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Você não vai acreditar: dragão esquelético de Skyrim aparece em cena de Doctor Who
Skyrim

Um usuário notou algo curioso em um episódio de Doctor Who: uma imagem de um dragão esquelético idêntica à de Skyrim aparece em um plano de fundo. A aparição é rápida, mas a semelhança fez quem viu pausar e olhar com atenção.

A arte coincide com a imagem usada para o Dragão Esquelético na wiki da série Elder Scrolls. A página da wiki existe desde 2011, e o episódio foi ao ar em 2017, então é possível que a imagem tenha sido reaproveitada. Outro fã fez uma sobreposição da cena com a arte e mostrou que cabeça, costelas e cauda se alinham de forma bem convincente. Isso acabou gerando um GIF que facilita ver o encaixe perfeito.

Não é algo raríssimo no universo de efeitos visuais. Muitas vezes equipes usam imagens prontas ou ativos simples para preencher fundos, principalmente em cenas rápidas. Às vezes vira gafe; às vezes vira curiosidade entre fãs. Casos semelhantes já apareceram antes, quando artes ou fotos foram reutilizadas sem muita atenção.

No fim das contas, é um achado divertido para quem gosta de reparar detalhes nos jogos e nas séries. Mostra como nosso instinto de reconhecer padrões funciona — hoje a melhor utilidade é para trivia nerd, não para escolher plantas comestíveis.

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Intel

Intel e Samsung Display apresentaram uma tecnologia chamada SmartPowerHDR que promete reduzir o consumo das telas OLED em notebooks. O sistema analisa o pico de brilho de cada quadro em tempo real e envia essa informação ao controlador do painel (TCON). Com isso, a tensão aplicada ao painel é otimizada conforme quantos pixels estão ativos na tela, em vez de manter a voltagem no máximo como no HDR tradicional.

As empresas afirmam que a economia chega a cerca de 22% no uso diário e cerca de 17% durante conteúdo HDR. Jogos com suporte a HDR tendem a solicitar tensão mais alta com mais frequência, por isso a redução é menor em cenas realmente HDR. Já tarefas como navegar na web, abrir arquivos ou digitar em documentos consomem muito menos quando a voltagem é ajustada dinamicamente.

Não ficou claro se a função vai exigir hardware dedicado ou se pode ser entregue por atualização de software, o que pode afetar a rapidez da adoção. Também há limitações práticas: o HDR no Windows ainda pode ser instável e, em muitos casos, é desativado quando o notebook está na bateria.

Mesmo assim, qualquer ganho no painel — que responde por mais da metade do consumo de um notebook — é bem-vindo. Se a SmartPowerHDR funcionar sem prejudicar a qualidade em jogos, pode significar mais autonomia para notebooks e melhores resultados em monitores OLED voltados para games.

Guia: O truque simples para ligar toda a sua base em StarRupture (sem fios!)
StarRupture

Em um jogo sobre construir linhas de produção cada vez maiores, StarRupture tropeça no primeiro passo: criar uma rede elétrica que as sustente. O tutorial explica por cima, mas gerar eletricidade e descobrir como ligar a energia às máquinas não é tão intuitivo quanto parece.

Se você tem colocado Escavadoras de Minério e outras máquinas sem critério e elas não ligam, mesmo com muitos painéis solares, algo está errado. Aqui explico como conectar energia às máquinas da base, com dicas que aprendi na prática.

Como gerar e conectar energia em StarRupture

Para conectar energia à sua base, construa um gerador, como um painel solar, e conecte-o às máquinas usando trilhos, fundações de plataforma ou pontes. Em StarRupture não existem fios; todos os trilhos e peças de piso conduzem eletricidade.

O ideal é cobrir o chão com passarelas e máquinas, deixando pouca terra à mostra. Assim você pode encadear a energia e levar eletricidade por toda a base.

Coloque geradores ao redor do Núcleo da Base ou das máquinas de produção. Atenção: as Escavadoras de Minério não contam e não são energizadas apenas com um gerador ao lado delas.

Você terá problemas de energia ao montar uma nova linha de produção distante, que não esteja ligada ao que já existe perto do Núcleo da Base. Nesse caso, siga estes passos:

  • 1. Construa a Escavadora de Minério.
  • 2. Coloque outras máquinas, como um Fundidor ou um Lançador de Carga Orbital.
  • 3. Construa geradores de energia ao lado do Núcleo da Base ou das máquinas de produção, como o Fundidor, garantindo que as fundações estejam se tocando.
  • 4. Conecte todas as máquinas usando trilhos (ou plataformas, mas você precisará de trilhos para mover itens).

Tudo deve então ligar e funcionar continuamente. Se não funcionar, provavelmente o sistema precisa de mais eletricidade: adicione mais geradores. Com o tempo você desbloqueará geradores melhores e mais eficientes que os painéis solares, então não precisará lotar o mapa de painéis por muito tempo.

Lenovo revela notebook com tela enrolável que vira monitor de 24 polegadas — ideal para gamers em viagem?
Lenovo

No CES de 2026, a Lenovo apresentou um conceito de notebook com tela enrolável que muda de um formato compacto para uma tela grande e horizontal. No ano anterior, a Lenovo tinha mostrado uma versão vertical com proporção diferente, e agora optou pelo formato widescreen. A ideia é que a tela expanda para 21,5 polegadas no modo Tactical e para 24 polegadas no modo Arena, replicando tamanhos usados em competições. Por ser enrolável, o aparelho busca combinar portabilidade com uma visualização mais imersiva para jogos.

A empresa afirma que o objetivo é atender atletas de esports que precisam de desempenho profissional em viagem, permitindo treinar em condições parecidas com torneios. Mesmo assim, o público comum também ganharia com a tela expansível, que deixa o notebook leve para transporte e amplo para jogar quando aberto. Ainda é só um conceito e não há produto final disponível.

Apesar do foco em esports, a tela horizontal parece mais prática do que a versão vertical mostrada no ano anterior. Se o mecanismo não aumentar muito o peso e o volume, um modelo baseado no Legion Pro 7i poderia ser uma opção portátil que supera até notebooks enormes em imersão. Vale ficar de olho: a ideia é interessante e pode mudar como levamos equipamentos para treinos e viagens.

Nvidia G-Sync Pulsar: vi a tecnologia que deixa monitores comuns obsoletos
Monitores

A Nvidia mostrou a G-Sync Pulsar, uma técnica de estroboscópio na retroiluminação que é sincronizada com a taxa de atualização e reduz o desfoque de movimento de forma impressionante. Em uma demonstração ao vivo, personagens e textos em movimento ficaram muito mais nítidos do que em monitores normais, fazendo cenas rápidas parecerem quase estáticas para os olhos.

A solução combate o chamado “motion hold”: quando a luz de fundo fica sempre ligada, cada frame permanece visível até o próximo e a imagem fica borrada. A Pulsar faz um strobe rolante que acende a retroiluminação pouco antes da varredura chegar à parte seguinte do painel, e ajusta esse pulso conforme a taxa de atualização. O resultado é até quatro vezes mais clareza em movimento, sem perder a variação de taxa (VRR).

Nos testes foram usados jogos como Overwatch 2 e Anno 117: Pax Romana para mostrar como ícones e textos se mantêm legíveis ao mover a câmera. Há limitações: o recurso exige backlights IPS rápidos aprovados pela Nvidia, um chip escalador específico e não funciona em telas OLED. Os primeiros modelos chegam a partir de 6 de janeiro, com o modelo mais barato da primeira leva custando aproximadamente R$ 3.000 lá fora.

Para quem joga, a Pulsar promete uma nitidez em movimento que pode mudar escolhas entre um painel IPS muito rápido ou um OLED com melhor contraste. Depois de ver a demo, a diferença fica difícil de ignorar.

CES 2026: Corsair MM Pro pode destronar o SteelSeries QcK como melhor mousepad
Corsair

A Corsair apresentou no CES 2026 o MM Pro, seu novo mousepad de tecido voltado para jogadores profissionais. Pelas fotos do estande, o produto chama atenção pelo visual limpo e pela textura trabalhada, pensada para entregar sensação e controle precisos ao deslizar do mouse.

O topo tem acabamento levemente granulado, que parece resultado de pesquisa em textura para oferecer fricção e resposta consistente. As bordas trazem costura afundada e alinhada, e a base é em poliuretano. A Corsair afirma que essa base oferece frenagem e aderência superiores, o que pode mudar a sensação em relação a pads com base de neoprene, como os da família QcK Performance.

Nas fotos do evento, mesmo com marcas de uso do público, o acabamento e a construção se mantiveram bonitos. O MM Pro chega em tamanhos Médio e Grande. O modelo grande custa cerca de R$320, e o médio sai por volta de R$160. É um pouco mais caro que o concorrente para o tamanho maior, mas traz a opção do médio que não existe na linha rival.

No geral, o MM Pro parece uma resposta direta ao QcK Performance, com foco em controle e acabamento. Só um teste prático vai dizer se o material e a base em poliuretano realmente entregam a vantagem prometida. Por enquanto, é um lançamento que vale a atenção de quem busca o melhor feeling para o mouse.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

PvP será assunto constante em Arc Raiders, mas a Embark não pretende dar prioridade a sistemas extras de PvP por enquanto. Em entrevista, o CEO da desenvolvedora disse que recursos como quadros de líderes de abates e sistemas de nêmesis colocariam peso demais na competição entre jogadores. A equipe debateu essas ideias, mas acredita que o jogo funciona melhor quando o combate entre jogadores é um risco possível, e não algo certo.

Em vez de transformar a experiência em competição, a Embark usa o PvP para criar tensão. Saber que outros jogadores podem estar por perto torna as partidas imprevisíveis e mais vivas. O estúdio valoriza sinais sutis, como sons de tiros e os sinalizadores dos saqueadores, que mostram onde há ação sem forçar confronto direto. Esses elementos ajudaram a levantar o jogo após a fase apenas PvE.

Por isso, a empresa evita colocar um placar de abates ou sistemas de recompensa por matar, porque isso mudaria a dinâmica e convidaria a competição aberta. Jogadores que buscam PvP ainda vão se encontrar; o jogo já usa um sistema de pareamento que junta quem gosta de confrontos. No curto prazo, matar outros jogadores vai continuar sendo algo que alguns fazem por conta própria, não o foco principal da experiência.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

Os shooters multiplayer estão mudando: o brilho do free-to-play tem se esgotado e muitos jogadores voltam a aceitar pagar pelo jogo. Um caso que mostra essa tendência é Arc Raiders, um shooter de extração que passou anos sendo pensado como free-to-play, mas mudou para um modelo pago perto do lançamento. A escolha deu certo: o jogo vendeu milhões em poucos meses e manteve uma base grande durante as festas.

Em entrevista, o fundador da Embark, Patrick Söderlund, falou sobre a decisão. Ele disse que, ao ver o sucesso de outros jogos multiplayer pagos, a equipe concluiu que era melhor apostar em um produto premium e em um preço acessível para que mais pessoas pudessem experimentar. Como o jogo não tem campanha, eles preferiram não colocar um preço que afastasse quem quer apenas testar a proposta.

A aposta trouxe resultados, e mostra que existe espaço hoje para multiplayer pago com conteúdo robusto. Mas há uma questão que não muda: depois de pedir dinheiro na compra, muitos jogos ainda tentam vender cosméticos e itens caros. Esse tipo de upsell pode incomodar a comunidade e virar alvo de críticas.

Se essa tendência se consolidar, estúdios podem optar por vender o jogo de forma mais direta e trabalhar menos para forçar compras dentro dele. Resta ver como os jogadores vão reagir a jogos pagos que também mantêm microtransações agressivas.

Inacreditável: jogador derruba Ice Worm em Armored Core 6 só no corpo a corpo e sem levar dano
Armored Core

Armored Core 6 tem muita explosão e pancadaria, mas a luta contra o Ice Worm viralizou por algo bizarro: um jogador derrotou o Worm sem usar a Stun Needle Launcher e sem sofrer nenhum dano. Em vídeo publicado nas redes sociais ele mostra que a vitória foi só com combate corpo a corpo — sem tiros, sem mísseis, só chutes e socos de mecha. O jogador diz que levou entre 150 e 200 horas para conseguir.

O segredo não é apenas habilidade: é construção do mecha. Ele usou uma montagem pesada para que o golpe conhecido como boost kick causasse mais dano — a força do chute escala com o peso do robô. Esse estilo, apelidado pela comunidade de Rubicon Karate, depende de tirar o escudo do Ice Worm e causar dano suficiente antes que o escudo volte. Um aliado chamado V.IV Rusty remove as defesas, mas há pouco tempo entre a quebra do escudo e a retomada da proteção, então se os chutes não tiverem potência, a luta vira derrota.

O clipe publicado não mostra toda a luta; o jogador explicou que preferiu não postar a versão completa porque errou várias tentativas. Apesar de dúvidas de alguns, o autor mantém um canal com vários vídeos de feitos parecidos, o que aumenta a credibilidade. A façanha é um exemplo extremo de como mecânica e construção de mecha podem virar um desafio criativo em Armored Core 6.

Você pagaria R$1.900 por um teclado com Stream Deck embutido? Conheça o Corsair Galleon 100 SD
AMD

A AMD sinalizou que pode lançar um novo Ryzen com dois chiplets, cada um com 3D V-Cache empilhado. Relatos indicam que fabricantes já listaram máquinas com o suposto Ryzen 9 9950X3D2, que deve trazer 16 núcleos, 32 threads e cerca de 192 MB de cache L3. Tudo aponta para um lançamento próximo.

Para jogos, a novidade é incerta. Até agora a AMD aplicou 3D V-Cache em apenas um dos chiplets para manter os núcleos de jogo em um único CCD e reduzir latência entre chiplets. Assim, mesmo em CPUs de 16 núcleos, os jogos tendem a rodar melhor nos núcleos do CCD com cache empilhado. Ter 3D V-Cache em ambos os chiplets pode elevar muito o preço sem trazer ganho proporcional no desempenho em games — o modelo anterior custava cerca de R$3.600, e esse novo deve ficar mais caro.

Em cargas de trabalho que usam muitos threads e dependem de cache, o chip pode ser interessante para workstations. Processadores de servidor com grandes quantidades de 3D V-Cache mostram bom desempenho em tarefas específicas, mas têm preços muito altos, na casa de R$77.000. Ou seja, o Ryzen 9 9950X3D2 pode acabar atraindo profissionais e entusiastas que precisam de muita L3, enquanto a vantagem real para a maioria dos gamers pode ser pequena diante do custo.

WoW: novas conquistas do beta permitem coletar madeira montado — Druidas têm vantagem
World of Warcraft

Se você está cansado da lentidão para coletar madeira em The War Within, há novidade no beta Midnight que pode mudar isso. Novas conquistas foram adicionadas para permitir coletar madeira enquanto o personagem estiver montado. A ideia é reduzir o tempo gasto entre pontos de coleta e acelerar quem usa profissões para fabricar decorações para a habitação dos jogadores.

Os druidas têm vantagem por um motivo simples: a Forma de Voo não se desfaz ao coletar. Isso permite que eles mantenham a velocidade e a mobilidade mesmo ao obter madeira. Em outras classes, a coleta costuma interromper montarias ou formas, o que torna o processo mais lento.

Para quem fabrica itens de decoração, isso significa menos idas e vindas e mais madeira em menos tempo. Coletar montado evita paradas constantes, ajuda a aproveitar rotas de coleta mais longas e reduz o risco de ser surpreendido por inimigos enquanto reúne recursos. No beta, vale testar diferentes montarias e rotas para ver o que funciona melhor.

A novidade ainda está em testes e não tem data para chegar ao jogo final, por isso quem participa do Midnight pode experimentar agora. Se a ideia vingar, a construção e a decoração das casas dos jogadores devem ficar muito mais práticas. Fique atento ao beta para ver como isso evolui.