#Old School RuneScape

Old School RuneScape

Old School RuneScape está batendo de frente com um problema bem raiz de jogo antigo: o sistema pode ficar sem IDs para cadastrar modelos e cenários. Na prática, isso não significa um “explodir” literal, mas pode travar a expansão do mapa e dificultar a chegada de novos objetos e áreas.

Segundo um dev da Jagex, a equipe já está correndo para fazer uma limpa no motor do jogo e evitar que o backend bata no teto. A situação lembra um perrengue que apareceu há alguns anos, quando o estúdio percebeu que o número de entradas de cenário estava chegando perigosamente perto do limite suportado pelo game.

Na época, o time precisou mexer fundo no código para ampliar a capacidade e abrir espaço para mais conteúdo. Agora, a história se repete: Old School RuneScape ainda tem muito chão pela frente, mas a base técnica precisa de manutenção pesada para continuar recebendo updates sem quebrar tudo no processo.

No fim das contas, é aquele lembrete clássico do mundo MMO: até o número de objetos pode virar chefe final. E a Jagex já está de olho para não deixar o jogo encostar no limite outra vez.

Cena de Old School RuneScape
Old School RuneScape

Um tribunal do Reino Unido decidiu que roubar moedas de Old School RuneScape pode ser considerado furto na vida real. O processo envolve um ex-funcionário da desenvolvedora Jagex acusado de invadir 68 contas, tomar centenas de bilhões de moedas do jogo e vendê-las por Bitcoin. A audiência terminou em 14 de janeiro, com o tribunal aceitando que houve apropriação indevida das moedas.

O juiz examinou se as moedas de ouro do jogo são propriedade nos termos da lei. Ele concluiu que, mesmo sem existência física, essas moedas são usadas, compradas e vendidas dentro e fora do jogo, por isso podem ser alvo de negócios desonestos. O magistrado também ressaltou que progredir no jogo exige tempo e esforço dos jogadores, o que confere valor às moedas e às contas.

Não é a primeira vez que funcionários da empresa se envolvem em controvérsias sobre moedas do jogo; casos anteriores já geraram demissões e disputas legais. A decisão atual cria um precedente importante: itens virtuais que podem ser convertidos em dinheiro real podem ser tratados como propriedade e, em certas circunstâncias, como objeto de furto. O veredito pode afetar como outros jogos e empresas lidam com roubos e vendas fora das plataformas. Especialmente em jogos com economias complexas.