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#Arc Raiders

Arc Raiders Venceu os Gigantes: o Trunfo que Levou 100 mil Jogadores em 30 Minutos
Arc Raiders

Arc Raiders é um shooter de extração relaxado que virou surpresa de 2025. As partidas têm duração ideal, os imprevistos aparecem na medida certa e sair vivo sempre dá aquele prazer. Mas a parte que mais incomoda é o inventário. Muitas vezes você só quer voltar ao jogo sem clicar por 15 telas para descobrir o que pode reciclar ou vender. É a única parte do ritmo que parece fora do lugar.

O diretor de design do jogo disse em entrevista que a equipe está ciente das reclamações sobre loadouts e a troca de itens entre partidas. Salvar loadouts já foi discutido e está na lista de melhorias. No lançamento algumas coisas ficaram de fora por falta de tempo, e agora a equipe avalia prioridades para decidir quando implementar. O próprio diretor admitiu já ter usado o loadout gratuito quando não quis montar um personalizado.

Ele também comentou que, sem falar pela equipe de UI/UX, ter loadouts salvos seria muito útil: o sistema poderia tentar montar a melhor opção com os recursos que você tem, sugerindo substituições quando faltar algo. O objetivo é reduzir o tempo na tela inicial e levar o jogador de volta à ação mais rápido. Menus longos só viram atrito. Tudo que aumenta o tempo jogando, lutando contra robôs e pegando loot por hora, e diminui a limpeza de inventário, tende a melhorar a experiência.

Arc Raiders Venceu os Gigantes: o Trunfo que Levou 100 mil Jogadores em 30 Minutos
Arc Raiders

Um jogador da comunidade revelou um jeito muito mais fácil de conquistar o troféu Death From Above em Arc Raiders. Esse troféu é um dos mais raros do jogo — só cerca de 2,6% dos jogadores o têm — porque exige que você cause pelo menos 50 pontos de dano a um inimigo (um Arc ou um Raider) enquanto estiver em cima de um Rocketeer.

A dica é simples: não é preciso ficar sobre um Rocketeer vivo. Você pode subir em uma parte de um Rocketeer morto e atirar em um Arc ou outro inimigo a partir dali. Jogadores testaram o método e confirmaram que o jogo conta o dano quando você está em cima da peça morta, liberando o troféu sem precisar arriscar pular num robô voador.

Ainda assim, há trabalho: é preciso encontrar um Rocketeer morto ou derrubar um, o que pode ser perigoso. Às vezes o jogo dá sorte e rocketeers bugados ficam no chão, virando alvos fáceis. Alguns jogadores reclamam que o truque tira a graça do feito, mas para quem tem medo de altura ou quer uma rota mais segura, é uma alternativa prática e eficaz.

Fica mais fácil quando as atividades com Rocketeers estiverem ativas no jogo. Procure se juntar a uma equipe e combinar a tentativa, assim um jogador pode derrubar ou provocar um Rocketeer enquanto outro sobe na peça. Com cuidado e um pouco de sorte, dá para conseguir o troféu sem morrer no processo.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

Um exploit em Arc Raiders permitia que jogadores usassem comandos no console para remover sombras, clarear o mapa e eliminar obstáculos visuais, o que pode dar vantagem em partidas. Tfue, streamer conhecido, voltou a transmitir o jogo e acabou testando essa falha no campo de treino e no mapa Stella Montis. Pelas imagens, ele apenas caminhou e comentou que tudo parecia muito mais claro, sem outros abusos óbvios.

A reação da comunidade ficou dividida. Alguns jogadores acreditam que a exposição feita por alguém com grande alcance ajudou a resolver o problema mais rápido; outros reclamam que influenciadores têm tratamento diferenciado e deveriam receber punições iguais aos demais. A desenvolvedora aplicou suspensões temporárias a quem usou o exploit, mas isso não evitou questionamentos sobre justiça e consistência.

Tfue publicou nas redes sociais sobre a suspensão às 22:59 do dia 12 de janeiro (horário de São Paulo), fez outro post às 1:10 do dia 13 pedindo apoio, e anunciou que foi desbanido às 18:39 do dia 13 — 17 horas e 29 minutos depois do post das 1:10. Ele disse que só quis ‘chamar atenção’ para a falha e que um problema no seu novo PC pode ter influenciado o banimento. No fim das contas, a remoção rápida da suspensão acalmou parte da comunidade, mas a discussão sobre como tratar influenciadores que expõem falhas segue viva.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

Jogadores descobriram que a assistência de mira em Arc Raiders fica muito mais forte com FPS altos. Uma denúncia na comunidade sobre um streamer que parecia travar em bots motivou testes. Com a qualidade gráfica no mínimo, luz dinâmica desligada e resolução 1080p, foi possível chegar a 300 FPS sem geração de frames. O resultado confirmou a suspeita: o comportamento da assistência muda conforme o número de quadros por segundo.

Em 300 FPS a assistência tende a travar a mira no inimigo e até a mover o retículo sozinho por alguns metros do jogo, sem nenhum comando do jogador. Em 30 FPS ela só dá um toque e não acompanha os alvos; em 60 FPS funciona melhor, mas exige movimento suave do analógico para ativar a ajuda. Em partidas públicas a diferença ficou clara: com FPS alto a mira chega a seguir um inimigo através de folhas e galhos, dando vantagem aos jogadores de controle sobre quem usa mouse e teclado. Ativar geração de frames piorou a assistência durante os testes.

Para quem joga com controle, valerá a pena reduzir qualidade para tentar alcançar 240–300 FPS e tirar proveito dessa assistência mais agressiva. Ainda assim, a sensação é que mouse e teclado mantêm maior precisão no geral. No fim, é preciso escolher entre visual e conforto de mira — e saber que o FPS pode mudar como o jogo ajuda sua mira.

Você não vai acreditar como a Embark Studios criou Arc Raiders e The Finals com uma equipe pequena
Arc Raiders

O Cold Snap de Arc Raiders chegou ao fim: a geada derreteu e a nova atualização já está em vigor. Foi a última chance de completar o projeto do evento e garantir o traje Caminhante Hi‑Tech e a Ferramenta Chave Espacial. Se você recebeu o presente de 1.000 fichas Raider na sua caixa de entrada, lembre‑se de resgatá‑lo antes do prazo final — depois ele expira. Como evento de mapa, o Cold Snap também contava como fonte de loot extra em partidas, então muitos jogadores voltaram só por isso.

O estúdio já deu brindes em outras ocasiões, por exemplo uma picareta dourada e fichas quando houve instabilidade nos servidores, então sempre vale a pena ficar atento. A equipe costuma compensar jogadores após problemas técnicos, então confira o seu inventário depois das manutenções. Para marcar o fim do Cold Snap, a equipe também liberou artes oficiais do evento, que ficam como lembrança dessa temporada gelada. Essas recompensas e imagens ajudam a manter a comunidade animada.

Enquanto isso, jogadores encontraram indícios de um possível Pântano Tóxico previsto para 19/01/2026; tudo indica que será uma condição temporária do mapa, não um mapa novo. Muitos também sonham com eventos de calor ou mapas com vulcões — e há quem imagine tentar sair da partida enquanto um vulcão entra em erupção. Essas modificações temporárias renovam o jogo e criam desafios legais, seja derrotar a Matriarca com a sua equipe, seja lidar com novas condições de mapa que mudam a estratégia.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

Arc Raiders passou a marca de 12 milhões de jogadores desde o lançamento. Logo nas primeiras 30 minutos, o título já somou mais de 100 mil jogadores simultâneos, e desde então manteve um crescimento constante. Em comunicado, o estúdio Embark agradeceu a comunidade, dizendo que o feedback dos jogadores tem sido essencial para guiar o desenvolvimento e as futuras atualizações.

O jogo encontrou seu próprio espaço entre os shooters de extração, oferecendo uma experiência menos tensa e mais acessível para quem busca cooperação. Isso criou duas bases de jogadores: um grupo competitivo atraído pelo PvP, e outro voltado ao PvE, que costuma colaborar e ajudar novos jogadores. Essa convivência entre estilos diferentes tem mantido as partidas variadas e a comunidade ativa.

Para celebrar o marco dos 12 milhões, Embark liberou a Picareta Dourada como brinde. Basta fazer login hoje às 7h (horário de São Paulo) para receber o item na sua conta. A oferta é por tempo limitado e precisa ser resgatada até o fim do dia, então entre no jogo e verifique seu inventário.

O estúdio também reafirmou planos de suporte a longo prazo, com atualizações regulares e novos conteúdos planejados para os próximos anos. Jogadores são convidados a acompanhar os canais oficiais para anúncios sobre novidades e eventos.

Arc Raiders virou um experimento social — as histórias dos jogadores vão te surpreender
Arc Raiders

A atualização mais recente de Arc Raiders nerfou dois itens muito usados: a Granada de Gatilho e a Chaleira, além de corrigir alguns exploits. Depois de muitas reclamações da comunidade, o estúdio ajustou o comportamento desses itens para equilibrar o jogo.

A Granada de Gatilho teve o dano redistribuído: agora o estrago fica mais concentrado perto do centro da explosão e diminui mais rápido à distância. O tempo entre o acionamento e a detonação subiu de 0,7 s para 1,5 s, dando mais tempo para reagir e dificultando o uso como detonar no ar. Ela ainda funciona como bomba grudenta, mas não domina tanto os confrontos entre jogadores.

A Chaleira, arma básica, também perdeu velocidade de tiro: a cadência caiu de 600 para 450. O estúdio explicou que a taxa anterior só era realmente possível com macros ou programas de terceiros, gerando vantagem injusta. A atualização corrigiu um exploit que deixava jogadores manter chaves de sala após usar, e escureceu algumas áreas da missão Night Raid em Stella Montis, tornando lanternas mais úteis. O estúdio já vinha avisando que faria ajustes em armas excessivamente fortes, e muitos esperam que essas mudanças deixem os combates mais equilibrados. Ainda há pedidos para que armas épicas recebam buffs ou incentivos para que valha a pena usá-las nas partidas.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

Arc Raiders agora usa um sistema chamado “aggression-based matchmaking” para juntar jogadores pelo estilo de jogo. O CEO da Embark falou sobre isso em entrevista, e a ideia ganhou reações mistas: uns acharam ótimo ter lobbies mais calmos, outros sentiram que isso pune quem gosta de PvP. O lead de design esclareceu o que o sistema realmente faz.

O lead de design explicou que o sistema rastreia quem atira primeiro, quem leva dano e quem causa mortes, mas não tenta adivinhar a intenção. Se um jogador ruim for agressor e errar tudo, o jogo só vê que ele morreu; não julga motivos. Também não há matchmaking por habilidade ou por equipamento: é um tipo de classificação que a equipe vai ajustar conforme observa a saúde das partidas e o feedback dos jogadores. O recurso é bruto e pode ser contornado, e a equipe aceita que jogadores tenham essa margem de ação.

O objetivo é agrupar jogadores com hábitos parecidos, não isolar totalmente quem prefere PvP. Ainda há pontos para ajustar e até uma contradição nas explicações iniciais, mas a ideia é melhorar a experiência geral. Se você joga de forma mais pacífica, o sistema tende a te emparelhar com outros assim; se busca confronto, pode acabar em lobbies mais hostis — pelo menos por enquanto.

Arc Raiders Venceu os Gigantes: o Trunfo que Levou 100 mil Jogadores em 30 Minutos
Arc Raiders

Um jogador descobriu como ativar um modo em primeira pessoa em Arc Raiders usando comandos de console. A mudança de câmera deixou a experiência mais imersiva e assustadora, com a criatura conhecida como Arc aparecendo muito próxima. O autor disse que gostou da sensação e que não acha que o jogo precise mesmo desse modo, mas achou surreal jogar assim.

O problema é que o mesmo comando também permitia remover névoa, apagar a escuridão e eliminar outros obstáculos. Isso abriu espaço para exploits que mexem na jogabilidade e na integridade das partidas. A desenvolvedora reagiu rápido e lançou uma correção que removeu o comando ‘NewConsole’. Em comunicado, a equipe afirmou que a função nunca foi pensada para jogadores e que estão investigando casos relacionados, podendo punir quem abusar.

Em termos práticos, primeira pessoa não dá uma vantagem clara em combate, já que a terceira pessoa facilita espiar cantos sem se expor. Mesmo assim, a aparição temporária mostrou que a ideia poderia ser interessante se feita oficialmente e de forma equilibrada. Por enquanto, a correção rápida fechou a brecha e a comunidade ficou dividida: uns gostaram do que viram, outros preferem que as regras e a experiência de jogo sejam preservadas.

Arc Raiders virou um experimento social — as histórias dos jogadores vão te surpreender
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O estúdio por trás de Arc Raiders ativou melhorias no sistema de detecção e punição contra trapaceiros. Jogadores flagrados estão recebendo suspensões temporárias de 30 dias. Uma imagem de aviso que vem circulando mostra que o acesso será restaurado em fevereiro de 2026, ou seja, daqui a um mês.

A desenvolvedora também está devolvendo itens que foram tomados por trapaceiros aos jogadores afetados. A reação da comunidade foi mista: muita gente comemora a ação, mas outros pedem banimentos permanentes. Entender a diferença entre infrações ajuda: modificações estéticas ou mudanças de câmera são diferentes de trapaças que dão mira automática ou que roubam itens.

Além das suspensões, surgiram sugestões de punições dentro do jogo, como surgimento constante de inimigos sobre quem trapaceia, redução da velocidade de movimento ou deixar os trapaceiros presos em lutas entre si. Essas ideias mostram frustração e desejo por justiça imediata, mesmo quando nem todas são viáveis tecnicamente. O essencial é que haja resposta clara quando alguém estraga a experiência dos outros.

Resta esperar que os sistemas de detecção melhorem e que as penalidades evoluam conforme o comportamento. Para quem joga limpo, ver medidas sendo tomadas já é um alívio. O caminho ideal é um ambiente onde habilidade, trabalho em equipe e diversão sejam a regra.

Estas skins em Arc Raiders praticamente garantem que vão atirar em você
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Um post nas redes sociais criou uma escala que associa roupas em Arc Raiders ao tipo de comportamento dos jogadores. O autor avaliou 30 skins e reuniu relatos de partidas para montar a lista. Não é uma regra absoluta, mas muitos jogadores reconhecem padrões. A escala virou assunto entre quem joga e pode ajudar a decidir como agir em encontros.

As skins apontadas como mais perigosas incluem:

  • Leviathan — o traje de mergulhador profundo
  • Ryder — a variante preta e laranja conhecida por ser agressiva
  • Macrame — traje estilo ronin
  • Misthorn — máscara com dois chifres
  • Ombra — envoltório na cabeça e roupas escuras

Jogadores relatam que quem usa essas roupas costuma se envolver cedo em confrontos e ataca sem aviso.

As mais amigáveis são visuais mais leves, como Driftcoat, Radio Renegade e Riot. Driftcoat é lembrada pela jaqueta amarela e capacete, e muitos dizem que quem a usa costuma parar para ajudar, reviver aliados e dividir itens. Radio Renegade tem um aspecto nerd com antena, e Riot passa ideia de pessoa prestativa, mesmo parecendo desajeitada.

No geral, roupas escuras, máscaras e chifres sinalizam jogatina agressiva. Quem prefere partidas no estilo batalha costuma escolher essas peças. Visuais mais cafonas ou coloridos tendem a atrair jogadores cooperativos. Ainda assim, julgar só pela roupa é arriscado; há exceções. E você, qual skin costuma usar em Arc Raiders? Isso bate com suas partidas?