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Cena de 007 First Light
007

A IO Interactive adiou 007 First Light. O lançamento saiu de 27 de março para 27 de maio. A equipe explicou que precisa de mais tempo para polir o jogo e garantir uma experiência sólida já no dia um. Eles dizem que é o projeto mais ambicioso do estúdio até hoje.

A desenvolvedora afirmou que o jogo já é totalmente jogável do começo ao fim. O atraso serve para ajustar detalhes, melhorar mecânicas e cuidar da longevidade do título. Como estúdio independente e também publicadora, a IO prefere esperar para entregar qualidade ao invés de lançar algo incompleto.

A proposta do jogo é quase um reboot. Bond aparece mais jovem e impulsivo, em treinamento no MI6, e ganha uma chance no programa 00 após um ato de heroísmo. Há elementos de furtividade herdados de Hitman, mas a ênfase é bem maior na ação cinematográfica.

Espere tiroteios, brigas corpo a corpo, explosões, perseguições de carro e muitos gadgets. A IO quer misturar furtividade e ação direta. Também foi apresentado um vilão de cara Bond, interpretado por Lenny Kravitz, com modelo corporal muito detalhado. Resta ver como tudo vai se encaixar no jogo final.

Com o novo adiamento, o jogo ficou mais tempo em desenvolvimento. Mais informações chegam no começo de 2026. Para quem aguarda, são dois meses a mais de espera na promessa de um Bond mais polido.

gog
GOG

Foi anunciado hoje que a GOG voltou às mãos do seu cofundador, Michal Kicinski. Ele ajudou a criar a loja em 2008 dentro do estúdio por trás de The Witcher. No comunicado, Kicinski disse que a ideia da GOG é oferecer liberdade, independência e controle sobre os jogos que você possui.

No comunicado foi garantido que nada vai mudar: a biblioteca de cada usuário e os títulos disponíveis continuarão no lugar. A relação com o estúdio original também segue, então os jogos desse estúdio ainda aparecerão na loja. Isso alivia quem ficou preocupado com parcerias recentes entre estúdios e outras lojas.

A meta agora é ampliar a preservação de clássicos e apoiar jogos com estilo retrô. A GOG fala em “missões de resgate” em 2026 e 2027 e promete detalhar esses planos no ano que vem. Isso pode incluir ampliar o trabalho próprio de compatibilidade com Windows para manter jogos antigos jogáveis nas máquinas atuais.

Também há a possibilidade de a loja virar um refúgio para jogos que foram rejeitados em outras plataformas. Um exemplo recente mostra um jogo de horror que foi lançado sem problemas na GOG e subiu entre os mais vendidos. A nova fase quer dobrar a aposta na liberdade do jogador e na preservação do legado dos videogames.

World of Warcraft: Consiga a Máscara Topsy Turvy do Coringa — só até 30/12 às 15h (horário de SP)
World of Warcraft

Uma nova recompensa chegou a World of Warcraft: a Máscara Topsy Turvy do Coringa, inspirada nos Deuses Antigos. Ela chegou para celebrar a atualização 11.2.7 e ficará disponível por tempo limitado. O prazo termina na terça-feira, 30 de dezembro, às 15h (horário de São Paulo).

Para ganhar a máscara, você precisa assistir quatro horas de transmissões participantes do jogo. Qualquer streamer com o Drop ativo conta; basta acumular as quatro horas assistidas em canais participantes para desbloquear o item. A peça é um cosmético visual para o personagem e não altera estatísticas.

Comece a assistir com antecedência para completar as quatro horas antes do prazo. Verifique no canal do streamer se o Drop está ativo e confirme se sua conta do jogo está corretamente vinculada à plataforma de transmissão, quando for necessário. Normalmente o item aparece automaticamente na conta algumas horas após cumprir o requisito, mas isso pode variar.

Essa é uma chance rápida para quem gosta de personalizar personagens com itens únicos. A máscara tem visual sombrio e combina com temas de terror do jogo. É um item exclusivo desta promoção, então pode sair de circulação depois. Não deixe para a última hora: depois das 15h do dia 30 a recompensa não estará mais disponível.

Path of Exile 2

Um jogador provou que é possível derrotar chefes difíceis de Path of Exile 2 sem usar nenhum item. Em um vídeo, ele aparece apenas com roupas simples e depende só de habilidades desarmadas de um monge. A cena chama atenção porque, em jogos de ação baseados em itens, costuma ser preciso equipamento poderoso para enfrentar chefes. Aqui, o jogador mostra que habilidades e movimento podem ser suficientes mesmo contra inimigos pensados para exigir muito esforço.

O segredo do combate é uma combinação de dash que invoca raios e paredes de gelo. Ao usar o dash, o jogador aciona descargas elétricas que explodem as paredes de gelo colocadas ao redor do chefe. Isso gera um dano alto, mesmo sem itens. Durante a luta, ele também usa rolamentos para evitar ataques, em um estilo que lembra jogos soulslike. A performance contra o Árbitro das Cinzas é especialmente impressionante por mostrar como a mecânica do jogo permite esse tipo de alternativa.

Quem viu o vídeo ficou surpreso. Nos comentários, alguns brincaram que o build ‘cabe no orçamento’ e outros falaram que não entendem o que acabaram de ver. A demonstração também faz quem já derrotou o chefe com equipamento duvidar da própria estratégia. No fim, o vídeo lembra que Path of Exile 2 oferece espaço para criatividade: itens ajudam, mas não é a única forma de vencer.

Rainbow Six Siege

Nos dias 27 e 28 de dezembro (horário de São Paulo), Rainbow Six Siege sofreu uma invasão que mergulhou o jogo em caos. Jogadores começaram a receber créditos em massa e skins raras ou restritas, ações que não ocorrem normalmente. Surgiram também banimentos e desbanimentos aleatórios, e mensagens estranhas passaram a aparecer no aviso global de banimentos. A situação tomou conta das comunidades do jogo.

A equipe responsável desligou os servidores para conter a falha. Informaram que ninguém será punido por usar os créditos obtidos por engano e que todas as compras feitas desde o início do incidente serão revertidas. Também comunicaram que os banimentos em massa e as mensagens exibidas não partiram da empresa. Relatos e um relatório de segurança apontam várias reivindicações não verificadas de grupos que dizem ser responsáveis.

Na noite de 28 de dezembro (horário de São Paulo) os servidores voltaram, mas a loja dentro do jogo permanece desativada. Nas comunidades, o conselho foi claro: não use itens ou créditos obtidos durante a falha. Jogadores reclamaram, publicaram memes e aguardam que a investigação seja finalizada para restaurar tudo em segurança. Enquanto isso, filas e problemas pontuais seguem sendo resolvidos pela equipe do jogo.

Cena de The Witcher 3: Wild Hunt
The Witcher

Há rumores fortes de que The Witcher 3 receberá uma nova expansão em maio de 2026. Um relatório de mercado cita um analista que prevê venda de cerca de 11 milhões de cópias do DLC e estima um orçamento de produção em torno de R$ 75 milhões. A ideia é que essa expansão funcione como o pontapé inicial da campanha de divulgação de Witcher 4, já em desenvolvimento pela empresa.

O retorno financeiro faria sentido: The Witcher 3 já vendeu mais de 60 milhões de cópias e ainda atrai muitos jogadores nas lojas digitais. Mesmo uma taxa moderada de compra do DLC entre os donos do jogo geraria receita alta para a empresa. Além do relatório, vazamentos indicam que o estúdio Fool’s Theory, que trabalha em outras produções da franquia, pode estar desenvolvendo conteúdo novo, o que torna o rumor mais plausível.

A própria empresa anunciou uma atualização extra para o jogo com suporte a mods entre plataformas, programada para 2026, o que levanta dúvidas se a novidade será só uma atualização ou algo maior. Mantenha expectativas baixas e fique atento em 2026.

Se o DLC realmente sair, pode recolocar a série no radar de muitos jogadores e dar fôlego extra às vendas. Por ora, as pistas são vagas e combinam rumores, relatórios de mercado e sinais de desenvolvimento. Vale observar os anúncios oficiais ao longo de 2026.

Odyssey 3D
Monitores

Samsung anunciou uma nova família de monitores gamer antes da CES. O Odyssey 3D G9 G90XH é um 32” 6K (6.144 x 3.456) com 3D sem óculos e rastreamento ocular. Em 6K ele roda a 165 Hz nativos e oferece modo alternativo de 330 Hz em 3K, com resposta de 1 ms GtG. Curiosamente, usa painel IPS em vez do VA que a marca vinha usando.

Há também o Odyssey G8 G80HS, versão 6K sem o 3D, e o G6 G60H, um 27” 1440p com taxa nativa de 600 Hz e modo “HD” que atinge 1.040 Hz (provavelmente em 720p), trocando resolução por velocidade. A linha inclui um 27” 5K (180 Hz nativo / 360 Hz em 1440) e um Odyssey OLED G8 G80SH, 32” 4K QD-OLED a 240 Hz com 300 nits e certificação DisplayHDR TrueBlack 500. Parece que a Samsung está adotando IPS nos painéis LCD, possivelmente comprando painéis externos.

Fica a dúvida sobre como o 3D sem óculos afeta a qualidade de imagem em 2D, especialmente num painel 6K. Também não há preços ou datas de lançamento; informações devem sair na CES. Vamos aguardar mais detalhes sobre disponibilidade no Brasil. Se você curte alto refresh e tecnologia nova, é uma linha para ficar de olho.

Mass Effect

Pouco se sabe sobre o próximo Mass Effect em desenvolvimento na BioWare. O projeto existe, mas o estúdio mostrou muito pouco e passou por demissões, além de rumores sobre a venda da editora, o que deixa tudo em suspense. Ainda assim, há interesse em continuar a saga.

Em entrevista, os atores que dão voz ao Comandante Shepard, Mark Meer e Jennifer Hale, disseram que voltariam ao papel com prazer. Eles discutiram até se o Shepard está vivo após Mass Effect 3 e o consenso foi um “talvez”. Hale sugeriu que os fãs peçam aos responsáveis pelo jogo que tragam o personagem de volta e ambos afirmaram que participariam sem hesitar.

BioWare já matou e ressuscitou Shepard no passado, quando a história exigiu, e isso mostra que reviver o personagem é possível. Para alguns fãs, voltar ao Comandante pode ser um caminho seguro após lançamentos que não agradaram tanto, mas para outros qualquer retorno precisa de cuidado para não invalidar o fim da trilogia. O DLC Citadel foi citado como um encerramento satisfatório por muitos.

Até agora, o pouco que foi mostrado do novo jogo aposta em cenários e símbolos familiares — por exemplo, Liara T’Soni encontrando um pedaço com o logo N7. Também foi confirmado que Casey Hudson não lidera este projeto, já que está ocupado com outro jogo. Detalhes e datas continuam escassos, então resta esperar pelos anúncios oficiais.

Intel

Vazamentos e rumores recentes mostram um roteiro ambicioso para os próximos chips da Intel. Um canal de hardware falou sobre um APU chamado Serpent Lake, que juntaria CPU Intel e GPU Nvidia no mesmo chip. Esse APU seria equipado com a futura GPU Rubin da Nvidia, fabricada em TSMC N3P, e usaria memória LPDDR6. A parceria entre Intel e Nvidia foi anunciada oficialmente, com a Nvidia fazendo um aporte estimado em cerca de R$26 bilhões. Ainda não há confirmações técnicas detalhadas.

Outros codenomes citados nos relatos incluem Nova Lake, Razer Lake, Titan Lake e Hammer Lake. Nova Lake seria o processador de desktop para o final de 2026. Razer Lake chegaria entre 2027 e 2028 trazendo núcleos ‘Griffin Cove’ com ganho de IPC de dois dígitos. Os núcleos eficientes ‘Golden Eagle’ também teriam melhorias expressivas. Titan Lake seria uma versão móvel de Razer Lake com foco em gráficos e estreia a nova arquitetura Xe3P da Intel. Hammer Lake, previsto para 2029, pode marcar retorno a um design de núcleos unificados.

É importante ter cautela: roadmaps mudam e muitos detalhes ainda são especulativos. Se essas peças se confirmarem, os chips poderão oferecer salto significativo no desempenho por núcleo e opções de APU potentes para notebooks e laptops gamer. Para quem acompanha hardware, a ideia de um APU ‘monstro’ com GPU dedicada integrada é animadora. Vamos aguardar anúncios oficiais.

Cena de Battlefield 6
Battlefield

Neste ano testamos a performance de 13 jogos lançados em 2025 e apontamos os melhores e os piores do ponto de vista técnico. O foco foi estabilidade, opções de escala e fidelidade visual junto com a taxa de quadros. Alguns títulos se saíram muito bem por rodar liso em máquinas variadas; outros precisaram de upscaling e hardware monstruoso só para ficar jogáveis.

Entre os melhores estão Battlefield 6 e Kingdom Come: Deliverance 2. Battlefield 6 entrega taxas altas sem usar ray tracing pesado, com 100 fps a 1440p em placas de geração média-alta e pouca instabilidade. Kingdom Come: Deliverance 2 prova que CryEngine ainda pode oferecer mundos enormes sem engasgos; mesmo laptops básicos alcançam 60 fps a 1080p com upscaling. Doom: The Dark Ages também mostrou que ray tracing pode existir sem quebrar a performance, alcançando jogos fluidos em GPUs modernas.

Do outro lado, Monster Hunter Wilds, Borderlands 4 e Gears of War: Reloaded foram os piores exemplos. Monster Hunter sofreu com gráficos embotados e exigiu FSR 3 e frame generation para taxas aceitáveis. Borderlands 4 pede hardware extremo para rodar em 4K com qualidade alta, e mesmo assim teve framerate baixo. Gears of War: Reloaded, um remaster, roda mal em portáteis, com CPU muito carregado e quedas frequentes abaixo dos 40 fps. Outros lançamentos também tiveram problemas pontuais, mas melhoraram com atualizações.

Muitos estúdios ainda confiam em upscaling e geração de frames para atingir números aceitáveis, e o ray tracing segue sendo um recurso que encanta e frustra. Há esperança quando jogos conseguem equilibrar visual e performance. Se 2026 repetir exemplos como Kingdom Come e Battlefield, a tendência será positiva.

Cena de Persona 5: The Phantom X
Persona

Persona 5: The Phantom X acaba de completar seis meses e iniciou as comemorações do meio aniversário. O lançamento foi complicado: houve diferenças grandes na distribuição de recompensas entre a versão chinesa e a global, o que gerou críticas. Desde então, Sega, Atlus e o estúdio Perfect World trabalham para ajustar o jogo e melhorar a experiência para a comunidade de gacha.

Os principais ajustes focaram no equilíbrio e na qualidade de vida. O diretor de operações explicou que o maior desafio foi equilibrar o jogo e os eventos ao adaptar recursos que não existiam na versão original. A equipe ouviu muitos comentários de jogadores em inglês e fez mudanças contínuas para deixar o jogo mais acessível a quem chega agora.

As mudanças visíveis incluem um banner de gacha com garantia de personagem após 110 pulls e melhores recompensas nas tarefas diárias e semanais — alterações bem recebidas por quem ficou no jogo. A grande novidade do meio aniversário foi a chegada de Justine e Caroline como personagens jogáveis, lançadas simultaneamente nas versões chinesa e global. Para isso, a produção precisou mudar o fluxo de trabalho e recebeu autorização para usar as atendentes da Velvet Room globalmente. A equipe agradeceu os jogadores que continuaram e disse que seguirá ouvindo o público para melhorar P5X no futuro.