Jogadores de Valorant com placas-mãe Asus, Gigabyte, MSI ou ASRock precisam atualizar a BIOS para continuar jogando. Foi descoberta uma falha crítica que permite trapaceiros contornar checagens de segurança baseadas em hardware e injetar código antes que o anti-cheat Vanguard seja acionado.
O jogo usa o IOMMU para verificar os dispositivos de memória e bloquear periféricos não autorizados. Nas firmwares existe a Proteção DMA antes do boot, que depende do IOMMU. Em alguns firmwares, essa proteção parecia ativa, mas não inicializava corretamente durante o boot. Isso possibilita que um dispositivo malicioso acesse a memória do sistema antes do resto do software começar, tornando incerta a integridade do sistema operacional quando carrega.
Quem tentar jogar sem as atualizações receberá uma mensagem VAN: Restriction e ficará impedido de entrar. Os fabricantes já liberaram atualizações e avisos de segurança com CVEs relacionados. Verifique a página de suporte da sua placa-mãe e atualize a BIOS seguindo as instruções do fabricante. Atualizar o firmware não é divertido, mas é essencial para evitar bloqueios e reduzir o número de trapaceiros que exploram essa brecha.
Para atualizar com segurança, descubra o modelo da sua placa-mãe no manual ou no sistema, baixe o firmware oficial do site do fabricante e siga o passo a passo. Faça backup dos seus arquivos antes e, se não souber, peça ajuda. A falha exige acesso local para ser explorada, mas atualizar a BIOS é a maneira mais rápida de evitar ser bloqueado e ajudar a reduzir o número de trapaceiros.
The Forge mistura RPG com simulação de mineração. Uma das primeiras missões secundárias começa em Stonewake’s Cross: Gato Perdido do Tomo. Tomo parece animado, mas está chateado por ter perdido o gato. Ajudá-lo rende bastante XP e o título Amante de Gatos.
Onde está o gato perdido do Tomo? Você o encontra na Caverna dos Goblin, mas a entrada fica bloqueada atrás das missões do Rei Goblin no Reino Esquecido. Se já tiver completado as cinco tarefas do rei, destranque a porta em um nicho à direita do rei e entre na caverna.
Ao entrar na Caverna dos Goblin, cruze a ponte e passe pela cachoeira. Você chegará a um canto de pedra que parece vazio, mas é uma ilusão: corra contra a parede de trás para atravessá-la. O gato do Tomo está esperando no corredor escondido.
Passos para completar a missão:
- Fale com Tomo na colina de Stonewake’s Cross e aceite ajudar.
- Desbloqueie o Reino Esquecido completando a missão do Sensei Moro.
- Alcance o nível 10 e use o portal para o Reino Esquecido.
- Complete as cinco missões do Rei Goblin para destrancar a Caverna dos Goblin.
- Entre na caverna, cruze a ponte, passe pela cachoeira e corra pela parede falsa.
- Pegue o gato no corredor escondido e volte para Stonewake’s Cross para entregar a missão.
Recompensas: encontrar o gato dá muito XP — alguns jogadores sobem dois níveis — e concede o título Amante de Gatos para exibir ao lado do nome. Para equipar um título, clique no ícone de Configurações no canto superior esquerdo e selecione a opção Título.
Se travar entre as tarefas, tente resgatar códigos do jogo ou consultar guias de dicas para farmar minério, craftar equipamentos e melhorar sua picareta.
Sony e Tencent chegaram a um acordo confidencial para encerrar a disputa judicial sobre Light of Motiram, um jogo de sobrevivência da Tencent que lembrava fortemente a série Horizon. Um documento judicial indica que o caso foi arquivado com prejuízo, ou seja, a ação não pode ser reaberta. As páginas do jogo nas lojas digitais foram retiradas e cada empresa vai arcar com suas próprias despesas legais.
Um porta-voz da Tencent afirmou que as empresas estão satisfeitas com a resolução e que não farão mais comentários públicos. A declaração também menciona a vontade de trabalhar juntas no futuro. A disputa começou quando o jogo foi revelado com semelhanças visuais e de conceito com Horizon, o que levou a Sony a entrar com o processo em meados de 2025. A Tencent respondeu que o processo tentava controlar um espaço da cultura popular e alterou rapidamente as páginas de venda, removendo imagens e referências mais óbvias ao estilo do outro jogo.
Nos últimos dias, advogados das duas partes ajustaram prazos processuais, o que já indicava a possibilidade de acordo. Apesar da retirada das lojas, registros públicos confirmam que Light of Motiram existe, e o site oficial e canais do jogo continuam no ar. Isso sugere que o projeto pode seguir adiante, mas provavelmente de forma diferente do que foi originalmente mostrado. Não foram divulgados os termos do acordo.
A Epic Games obrigou um homem a pedir desculpas publicamente após admitir que roubou e vendeu contas do Fortnite. A empresa disse que ele obteve acesso às contas por meio de fraude e que a prática envolvia venda por canais online. O autor publicou uma mensagem nas redes e se desculpou com a comunidade.
Segundo apuração, ele tomava o controle de contas de outros jogadores usando golpes, inclusive para enganar o suporte. As contas eram vendidas por um canal em um app de mensagens e, com isso, o suspeito lucrou milhares de dólares — algo na casa das dezenas de milhares de reais. Essas ações violam os termos de uso e motivaram a ação legal da empresa.
No desfecho, ele foi banido de jogar Fortnite e terá de pagar um acordo que será doado para caridade. A Epic divulgou a retratação e reforçou que roubar e vender contas é proibido. A empresa não revelou o valor do acordo, e o caso reacende o debate sobre punições proporcionais e como evitar danos irreparáveis a quem erra.
A postura da Epic mostra que a empresa tem recorrido a medidas legais para combater fraudes em escala. Para muitos, o caso é um aviso claro: lucrar com contas alheias pode levar a banimento e processos. O desafio agora é combinar justiça e proporcionalidade nas punições.
EA Sports FC, o jogo que substituiu a série FIFA, está indo muito bem e já passou dos 10 milhões de cópias vendidas. O novo título virou presença constante em transmissões e na conversa dos fãs. Isso deixa a FIFA em uma situação complicada enquanto tenta recuperar espaço no universo dos videogames.
A FIFA anunciou que vai lançar um jogo oficial para a Copa do Mundo 2026 em parceria com a Netflix. O estúdio Delphi Interactive está desenvolvendo o projeto. Não há imagens nem muitos detalhes ainda, mas a promessa é que o jogo será gratuito para assinantes da Netflix via app em celulares Android e iOS e em TVs compatíveis. Uma versão para navegador pode aparecer depois.
O foco, dizem os responsáveis, é um jogo rápido, fácil de aprender e com modos solo e multiplayer. Executivos afirmam que querem algo acessível, “com o toque de um botão”, ideia que pode atrair público casual, mas preocupar fãs de simulação mais profunda. O CEO da Delphi prometeu um título divertido e global, mas resta ver como isso vai se traduzir na prática.
Mais informações chegam em 2026. A pergunta é se a aposta da FIFA na Netflix vai alcançar milhões de jogadores ou se os fãs de simulação vão continuar preferindo EA Sports FC. De qualquer forma, será um lançamento acompanhado de perto pela comunidade.
A Steam Winter Sale 2025 começou e traz descontos em muitos dos maiores lançamentos do ano. A promoção está ativa agora e vai até 15h (horário de São Paulo) de 2 de janeiro de 2026. A votação para o Steam Awards também está aberta. Você pode votar até o fim da promoção; os vencedores serão anunciados em 3 de janeiro de 2026.
Entre os jogos com desconto estão Marvel’s Spider-Man 2, Hades 2, Elden Ring: Nightreign, Assassin’s Creed Shadows, Borderlands 4, Kingdom Come: Deliverance 2, Deltarune, Dying Light: The Beast e outros. Há desde blockbusters até indies curiosos. Alguns títulos premiados do ano aparecem na lista, então é um bom momento para completar a coleção ou testar algo novo. Lembre de comparar preços: outras lojas como Epic Games Store e GOG também têm promoções e ofertas diferentes, e a Epic ainda oferece jogos grátis neste período. Fique de olho também em pacotes, DLCs e conteúdos extras com desconto.
A loja também liberou o replay anual, com dados do que a comunidade jogou. O relatório mostra que grande parte do tempo ainda vai para jogos antigos; só 14% do tempo foi gasto em lançamentos do ano. Se achar um desconto imperdível, compartilhe nos comentários.
The Forge está cheio de missões secundárias inspiradas em RPG. Entre várias tarefas longas, as missões do Rei Goblin são das mais irritantes. São cinco missões, cada uma mais difícil e cara que a anterior. Além de uma boa quantidade de XP, a maior vantagem é o acesso a uma área nova — que você também precisa para a missão Encontrar o gato perdido do Tomo.
Algumas tarefas do Rei Goblin ficam bem repetitivas. Recomendo resgatar códigos ativos de The Forge para ganhar giros extras ou totens de sorte; isso ajuda a se preparar.
Lista das cinco missões do Rei Goblin e o que cada uma pede:
- Missão #1 — 1x Ouro
- Missão #2 — 3x Topázio
- Missão #3 — 5x Diamantes
- Missão #4 — 5x Esmeraldas
- Missão #5 — 5x Rubis
Ao completar a quinta missão, o Rei Goblin solta uma chave. Pegue a chave e abra a porta à direita dele para liberar a Caverna Goblin, uma área no Reino Esquecido com cristais para minerar, inimigos Slime e o gato perdido do Tomo.
A missão do gato começa em Cruz de Stonewake, mas você não consegue iniciar até terminar a linha de missões principal e avançar na história. Depois de aceitar ajudar o Tomo, prepare-se com estes pontos:
- Atingir nível 10 e desbloquear o Reino Esquecido
- Uma picareta que cause pelo menos 78 de dano para a missão #5
- Ter dinheiro suficiente: as missões pedem quantias que aumentam a cada entrega
Seguir a cadeia de missões do Sensei Moro ajuda a chegar lá; faça as missões até ganhar acesso ao Reino Esquecido. O Rei Goblin fica numa alcova gramada na beira da ilha. Você vai reconhecer o local pelos goblins que ficam guardando um portão.
Você não consegue minerar Rubis em Veios de Basalto sem uma picareta que dê pelo menos 78 de dano. A Picareta Arcana, obtida na missão do Bardo, resolve esse requisito. Se preferir alternativas, a loja do Reino Esquecido vende a Picareta de Mitril e a Picareta de Lightite.
Cada missão do Rei Goblin dá boa quantidade de XP. Se o objetivo é achar o gato do Tomo e explorar a Caverna Goblin, vale a pena arcar com as exigências e investir nas picaretas certas.
A Asus avisou que muitas placas-mãe com chipsets Intel têm uma falha que pode permitir acesso à memória RAM do PC. A vulnerabilidade foi classificada como gravidade 7, mas exige acesso local à placa para ser explorada, o que reduz o risco remoto, mas ainda é sério para quem tem o equipamento exposto.
O problema está ligado ao IOMMU e a como a placa trata dispositivos PCIe durante a inicialização. As proteções de acesso direto à memória (DMA) não são ativadas totalmente até o sistema operacional assumir, criando uma janela no boot em que um dispositivo PCIe pode ler ou escrever na RAM.
Estão na lista placas com os chipsets Z490, W480, B460, H410, Z590, B560, H510, Z690, B660, W680, Z790, B760 e W790 — basicamente quase todas as placas Intel recentes, exceto as mais novas para Arrow Lake e algumas plataformas muito antigas.
A Asus recomenda atualizar a BIOS para a versão indicada no site oficial e, na configuração do BIOS, ativar IOMMU DMA Protection em ‘Enable with Full Protection’. Evite usar placas ou dispositivos PCIe desconhecidos sem certificação de segurança. Verifique regularmente se há atualizações de firmware e, enquanto tudo não estiver corrigido, não deixe pessoas testarem placas estranhas no seu PC.
O diretor de arte de Marathon, Joseph Cross, anunciou que deixou a Bungie três meses antes do lançamento do jogo, previsto para março de 2026. Em uma publicação nas redes sociais, ele afirmou que está orgulhoso do mundo visual criado, agradeceu o apoio e disse que jogará Marathon como fã. Ele também informou que a saída foi por decisão própria. O comunicado aparece enquanto a equipe implementa mudanças significativas após um teste fechado que teve recepção mista.
Cross trabalhou mais de seis anos na Bungie como artista principal de conceito e ajudou a moldar o visual de Destiny. Seu portfólio evidencia uma iconografia geométrica e vibrante que transparece no estilo ácido e cyberpunk de Marathon. A experiência dele foi importante para a identidade visual do projeto, e sua saída tem impacto no estúdio.
A mudança ocorre em um momento conturbado: o time tratou de uma acusação de uso não autorizado de designs e resolveu a questão com a artista envolvida. Além disso, a Bungie passa por adaptação após sua aquisição por uma grande empresa. A reação às revisões do jogo tem sido, em geral, positiva; resta ver se as mudanças e a reorganização garantirão um lançamento bem-sucedido em março. Jogadores e comunidade acompanham de perto os próximos passos.
Horses, jogo de horror do estúdio indie Santa Ragione, foi banido da Steam dois anos antes do lançamento e também foi retirado da Epic um dia antes da estreia. GOG aceitou o jogo e a Humble chegou a vendê‑lo, mas depois o removeu. Em comunicado, o estúdio diz que a ampla cobertura das remoções ajudou nas vendas e resultou em 18.000 cópias vendidas.
É um horror em estilo arthouse sobre um homem em uma fazenda ocupada por pessoas nuas com máscaras de cavalo. O jogo trata de sexualidade, violência e escravidão. Uma cena que mostrava uma criança montada nas costas de um dos cativos — este, sem roupa e com máscara — foi alterada antes do lançamento completo para evitar problemas legais e de plataforma.
A Santa Ragione afirma que a receita cobriu dívidas e royalties gerados por um longo fim de desenvolvimento, mas não foi suficiente para bancar a produção de um novo jogo. Se as vendas se mantiverem, pode sobrar dinheiro para um protótipo no futuro, mas o estúdio já teve de aceitar outros trabalhos e a equipe ficou fragmentada.
O estúdio insiste que o caso não apaga o impacto do banimento: ficar fora da Steam criou custos, atrasos e perda de oportunidades. Eles pedem regras mais claras, processos transparentes e responsabilização das grandes lojas, e alertam que muitos jogos ficam banidos ou presos em avaliações opacas sem que os desenvolvedores possam reclamar.
O CEO da Hooded Horse, Tim Bender, diz que a descoberta de jogos na Steam não é o principal problema para desenvolvedores de PC. Em postagem nas redes sociais, ele afirma que a loja tem ferramentas que ajudam a mostrar jogos ao público e que, ao navegar, encontrou recomendações que combinam com seus gostos. A Hooded Horse publicou vários títulos de estratégia e gestão, como 9 Kings, Cataclismo, Endless Legend 2 e Manor Lords, e isso mostra que boas escolhas editoriais podem ter retorno.
Para Bender, o problema é a expectativa sobre alcance e custo. Ele defende orçamentos realistas e avaliações precoces do mercado que um jogo pode atingir. Isso significa que equipes devem projetar vendas moderadas e ajustar investimentos antes de avançar. Em alguns casos, ele diz que um projeto não deveria ser feito no nível de orçamento planejado.
Ele também diz que editoras precisam dividir riscos com desenvolvedores, sem impor termos que garantam a elas o retorno integral em prejuízo do estúdio. Empresas grandes podem absorver perdas em alguns projetos e compensar em outros. Na prática, porém, muitos investidores exigem crescimento constante e decisões de curto prazo, o que leva a cortes e fechamentos de estúdios, mantendo a indústria numa roda difícil.