A missão ‘Paving the Way’ em Arc Raiders pede que você encontre um prédio ENELICA e depois recolha dados na Buried City. Dá para dividir em duas idas: primeiro achar o quadro de avisos em um prédio ENELICA e, em seguida, voltar à Buried City para pegar os dados. Como você não precisa extrair nada nesta missão, pode entrar com um loadout gratuito.
Vá até um prédio ENELICA — existem em Dam Battlegrounds, Buried City e Blue Gate. O mais fácil de achar é o prédio Water Treatment Control em Dam Battlegrounds. Chegue pela entrada principal do lado sul; você verá ‘ENELICA’ escrito na parede. O objetivo vai pedir para procurar um quadro de avisos com uma nota do pesquisador: o quadro fica logo à direita da entrada principal. Interaja com o quadro para completar esta etapa. Depois disso a próxima parte fica em Buried City, então você pode extrair.
Em Buried City, suba até o último andar acima do Convinio em Piazza Roma. Procure os dois prédios grandes de apartamentos no sul da área e suba usando as escadas ou a tirolesa, dependendo de qual prédio escolher. Cuidado com um rocketeer que costuma patrulhar o telhado antes de pisar nele.
- Salte para o telhado mais baixo dos dois.
- Siga pela ponte de sucata de volta para dentro do prédio.
- Vá em frente pela próxima sala até encontrar uma com consoles de computador, no canto sudeste do prédio.
- Interaja com o console marcado em amarelo à sua direita para coletar os dados do pesquisador.
Ao interagir com o terminal você coleta os dados e conclui a missão. A sugestão é dividir em duas idas: primeiro o quadro ENELICA em Dam Battlegrounds e depois a busca na Buried City. Assim você resolve a missão de forma segura e rápida.
Team Cherry anunciou uma expansão para Hollow Knight: Silksong chamada Sea of Sorrow, com lançamento previsto para 2026. Ela será gratuita para quem já tem Silksong e promete novas áreas, chefes, ferramentas e outros conteúdos num tema claramente náutico. O estúdio afirmou que manterá os detalhes em segredo por enquanto, mas confirmou que vai liberar mais informações pouco antes da estreia. A ideia é ampliar a aventura sem cobrar de quem já comprou o jogo.
O trailer foca mais na atmosfera do que em explicações. Mostra uma câmara esférica atingida por relâmpagos que lembra uma batisfera, o que leva a crer que Vespa pode visitar regiões submersas. A trilha e as imagens sugerem ambientes novos, inimigos diferentes e ferramentas que vão mudar a exploração. Ainda não há lista completa do que chega, apenas pistas visuais.
A reação dos fãs foi forte: o vídeo acumulou muitas visualizações em minutos e entrou de novo na conversa da comunidade. Para quem achou que o suporte a Silksong tinha diminuído, a expansão é uma prova de que o estúdio continua investindo na franquia. O anúncio deixou muita gente animada e cheia de teorias sobre os conteúdos.
O jogo original também recebeu novidades. Uma versão aprimorada para Switch 2 foi confirmada para o ano que vem, e no PC já existem ramos beta no Steam e no GOG com suporte a 16:10 e 21:9, pensado em Steam Deck e monitores ultrawide. Foram aplicadas correções e uma mudança prática: o jogo agora pausa ao abrir o inventário, o que deve agradar jogadores que preferem controlar as pausas.
Está chovendo blueprints em Arc Raiders desde a atualização Cold Snap. Muitos jogadores relatam que itens raros, inclusive blueprints muito procurados, estão surgindo em grande quantidade nas incursões. O aumento ocorre principalmente em mapas com a condição Cold Snap, como Stella Montis, onde neve e frio obrigam você a ficar dentro para não congelar. Pode ser um erro do jogo ou um bônus temporário para empurrar o pessoal a enfrentar a versão mais perigosa do mapa.
Fotos e relatos nas redes sociais mostram mochilas cheias só de blueprints e encontros com várias peças raras em uma única rodada. Há relatos de quatro ou mais blueprints por incursão. Isso deixa o mercado de vendas instável: quem ganhava vendendo esquemas agora vê a vantagem sumir. Ao mesmo tempo, muitos jogadores comemoram porque conseguem montar equipamentos que antes não conseguiam, como desfibriladores.
Nem todo mundo está feliz. Alguns dizem que achar blueprints em massa tira a sensação de conquista. Outros aproveitam para evoluir suas builds mais rápido. A desenvolvedora ainda não comentou oficialmente sobre a mudança. Se for um problema, é provável que um ajuste seja aplicado em poucas horas.
Aproveite enquanto dura: estimamos mais 8 a 9 horas no horário de São Paulo antes de um possível conserto. Se você joga Arc Raiders, vale a pena rodar nas áreas Cold Snap para lucrar e experimentar o que apareceu de novo.
Ace Combat 8: Wings of Theve foi revelado em um evento recente e chega como promessa de renovação para a série. O diretor Kazutoki Kono e o produtor Manabu Shimomoto falaram em entrevista que o objetivo é transformar o jogo num fenômeno global. Eles querem aproveitar o sucesso do título anterior e fazer de AC8 um ponto de virada para a franquia.
Os desenvolvedores focaram em três pilares essenciais:
- A liberdade e a emoção de voar pelo céu
- A satisfação de abater inimigos usando o próprio julgamento
- A sensação de superar desafios e alcançar o nível de ás
Para isso, AC8 amplia tudo: os mapas passam a operar em escala 1:1, não mais em miniatura. As áreas de combate podem chegar a 10.000 km², o que permite dogfights muito mais abertos e estratégicos.
O jogo traz também o motor Cloudly, feito pelo estúdio para tornar as nuvens visuais e funcionais. Trilhas de condensação, fumaça e reflexos na cabine vão servir como pistas naturais para o jogador. Nuvens se formam de formas diferentes por altitude, funcionando como um altímetro visual e reduzindo a necessidade de checar tantos instrumentos. A história terá cenas em primeira pessoa em tempo real, onde você controla para onde olhar, e o rádio dramático da série volta para dar mais intensidade. Ace Combat 8 tem lançamento previsto para 2026 e já aparece nas lojas digitais para quem quiser adicionar à lista de desejos.
A Bungie publicou o ViDoc ‘Panorama de Marathon’ sobre Marathon, seu novo FPS de extração e sobrevivência. No jogo, você assume o papel de Corredor biocibernético e explora a colônia perdida de Tau Ceti IV. A missão é sobreviver às tropas de segurança hostis, a outros Corredores e a um ambiente inóspito enquanto busca fortuna.
O ViDoc mostrou várias novidades para a jogabilidade e a imersão, como:
- Bate-papo por proximidade;
- Fila solo;
- Armação de ROOK com equipamento limitado, usada para entrar em partidas em andamento;
- Melhoras na experiência de sobrevivência, maior sensação de perigo e imersão;
- Aumento da fidelidade visual e interface atualizada;
- E outras atualizações de balanceamento e conteúdo.
A Bungie confirmou o período de lançamento para março de 2026 e as plataformas: Steam, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com suporte a dados multiplataforma e integração entre plataformas. Quem comprar terá acesso a todas as atualizações de jogabilidade ao longo do ano e receberá o Crioarquivo, a primeira cabine da nave UESC Marathon, na 1ª Temporada. A empresa reforçou que não haverá mecânicas pay-to-win e que o resultado das partidas nunca será definido por gastos. Os Passes de Recompensas não expiram e poderão ser resgatados a qualquer momento, inclusive passes de temporadas anteriores. Mais detalhes sobre o conteúdo sazonal e a programação serão divulgados perto do lançamento, com mais notícias previstas para janeiro de 2026.
Todd Howard, diretor e produtor executivo da Bethesda, recusou todas as propostas para aparecer como cameo na série Fallout. Em entrevista, ele contou que recebeu várias ofertas, inclusive desde a primeira temporada, e que uma delas era para uma cena no estilo Dr. Strangelove, na sala da Vault-Tec, quando executivos dividem os experimentos dos cofres antes das bombas. Ele prefere ficar por trás das câmeras e acredita que isso ajuda a preservar a imersão.
Também recusou uma participação menor, como ser um dos figurantes atingidos por O Ghoul de Walton Goggins. Howard explicou que não quer distrair o público: sempre que aparece alguém comenta ‘olha, é o Todd!’, e isso rouba a atenção da cena.
O comparativo com o papel de Stan Lee nos filmes foi citado, mas ele disse que não é algo para agora. É importante lembrar que Howard não é um dos criadores originais de Fallout; os co-criadores do jogo são Tim Cain e Leonard Boyarsky. Por isso, aparecer só por fan service não parece atrativo.
A 2ª temporada da série estreia em 17 de dezembro e foca em New Vegas. Os episódios saem uma vez por semana até fevereiro. As primeiras impressões da crítica são positivas, então fãs do universo Fallout têm motivos para ficar animados.
Com a série de TV em alta, a desenvolvedora atualizou Fallout Shelter para aproveitar a onda. A grande novidade é o sistema Seasons, que cria abrigos temporários com regras, cenários e personagens próprios por tempo limitado. A primeira temporada se chama Viva New Vegas e coloca um abrigo separado sob as areias de Nevada, perto de Novac. Esse abrigo funciona à parte do seu jogo principal, então você pode experimentar sem perder seu progresso.
Nesse novo abrigo você vai encontrar personagens ligados à série, como Lucy, Maximus e O Ghoul, além de roupas e armas inspiradas na produção. As missões variam bastante: algumas pedem diplomacia, outras exigem combate ou gestão do abrigo. Em prática, os visitantes agem como na série — por exemplo, Lucy pode conversar com líderes locais e até usar um tranquilizante em combate. Essas interações ajudam a passar a sensação de New Vegas sem alterar seu jogo base.
A temporada também inclui as Rodadas da Sorte: complete missões para ganhar Fichas de pôquer e use-as para girar e obter recompensas que aceleram seu progresso. As fichas também podem aparecer como saque aleatório nas missões. As premiações vão de recursos a moradores e equipamentos exclusivos. Tudo isso é gratuito, assim como o jogo base. Não é o próximo jogo principal da franquia, mas é um jeito rápido e divertido de sentir o clima de New Vegas enquanto se espera por algo maior.
Hyung-tae Kim, CEO da Shift Up e diretor de Stellar Blade, recebeu uma homenagem presidencial pela sua contribuição ao desenvolvimento da indústria de videogames da Coreia do Sul. O prêmio reconhece o trabalho dele em Stellar Blade e no título anterior, Goddess of Victory: Nikke.
Kim afirmou que a homenagem é graças aos desenvolvedores e aos fãs que acreditaram e apoiaram a Shift Up. Ele disse que o estúdio vai continuar se esforçando para aumentar a competitividade dos jogos coreanos no cenário global.
Goddess of Victory: Nikke nasceu como jogo mobile e chegou ao PC mais tarde, disponível por um launcher próprio. Stellar Blade foi o primeiro jogo da Shift Up lançado na Steam, o que ampliou muito seu alcance no Ocidente.
Até julho de 2025, Stellar Blade vendeu mais de três milhões de cópias entre PC e PS5. Um ex-chefe da PlayStation comentou que o jogo ajudou a aumentar a confiança dos criadores coreanos.
O estúdio já trabalha em uma sequência de Stellar Blade, que deve corrigir pontos fracos do original, principalmente a narrativa. Shift Up também desenvolve um novo projeto chamado Project Spirit, que será publicado pela Tencent. A equipe promete focar em melhorias na história e em oferecer experiência mais polida aos jogadores. A chegada de Project Spirit com um grande publisher gera curiosidade sobre os próximos passos do estúdio.
Metal: Hellsinger foi bem recebido por crítica e jogadores, com ótima reação no Steam, mas mesmo assim o estúdio que o criou, The Outsiders, foi fechado pela editora Funcom em outubro. O encerramento pegou muita gente de surpresa e mostra que um jogo elogiado nem sempre garante estabilidade para um time.
Para o cofundador David Goldfarb, isso é um exemplo do problema maior da indústria: você pode fazer algo que as pessoas amam e ainda assim desaparecer. Pressões do mercado, contratos com grandes editoras, custos altos e fatores como contratações durante a pandemia, juros e falta de investimentos criam um cenário onde é preciso vender muito para sobreviver. Goldfarb diz que o estúdio não vendeu o suficiente para continuar dentro do modelo tradicional, e que casos assim são comuns no setor.
Apesar do golpe, a equipe não desistiu. Goldfarb lembra que o estúdio lançou um jogo durante a pandemia e ficou ativo por dez anos. Agora eles trabalham em uma versão 2.0 do estúdio e conversam com potenciais parceiros na tentativa de voltar e recontratar colegas. A busca por recursos é difícil, mas a ideia principal é seguir em frente e achar novas formas de continuar fazendo jogos. Eles esperam conseguir apoio e recomeçar aos poucos.
Com a chegada das moradias de jogador em World of Warcraft, ficou fácil transformar casas em pequenas bibliotecas. Você precisa primeiro ter estantes para colocar os livros, mas, depois disso, percebe algo curioso: nem todas as estantes vêm iguais.
Algumas peças já chegam cheias de livros, como a Estante de Val’sharah. Outras ficam vazias e pedem que você as complete. Há coleções regionais espalhadas pelo mundo, que lembram lugares como Arathi e Val’sharah, e juntar os volumes certos dá um resultado visual bem legal. Procurar esses livros vira uma atividade de exploração extra dentro do jogo.
Os livros servem basicamente para decorar, mas também ajudam a contar histórias do mundo. Montar estantes com coleções completas deixa a casa com personalidade e mostra que você se dedicou. Você pode misturar títulos, usar prateleiras diferentes e criar cantos temáticos: biblioteca antiga, sala de estudos ou um cantinho de aventuras.
Se gosta de decorar, vale a pena conferir cada tipo de estante que encontrar. Explore, abra baús, verifique recompensas e preste atenção às peças que já vêm prontas — elas economizam tempo. No fim, o prazer está em montar um espaço que pareça seu e que conte uma história dentro do mundo do jogo.
A segunda temporada de Fallout está prestes a chegar e quem já viu os seis primeiros episódios traz um veredito positivo. A série não se acomodou: continua exigindo atenção do espectador e recompensa quem acompanha cada cena com personagens e ideias bem construídas. Em vez de simplificar para agradar a audiência casual, a nova leva de episódios mantém o tom complexo e, muitas vezes, surpreendente, que fez a primeira temporada funcionar.
Muitas linhas que foram só pinceladas antes agora ganham mais espaço — Norm, por exemplo, segue como um dos pontos fortes — e aparecem arcos novos que expandem a mitologia, como um enredo ambientado em New Vegas. O fan service aparece, mas com moderação: referências familiares e elementos do jogo são usados para dar cor à história, sem virar apenas nostalgia. Isso ajuda a unir quem conhece o universo e quem chega pela primeira vez.
A recepção crítica é majoritariamente favorável: muitos elogiam a ambição e a fidelidade ao clima dos jogos, e dizem que a escala maior funciona. As ressalvas giram em torno do ritmo, que às vezes perde velocidade, e da sensação de que há tramas demais e poucos encaixes imediatos. Para quem não conhece bem o material de origem, a narrativa pode parecer confusa. Ainda assim, a atuação e a escrita seguram o interesse, e a temporada promete boas surpresas para quem gosta de aventura pós-apocalíptica.