Artigos por Autor: bruno
A atualização Roots chegou ao Peak e adicionou um bioma cheio de desafios: florestas de sequoias, cogumelos gigantes que funcionam como trampolins e cavernas traiçoeiras. Mas não para por aí: além das nuvens de esporos que causam efeitos negativos e das aranhas que te prendem em teias, agora existem zumbis inspirados em The Last of Us, que caçam jogadores sem piedade. Eles eram tão fortes que um patch já reduziu a frequência de spawn e a velocidade deles, embora o dano continue alto. O update também inclui besouros gigantes que podem te derrubar da montanha, tornando cada escalada um teste de sobrevivência. Mesmo com os ajustes, Roots continua sendo a área mais perigosa do jogo, exigindo planejamento e reflexos rápidos para chegar vivo ao próximo acampamento.
A Blizzard confirmou no Reddit, que World of Warcraft: Midnight vai limitar AddOns que dão vantagem em combate, como Deadly Boss Mods, alterando a API para impedir funções como contagem regressiva e alertas automáticos. Segundo Ion Hazzikostas, objetivo é “nivelar o campo de jogo” e garantir que a experiência base não seja inferior à de quem usa mods. Isso significa redesenhar classes e encontros para oferecer telemetria clara e tempo de reação sem depender de AddOns. A decisão traz desafios para acessibilidade, já que muitos jogadores com deficiência visual ou daltonismo dependem de alertas sonoros. Hazzikostas admite que pode incluir contagem regressiva no futuro se necessário, mas afirma que tudo deve estar no UI padrão, não em mods. É uma mudança gigante para WoW, que sempre teve uma comunidade ativa de AddOns, e promete redefinir como raids e dungeons serão jogadas.
O aguardado Unbeatable, jogo de ritmo com visual de anime e combate contra um mundo onde música é proibida, não será mais lançado hoje, 6 de novembro. Horas antes do lançamento, a desenvolvedora D-Cell Games encontrou um bug grave que bloqueia a progressão e decidiu adiar para 9 de dezembro. Segundo o desenvolvedor, corrigir o problema sem atrasar a versão de console seria impossível por causa das exigências de certificação, então a equipe optou por empurrar tudo para garantir qualidade. A mudança também evita disputar espaço com lançamentos gigantes como Black Ops 7 e dá tempo para ajustes e ações pré-lançamento. Para quem esperava, é frustrante, mas melhor do que lançar um jogo quebrado, não é mesmo?
O Google alertou que hackers estão usando IA para criar malwares que evoluem sozinhos. Um exemplo é o Promptflux, que pede ao Gemini para reescrever seu código durante a execução, salvando uma versão ofuscada na pasta de inicialização para manter persistência. Isso significa que o vírus pode mudar de comportamento para evitar antivírus, algo que até pouco tempo parecia ficção. Além dele, surgiram outros casos em 2025: Fruitshell, que abre conexão remota para executar comandos; Promptlock, capaz de gerar scripts maliciosos e criptografar arquivos; Promptsteal, que usa IA para minerar dados; e Quietvault, que rouba credenciais e publica no GitHub. A boa notícia é que a DeepMind já está reforçando barreiras para impedir que modelos ajudem ataques desse tipo. Mas a tendência é clara: IA contra IA virou realidade, e a disputa pode definir a segurança dos nossos PCs nos próximos anos.
A fila para entrar em Marvel Rivals só aumenta, e agora dois ícones dos X-Men estão praticamente confirmados: Gambit e Vampira aparecem no fundo da imagem do patch da atualização de hoje, indicando sua estreia na Temporada 5, que começa após o fim da Temporada 4 em 14 de novembro. A grande questão é: quais funções eles vão assumir? Gambit deve ser um Duelista de médio alcance, usando cartas carregadas e agilidade aprimorada, enquanto Vampira pode virar uma Estrategista, apesar de muitos fãs esperarem que ela seja uma Vanguarda com roubo de força e resistência absurda. Já tem gente especulando as habilidades e builds, mas uma coisa é certa: essa dupla promete mexer no meta e trazer variedade para um jogo que começou com excesso de Duelistas. Prepare-se para uma dose mutante no campo de batalha!
Jogadores de Battlefield 6 no PC descobriram que é possível desligar o crossplay, mesmo sem opção oficial no menu, mas isso já causou polêmica: um usuário foi banido da comunidade do jogo no Steam por publicar o método. A EA permite desativar o recurso nos consoles, mas no PC não há botão para isso — provavelmente para evitar que a base de jogadores fique pequena. O truque é simples: abra o arquivo PROFSAVE_profile em Documentos/Battlefield 6/settings/steam e adicione essa linha no final:
GstGameplay.CrossPlayEnable 0
Salve o arquivo e pronto, crossplay desativado. O ban não parece ser uma regra oficial, já que outros posts com o mesmo passo a passo continuam ativos. A discussão levanta um ponto clássico: mexer em arquivos de configuração sempre fez parte da cultura PC gamer, e aqui só replica uma função que já existe nos consoles. Quer jogar só com a galera do PC? Dá para fazer — mas cuidado com onde você compartilha isso.
A exposição “Retratos de Midgard: Uma jornada visual pela história de Ragnarök Online” entra em sua última semana no Centro Cultural Coreano no Brasil, em São Paulo. Até domingo, 9 de novembro, os visitantes poderão explorar gratuitamente ilustrações, artes e instalações visuais do clássico MMORPG sul-coreano que marcou gerações e se tornou parte da cultura das lan houses no país. O espaço está localizado na Avenida Paulista, 460, com funcionamento de terça a sábado, das 10h às 18h30, e domingo, das 11h às 17h. Ao longo de quatro semanas, a mostra já recebeu mais de 7 mil visitantes, celebrando a trajetória de Ragnarök Online, lançado em 2002 pela Gravity e presente no Brasil desde 2004. O jogo continua ativo até hoje, oferecendo aventuras em um mundo de fantasia onde jogadores podem evoluir personagens, completar desafios e criar laços duradouros.
Greg Street, um dos nomes mais conhecidos da indústria e ex-desenvolvedor de World of Warcraft e League of Legends, confirmou que seu estúdio Fantastic Pixel Castle encerrará as atividades em 17 de novembro. Fundado após sua saída da Riot Games em 2023, o estúdio trabalhava no MMO Ghost em parceria com a NetEase, mas não conseguiu garantir um novo financiamento para continuar o projeto. Street afirmou que ainda existe uma chance de retomada no futuro, dependendo da equipe que permanecer, mas por enquanto o fechamento está confirmado.
Depois de anos causando frustração, a função “Atualizar e desligar” do Windows 11 finalmente vai fazer o que promete: atualizar e desligar o PC, sem reiniciar sozinho. Segundo o site Windows Latest, a correção chega nas versões 25H2 Build 26200.7019 e 24H2 Build 26100.7019, e já estava disponível na atualização opcional de outubro (KB5067036). Para quem não instalou essa atualização, a correção também será incluída no próximo Patch Tuesday, marcado para 11 de novembro. O problema acontecia porque, para concluir as atualizações, o sistema precisava reiniciar em modo offline, mas o comando para desligar não era mantido, fazendo o computador ligar novamente. Agora, isso não deve mais acontecer. Embora a falha não fosse grave, era irritante para quem queria apenas desligar a máquina e sair.
O Parlamento do Reino Unido discutiu uma petição com quase 190 mil assinaturas pedindo mudanças na lei para proteger jogadores de jogos digitais. A ideia é impedir que empresas desliguem jogos vendidos sem oferecer reembolso. Durante o debate, parlamentares lembraram que a indústria de games movimenta £7,6 bilhões e emprega mais de 75 mil pessoas, mas alertaram para os riscos do modelo “jogo como serviço”, que depende de servidores e pode sumir sem aviso, prejudicando consumidores e a preservação cultural. Casos como o de Concord, encerrado poucos meses após o lançamento, reforçam a necessidade de transparência sobre a vida útil dos títulos. Não há garantia de mudanças imediatas, mas o debate mostra preocupação com os direitos dos jogadores e sugere que estúdios informem claramente quando um jogo pode sair do ar e busquem formas de manter bibliotecas acessíveis no futuro.
Imagine um simulador de posto de gasolina… mas com um detalhe bizarro: você é um alien tentando se passar por humano! Em Roadside Research, cada passo faz um som nojento e, às vezes, você solta uma gosma verde nada discreta. A missão? Administrar um posto, vender combustível e snacks, agradar clientes e, ao mesmo tempo, estudar os humanos sem levantar suspeitas. Começa simples, com um tanque e uma prateleira, mas logo você corre entre bombas e caixa, limpa lixo e coleta objetos para ganhar pontos de pesquisa. Com eles, desbloqueia upgrades e até uma câmera para fotografar pessoas com características específicas — só não seja pego, ou agentes vão investigar se você é mesmo humano. O jogo mistura gerenciamento frenético com humor grotesco, dois sistemas de evolução e até decoração para parecer “normal”. Dá para jogar solo ou com até três amigos, o que ajuda quando você está ocupado limpando gosma do chão. A demo é divertida e caótica, perfeita para quem curte simuladores estranhos com um toque de paranoia sci-fi.