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Rockstar lança loja oficial de mods — criadores poderão vender e GTA Online pode mudar para sempre
Rockstar

Rockstar lançou uma loja oficial de mods chamada Cfx Marketplace. A proposta é oferecer um espaço curado para criadores venderem e compartilharem objetos, scripts e mapas. Haverá conteúdo gratuito e pago. Para o lançamento, a equipe trabalhou junto a uma lista selecionada de autores.

A mudança vem após a compra da equipe Cfx.re, responsável por plataformas como FiveM e RedM. A relação com modders já foi tensa. A editora acusou modders de facilitar pirataria e puniu criadores. Em 2022, a postura mudou e servidores de roleplay não comerciais passaram a ser permitidos, desde que não afetassem serviços oficiais.

O marketplace é descrito como uma vitrine curada. Vai receber desde objetos e mapas até scripts e modos de jogo. Alguns conteúdos são gratuitos. Outros são pagos e podem ter preços altos. Um exemplo é um pacote de atividades com boliche, sinuca e bungee-jump que custa cerca de R$ 2.600. Há bundles mais simples e também coleções completas para servidores.

Para a empresa, a iniciativa pode ser um teste para o futuro de GTA Online e para o ecossistema ao redor de GTA 6. Plataformas que permitem monetização para criadores, como Fortnite e Roblox, servem de referência. Para quem cria, a loja oferece uma forma oficial de ganhar com o trabalho. Para os jogadores, pode vir mais conteúdo, mas também surgir debate sobre preço e qualidade.

Cena de Megabonk
Megabonk

Megabonk é um jogo 3D de auto-ataque onde você escolhe um herói e sai enfrentando centenas de monstros. Tem personagens curiosos, como um esqueleto skatista que atira ossos. Em cada partida você surge em um mapa gerado proceduralmente, precisa achar um portão de chefe e vencer antes que ondas de fantasmas apareçam e te matem. Há um limite de dez minutos por rodada, o que força decisões rápidas e mantém a ação intensa.

O combate é automático: você foca em se mover, esquivar e coletar as gemas de experiência que os inimigos deixam cair. Pelo mapa há baús, totens, santuários e vendedores com itens estranhos. Subir de nível libera armas e poderes que mudam muito seu estilo de jogo. A estética simples permite centenas de inimigos na tela sem queda de desempenho, e a sensação de cortar multidões é sempre divertida.

Megabonk lembra Vampire Survivors, mas justifica a transição para 3D com mapas mais complexos, quedas perigosas e segredos que valem a exploração. O jogo recompensa runs bem-sucedidas com desbloqueios constantes, e os desafios opcionais estendem a vida útil. Nem tudo é perfeito: algumas armadilhas e um chefe com morte instantânea soam injustos, e trechos que exigem plataforma precisa cansam. Ainda assim, no conjunto é um título curto, acessível e muito divertido, que funciona bem no Steam Deck.

Cena de The Elder Scrolls Online
The Elder Scrolls Online

MMOs têm um problema claro: precisam servir jogadores casuais e veteranos ao mesmo tempo. Se o mundo aberto for muito fácil, fica chato; se for muito difícil, afasta quem está chegando. Em entrevista, o diretor de jogo Nick Giacomini comentou que The Elder Scrolls Online vem lidando com esse dilema e vai tentar resolver parte dele com novas opções de dificuldade para o overworld no final da temporada 0.

A ideia é oferecer ajustes opt-in que aumentam o desafio e também as recompensas para quem quiser encarar. A equipe está começando de forma modesta: primeiro um conjunto pequeno de ajustes e, conforme os jogadores experimentarem, eles vão adicionar mais opções. Giacomini falou que oferecer escolha é importante, mas dá trabalho, então preferem lançar uma base e evoluir com o tempo.

Isso não quer dizer que tudo será lançado aos poucos, mas que mudanças grandes vão ser bem pensadas para não errar o alvo. A produtora executiva Susan Kath e a equipe da ZeniMax querem ouvir o feedback dos jogadores para transformar essas opções em um sistema mais robusto. No fim, a meta é tornar o mundo aberto mais interessante para quem busca desafio, sem prejudicar quem prefere jogar de forma mais tranquila.

World of Warcraft

O principal designer e líder do sistema de Player Housing de World of Warcraft, Jesse Kurlancheek, comentou em entrevista que os salões de guilda podem entrar no ar relativamente rápido. A declaração reacendeu a expectativa de quem espera por espaços próprios para guildas dentro do jogo.

Há poucas informações concretas além desse comentário. A equipe não revelou datas, imagens ou detalhes das mecânicas. Não está claro se os salões serão apenas áreas sociais, se terão opções amplas de personalização ou se virão ligados a funcionalidades como armazenamento coletivo ou missões específicas. A falta de dados impede estimativas sobre tamanho, capacidade e como vão interagir com sistemas já existentes.

Jogadores e criadores de conteúdo já especulam como o recurso pode funcionar. Alguns imaginam espaços para encontros, trocas de itens e eventos organizados pela guilda. Outros esperam opções de personalização para dar identidade a cada grupo. Criadores se preparam para montar guias e mostrar novidades assim que surgir material oficial. Tudo que se diz por enquanto é hipótese, porque o anúncio formal ainda não veio.

Se for verdade que os salões de guilda chegam em breve, isso pode mudar a dinâmica social do jogo e fortalecer a vida em guildas. A comunidade tende a se mobilizar rápido com feedback e sugestões, o que pode acelerar ajustes e melhorias. Vale ficar atento às próximas entrevistas e comunicados da equipe para confirmar prazos e ver as primeiras imagens e detalhes.

Contagem regressiva misteriosa no site de Fallout — será que vem remaster de Fallout 3 em 4 de fevereiro?
Fallout

Jogadores notaram um problema no Steam: ao tentar avaliar Fallout 3 ou Fallout: New Vegas, a plataforma bloqueia o envio e mostra que o produto precisa ser lançado antes de escrever uma avaliação. A mensagem surpreendeu quem queria comentar, por dar a impressão de que os jogos estariam sendo relançados.

A reação nas redes e em fóruns foi imediata. Muitos fãs lembraram do sucesso do remaster de Oblivion e começaram a especular que remasters de Fallout 3 e New Vegas poderiam estar a caminho. Havia ainda quem notasse que a busca por Fallout chegou a mostrar 12 títulos, mas ao abrir a lista apareciam apenas 10, o que alimentou a teoria de anúncio surpresa.

Há explicações mais simples. O bloqueio de avaliações também apareceu em outros nomes, o que aponta para um erro da loja e não para lançamentos. Além disso, a diferença na contagem de jogos pode vir de versões regionais e pacotes para mercados específicos, como versões separadas para a Comunidade dos Estados Independentes, que aparecem como entradas distintas.

No fim, o bug gerou fumaça, mas não fogo. A chance de remaster existe, já que a comunidade pede por isso, mas este problema no Steam não é prova. Fãs seguem na expectativa, esperando um anúncio oficial.

Hytale
Hytale

Hytale já chegou com muitos mods disponíveis desde o início do acesso antecipado. Modders trouxeram opções que melhoram construção, visual e jogabilidade. Entre os mais úteis estão pacotes de decoração (Violet’s Workshop, Macaw’s Packs, NoCube’s Packs) que adicionam móveis, roupas, pelúcias, portas, janelas, escadas, tapetes e itens para cozinhar.

Para jogar melhor há mods de qualidade de vida e de exploração. Lucky Mining aumenta a chance de obter mais minério quando você minera em sequência. Há itens úteis como Miner’s Helmet para iluminar cavernas, Advanced Item Info para consultar receitas e usos, WhereThisAt? para procurar itens em baús próximos e Storage Range Override para ampliar o alcance das mesas de trabalho ao puxarem materiais de baús. Na exploração, Skyblock traz ilhas temáticas, Restored Ruins adiciona estruturas novas e YUNG’s HyDungeons gera masmorras para desafiar o jogador.

Instalar é simples usando o app CurseForge: escolha Hytale, baixe os mods e ative-os nas configurações do mundo. Também é possível instalar manualmente copiando os arquivos para a pasta de mods do jogo e depois habilitar no mundo. Mantenha os mods atualizados e verifique a compatibilidade com a versão do Hytale para evitar problemas. Com esses mods, você personaliza construções, facilita a coleta de recursos e melhora a gestão do inventário.

Factorio

Um criador de conteúdo resolveu rodar Factorio usando disquetes de 3,5 polegadas. Em vez de instalar o jogo no disco rígido, ele usou 1.250 disquetes antigos. Cada disquete tem cerca de 1,5 MB. Factorio ocupa entre 1 GB e 1,5 GB quando instalado, então o desafio ficou gigante.

Para fazer isso funcionar, o criador escreveu um sistema de arquivos próprio em Rust chamado Fluster. O sistema divide cada disquete em blocos de 512 bytes, com 2.880 blocos por disco. Quatro bytes de cada bloco ficam para a soma de verificação e há ponteiros que indicam o número do disco e o número do bloco. No início ele tentou no Windows, mas migrou para Linux por causa de problemas com suporte ao sistema de arquivos e passagem de USB.

Nos testes iniciais, escrever mil arquivos pequenos causou quase meio milhão de trocas de disquete. Depois de tentar várias estratégias de cache, o criador reduziu isso para cerca de 1.500 trocas para carregar o jogo. Ele limpou todos os 1.250 disquetes manualmente, com 10% de falhas no processo, e colou 2.000 adesivos personalizados.

Sobre custos, 10 disquetes custavam cerca de R$120 e, no total, os disquetes somaram cerca de R$13.000. Um arranjo com um drive para cada disquete custaria mais de R$52.000 e foi descartado. Carregar o jogo leva mais de uma semana trabalhando do amanhecer ao anoitecer, mas partidas salvas conseguem abrir e ele conseguiu completar o jogo em menos de nove horas. O código do Fluster foi liberado como código aberto em um repositório público. É um projeto que mistura paciência, programação e criatividade.

Cena de The Elder Scrolls Online
The Elder Scrolls Online

The Elder Scrolls Online está mudando a forma como recebe atualizações. Os desenvolvedores abandonaram o ciclo anual de “capítulos” e passam a trabalhar por temporadas. A ideia é ter mais liberdade para corrigir problemas e melhorar a jogabilidade sem esperar 18 meses por cada grande lançamento.

Em entrevista, a produtora executiva e o diretor falaram que montaram uma equipe dedicada para ouvir a comunidade e resolver reclamações antigas. Atualização 49 já começa a tratar várias queixas de longa data, como o tempo para treinar montarias. Em vez de esperar tudo perfeito, o estúdio vai liberar mudanças em partes e continuar trabalhando nas falhas.

Uma das mudanças práticas mais aguardadas é o sistema de reatribuição de pontos (respec), que permitirá refazer a build com um clique e sem custo em moeda do jogo. Isso facilita testar novas builds, especialmente com o sistema de subclasses que buscou aumentar a variedade. A nova mentalidade também tira a rigidez do planejamento, dando permissão para testar e ajustar sem seguir um roteiro fixo.

Os responsáveis evitam prometer tudo de uma vez, mas se mostram otimistas. A meta é tornar o jogo mais sólido para durar muitos anos, corrigindo experiências fundamentais e ouvindo os jogadores. Se tudo correr bem, ESO pode reencontrar o ritmo e oferecer mais liberdade para quem joga.

Cena de Talystro
Talystro

Talystro é um roguelike deckbuilder que vira tudo do avesso: aqui o objetivo não é fazer o número maior, e sim acertar o número certo. Você controla um rato que enfrenta inimigos que são apenas números — de 1 até mais de 50. Para derrotar um inimigo, é preciso montar um ataque que dê exatamente aquele valor. Um 11 só é vencido por um 11; um 23 só por um 23. Isso transforma cada combate num problema de precisão, não de força bruta.

Cada rodada você rola um conjunto de dados e compra cartas. Os dados são encaixados em espaços nas cartas, e cada carta pode somar ou subtrair valores. Todas as cartas com dados ativos formam seu total de ataque; quando estiver do jeito que quer, você lança o ataque. Com limites de dados e espaços por turno, o desafio é usar o que tem sem gastar demais. A sensação é de resolver um quebra-cabeça num tempo apertado, buscando a solução mais eficiente para cada fila de inimigos.

Outro ponto legal é que cada encontro é uma fila: ao matar um inimigo, outro entra em modo ‘idle’ e só começa a agir na rodada seguinte. Isso permite planejar eliminações em cadeia e conservar recursos. O visual é inspirado em desenhos antigos, dando personalidade ao jogo. A versão que joguei ainda tem arestas na interface e não tem data de lançamento, mas há previsão de demo pública em breve; vale ficar de olho e adicionar na wishlist se quiser testar.

Hytale
Hytale

Meu hábito de correr de cabeça em grupos de lobos e esqueletos em Hytale me obrigou a aprender a reparar cedo. Armas e armaduras novas me deixam confiante demais, e já deixei itens com durabilidade zero mais de uma vez.

Felizmente, é fácil consertar ferramentas e armas se você tiver alguns recursos extras. O menu de reparo fica meio escondido, então pode levar um tempo para achar. Aqui vai um guia rápido e a lista de materiais para reparar equipamentos com pouca durabilidade.

Você cria um Kit de Reparo na Bancada de Trabalho Nível 1 (ou superior). A opção está na segunda aba, no canto superior esquerdo — eu cheguei a confundir o ícone com um pedaço de ferro. Equipe o Kit de Reparo na barra de atalho e selecione o item que quer consertar na nova janela.

Use os kits com moderação. Hytale não permite consertar tudo andando até qualquer bancada, e os materiais para fabricar kits somam rápido. Evite reparar itens com 90% de durabilidade; guarde os kits para quando estiverem perto de quebrar.

Materiais necessários para fazer um Kit de Reparo:

  • 2 retalhos de linho
  • 1 lingote de ferro
  • 1 couro leve

Retalhos de linho caem de vários inimigos na Zona 1. Eu consegui muitos matando Skeleton Fighters, Goblin Scrappers e tipos de Trork. Esqueletos patrulham campos na superfície; goblins aparecem no subsolo; Trork ficam em vilas.

Lingotes de ferro são mais difíceis de conseguir. Refine minério de ferro no Forno Nível 1 e use gravetos como combustível para produzir lingotes.

O couro leve também exige dois passos. Colete pele leve de coelhos, porcos, ratos e outros animais pequenos. Para transformar a pele em couro, construa um Suporte de Secagem Nível 1 e coloque a pele nele.

Dica: priorize reparar as armas e armaduras que você usa mais, assim os kits rendem mais.

Ubisoft
Ubisoft

A Ubisoft anunciou um novo corte nos seus estúdios da Suécia. Em comunicado, a empresa informou que uma proposta de reorganização pode afetar cerca de 55 vagas em Malmö (Massive Entertainment) e em Estocolmo (Ubisoft Stockholm). A mudança vem após o programa de saída voluntária lançado no outono de 2025, que não reduziu a equipe o suficiente.

A empresa diz que a reorganização ocorreu depois da finalização do plano de longo prazo e de ajustes na equipe, que deram mais clareza sobre a estrutura necessária para o trabalho dos estúdios. Massive Entertainment é responsável por The Division, Star Wars Outlaws e Avatar: Frontiers of Pandora. Ubisoft Stockholm trabalha em um jogo ainda não anunciado. A empresa afirma que a direção de longo prazo dos estúdios não será alterada.

É a segunda rodada de cortes do ano: a decisão vem pouco depois do fechamento do estúdio de Halifax, que votou a favor da sindicalização duas semanas antes. A Ubisoft disse em comunicado que a votação não foi a causa do fechamento, e que as medidas fazem parte de ações para reduzir custos e ajustar operações. A empresa também firmou, em 2025, uma parceria com a Tencent para criar a Vanguard Studios, que ficará com o desenvolvimento das franquias Assassin’s Creed, Far Cry e Rainbow Six. Para os funcionários afetados, a situação é incerta e os detalhes sobre pacotes de desligamento ainda não foram divulgados.