How Many Dudes? é um roguelike “dudebuilder” que funciona como um auto-battler. A ideia é montar um exército de caras para enfrentar animais em quantidades absurdas — e às vezes outros alvos bizarros. Ao final de cada rodada você escolhe entre começar a recrutar um tipo específico de cara (definindo seu build), recrutar um soldado, ou pegar um relic. Os relics acumulam bônus e precisam ser combinados com seu estilo de jogo.
O sistema de desmaios é o ponto crítico: quando seus caras caem, você pode revivê-los com “dude juice”, um consumível que ressuscita 10 unidades por uso. Dá para repor o estoque na loja, esperar alguns turnos para que os caídos voltem lentamente, ou usar sacrifícios táticos para gerar buffs. Também há itens consumíveis como meteoros ou relâmpagos engarrafados que mudam o rumo da partida.
As escolhas de batalha trazem variedade: lutas fáceis dão menos dinheiro, lutas difíceis dão mais, e o tipo de inimigos influencia qual build funciona melhor. Builds de limpeza favorecem enxames enormes; equipes de dano pesado preferem chefes. Há complexidade bastante e opções divertidas, incluindo estratégias de risco, como mandar unidades fracas morrerem para fortalecer os frankendudes. A maior crítica é a falta de um mapa de caminhos: o progresso às vezes parece aleatório, deixando pouca ação direta em algumas rodadas. Ainda assim, com uma demo disponível, o jogo é uma aposta divertida para quem curte roguelikes e autobattlers.
A QPAD voltou ao mercado com o Flux 65 Model 5, um teclado compacto de 65% que mistura recursos gamer e qualidade para entusiastas. Ele usa switches Hall effect Gateron dual-rail, é hot-swappable e vem com keycaps PBT double-shot. A iluminação é RGB por tecla, a conexão é USB-C com cabo destacável e o polling chega a 8.000 Hz. A estrutura é em plástico, mas sente-se sólida; o peso é de cerca de 720 g. No lançamento, o preço está em cerca de R$ 800 e, por enquanto, está disponível apenas no Reino Unido e na UE.
A digitação é o ponto forte: teclas firmes, estabilizadores bem acertados no espaço, Enter e Backspace, e um som levemente ‘clacky’ que muitos vão gostar. Os switches lineares parecem pré-lubrificados e acionam com pouca força, o que gera sensação rápida e suave. O teclado não tem uma fileira de funções nem numpad por ser 65%, mas mantém as setas e algumas teclas úteis no home row.
Nas jogadas, os recursos Hall effect fazem diferença: o software local permite ajustar acionamento por tecla e o Rapid Trigger, que deixa as entradas mais sensíveis — útil em jogos que exigem respostas rápidas. O software funciona bem, mas não é baseado em navegador. Falta Bluetooth, o que reduz a portabilidade. No geral, o Flux 65 entrega uma experiência premium e vale a pena para quem quer um compacto focado em digitação e desempenho.
O nível de entrada do mercado gamer costuma ser esquecido, mas o Asus TUF Gaming A16 (2025) chama atenção. Ele junta um RTX 5050 de 8 GB com o AMD Ryzen 7 260, um chip de 8 núcleos Zen 4 que chega a 5,1 GHz e tem multithreading. Isso entrega mais potência do que se espera de um modelo básico.
No teste, o A16 se saiu tão bem em Baldur’s Gate 3 quanto modelos com especificações maiores. A GPU 55W pode consumir até 115W, o que a coloca perto de placas melhores e permite rodar jogos modernos com boa taxa de quadros. Em títulos menos exigentes ou com geração de frames ativa, a tela de 165 Hz aparece com frequência.
As temperaturas ficam na casa dos 75 °C em média no CPU e 69 °C no GPU, e o Turbo aumenta o ruído das ventoinhas — recomendo usar fones em sessões intensas. O conjunto de portas é ótimo: USB4, USB-A, HDMI 2.1 e Ethernet. A tela IPS atinge 385 nits e cobre 100% sRGB, mas não é ideal para edição profissional de cores.
A bateria de 90 Wh rende quase oito horas em vídeo, mas só cerca de uma hora e quinze de jogo pesado. O modelo traz 16 GB de DDR5 e 1 TB SSD, pesa 2,2 kg e custa cerca de R$9.800. No fim, é um notebook com desempenho surpreendente, mas que fica um pouco caro para a categoria — vale esperar uma promoção.
Um criador alemão conseguiu rodar Doom na tela sensível ao toque de uma panela de cozinha inteligente Krups Cook4Me. O feito mostra como dispositivos simples com Wi-Fi e processadores modestos podem virar plataformas para experiências inesperadas.
A panela usa um SoC Renesas R7S721031VC com processador Cortex-A9 a 400 MHz, 128 MB de RAM e 128 MB de flash. Essas especificações são modestas, mas suficientes para fazer o Doom de 1993 rodar com taxa de quadros razoável. Para isso, o criador extraiu o firmware do SoC e adaptou o código para que o jogo funcionasse no sistema embarcado.
A entrada é improvisada: toques em áreas mapeadas e rótulos nas bordas da tela servem como controles. O jogo aparece centralizado em uma área pequena do display, que não é muito grande, então a experiência é limitada, mas jogável. O desmontar da panela foi simples, com acesso direto aos módulos internos.
O autor publica vídeos e posts mostrando o processo e outros projetos parecidos. Há registros do Doom rodando em estações de carregamento, em dispositivos simples como vapes, em arquivos PDF e até rodando recursivamente dentro do próprio Doom. A demonstração é um lembrete de como criatividade e engenharia reversa transformam aparelhos do dia a dia em plataformas para jogos.
IO Interactive atualizou os requisitos de PC de 007 First Light depois que a comunidade apontou erros óbvios. A equipe publicou uma correção nas redes sociais e pediu desculpas. A confusão veio de uma falha interna que deixou uma versão antiga das especificações no ar. O requisito recomendado que dizia 32 GB de RAM para 1080p a 60 fps foi reduzido para 16 GB, igual ao mínimo agora.
Os processadores mínimos também foram ajustados. O mínimo é um Core i5-9500, corrigindo um modelo equivocado que havia sido publicado antes. Para o recomendado, aparecem o Core i5-13500 e o Ryzen 5 7600. Ambos têm seis núcleos, mas suportam multithreading; o i5-13500 também traz núcleos eficientes extras, o que aumenta o total de threads. Ainda assim, a diferença prática pode ser pequena, já que o jogo tende a exigir mais da placa de vídeo.
O maior problema antes era a VRAM: o anúncio dizia 12 GB para 1080p, mas o RTX 3060 Ti recomendado tem 8 GB. Agora o recomendado exige 8 GB e o mínimo 6 GB, compatível com uma GTX 1660. Essas diferenças importam, porque indicam quais placas conseguem rodar nas configurações prometidas. É positivo que a desenvolvedora corrigiu rápido, mas erros assim podem confundir quem planeja comprar o jogo. Também falta esclarecer quais configurações de qualidade correspondem ao mínimo e ao recomendado e se será preciso usar upscaling para alcançar 60 fps.
O DLC Destiny of the Railforged para Monster Train 2 chega no início de fevereiro. Ele traz um novo modo, Soul Savior, e um novo clã pago, Railforged. Ao mesmo tempo, o clã Wurmkin do primeiro Monster Train será adicionado ao jogo base de graça.
Soul Savior se passa em um reino chamado Soulstream, onde você enfrenta a Mãe da Vida para recuperar almas. O modo é uma forma de jogo separada, com progressão própria baseada em almas: vantagens permanentes que melhoram cartas, unidades ou dão buffs globais. Cada alma é desbloqueada definitivamente e pode ser atualizada até três vezes. Há mais de 30 almas e você inicia uma corrida com uma alma, liberando mais conforme avança. As almas são geralmente mais fortes que upgrades normais e podem ser movidas entre cartas durante a run. Exemplos citados incluem Butterball, que permite consumir uma unidade para absorver seus atributos; Red Hot, que transforma um feitiço em explosivo e aumenta seu poder mágico, mas penaliza uma carta da mão se ele matar um inimigo; Heartbreaker, que concede frágil e reanimar 2 e aplica frágil ao inimigo que matar a unidade; e Goldie, que dá retenção e gera ouro quando a carta é jogada.
O clã Railforged é composto por artesãos e mecânicos e tem os campeões Heph e Herzal. Ele usa um recurso novo chamado Forge, gasto em combate para melhorar unidades e equipamentos. Entre as unidades estão um cannon estacionário que atira em inimigos que se movem e um steward com ataque forte. Railforged foca em ofensiva e em aumentar equipamentos e pyre. Também haverá salas com ações manuais, como a sala inspirada em Steel Pulleyclaw que permite puxar unidades de outros cômodos. O estúdio afirma que Soul Savior será mais difícil e um pouco mais longo que uma corrida normal.
O Mchose Ace 68 Turbo é um teclado gamer compacto de 68 teclas que chama atenção por oferecer um polling rate de 16 kHz, conseguido com um microcontrolador dual-core de 512 MHz. A promessa é reduzir a latência a níveis quase imperceptíveis, com ganho medido em cerca de 0,02 ms.
Ele usa switches magnéticos Mount Tai GT HE com sensor Hall. O toque é muito suave, sem solavancos no acionamento, e a resposta é precisa. Dá para ajustar o ponto de acionamento a partir de 0,1 mm pelo software (Mchose Hub ou interface web), mas é preciso aceitar termos em chinês e instalar driver e firmware para habilitar os 16 kHz. O teclado vem com cabo USB-C destacável e recomenda usar o cabo fornecido para garantir a velocidade.
O layout é compacto, sem teclas F e sem numpad, e o corpo é todo em alumínio, o que deixa o teclado bastante pesado para o tamanho: cerca de 1,36 kg. Há iluminação RGB, uma lightbar traseira, três perfis onboard, keycaps em perfil Cherry e uma roda multifunção. Ele é vendido em cores como Berry Red e, por ser fio, busca eliminar latência de transmissão sem fio. Custa cerca de R$700.
Na prática, o Ace 68 Turbo é ótimo para quem joga e quer o equipamento mais rápido e firme. Não é a melhor escolha para quem digita muito, mas oferece sensação premium, estabilidade na mesa e muita opção de ajuste. Se você quer velocidade e um teclado diferente, vale considerar.
Um vídeo recente afirma que a RTX 5070 Ti está praticamente fora de linha. Varejistas e fabricantes dizem que o estoque atual é o que há, sem planos de produzir mais. A Asus chegou a colocar o modelo em status de fim de vida por causa da falta de peças. O problema é a crise de memória: a demanda por infraestrutura de IA reduziu a oferta de DRAM e, crucialmente, de VRAM GDDR7.
A 5070 Ti usa 16 GB de GDDR7 e o mesmo chip GB203 da RTX 5080, então fabricantes preferem direcionar memória escassa para o modelo mais caro. A RTX 5080 está sendo vendida por cerca de R$6.000, enquanto as poucas 5070 Ti alcançam cerca de R$4.000 nas lojas. Isso cria um grande incentivo para priorizar a 5080. Nos testes, a 5070 Ti aceita overclock bem e pode ficar a poucos por cento do desempenho da 5080 sem exigir mais refrigeração ou energia.
Também há relatos de que a versão 16 GB da RTX 5060 Ti deve ter produção limitada. Do lado da AMD, os cartões RDNA 4 com 16 GB não parecem em fim de vida e há estoque razoável, mas os preços chegaram a subir — o modelo com preço sugerido de cerca de R$3.000 já é encontrado por valores maiores. Resta ver se a AMD consegue suprir uma demanda maior, caso muitos jogadores migrem para Radeon.
2025 foi um ano duro para quem trabalha na ZeniMax. Project Blackbird, que seria o próximo grande MMO do estúdio, foi cancelado em meio a uma onda de demissões da Microsoft. O golpe deixou a equipe do Elder Scrolls Online abalada, e levou à saída de Matt Firor, que passou 20 anos no estúdio.
Mesmo assim, o jogo parece escolher a esperança. Em entrevista, a produtora executiva Susan Kath e o diretor de jogo Nick Giacomini disseram que o time se reagrupou e está energizado. Entre as mudanças está o novo ritmo de atualizações: o estúdio vai trocar o ciclo anual por um modelo sazonal. A ideia é entregar conteúdo de forma mais ágil e corrigir problemas de qualidade de vida e pontos de design que incomodam os jogadores há anos.
Giacomini fala em uma espécie de ‘segunda vida’ para o projeto e cita uma meta ambiciosa: manter o jogo ativo por 30 anos. A apresentação de janeiro foi propositalmente condensada — durou cerca de 45 minutos — para não sobrecarregar os jogadores, mas a equipe garante que haverá novas revelações nos próximos meses.
O movimento do Elder Scrolls Online segue uma tendência vista em outros MMOs mais velhos: muitos estão repensando sistemas e dificuldade para se manterem relevantes. Para os fãs, a aposta é que o novo modelo permita consertos mais rápidos, atualizações mais frequentes e uma experiência mais adaptada a diferentes estilos de jogo. Resta ver se isso será suficiente para recuperar o fôlego do título, mas a mensagem do estúdio é clara: eles querem continuar por muito tempo.
A temporada 6 de Marvel Rivals chega na sexta-feira, 16 de janeiro de 2026 (horário de São Paulo). A grande novidade é Deadpool: além do visual Captain Pool, ele é o primeiro herói que pode mudar de função durante a partida. Isso muda totalmente a dinâmica do jogo e exige adaptação das equipes.
Deadpool começa como Duelist, mas pode alternar para Vanguard ou Strategist no meio do confronto. Suas armas influenciam habilidades: com pistolas ele pode curar aliados; com espada sua ultimate e outras skills mudam. Ele tem um sistema para evoluir habilidades durante a partida, passivas que regeneram vida e um salto duplo que melhora a mobilidade e pode interagir com a ultimate para resetar tempos de habilidade.
A atualização também traz o mapa Museum of Contemplation (Museu da Contemplação), eventos temáticos e um novo passe de batalha com skins de Mulher Invisível, Venom, Tempestade, Pantera Negra, Cavaleiro da Lua e outros. A parte 6.5 da temporada chega na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026 (horário de São Paulo) e adiciona Elsa Bloodstone. Se você ainda não terminou as recompensas da temporada anterior, é hora de correr: tem muita coisa nova para testar com Deadpool e os eventos.
Resident Evil Requiem é o nono jogo principal da série. Ele retorna a Raccoon City e tem um clima que lembra Resident Evil 2. O lançamento no mercado australiano está marcado para 27 de fevereiro. Todas as pré-vendas garantem uma roupa ‘Apocalypse’ para a co-protagonista Grace.
As opções de compra passam por lojas digitais e por uma edição física Steelbook disponível na Austrália. No digital, os preços entre revendedores estão muito próximos e algumas lojas oferecem benefícios para assinantes. Comprar direto na plataforma oficial do jogo normalmente não traz economia. A versão física em Steelbook não inclui disco: traz um cupom para download, e costuma sair mais cara que a versão digital; vale só se você for colecionador ou quiser a embalagem.
A edição deluxe entrega só extras cosméticos e materiais de lore, sem conteúdo jogável novo. Entre os itens estão roupas temáticas para Grace e Leon, filtros de tela, skins de arma, pingentes como o ‘Sr. Guaxinim’ e o emblema DSO, um pacote de áudio com temas clássicos de Raccoon City e arquivos com cartas de 1998. Se você gosta de customização ou quer os arquivos extras, a deluxe pode interessar; para a maioria dos jogadores a versão padrão digital é a escolha mais prática. Fique de olho nas ofertas para escolher o melhor custo-benefício.