#Subnautica 2
Se você está caçando chumbo em Subnautica 2, a boa notícia é que existe um ponto bem específico no mapa inicial onde esse recurso aparece com consistência. Ele não é dos materiais mais fáceis de achar, mas dá para garantir uma boa carga logo no começo da jornada.
O chumbo é especialmente útil para liberar o Sonic Resonator, ferramenta essencial para quebrar blocos grandes de metal e minério, além de ajudar a abrir caminho em áreas bloqueadas por Angel Combs e desbloquear novas adaptações para sobreviver nesse oceano alienígena.
Onde encontrar chumbo em Subnautica 2
- Saia da Lifepod e siga para o nordeste até ficar perto de 280 metros de distância.
- Mantenha o rumo por volta de 75° até notar uma corrente azul natural mais abaixo.
- Entre nessa corrente: ela vai te empurrar para dentro de uma ravina.
- Pare quando encontrar uma plataforma de construção de colônia à esquerda, perto de um fragmento de Tadpole.
- Nessa área, dá para lootear depósitos grandes de chumbo e também pegar fragmentos menores espalhados pela areia.
Se você explorar um pouco mais para o norte ou para o leste, descendo pelos dois lados da ravina, vai encontrar mais pedaços soltos e blocos menores para quebrar. Vale a pena fazer esse farm cedo e guardar o chumbo na base, porque evita voltar até aqui depois.
Mais pra frente, quando você avançar para a região das Alien Ruins, o chumbo fica bem mais abundante, então o early game é só a primeira parada dessa rota de farm.
Em Subnautica 2, o Wakemaker é o seu primeiro upgrade pesado de mobilidade depois do tanque de O2 e das nadadeiras. Ele dá aquele gás na locomoção e ajuda você a ficar mais tempo debaixo d’água, mas o blueprint não cai no colo: é preciso correr atrás dos fragmentos.
Para liberar a receita, você precisa escanear 3 fragmentos do Wakemaker espalhados pelo mapa. Os pontos encontrados até agora são estes:
- Dentro de uma caixa ao lado de uma plataforma de laboratório, logo depois da nave quebrada, a cerca de 30 m de profundidade, 15° ao norte da Lifepod.
- Sobre uma mesa em uma plataforma de laboratório no fundo aberto, perto dos Coral Crabs, cerca de 25 m de profundidade, 120° a sudeste da Lifepod.
- Dentro de uma caixa em uma plataforma de laboratório no alto de um penhasco, cerca de 20 m de profundidade, 45° a nordeste da Lifepod.
Depois de juntar os três scans, volte para um Fabricador melhorado — ou seja, um que você tenha construído — para montar o Wakemaker com:
- 1x prata
- 1x kit de fiação
- 1x graxa
- 1x bateria básica
O kit de fiação é feito com prata e fio de cobre. Já a bateria básica exige dois cobres e uma Acidic Raion Pouch. A graxa, por sua vez, sai de um Lucifer Rotsac.
Com tudo pronto, equipe o Wakemaker na hotbar: os dois propulsores vão turbinar sua natação e deixar a exploração bem mais ágil. Só fique esperto com a carga da bateria, porque quando ela acabar você pode ficar vendido no meio do oceano. Montar um ponto de recarga na base também é uma boa para trocar as baterias sem dor de cabeça.
Em Subnautica 2, achar a Bolsa de Raion Ácido logo no começo faz toda a diferença, já que ela é usada para craftar a bateria básica do scanner. E sem scanner, você trava boa parte da progressão, inclusive a descoberta de novos blueprints como o Wakemaker e o Sonic Resonator.
A boa notícia é que o farm é de boa: o Raion Ácido aparece em plantas roxas com cara de cérebro, normalmente dentro de cavernas. Cada planta costuma render várias bolsas, então uma ou duas já seguram bem sua necessidade de bateria no início da campanha.
Como coletar sem vacilo:
- Leve a Multiferramenta de Sobrevivência, porque ela é necessária para cortar as bolsas.
- Não pegue o Saco de Gel Medicinal antes de remover todas as bolsas, senão a planta solta ácido na água.
- Depois de pegar upgrades iniciais, como tanque de oxigênio e nadadeiras, você vai começar a encontrar esse recurso em mais pontos do mapa.
Onde procurar no começo:
- Na caverna logo abaixo da sua Lifepod.
- Na caverna a leste da Lifepod, na área mais baixa.
- Nas redondezas do Centro de Boas-vindas.
Além de servir para baterias, a Bolsa de Raion Ácido também entra em outras receitas úteis, enquanto o Saco de Gel Medicinal ajuda na criação de kits de primeiros socorros mais avançados. No fim das contas, esse é um dos primeiros farms obrigatórios de Subnautica 2.
Se você está começando Subnautica 2 e já sentiu aquele sufoco de oxigênio, fome e predadores rondando, estas dicas vão te ajudar a engrenar mais rápido e evitar perrengue no início da campanha.
- 1. Garanta comida e água primeiro: abra a cápsula de sobrevivência e pegue os suprimentos iniciais. A água pode ser fabricada com Water Slugs, enquanto a adaptação para comer peixe fica disponível na árvore subaquática ao norte-noroeste da cápsula.
- 2. Escaneie tudo o que encontrar: o scanner libera ferramentas novas, peças de base, salas, pôsteres e ainda revela mais sobre as criaturas.
- 3. Carregue pelo menos duas Air Bladders: mesmo depois de melhorar o tanque de O2, elas continuam úteis para subir rápido, fugir de predadores ou arrancar um último gole de oxigênio.
- 4. Libere os Biomods úteis: depois de montar uma bateria básica com um Acidic Raion Pouch, siga até o Welcome Center a sudeste da cápsula, conecte o item na parede e use o Biolab para desbloquear habilidades. As melhores para começar são Dash e Oxygen Control.
- 5. Desbloqueie a construção de base: no mesmo Welcome Center, escaneie as duas Habitat Builder Tools. Isso libera a construção de base, embora ainda seja preciso encontrar outras peças para salas.
- 6. Faça o Standard Air Tank o quanto antes: parar para emergir toda hora cansa. Esse tanque reduz bastante o sofrimento, e o gargalo aqui costuma ser prata, que dá para achar em uma caverna ao norte da cápsula.
- 7. Escolha bem onde montar sua base: uma boa pedida é ficar perto de uma corrente natural, onde você possa instalar uma Hydroelectric Turbine quando ela estiver disponível. Deixe espaço para expandir depois.
- 8. Nade mais rápido para driblar predadores: o Biomod Dash ajuda, mas os Basic Flippers e o Wakemaker aceleram muito a mobilidade quando você quiser explorar sem ficar travado.
- 9. Se precisar, encare os bichos na porrada: também dá para afastar predadores com a Survival Multitool, com o Sonic Resonator ou com uma Distraction Flare para tirar a atenção deles.
- 10. Crie o Sonic Resonator: ele serve para minerar, quebrar Bloom Biofilm, espantar predadores e destruir viral blooms que liberam Adaptations no Angel Combs. O material mais chato para montar um é o chumbo.
- 11. Siga as luzes azuis: essas luzes geralmente apontam para uma habitat colony, uma espécie de moradia subaquática com ferramentas para escanear e áudios que entregam mais lore.
- 12. Aumente inventário e hotbar: as colony habitats também escondem Biobeds. Interaja com a tela ao lado deles para liberar endurance, que amplia o inventário, e dexterity, que expande a barra de atalhos.
- 13. Leve um Portable Locker quando for farmar: esse storage móvel é ótimo para guardar materiais extras enquanto você coleta recursos longe da base.
- 14. Não saia sem baterias reservas: observe a barrinha de energia das ferramentas. Para trocar, aperte R e clique com o botão esquerdo ou direito para recarregar. Depois, vale construir um Battery Terminal para recarregar as sobras com mais praticidade.
- 15. Monte um Scanner Station na base: se bater dúvida sobre onde achar um recurso, ele mostra a localização de materiais num raio de 300 metros. Um deles pode ser escaneado no Old Habitat, ao norte da cápsula.
- 16. Siga as Black Boxes: a NOA costuma pedir que você volte para pegar a localização de uma Black Box. Elas movem a história principal, mas quase sempre também escondem ferramentas e receitas importantes.
- 17. Customize seus sinais: cada Black Box vem com um sinal, mas você pode ligar e desligar os marcadores pelo menu de Signals. Assim, sua tela fica menos poluída e mais útil.
- 18. Use Beacons nos pontos-chave: não existe mapa no jogo, então Beacons são ouro puro. Depois de escanear e desbloquear o item, dá para criar marcadores e organizar seus trajetos sem se perder.
- 19. Libere Heat Tolerance limpando o Angel Comb: se quiser entrar na área de lava, vá até o Angel Comb a noroeste da cápsula e destrua as formações virais com o Sonic Resonator. Isso libera a adaptação Heat Tolerance.
- 20. Monte seu Tadpole: antes de avançar para águas mais perigosas, seu objetivo final é construir o mini-sub Tadpole. E não esqueça do Repair Tool, porque ele ajuda a manter o veículo vivo depois dos esbarrões com predadores grandes.
Resumo rápido: em Subnautica 2, o segredo do começo é priorizar sobrevivência, escaneamento, mobilidade e base. Fazendo isso, você sai do modo “socorro, vou afogar” e entra no ritmo certo para explorar tudo com muito mais segurança.
Em Subnautica 2, o ouro é um recurso-chave para destravar receitas importantes, como o Advanced Wiring Kit e o System Chip. Ele também entra na construção da Thermal Plant, uma das formas mais confiáveis de alimentar sua base.
O melhor ponto para achar ouro fica na região dos ventos vulcânicos a leste do Lifepod, mais precisamente nas rochas ao redor do navio-colônia caído, cerca de 450 metros a leste. Quando você entra nessa área, o jogo já entrega o aviso: a temperatura sobe, a água fica alaranjada e partículas incandescentes começam a aparecer no ambiente.
Mas atenção: antes de minerar nessa área sem virar churrasquinho, você vai precisar da adaptação Heat Tolerance. Para conseguir isso, é necessário destruir o Angel Comb, que fica a cerca de 200 metros a noroeste do Lifepod. Só que, para quebrar as formações virais que cercam o local, você também vai precisar do Sonic Resonator.
Chegando na área do naufrágio, dá para encontrar ouro de várias formas:
- fragmentos pequenos, que podem ser coletados na mão;
- blocos quebráveis, que rendem minério ao serem destruídos;
- nódulos maiores, que podem ser estilhaçados com o Sonic Resonator.
Como a região é cheia de predadores grandalhões patrulhando os destroços, vale a pena entrar preparado, pegar o máximo de ouro que conseguir e voltar para a base antes que a fauna local resolva te caçar.
Subnautica 2 está chegando ao acesso antecipado cercado de hype, e a equipe da Unknown Worlds diz que vem com a faca nos dentes para entregar a estreia mais ambiciosa do estúdio até aqui.
Segundo os desenvolvedores, o jogo vai desembarcar já mais amplo e polido do que qualquer lançamento anterior em acesso antecipado. A ideia, porém, não é fechar a porta para mudanças: o plano é misturar conteúdo bem lapidado com sistemas que ainda vão ser refinados junto com a comunidade.
A proposta segue a essência da franquia: desenvolvimento aberto, transparente e com espaço real para a galera opinar. A equipe mantém um painel de feedback onde os jogadores podem sugerir ideias, votar nas preferidas e acompanhar o que o estúdio pretende implementar ou deixar de lado.
Mesmo com a comunidade tendo um peso enorme, os devs reforçam que a visão criativa continua na mão do estúdio. A filosofia é ouvir a base de fãs sem entrar no modo correção automática a cada reclamação pontual. Em resumo: Subnautica 2 quer crescer com a ajuda dos jogadores, mas sem perder a identidade.
Se você vai encarar Subnautica 2, já deixa o botão de gravação preparado. O jogo promete exploração tensa, construção de bases e aquele tipo de situação que vira clipe épico, seja de susto, bug engraçado ou fuga por um triz.
A campanha de clipes da comunidade está pedindo justamente isso: os melhores momentos do seu gameplay em Subnautica 2 — e também de qualquer outro jogo de PC que esteja rendendo caos, risadas e jogadas absurdas. A ideia é mandar o vídeo, entrar na seleção e torcer para seu momento ganhar destaque.
Os tipos de clipe que costumam brilhar são:
- fails memoráveis;
- manobras malucas e improviso puro;
- tiros, escapes e clutches apertados;
- situações inesperadas que só quem joga entende.
Fique de olho nas regras de envio, porque há limite de tamanho para os vídeos e a participação segue restrita a regiões elegíveis. Se pintar um momento lendário em Subnautica 2, não deixa passar: grava e manda.
Subnautica 2 está chegando ao acesso antecipado, e a data já está batendo na porta. O jogo desbloqueia em 14 de maio, às 8h (PDT), com liberação simultânea no mundo todo — ou seja, todo mundo entra no mesmo instante.
Se liga nos horários por região:
- 14 de maio — 8h PDT (Los Angeles)
- 9h CST (Cidade do México)
- 11h EDT (Nova York)
- 12h BRT (São Paulo)
- 16h GMT (Londres)
- 17h CEST (Berlim/Paris)
- 23h CST (Pequim)
- 15 de maio — 0h KST (Seul)
- 15 de maio — 0h JST (Tóquio)
- 15 de maio — 1h AEST (Sydney)
Já garantiu sua cópia na Steam? Então dá para fazer o preload e deixar tudo pronto antes da hora H, sem passar sufoco com download quando der vontade de mergulhar fundo.
Depois de um caminho turbulento nos bastidores, Subnautica 2 finalmente está pronto para abrir as portas do oceano em acesso antecipado.
Subnautica 2 teve seus requisitos oficiais revelados no Steam, e a notícia é que o game vai cobrar bastante memória RAM no PC.
O destaque fica para a configuração mínima voltada a 30 fps, que pede 12 GB de RAM. Já nas configurações ultra, o salto é pesado: 32 GB de RAM.
O novo capítulo da franquia chega em Early Access ainda este mês, então já vale conferir se o seu setup está pronto para encarar o fundo do oceano sem engasgos.
Subnautica 2 finalmente cravou sua data de lançamento e já está causando efeito dominó no calendário dos indies. O jogo chega em 14 de maio, e a movimentação ao redor dele mostra o tamanho do hype.
Um dos títulos que sentiram o impacto foi Outbound, um life sim cozy focado em explorar um mundo aberto a bordo de uma camper van. Para não entrar em rota de colisão com um lançamento tão pesado, o estúdio decidiu adiantar a estreia no PC para 11 de maio, três dias antes do plano original.
A ideia é simples: evitar disputar atenção com um gigante da temporada e dar mais espaço para a própria viagem começar com o pé direito. Em tom bem gamer, o time resumiu a mudança como uma forma de desviar do “Leviatã” e liberar a road trip mais cedo.
Mesmo com o ajuste, maio continua cheio de lançamentos e outros jogos ainda seguem no radar. Mas, por enquanto, Subnautica 2 é quem está mandando no ritmo da conversa e fazendo outros estúdios repensarem a rota.