itens que afetam o gameplay se tornem obsoletos.
O combate receberá uma revisão grande: ataques básicos voltam, habilidades consideradas desnecessárias serão reworkadas ou removidas, e animações passarão por limpeza para ficar mais claras. A interface será redesenhada e vai lembrar um pouco o visual de Old School RuneScape, mas mantendo as funções avançadas do RuneScape 3. O minimapa volta a ser circular.
Também haverá ajustes de balanceamento, reforma do sistema de habitação, melhorias gráficas e novas áreas para explorar. As mudanças serão implementadas ao longo de 2026, com revisões contínuas para corrigir o que não funcionar bem. A empresa descreve o plano como um ponto de virada para o futuro do jogo.
Resta ver se a mudança recupera a confiança da comunidade. Algumas decisões recentes geraram críticas, então a execução será chave. Para jogadores, o ano será de limpeza de inventário, testes no combate e muita expectativa sobre se o jogo vai mesmo virar a nova página prometida.
O XGIMI MoGo 4 Laser é um projetor portátil que aposta na versatilidade. Ele usa três lasers e vem com filtros magnéticos que criam efeitos de luz. Gira 360° na base para virar uma caixa de som, com alto-falantes Harman Kardon de 2x6W que soam claros, mas com grave fraco. O visual é retrô e divide opiniões, mas é compacto e fácil de transportar.
A bateria dura cerca de 2,5 horas em modo projetor. Em modo só áudio chega a quase 6 horas sem as luzes animadas. A versão Outdoor traz uma base PowerBase que estende a bateria para algo em torno de 5 horas e inclui tela e bolsa. O alinhamento automático reconhece superfícies e permite projeção no teto, com correção de keystone em quatro pontos e zoom digital. Ele tem 550 ISO Lumens, então funciona bem em ambientes escuros, mas perde para sessões ao dia.
Em jogos, o modo game marca cerca de 20 ms de latência: aceitável para RPGs e jogos lentos, ruim para competição profissional. Dá para manter correção de keystone durante o jogo, o que evita reposicionar o projetor. O sistema roda Google TV, que traz recomendações e anúncios na tela inicial. O preço fica por volta de R$4.100 a R$4.400, dependendo da região. Se você quer mobilidade e recursos criativos, é uma escolha forte; se precisa de brilho máximo ou baixa latência para eSports, procure outra opção.
Mesmo em 2025, VR ainda parece futurista. O Pimax Crystal Super tenta resolver a parte visual: tela de altíssima resolução e campo de visão largo deixam a imagem impressionante. Para isso, ele precisa de um PC potente. A fabricante recomenda pelo menos uma RTX 2070, mas na prática você vai precisar de algo como uma 4080 para aproveitar a tela.
O headset tem construção sólida e encaixe ajustável, com acolchoamento confortável. O problema é o peso: é um dos mais pesados que testei, e os módulos de áudio deixam tudo ainda mais pesado. Em jogos ativos como Beat Saber o pescoço sente rápido; em jogos de simulação e sentado, como MSFS 2025 e corridas, a experiência fica ótima por mais tempo. O software da Pimax é necessário para ajustar e fazer rodar alguns jogos, o que é um passo a mais na configuração.
No quesito imagem o Crystal Super brilha: resolução por olho altíssima, 140° de campo de visão e 90 Hz de taxa tornam as cenas muito imersivas. Há sinais de screen-door em áreas muito claras, algum desvio de cor nas bordas e os pretos não chegam a ser profundos como em telas OLED, mas isso raramente atrapalha durante o jogo. O preço oficial vira algo entre cerca de R$8.800 e R$9.600 dependendo da moeda, e comentários sobre o custo em AUD equivalem a cerca de R$10.200. Se você tem PC top, dinheiro e não se importa com o peso, é uma experiência VR de cair o queixo; caso contrário, talvez esperar por alternativas mais leves seja melhor.
O alerta sobre uma explosão na sede da Rockstar North em Edinburgh chegou às 02:02 (horário de São Paulo) na manhã desta segunda-feira. Sete veículos do serviço de bombeiros e recursos especializados foram mobilizados e montaram um cordão ao redor do prédio. As equipes passaram cerca de três horas trabalhando para garantir a segurança e deixaram o local por volta das 06:21 (horário de São Paulo). Não houve feridos.
O estúdio explicou que a explosão foi provocada por uma falha em uma das caldeiras de aquecimento do prédio. Bombeiros avaliaram danos estruturais e confirmaram que não houve vítimas. A Rockstar agradeceu o rápido atendimento das equipes e afirmou que todos estão bem; o estúdio permanece aberto e operacional.
Rockstar North está atualmente trabalhando em Grand Theft Auto 6, com lançamento previsto para novembro após dois adiamentos. O estúdio também está no centro de uma polêmica por demitir mais de 30 funcionários do projeto, numa disputa que gerou acusações de práticas anti-sindicais. O caso chamou atenção nacional e foi classificado como profundamente preocupante pelo primeiro-ministro do Reino Unido. Apesar das críticas e da investigação pública, a empresa afirma que o desenvolvimento do jogo continua normalmente.
As autoridades seguirão avaliando os danos do prédio e a investigação sobre a causa da pane continua. A empresa agradeceu a preocupação pública e reiterou que as operações seguem sem interrupção nos estúdios. Moradores e trabalhadores das redondezas foram orientados a evitar a área durante o trabalho das equipes.
Nexus Mods anunciou que vai encerrar o desenvolvimento do Nexus Mods App e concentrar todos os esforços no Vortex. O Nexus Mods App era a aposta multiplataforma da empresa, pensada para rodar em Steam Deck e em desktops Linux, enquanto o Vortex é um gerenciador para Windows.
A equipe explicou que manter dois apps que fazem a mesma coisa não fazia sentido: recursos eram feitos duas vezes, bugs eram corrigidos em duplicidade e isso gerava dúvida entre os usuários sobre qual usar. Por isso decidiram parar o desenvolvimento do app multiplataforma e focar no Vortex.
A mudança é ruim para quem esperava uma ferramenta oficial para Linux. Muitos mods e instruções ainda são pensados para Windows e rodar mods fora do ecossistema Windows exige adaptações. A expectativa é que a equipe aproveite o aprendizado do projeto cancelado para melhorar o Vortex, e, quem sabe, leve essas melhorias a outras plataformas no futuro.
Enquanto isso, usuários que jogam em Linux e no Steam Deck deverão buscar alternativas, como usar Mod Organizer 2 por meios não oficiais ou outras soluções da comunidade. A decisão simplifica o desenvolvimento, mas deixa em aberto quando — e se — um gerenciador multiplataforma oficial vai surgir.
Elder Scrolls Online vai ganhar crossplay depois de 12 anos, e a equipe também confirmou que haverá progressão cruzada. As primeiras menções ao recurso apareceram em 2025, quando o estúdio disse que estava trabalhando nisso, e voltaram a surgir em uma sessão de perguntas e respostas, na qual avisaram que não será uma novidade em 2026. A produtora executiva confirmou que crossplay e progressão cruzada serão entregues ao mesmo tempo.
Ainda não há uma data certa, mas 2027 é a janela mais cedo em que o recurso pode chegar. MMOs com crossplay e progressão cruzada são raros porque misturar jogadores de PC, Xbox e PlayStation traz desafios extras. Entre os pontos a resolver estão como lidar com mods no PC, se será preciso comprar o jogo ou expansões novamente em outra loja, e o que acontece com jogadores que já têm progresso em várias versões. Esses detalhes provavelmente ocupam o estúdio nos próximos meses.
É uma boa notícia para quem quer explorar Tamriel com amigos em plataformas diferentes. O jogo teve um ano difícil em 2025, com mudanças na equipe e projetos cancelados, mas segue como um dos melhores MMOs no PC. Resta torcer para que essas novidades ajudem a reunir a comunidade e a melhorar a experiência para todos.
Cobalto é um ótimo upgrade de equipamento que você pode fabricar relativamente cedo em Hytale, desde que se arrisque a sair do Emerald Grove. Para encontrá-lo, é preciso atravessar Orbis; ao contrário de outros jogos, não basta cavar para baixo para achar metais raros.
As duas principais opções para achar cobalto cedo são a região desértica Howling Sands (zona dois) e a área coberta de neve Whisperfrost Frontiers (zona três). O minério pode aparecer exposto na superfície e no subsolo, então é comum nessas regiões.
Procure por minas abandonadas: elas têm grandes estruturas de madeira na superfície e um poço central que se ramifica em túneis. Nesses locais você tende a achar muitos veios de cobalto e outros minérios. Elas podem ser difíceis de ver, mas aparecem no mapa quando você está por perto.
Howling Sands é bom porque o cobalto é azul e se destaca no deserto; é a primeira região para visitar após o Emerald Grove. Whisperfrost esconde o minério na neve, mas abriga os Outlanders, inimigos que largam os retalhos de Shadoweave necessários para fabricar itens de cobalto — assim você consegue minério e materiais ao mesmo tempo.
Também é possível encontrar cobalto e lingotes em baús dentro de estruturas espalhadas pelo mundo. Se quiser facilitar, existe o mod Lucky Mining, que dá chance de obter minério extra: ao minerar um bloco de minério há chance de ele se espalhar para um bloco adjacente se você mantiver uma sequência de escavação.
O cobalto serve para fabricar armas, armaduras e ferramentas. São necessárias 62 unidades para a armadura completa, e entre 7 e 14 lingotes por arma ou ferramenta. Cobalto também é exigido no primeiro upgrade da mochila, junto com retalhos de Cindercloth e couro pesado. Depois do cobalto vem a adamantita, ainda mais valiosa.
Fragmentos de Shadoweave são um material de alto nível em Hytale usado para fabricar equipamento de cobalto, mas não é tão difícil de conseguir. Assim que você souber onde procurar, dá para farmar o quanto precisar.
Prepare-se: você provavelmente terá que caminhar bastante e enfrentar inimigos, então equipe a melhor espada e armadura que conseguir fabricar, muito provavelmente de thorium neste ponto do jogo.
Os fragmentos surgem ao matar Forasteiros, inimigos que aparecem em Whisperfrost Frontiers, a terceira zona gelada. Esses bárbaros aparecem por todo o bioma nevado, mas a forma mais rápida de conseguir Shadoweave é saquear uma das vilas deles.
Abra o mapa e procure por assentamentos grandes e quadrados — são os acampamentos dos Forasteiros. Lá você vai encontrar vários inimigos para matar e coletar fragmentos com mais eficiência.
Eles costumam reaparecer com frequência, então vale limpar a vila e ficar por perto um tempo. Como são inimigos fortes e exclusivos da terceira zona, é melhor não entrar no combate sem estratégia.
Fragmentos de Shadoweave servem principalmente para fabricar equipamento de cobalto: 20 fragmentos para um conjunto completo de armadura de cobalto, 3 para cada arma e 4 para uma picareta ou machado. Ou seja, será preciso limpar uma ou duas vilas para conseguir tudo.
Além disso, são necessários 50 fragmentos para atualizar a Bancada de Trabalho e 40 para levar a Bancada do Armeiro ao nível três, desbloqueando mais receitas. Depois de montar seu equipamento de cobalto, o próximo objetivo é conseguir minério de adamantita e retalhos de cindercloth para fabricar equipamentos de adamantita.
Marathon ganhou uma data de lançamento: chega no dia 5 de março. A informação apareceu primeiro numa pré-venda publicada antes do tempo e logo retirada, e horas depois o estúdio fez o anúncio oficial. O novo trailer que acompanha a confirmação é curto e focado em atmosfera.
O vídeo é mais cinematográfico do que uma demonstração de jogabilidade: tem imagens de ambientes detalhados, cortes rápidos e alguns trechos de tiroteio. Tudo parece pensado para criar uma vibe e retomar o interesse do público depois de um período conturbado.
A primeira apresentação do projeto teve recepção negativa e acabou levando a um adiamento. Depois, o estúdio voltou a apresentar o jogo em dezembro de 2025 com uma versão mais trabalhada e várias mudanças no design. A equipe revisou sistemas e a forma de apresentar o jogo para o público, buscando reconquistar confiança. Essa nova abordagem melhorou a percepção entre quem acompanha o desenvolvimento, mesmo que ainda haja ceticismo.
Agora, com data confirmada, Marathon está em pré-venda para PC na Steam e se prepara para o lançamento em março. Ainda resta ver se o jogo vai corresponder às expectativas, mas a sensação entre parte da comunidade é de alívio: o projeto voltou a avançar na direção certa.