#Arc Raiders
Um hotel real em Campitello di Fassa, na Itália, vem recebendo uma enxurrada de avaliações de cinco estrelas por um motivo inusitado: jogadores estão descrevendo no serviço de avaliações experiências vividas no mapa Stella Montis de Arc Raiders. Em vez de falar só da cama e do café, as resenhas citam encontros com inimigos, itens saqueáveis e sistemas de segurança robóticos.
Algumas avaliações entram na brincadeira com detalhes de combate: há relatos de jogadores que apareceram próximos a outros hóspedes, encontraram funcionários tocando flauta na cozinha e foram resgatados por um gerente armado após conflitos na entrada do metrô. Outros usuários preenchem os campos do formulário com termos como ‘alta tecnologia’, ‘um pouco labiríntico’ para a mobilidade e recomendam levar curativos na seção de comida e bebida.
O problema é que nem toda brincadeira é inocente. Alguns deixam notas baixas sobre ‘ratos’, confundindo visitantes reais e prejudicando o negócio. A plataforma de avaliações permite que proprietários reportem comentários impróprios, mas o processo costuma ser lento. No fim, a maioria das resenhas acaba sendo positiva, e os donos do hotel esperam que isso minimize o impacto — ainda assim, vale lembrar que piadas online podem afetar empregos e reputações reais. No geral, a história virou assunto entre jogadores e turistas e mostra como mundos virtuais podem ter efeitos na vida real.
Entradas tardias em Arc Raiders têm irritado muita gente: quem entra na partida com pouco tempo muitas vezes fica sem chances de cumprir objetivos ou pegar recompensa decente. O time de desenvolvimento reconheceu que o recurso causa frustração, mas explica que a ideia era manter mais jogadores no mapa até o fim. Se todos aparecessem só no início, muitos sairiam cedo e os poucos que sobrassem ficariam sozinhos.
O time diz que, na prática, entrar tarde pode até dar vantagem econômica: jogadores frescos encontram restos de combates, derrubam drones maiores ou têm acesso a áreas com itens valiosos. No entanto, isso nem sempre compensa — a comunidade costuma catar tudo, até a Matriarca, deixando poucas sobras. Partes de tecido e plástico raramente valem tanto quanto Células de Bastião ou Reatores da Rainha.
O estúdio quer ajustar o sistema, principalmente em situações como provas, onde o jogador entra com um objetivo específico e sai prejudicado por não ter tempo. Enquanto isso, a recomendação é se adaptar: mudar o plano se necessário, focar em tarefas menores e aproveitar oportunidades que aparecem. O estúdio afirma que está estudando como equilibrar a economia e os pontos de surgimento para que mais jogadores saiam satisfeitos.
Uma nova atualização de Arc Raiders trouxe várias correções importantes. Dois métodos que permitiam duplicar itens e munição foram eliminados. Jogadores que exploravam falhas ao largar e recolher objetos não conseguem mais criar cópias. A atualização também atacou pontos onde era possível ficar fora do mapa em Stella Montis e atirar para dentro.
A desenvolvedora corrigiu casos em que era possível ferir outros jogadores através da geometria do mapa, o que tornava algumas partidas injustas. Em Stella Montis, várias localizações fora do mapa foram consertadas, mas nem todos os pontos foram fechados. Há relatos de que a equipe tem reposto itens para quem foi mais prejudicado, mas ainda existe a dúvida se certos locais permanecem exploráveis por jogadores mal-intencionados.
Outros problemas menores seguem presentes. Um bug de criação pode reiniciar o contador no meio de um lote de itens, e há um erro que impede a conquista de algumas metas. A desenvolvedora tem liberado correções com frequência e também intensificou o combate a trapaceiros, implementando novas ferramentas de detecção. Além disso, a empresa divulgou um roteiro para 2026 que indica a chegada de vários mapas ao longo do ano.
Jogadores devem ficar atentos às próximas atualizações, já que a equipe tem mostrado que corrige problemas com rapidez. Se você encontrou algum bug, vale relatar para ajudar a equipe a identificar e consertar as falhas.
Não subestime a criatividade dos jogadores. Em Arc Raiders, a introdução da deadline mine abriu novas formas de enfrentar arcos grandes: se você conseguir prender a mina, dá para derrubar Rocketeers e Bastions com um só golpe. Mas os jogadores não pararam por aí. Agora eles estão prendendo caixas de fogos de artifício junto das minas, criando estratégias tanto letais quanto surpreendentes.
Um vídeo online mostra a manobra mais audaciosa: um jogador usou um snap hook para se agarrar às costas de um Rocketeer e aí fixou uma caixa de fogos. O Rocketeer saiu voando e acabou transformando o momento em um pequeno show sobre as ruínas da cidade. Em outra tentativa, o mesmo jogador colocou dois fogos durante uma missão noturna e disse que o efeito ficou ainda melhor. Também há registros de jogadores pendurando fogos em Wasps, deixando até as máquinas menores mais vistosas.
Além do visual, a tática tem impacto prático: a deadline mine continua sendo ótima para dano, enquanto os fogos servem como distração, confusão ou pura diversão. Não é fácil executar – exige itens como snap hook e uma boa dose de timing. Muitos jogadores já estão tentando e inventando variações. Se você joga Arc Raiders, vale a pena experimentar e registrar a tentativa. Só lembre de proteger seu equipamento e escolher o momento certo.
Embark não vai implementar uma casa de leilões em Arc Raiders. A equipe testou algo parecido e concluiu que acabou tornando o jogo menos divertido. Em entrevista, Virgil Watkins, chefe de design, disse que o sistema transformou o jogo em “só sobre moedas” e tirou a importância de encontrar itens na exploração.
Hoje é possível negociar, mas o processo é lento: juntar compradores, entrar numa partida, largar itens ou projetos no chão e vender depois. Em Speranza, muitos itens têm limite de compra — só é possível adquirir duas ou três unidades iguais antes de um cooldown de 24 horas — o que incentiva a usar a oficina. Fabricar costuma compensar mais, embora leve tempo e esforço para subir o nível da oficina e produzir equipamento de alto nível.
Embark prefere trocas presenciais e pode implementar uma interação mais tátil, em que você segura o item e outro jogador pega na sua mão, em vez de só jogar no chão. O estúdio teme que um mercado instantâneo tornaria a compra a opção padrão e acabaria com a busca e a surpresa de achar algo valioso. Em entrevista, o time também comentou planos para novos mapas em 2026 e ajustes nas configurações de equipamento, sempre com foco em manter a experiência voltada à exploração e ação.
O evento Cold Snap em Arc Raiders acabou e deixou números curiosos. Entre os 12,4 milhões de jogadores que compraram o jogo, apenas 1 milhão conseguiu servir o Banquete Candleberry, cerca de 8% do total. Isso pode ser por Candleberries serem difíceis de encontrar ou por pouca gente ter se interessado em completar a tarefa.
Durante o evento houve muita brincadeira: 95 milhões de bolas de neve foram lançadas. Mesmo assim, as bolas só causavam cerca de um ponto de dano por acerto. No total, apenas 10.577 derrotas foram atribuídas a elas, com 91 jogadores sendo nocauteados por bolas de neve, número menor do que se esperava.
Houve também 2,9 milhões de fogos de artifício acionados e 9,2 milhões de estalinhos arremessados. Mas o fator mais letal acabou sendo o frio: 3,5 milhões de jogadores foram nocauteados por hipotermia. Se você ficou do lado de fora sem itens de cura, a situação podia ficar complicada.
Mesmo curto, o Cold Snap agradou boa parte da comunidade. Um jogador nas redes sociais comentou que o evento deveria ter durado mais, porque o jogo fica vazio sem mais eventos secundários. Agora o foco vira para possíveis eventos futuros, como um pântano tóxico ou até uma erupção vulcânica.
A desenvolvedora ainda não liberou o roteiro completo de atualizações para 2026, mas deixou pistas em entrevista. O diretor de design falou que virão vários mapas ao longo do ano. A ideia é lançar locais de tamanhos diferentes para permitir modos de jogo variados. Alguns mapas serão menores e mais focados. Outros podem ser ainda maiores e oferecer experiências mais grandiosas.
No jogo já aparecem indícios de possíveis cenários, como um assentamento perto de um vulcão e até um pântano tóxico. Pode ser que isso seja um mapa novo ou um modificador aplicado a mapas existentes. O foco, porém, é combinar isso com mudanças de jogo: condições climáticas, inimigos diferentes, composições variadas e tipos de itens que se tornam mais poderosos ou raros em certas áreas. Isso pode mudar estratégias e exigir abordagens mais táticas.
O diretor de design citou que mapas devem ter uma identidade clara. Stella Montis foi usada como exemplo: fechado, mais violento e com bots exclusivos que mudam a exploração. Entre as ideias futuras estão arranha-céus ligados por tirolesas, desertos com viagens rápidas subterrâneas e até um Arc gigante voador para saquear. Um roteiro detalhado deve chegar em breve, mas a promessa é de mapas que realmente alterem como se joga.
Arc Raiders é um shooter de extração relaxado que virou surpresa de 2025. As partidas têm duração ideal, os imprevistos aparecem na medida certa e sair vivo sempre dá aquele prazer. Mas a parte que mais incomoda é o inventário. Muitas vezes você só quer voltar ao jogo sem clicar por 15 telas para descobrir o que pode reciclar ou vender. É a única parte do ritmo que parece fora do lugar.
O diretor de design do jogo disse em entrevista que a equipe está ciente das reclamações sobre loadouts e a troca de itens entre partidas. Salvar loadouts já foi discutido e está na lista de melhorias. No lançamento algumas coisas ficaram de fora por falta de tempo, e agora a equipe avalia prioridades para decidir quando implementar. O próprio diretor admitiu já ter usado o loadout gratuito quando não quis montar um personalizado.
Ele também comentou que, sem falar pela equipe de UI/UX, ter loadouts salvos seria muito útil: o sistema poderia tentar montar a melhor opção com os recursos que você tem, sugerindo substituições quando faltar algo. O objetivo é reduzir o tempo na tela inicial e levar o jogador de volta à ação mais rápido. Menus longos só viram atrito. Tudo que aumenta o tempo jogando, lutando contra robôs e pegando loot por hora, e diminui a limpeza de inventário, tende a melhorar a experiência.
Um jogador da comunidade revelou um jeito muito mais fácil de conquistar o troféu Death From Above em Arc Raiders. Esse troféu é um dos mais raros do jogo — só cerca de 2,6% dos jogadores o têm — porque exige que você cause pelo menos 50 pontos de dano a um inimigo (um Arc ou um Raider) enquanto estiver em cima de um Rocketeer.
A dica é simples: não é preciso ficar sobre um Rocketeer vivo. Você pode subir em uma parte de um Rocketeer morto e atirar em um Arc ou outro inimigo a partir dali. Jogadores testaram o método e confirmaram que o jogo conta o dano quando você está em cima da peça morta, liberando o troféu sem precisar arriscar pular num robô voador.
Ainda assim, há trabalho: é preciso encontrar um Rocketeer morto ou derrubar um, o que pode ser perigoso. Às vezes o jogo dá sorte e rocketeers bugados ficam no chão, virando alvos fáceis. Alguns jogadores reclamam que o truque tira a graça do feito, mas para quem tem medo de altura ou quer uma rota mais segura, é uma alternativa prática e eficaz.
Fica mais fácil quando as atividades com Rocketeers estiverem ativas no jogo. Procure se juntar a uma equipe e combinar a tentativa, assim um jogador pode derrubar ou provocar um Rocketeer enquanto outro sobe na peça. Com cuidado e um pouco de sorte, dá para conseguir o troféu sem morrer no processo.
Um exploit em Arc Raiders permitia que jogadores usassem comandos no console para remover sombras, clarear o mapa e eliminar obstáculos visuais, o que pode dar vantagem em partidas. Tfue, streamer conhecido, voltou a transmitir o jogo e acabou testando essa falha no campo de treino e no mapa Stella Montis. Pelas imagens, ele apenas caminhou e comentou que tudo parecia muito mais claro, sem outros abusos óbvios.
A reação da comunidade ficou dividida. Alguns jogadores acreditam que a exposição feita por alguém com grande alcance ajudou a resolver o problema mais rápido; outros reclamam que influenciadores têm tratamento diferenciado e deveriam receber punições iguais aos demais. A desenvolvedora aplicou suspensões temporárias a quem usou o exploit, mas isso não evitou questionamentos sobre justiça e consistência.
Tfue publicou nas redes sociais sobre a suspensão às 22:59 do dia 12 de janeiro (horário de São Paulo), fez outro post às 1:10 do dia 13 pedindo apoio, e anunciou que foi desbanido às 18:39 do dia 13 — 17 horas e 29 minutos depois do post das 1:10. Ele disse que só quis ‘chamar atenção’ para a falha e que um problema no seu novo PC pode ter influenciado o banimento. No fim das contas, a remoção rápida da suspensão acalmou parte da comunidade, mas a discussão sobre como tratar influenciadores que expõem falhas segue viva.
Jogadores descobriram que a assistência de mira em Arc Raiders fica muito mais forte com FPS altos. Uma denúncia na comunidade sobre um streamer que parecia travar em bots motivou testes. Com a qualidade gráfica no mínimo, luz dinâmica desligada e resolução 1080p, foi possível chegar a 300 FPS sem geração de frames. O resultado confirmou a suspeita: o comportamento da assistência muda conforme o número de quadros por segundo.
Em 300 FPS a assistência tende a travar a mira no inimigo e até a mover o retículo sozinho por alguns metros do jogo, sem nenhum comando do jogador. Em 30 FPS ela só dá um toque e não acompanha os alvos; em 60 FPS funciona melhor, mas exige movimento suave do analógico para ativar a ajuda. Em partidas públicas a diferença ficou clara: com FPS alto a mira chega a seguir um inimigo através de folhas e galhos, dando vantagem aos jogadores de controle sobre quem usa mouse e teclado. Ativar geração de frames piorou a assistência durante os testes.
Para quem joga com controle, valerá a pena reduzir qualidade para tentar alcançar 240–300 FPS e tirar proveito dessa assistência mais agressiva. Ainda assim, a sensação é que mouse e teclado mantêm maior precisão no geral. No fim, é preciso escolher entre visual e conforto de mira — e saber que o FPS pode mudar como o jogo ajuda sua mira.