#Arc Raiders
Os shooters multiplayer estão mudando: o brilho do free-to-play tem se esgotado e muitos jogadores voltam a aceitar pagar pelo jogo. Um caso que mostra essa tendência é Arc Raiders, um shooter de extração que passou anos sendo pensado como free-to-play, mas mudou para um modelo pago perto do lançamento. A escolha deu certo: o jogo vendeu milhões em poucos meses e manteve uma base grande durante as festas.
Em entrevista, o fundador da Embark, Patrick Söderlund, falou sobre a decisão. Ele disse que, ao ver o sucesso de outros jogos multiplayer pagos, a equipe concluiu que era melhor apostar em um produto premium e em um preço acessível para que mais pessoas pudessem experimentar. Como o jogo não tem campanha, eles preferiram não colocar um preço que afastasse quem quer apenas testar a proposta.
A aposta trouxe resultados, e mostra que existe espaço hoje para multiplayer pago com conteúdo robusto. Mas há uma questão que não muda: depois de pedir dinheiro na compra, muitos jogos ainda tentam vender cosméticos e itens caros. Esse tipo de upsell pode incomodar a comunidade e virar alvo de críticas.
Se essa tendência se consolidar, estúdios podem optar por vender o jogo de forma mais direta e trabalhar menos para forçar compras dentro dele. Resta ver como os jogadores vão reagir a jogos pagos que também mantêm microtransações agressivas.
O final de 2025 estava lotado de lançamentos grandes: Hollow Knight: Silksong, Hades 2, Battlefield 6 e Arc Raiders. Com tantos títulos fortes saindo ao mesmo tempo, as equipes tiveram de pensar bem antes de escolher datas de lançamento.
O CEO da Embark Studios disse em entrevista que a data de lançamento foi escolhida de forma deliberada. Eles queriam evitar ficar muito próximos de um jogo do calibre de GTA e acompanharam os anúncios dos concorrentes. Com isso definido, marcaram a estreia entre Battlefield 6 e Call of Duty: Black Ops 7. A equipe também fez testes finais, incluindo um evento chamado Server Slam, e viu bons números que deram confiança para lançar. Esses testes e os dados do último teste técnico foram importantes para determinar se o jogo estava pronto.
A aposta se pagou: Arc Raiders atingiu mais de 100.000 jogadores simultâneos nos primeiros 30 minutos e manteve uma retenção muito boa. O jogo conquistou público ao oferecer uma versão mais suave do gênero de extração — lobbies mais amigáveis, loot mais abundante e menos penalidades ao morrer. Isso permite partidas mais descontraídas e menos medo de arriscar, o que agradou tanto novatos quanto jogadores acostumados a sistemas mais punitivos.
O caso mostra que planejamento e testes podem fazer a diferença. Embark mostrou que é possível se destacar sem brigar diretamente com os maiores estúdios. Para quem desenvolve jogos hoje, escolher a janela certa e entender o público pode ser tão importante quanto a qualidade do produto.
Arc Raiders foi uma das surpresas de 2025: um extraction shooter relaxado que acertou em vários pontos. O jogo chegou com quatro mapas enormes e bem construídos, e ganhou um quinto, Stella Montis. A proposta mistura exploração e combate, e muitos jogadores se encantaram com os ambientes ricos em coisas para descobrir. Agora o desafio do estúdio é expandir esse mundo e manter conteúdo novo para os jogadores.
Em entrevista, o CEO Patrick Söderlund explicou como os mapas foram feitos. A base vem de dados de topografia por satélite e imagens de mapas, além de fotos e scans tirados no local. Um exemplo: o mapa Spaceport foi inspirado em Tenerife. A equipe usa essas fotos para texturas e para recriar formações das rochas. O processo começa rápido, com uma versão jogável, e depois vem muito teste e iteração — o mapa Dam Battlegrounds levou cerca de seis meses até ficar equilibrado. Por isso eles testam onde colocar inimigos, itens, spawns e pontos de interesse, para que cada rodada tenha coisas novas e fique divertida.
Ele também disse que o matchmaking leva em conta o nível de agressividade dos jogadores, de modo que quem prefere PvE geralmente é pareado com jogadores menos hostis. Essa escolha ajuda o grupo a jogar no estilo que deseja. No fim, a combinação de mapas detalhados, inspiração do mundo real e ajustes constantes é o que mantém as partidas vivas e faz do mapa um dos pontos fortes do jogo.
Em Arc Raiders, as granadas de gatilho viraram um problema grande nas partidas. Jogadores relatam ser mortos enquanto chamam a extração porque alguém colocou as granadas no botão e detonou à distância. Elas são potentes o suficiente para tirar um raider em poucos golpes, o que vira um pesadelo em lobbies e rotas de extração. Isso acontece tanto com jogadores que parecem amigáveis quanto com traidores que aguardam escondidos para fazer a emboscada.
A comunidade reclamou bastante e a equipe de desenvolvimento anunciou, em comunicado nas redes oficiais do jogo, que está analisando nerfs, incluindo as granadas de gatilho. Não houve mais detalhes ou prazo desde então, mas a notícia trouxe algum alívio para quem já foi emboscado várias vezes. Os devs pediram que os jogadores fiquem atentos aos anúncios do jogo para saber quando a mudança chegará.
Uma preocupação permanece: o nerf vai enfraquecer as granadas só contra outros jogadores ou também contra os arcs, os robôs do jogo? Muitos jogadores usam granadas de gatilho para ajudar a derrubar inimigos como Bastion e Rocketeer, pois colocá-las reduz bastante a vida desses alvos. Elas não são tão eficazes quanto a mina Deadline, mas são mais baratas e mais fáceis de obter, então viraram parte da estratégia de quem caça arcs. Se o ajuste diminuir demais a eficácia contra os robôs, as lutas podem ficar mais longas e obrigar o uso de opções mais caras. Resta torcer para que o time equilibre a mudança, corrigindo os abusos sem prejudicar as lutas contra arcs.
Arc Raiders tem recebido elogios por ser mais tranquilo que outros shooters de extração. Isso é intencional: o matchmaking observa o quanto você é agressivo e tenta juntar jogadores com estilo parecido. Em entrevista, o CEO da Embark explicou que o jogo não é focado em eliminar outros jogadores, embora você possa atirar se quiser. O PvP existe mais para criar tensão do que para ser o foco principal.
O sistema é, antes de tudo, baseado em habilidade, mas inclui uma camada que considera agressividade. A ideia é combinar quem prefere PvE com outros pacíficos, e quem gosta de confrontos com jogadores mais beligerantes. Não é uma ciência exata, mas é uma tentativa de adaptar as partidas ao comportamento real das pessoas.
Não está claro quais métricas são usadas nem quanto peso cada fator tem. Isso levanta perguntas práticas: os jogadores que correm para conseguir vantagem podem acabar em partidas mais duras? Se eu jogar como pacifista por várias partidas, vou acabar em lobbies mais amistosos? Não há resposta pública, e talvez isso seja intencional para evitar que o sistema seja manipulado.
Uma parte do apelo de Arc Raiders é a incerteza ao encontrar estranhos. Se o matchmaking separar demais os estilos, essa tensão pode diminuir com o tempo. Resta acompanhar como a abordagem afeta a experiência e se outros shooters vão adotar algo parecido.
Fim de ano e os shooters multiplayer mostram uma mudança clara: o público tem buscado jogos com ação intensa, mas menos pressão competitiva. Um levantamento das vendas digitais entre 23 e 30 de dezembro colocou Arc Raiders e Battlefield 6 no topo das vendas, mostrando que títulos mais acessíveis e caóticos estão em alta.
Ambos oferecem ritmo acelerado, mas sem a ansiedade de ranqueadas e torneios: Battlefield 6 aposta em combate militar moderno sem modo ranqueado, e Arc Raiders virou um sucesso por trazer a ideia de extração de forma mais leve. A lista também traz nomes pesados como Clair Obscur, Baldur’s Gate 3 e Kingdom Come Deliverance 2, além de best-sellers constantes, como Grand Theft Auto V Enhanced e EA Sports FC. Entre os títulos menores há um indie cooperativo e duas entradas de Assassin’s Creed seguidas.
Uma surpresa foi Avatar: Frontiers of Pandora em 19º, acima de Red Dead Redemption 2 e Elden Ring Nightreign. A franquia Avatar costuma movimentar bilhões de reais nas bilheterias, o que ajuda a explicar o interesse. No geral, a lista de 100 títulos revela um público dividido entre novidades casuais e clássicos consolidados, e mostra que a temporada de festas favoreceu jogos fáceis de entrar e divertidos para jogar com amigos.
Jogadores de Arc Raiders tiveram um momento de euforia esta semana quando blueprints raros começaram a cair por todos os cantos logo após a atualização Cold Snap. A festa durou pouco: o estúdio lançou uma correção que reduziu levemente as chances, mas elas ainda continuam maiores do que antes da versão 1.7.0.
Desde o lançamento, blueprints têm sido escassos. Muitos jogadores acharam estranho que armas e gadgets sejam mais fáceis de encontrar do que blueprints para itens simples, como freios de boca. Vários relatos falam de longas horas de jogo com pouquíssimos blueprints, o que deixou a comunidade pedindo mudanças.
Provavelmente a ideia de aumentar as quedas era ajustar essa falta. O estúdio não confirmou ter aumentado as taxas antes, mas informou na correção que as chances foram reduzidas de forma controlada e seguem acima do nível anterior. O ajuste parece um compromisso: menos excesso agora, mas mais chances do que antes da atualização.
Além disso, o estúdio ofereceu créditos premium de cortesia para as festas, suficientes para comprar uma roupa, mas não um pacote completo. Se você procura aquele blueprint do desfibrilador ou quer testar um estilo paramédico, vale a pena voltar a jogar para aproveitar as quedas melhores e resgatar os créditos liberados.
Arc Raiders recebeu um presente de fim de ano. Depois da atualização Cold Snap, que deixou jogadores nadando em blueprints, a desenvolvedora Embark notou um erro e lançou uma correção rápida que reduziu levemente as taxas de queda. Mesmo assim, as quedas continuam mais altas do que antes da atualização.
Além disso, ao entrar no jogo hoje você encontra 1.000 raider tokens grátis. O presente chega por correio no inventário: toque no ícone de mensagens no canto superior direito e abra o e-mail chamado “Happy Holidays!”. Essa quantia é suficiente para comprar uma skin nova para seu raider ou um chapéu para Scrappy, a galinha mais exigente do jogo. Vale checar o correio assim que entrar.
Relatos da comunidade apontam que jogadores que exploraram um glitch de porta já foram punidos no passado e podem ter recebido apenas um token na promoção natalina, além de um aviso por e-mail.
Se você não usou exploits, aproveite para farmar enquanto as taxas estão generosas. Os bônus aparecem em mapas com a condição Cold Snap ativa, com neve e necessidade de se abrigar para não congelar. A desenvolvedora deve continuar ajustando os números, então pegue o que puder — ou simplesmente acampe num ponto de extração e espere pela evacuação.
Arc Raiders ganhou a atualização Cold Snap, que adiciona uma condição perigosa ao mapa e um desafio comunitário. Além disso, a desenvolvedora Embark liberou um traje gratuito para quem experimentar outro título dela, The Finals. A oferta aparece na caixa de entrada de Arc Raiders ao iniciar o jogo.
Para resgatar, abra Arc Raiders e verifique a mensagem na sua caixa de entrada. O contrato exige apenas que você jogue três partidas em The Finals, em qualquer modo. Garanta que o mesmo ID da Embark esteja vinculado aos dois jogos para que a recompensa seja liberada. Após completar as três partidas, você receberá uma mensagem de acompanhamento em Arc Raiders permitindo a reivindicação; no meu teste, ela levou cerca de meia hora para aparecer. O pacote traz três itens:
- Ryder — roupa vermelha
- Salvager — mochila preta
- Bilhete Soccer Finals — pingente
Não é preciso curtir The Finals para pegar a recompensa — o jogo é gratuito e recebeu muitas atualizações desde 2023, com mais armas, mapas e modos. Se quiser cumprir as três partidas rápido, jogue Quick Cash. Para partidas mais relaxadas com respawns generosos, experimente Power Shift ou Point Break. No fim das contas, é uma forma simples de ganhar cosméticos em Arc Raiders sem gastar nada.
A missão Groundbreaking em Arc Raiders tem uma etapa bem complicada: você precisa encontrar um prédio desenhado em um quadro branco sem mais pistas. Como em Armored Transports, é preciso a Chave da Torre de Comunicação do Blue Gate para ver o quadro, porque ele fica dentro de uma sala trancada.
Há uma chave extra que dá para pegar pelo caminho, mas tem o mesmo problema de Armored Transports: se você perder a chave, depende da sorte conseguir outra e a missão pode travar. Por sorte, a sala trancada em Pilgrim’s Peak costuma ter mais movimento, então é mais provável achar a chave mesmo sem a original.
Não há loadout grátis desta vez; guarde a chave que o Apolo te dá em um bolso seguro até precisar usar. Abaixo está o passo a passo para completar Groundbreaking, incluindo onde achar a sala trancada e como localizar o prédio do quadro.
Entrar na sala trancada em Pilgrim’s Peak e procurar por pesquisas de construção
Pilgrim’s Peak fica no nordeste do mapa Blue Gate, a nordeste do Warehouse Complex. Pegue a Chave da Torre de Comunicação do Blue Gate e guarde-a no bolso seguro até precisar — assim você reduz as chances de perder a chave antes de concluir o objetivo na sala.
Normalmente outros jogadores abrem essa sala para saquear, e você também pode encontrar uma chave reserva. Vá a Pilgrim’s Peak e entre pela entrada principal, ao sul, indo para a recepção. Se precisar da chave reserva, procure embaixo da mesa à sua direita; há caixas com um ícone amarelo para interagir.
- Vá pela porta ao final da recepção.
- Vire à direita e siga pelo corredor.
- Procure a porta trancada à sua direita.
Cuidado se a porta estiver fechada e alguém a tiver aberto: pode ter jogador dentro saqueando. Ao entrar, você receberá o objetivo para procurar na sala por qualquer pesquisa de construção. Procure o quadro branco com os planos desenhados, que fica de lado — a sala é pequena e fácil de achar. Interaja com o quadro para prosseguir.
Encontrar o prédio do quadro e fotografar o Abandoned Housing Project
O prédio mostrado no quadro fica no Abandoned Housing Project, ao sul de Pilgrim’s Peak — é o terceiro prédio, mais ao sul. Ao se aproximar, o novo objetivo será fotografar o Abandoned Housing Project, e você precisa tirar a foto do lado norte do prédio.
O ponto exato para a interação fica perto das pedras no topo da encosta, antes de descer até a casa. Tire a foto e termine a missão. Registre a missão com o Apolo e receba as recompensas, incluindo uma nova variação do traje do Guardião.
A missão Deciphering the Data em Arc Raiders é bem simples, mas a segunda parte pode confundir. Primeiro você precisa ir ao Spaceport e usar o Descriptografador Magnético num terminal dentro do prédio Fuel Control. Depois que esse terminal falhar, será preciso achar outro no Arrival Building, que fica mais escondido.
Você pode levar um loadout gratuito, já que não é preciso extrair nada. Abaixo está como completar Deciphering the Data e onde encontrar os dois terminais para usar o Descriptografador Magnético.
Use o Descriptografador Magnético em Fuel Control
- O Fuel Control fica perto do centro do Spaceport, a leste das Launch Towers e ao lado do Rocket Assembly.
- Entre pela porta sudoeste e siga até o fundo da sala para encontrar um terminal verde.
- Interaja com esse terminal usando o Descriptografador Magnético para avançar. Esse terminal vai falhar em seguida.
Use o Descriptografador Magnético no andar superior do Arrival Building
- Vá ao Arrival Building, a oeste do Fuel Control, passando pelas Launch Towers.
- Suba até os escritórios do último andar e circule até o lado oeste.
- Procure duas filas de máquinas entre pilares e cubículos; caminhe entre elas e olhe à direita para achar um terminal marcado em amarelo.
- Interaja com esse terminal para descriptografar os dados e concluir a missão.
Interagir com o segundo terminal completa Deciphering the Data.