#Subnautica 2

Subnautica 2

Subnautica 2 caiu no meio de uma daquelas tretas que todo Acesso Antecipado grande acaba encarando: onde termina a visão criativa do estúdio e onde começa o pedido da comunidade? Em 20 de maio de 2026, a equipe publicou uma carta assumindo que parte dos jogadores se sentiu ignorada e que a comunicação recente não passou a mensagem certa. O tom agora é menos defensivo e mais pé no chão: feedback de Early Access não é só bug report, é conversa de design em tempo real.

A tradução localizada do recado é simples: os predadores de Subnautica 2 precisam parar de parecer um incômodo barato e voltar a parecer uma ameaça boa, daquelas que dá frio na barriga sem virar rage quit. O estúdio reconheceu que alguns encontros estão mais frustrantes do que tensos, que as ferramentas de mitigação não estão claras o bastante e que o jogador nem sempre entende qual botão apertar quando a fauna resolve puxar o aggro. Para os próximos patches, a promessa é ajustar timing de agressividade, alcance de detecção, eficiência de sinalizadores, utilidade da Survival Tool e interação de criaturas com veículos e bases.

O ponto mais quente, porém, é a vontade de parte da comunidade de poder eliminar criaturas hostis. A equipe não chamou esse público de errado; ela reconheceu que, quando fugir, espantar ou se defender não funciona direito, é natural querer uma solução final. Ao mesmo tempo, a resposta não indica que Subnautica 2 vá virar um shooter submarino. A franquia sempre vendeu uma fantasia muito específica: você é pequeno, o oceano é maior que você, e sobreviver não significa dominar tudo que se mexe. O estúdio parece disposto a buffar as ferramentas de defesa, mas não a trocar o DNA de vulnerabilidade por um arsenal de caça.

É aí que a discussão fica interessante. O problema real talvez não seja matar ou não matar peixe, mas a falta de leitura sistêmica. Um bom predador em survival precisa comunicar território, intenção e contra-jogada. Se o bicho ataca do nada, persegue demais e fica rondando a base como mob bugado, o jogador não sente medo; sente que o jogo está roubando. A saída mais forte para Subnautica 2 seria transformar o oceano em um sistema mais legível: zonas de risco sinalizadas por comportamento animal, luzes externas que afastem certas espécies, módulos de base que criem perímetro seguro, iscas de distração, ruído para atrair ou repelir fauna e melhorias que deixem a fuga tão satisfatória quanto um abate. Isso preserva a identidade da franquia e ainda entrega gameplay de alto nível.

O contexto ajuda a calibrar a expectativa. Subnautica 2 não está sendo tratado como produto fechado; a previsão pública é que o Acesso Antecipado dure cerca de dois a três anos, com novas atualizações trazendo biomas, criaturas, craftables, recursos e narrativa. A versão atual já nasce com foco em sobrevivência submarina, exploração de um novo mundo alienígena e multiplayer cooperativo opcional para jogar com até três amigos, mas o próprio texto oficial deixa claro que bugs, sistemas em desenvolvimento e mudanças guiadas por feedback fazem parte do pacote.

Enquanto isso, do lado corporativo da indústria, a Embracer também mandou seu próprio recado para fãs que vivem de esperança e trauma. A empresa anunciou a intenção de separar a Fellowship Entertainment como uma companhia listada em bolsa durante 2027, com foco em IPs fortes, licenciamento e parcerias externas. No meio desse plano aparecem nomes que estavam pegando poeira no inventário: Saints Row, Deus Ex, Legacy of Kain, Red Faction, Thief e TimeSplitters. A leitura otimista é óbvia: há espaço para reviver franquias queridas sem depender apenas de produção interna. A leitura realista é ainda mais importante: parceria explorada não é jogo anunciado.

Esse detalhe muda tudo. Um novo Deus Ex não pode ser só uma skin cyberpunk com stealth raso; precisa entender imersive sim, escolha moral, infiltração e build quebrada de hacker. Um novo Saints Row não se salva apenas com nostalgia; precisa descobrir se quer ser sátira criminosa, sandbox caótico ou reboot com personalidade própria. O mesmo vale para TimeSplitters, que não volta só porque o nome é cult. A Embracer tem um catálogo enorme, com mais de 400 franquias controladas e dezenas de estúdios internos, mas o histórico recente de cortes, cancelamentos e fechamento de times torna qualquer promessa dependente de execução concreta.

A ponte entre Subnautica 2 e essas franquias dormentes é maior do que parece. Nos dois casos, o desafio é ouvir a comunidade sem virar refém dela. Se a Unknown Worlds colocar armas pesadas só para apagar incêndio, pode destruir o coração do jogo. Se a Embracer ressuscitar IPs apenas para monetizar marca, pode matar de novo franquias que já estavam em coma. O caminho certo é mais difícil: identificar qual promessa emocional cada jogo fez no passado e atualizar essa promessa para um público que mudou.

Para quem está no hype, a recomendação é segurar o oxigênio e olhar para sinais concretos. Em Subnautica 2, o termômetro será a qualidade dos próximos patches: predadores mais justos, ferramentas mais claras e bases menos vulneráveis a assédio gratuito. No caso da Embracer, o que importa será ver parceiros, escopo e times criativos revelados. Até lá, temos menos uma confirmação de futuro e mais uma boa oportunidade: provar que feedback, quando bem usado, não dilui uma visão; ele afia a lâmina do design.

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Se você está atrás de Creature Enamel em Subnautica 2, é bem provável que já tenha chegado às Alien Ruins, depois de atravessar aquele trecho tenso de oceano entre as Tadpole Pens e a Research Base.

Ao ativar o ponto de respawn da Biobed nas ruínas e conferir a Fabricator, você vai liberar uma nova receita: Enameled Glass. E sim, esse craft pede justamente Creature Enamel.

Onde farmar Creature Enamel em Subnautica 2:

  • Procure por depósitos minerais pretos no bioma ao redor das Alien Ruins.
  • O recurso aparece como uns espinhos/brancos, parecendo ossos, saindo dessas rochas escuras.
  • Tem bastante material em um pilar de pedra cerca de 200 metros ao sudeste da base de pesquisa das Alien Ruins.

Fica ligado: a área tem Needlers patrulhando e elas cospem projéteis se te detectarem, então o ideal é passar no modo furtivo. Para quebrar os depósitos, usa o Sonic Resonator — assim como acontece com outros minérios, pode ser que não role de primeira por causa do formato estranho e da posição, mas insistindo você consegue.

Cada depósito costuma dropar alguns pedaços de Creature Enamel, então não precisa farmar tanto para começar a montar seu Enameled Glass e avançar na progressão.

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Em Subnautica 2, o Fabricador da sua Lifepod é só a versão básica. Se você esbarrar na exigência de um Fabricador totalmente funcional, a solução é mais simples do que parece: desbloqueie a construção de bases, monte uma base e instale um Fabricador nela.

O jogo não deixa isso tão claro, mas o Fabricador da cápsula inicial não libera todas as receitas, mesmo parecendo igual ao modelo que você fabrica por conta própria.

Para destravar o upgrade, siga estes passos:

  • desbloqueie o sistema de construção de bases;
  • ergue uma base fechada em um local seguro;
  • abra a aba de instalações internas e procure o Fabricador na categoria de produção;
  • posicione o módulo em uma parede da sua base.

Você vai precisar destes materiais:

  • 1x titânio
  • 1x cobre
  • 1x quartzo

Depois de instalar o Fabricador na base, você passa a acessar blueprints que ficam travados no modelo básico, como Sonic Resonator, Repair Tool, High Capacity Air Tank e Wakemaker. Na prática, sua base vira o novo ponto de crafting e você quase não precisa mais voltar para a Lifepod.

Subnautica 2

Se você está jogando Subnautica 2 e travou na hora de craftar o Sonic Resonator, a jogada é simples: os lingotes de titânio não saem direto do inventário, eles precisam ser fabricados no Processador da sua base.

Antes de tudo, você precisa liberar o blueprint dessa máquina. O Processador fica no Old Habitat, a cerca de 350 metros ao norte do Lifepod, numa área que o próprio game te empurra a explorar enquanto você segue a pista da caixa-preta do Quaker.

Para montar o Processador com o Construtor de Habitats, separe estes materiais:

  • 2x titânio
  • 1x ácido leve, feito no Fabricador
  • 1x fio de cobre, também feito no Fabricador

Depois de instalado, basta interagir com a máquina, escolher a receita de Titanium Ingot, carregar os ingredientes e esperar. Cada lingote leva 3 unidades de titânio e 30 segundos para ficar pronto.

Fica de olho na energia da base, porque o Processador suga carga extra enquanto trabalha. Vale deixar uma boa margem de potência para não travar a produção no meio do grind.

Esses lingotes são peça-chave em Subnautica 2 para liberar o Sonic Resonator, a Repair Tool e estruturas importantes como o Bioreactor, o Tadpole Dock e o próprio Tadpole. Mais à frente, você vai repetir a lógica para outros metais, como prata, chumbo, ouro e lítio, além de versões mais avançadas, como os Plasteel Ingots e materiais como o Strong Acid.

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Em Subnautica 2, o Lucifer Rotsac é um recurso essencial para montar borracha e destravar várias receitas do início da sobrevivência. A boa notícia é que ele é bem tranquilo de farmar logo nas primeiras horas.

O melhor ponto para coletar fica cerca de 80 metros a sudoeste da Lifepod inicial, ao redor de um arco rochoso. Nessa área, os Lucifer Rotsacs aparecem dentro de plantas verdes chamadas Cradle Shootroots, e dá para juntar bastante em uma única passada.

  • Você pega o Lucifer Rotsac diretamente com a mão.
  • As Cradle Shootroots precisam ser cortadas com a Multitool de sobrevivência.
  • Vale encher o inventário, porque a região respawna o material com o tempo.

Mais para frente, esse recurso também surge com frequência preso em rochas e escondido em cavernas. No fabricador, dois Lucifer Rotsacs viram borracha, inclusive no abrigo inicial. Essa borracha entra em itens importantes como as Bolsas de Ar e o Tanque de Ar Padrão, então vale estocar cedo para não travar seu progresso em Subnautica 2.

Subnautica 2

Em Subnautica 2, investigar os Tadpole Pens é o primeiro puzzle de peso da campanha. A missão leva você para as Hot Caves para pegar o código da porta e destravar uma área secreta.

Antes de partir, vale chegar preparado: leve água, comida, baterias, kits de cura e até uma flare para não passar sufoco. Também é bom liberar a adaptação Heat Tolerance, que você consegue ao limpar o Angel Comb com o Sonic Resonator.

  • Siga da Lifepod para noroeste até o Angel Comb
  • Use o Sonic Resonator para quebrar as flores virais e liberar a adaptação
  • Faça upgrade do tanque de O2
  • Monte um Tadpole para encarar a viagem
  • Leve um Wavemaker para nadar mais rápido

Quando chegar aos Tadpole Pens, a porta vai estar travada. O código foi anotado por Zip e acabou nas Hot Caves. Se quiser ir direto ao ponto, faz assim:

  • Saia dos Tadpole Pens e siga para o sul, em torno de 195°
  • Cruze a ravina com os tubos de lava acima até achar uma entrada no chão
  • Entre e pegue o túnel azul brilhante para sudoeste
  • No salão com a grande ventosa de lava no centro, desça pela direita até uma entrada menor
  • Deixe o Tadpole para trás, porque ele não aguenta essa profundidade
  • Nade até o fundo e procure o black box de Zip na grande formação roxa, marcada por um holograma humano

Com o código em mãos, volte aos Tadpole Pens, destrave a porta e confira o que foi escondido lá dentro.

Subnautica 2

Quem está jogando Subnautica 2 no PC já pode brincar com um console de debug escondido, mesmo sem suporte oficial nesta fase de acesso antecipado. A comunidade destravou a função com dois mods rápidos: o UE4SS e o mod Console Commands.

Depois de instalar tudo, é só abrir o jogo e apertar F2 durante a partida para chamar o menu de comandos. Por ali dá para spawnar itens, turbinar o inventário, mexer nas mecânicas de sobrevivência e até ajustar o campo de visão.

Como ativar o console em Subnautica 2

  • Baixe e instale o UE4SS para Subnautica 2.
  • Encontre a pasta de instalação do jogo no seu computador.
  • Extraia o UE4SS em Subnautica2/Subnautica2/Binaries/Win64.
  • Baixe o mod Console Commands.
  • Extraia o mod em Subnautica2/Subnautica2/Binaries/Win64/ue4ss/Mods.
  • Abra o jogo de novo e pressione F2 para abrir o console.

Comandos que já funcionam

  • god — ativa modo deus: sem dano e sem gastar comida, água ou oxigênio.
  • invisible — faz as criaturas hostis perderem você de vista.
  • nocost — permite craftar ou processar sem gastar recursos.
  • unlock all — libera todas as receitas, blueprints e registros.
  • kill — mata o personagem e faz o respawn na hora.
  • night e day — alternam entre noite e dia.
  • daynight # — define um horário específico.
  • FOV # — altera o campo de visão, como em FOV 100.
  • Item [nome] [quantidade] — adiciona itens ao inventário, como item lithium 5.
  • oxygen — trava o oxigênio para não subir nem cair.

Por enquanto, alguns comandos ainda aparecem na build, mas seguem desativados: Goto, Fastswim, Noclip, Fly e Warp. Mesmo assim, a desenvolvedora já adiantou que pretende liberar funções oficiais de console e câmera em futuras atualizações, então esse pacote de cheats deve ficar ainda mais completo em breve.

Subnautica 2

Subnautica 2 acabou de chegar em acesso antecipado e já dá para dizer: no PC, o bicho pega, mas não afunda fácil.

Depois de testar o game em duas GPUs bem diferentes, a impressão geral é boa: Subnautica 2 roda bem tanto em uma placa de 8 GB mais modesta quanto em um modelo topo de linha. Só que, com tudo no talo, o jogo pode engasgar em áreas mais pesadas e entregar aquelas travadinhas chatas que quebram a imersão.

Com o preset Épico e upscaling em qualidade, os resultados ficaram nessa faixa:

  • 1080p: a GPU de 8 GB segurou cerca de 60 fps em média, enquanto a placa mais parruda passou dos 100 fps.
  • 1440p: a mesma placa de entrada caiu para algo perto de 43 fps, e a mais forte ficou na casa dos 78 fps.

O ponto de atenção é o 1% low. Em Subnautica 2, ele denuncia as stutters com mais clareza do que a média de quadros — então vale olhar para a fluidez real e não só para o número bonito na tela.

A boa notícia é que dá para turbinar bastante a performance mexendo em cinco opções-chave, baixando cada uma só um nível:

  • Iluminação global
  • Sombras
  • Distância de visão
  • Shading
  • Efeitos

Com esse mix entre Épico e Alto, o salto foi enorme e a qualidade visual continuou bem próxima do máximo. Em alguns cenários, a diferença nas sombras e na iluminação até aparece, mas o ganho de desempenho compensa demais.

Tem mais dois detalhes importantes para quem vai cair no fundo do oceano:

  • Não há suporte a FSR no momento, então a alternativa de upscaling fica por conta do TSR.
  • Frame Generation está disponível para placas compatíveis, mas sem uma opção equivalente para todo mundo.

O jogo também parece usar Lumen para iluminação e reflexos dinâmicos, embora não traga um botão simples para ligar e desligar isso. Na prática, mexer nas opções ligadas a esse sistema ajuda bastante a aliviar a carga no PC.

No fim das contas, Subnautica 2 já mostra que tem base sólida no PC, mas ainda pede carinho nas configs. Se você quer mergulhar sem dor de cabeça, essas mudanças de um clique podem ser a diferença entre um mergulho lisinho e uma viagem cheia de engasgos.

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Em Subnautica 2, achar lítio no começo do jogo é bem mais complicado do que catar titânio, chumbo ou ouro. Esse recurso raro praticamente só aparece em um ponto inicial, mas a boa notícia é que você não vai precisar de muito para avançar nas primeiras craftagens.

Antes de sair caçando o minério, o ideal é já estar com o Sonic Resonator liberado, o Standard Air Tank, as Basic Fins e algumas Air Bladders de backup. Se você tiver o Wakemaker, melhor ainda, porque a rota pede mobilidade e reação rápida.

Como pegar o primeiro lítio em Subnautica 2:

  • Siga para sudoeste saindo da Lifepod, atravesse a queda no fundo do oceano e mantenha a parede da cratera sempre à sua direita.
  • No caminho, você vai passar por destroços de uma colônia e ver um prédio destruído mais à frente e abaixo.
  • Do lado de fora desse prédio, sobre uma mesa, você encontra sua primeira peça de lítio dentro de um fragmento de cúpula de coral. Esse ponto ainda respawna com o tempo.
  • Entre no prédio também para pegar o cartão da receita do High Capacity Dive Tank, caso ainda não tenha liberado.

Depois disso, siga para sudeste por um curto trecho até chegar à Grande Mandíbula, uma boca colossal em formato de cápsula com uma estrutura central coberta por fios roxos. Há várias Oxygen Tunics ao redor, então vale encher o tanque antes de entrar, porque seu O2 vai cair lá dentro.

O lítio fica na estrutura interna da tonsila e você vai precisar quebrar os blocos com o Sonic Resonator. Só que o perigo começa assim que você encosta nos fios roxos: a mandíbula fecha e tenta te engolir. Aqui, a jogada é simples — quebra, pega o loot e vaza no modo speedrun.

Se você ainda não tiver, vale pegar o dash no terminal Biomod do escombro do Welcome Center, ao sul da Lifepod. Isso ajuda bastante na fuga. Mais tarde, quando você liberar a adaptação Heat Tolerance e conseguir entrar na zona de ventos vulcânicos, dá para farmar bastante lítio nas cavernas quentes abaixo das Tadpole Pens, sem precisar voltar toda hora para a mandíbula.

No começo de Subnautica 2, o lítio serve basicamente para montar Plasteel Ingots no Processor, e você só precisa de um para melhorar seu tanque de mergulho.

Subnautica 2

No Subnautica 2, o fibrous pulp é um recurso bem comum, mas fácil de passar batido porque se mistura com o cenário. Mesmo assim, ele é essencial para preparar saladas básicas e também para fabricar fibra e fiber mesh, usados em itens como Basic Fins e Rebreather.

Para farmar esse material, basta usar a Survival Multitool e cortar algumas plantas específicas. As melhores fontes são:

  • Whip gorgon
  • Feather kelp
  • Macaron sponge

No começo da campanha, vale mirar no whip gorgon que fica embaixo da Lifepod. Ele parece um emaranhado vermelho de tentáculos e pode ser colhido com facilidade, embora se confunda com a vegetação ao redor.

Outra rota boa é a caverna no fundo do mar, a cerca de 100 metros a noroeste da Lifepod. Lá você encontra bastante feather kelp nas rochas, e cavernas em geral costumam render um bom estoque desse recurso.

O farm é rápido, mas o consumo também é alto, então o ideal é fazer coletas curtas e voltar para repor quando precisar. Levar um Portable Locker ajuda bastante, e existe até um dentro da caverna logo abaixo da Lifepod. Se quiser abrir mais espaço na mochila, interagir com Biobeds também pode dar uma boa folga no inventário.

Subnautica 2

Em Subnautica 2, o Bloom Biofilm é aquele bloqueio irritante que trava portas e impede você de fuçar as ruínas coloniais. Se a sua missão é vasculhar tudo e pegar cada item útil, vale aprender logo como passar por essa parede orgânica.

Para remover o Bloom Biofilm, você precisa do Sonic Resonator. Equipe a ferramenta, segure o botão de disparo para carregar o pulso e solte quando a barra ao redor da mira estiver cheia. Acertando em cheio, o biofilme é destruído e o caminho fica livre para exploração.

Depois de abrir a passagem, aproveite para entrar nas ruínas e vasculhar tudo com calma. Em Subnautica 2, esses pontos costumam render gadgets úteis, scans valiosos e até pôsteres para decorar sua base. Se você ainda não liberou o Sonic Resonator, procure locais de escaneamento no mapa e monte a ferramenta para seguir avançando.

  • Ferramenta necessária: Sonic Resonator
  • Como usar: carregue o disparo e solte mirando no Bloom Biofilm
  • O que acontece: a barreira some e a entrada da ruína fica liberada